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Notícias
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| Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo | | Centros, grupos e programas de pesquisa, bem como pesquisadores individuais terão a oportunidade de apresentar trabalhos no I Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo. O evento será promovido em Brasília (DF), no dia 9 de setembro, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em parceria com o Observatório do Cooperativismo. Os artigos deverão ser enviados até sexta-feira (30/7) para o e-mail EBPC2010@fearp.usp.br.
O encontro tem como objetivo fomentar o intercâmbio de pesquisadores e a produção técnica e científica sobre cooperativismo, em diversas áreas do conhecimento. Cada linha de pesquisa ou artigo deverá ter no máximo 20 páginas e o acadêmico fará uma apresentação de no máximo 20 minutos, seguidos de 10 minutos de debates.
O comitê científico do evento terá a participação do professor Sigismundo Bialoskorski Neto, titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP), Alessandra Bandeira Antunes de Azevedo da Universidade Federal Recôncavo da Bahia – Cruz das Almas; Brício dos Santos Reis da Universidade Federal de Viçosa, (MG); José Odelso Schneider da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo (RS) e Roberto Max Protil da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Fonte: OCB
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| | publicado em 28/7/2010 12:41:41 | | | | |
| Cooperativas estão entre as maiores empresas do Brasil | | Revista Exame publicou o resultado da pesquisa Melhores e Maiores, que este ano contou com o nome das 1000 maiores empresas do país. Assunto é tratado na RádioCoop, no boletim Palavra do Presidente
Setenta e cinco cooperativas são citadas na edição especial de julho da Revista Exame. Anualmente, a revista publica o resultado da pesquisa Melhores e Maiores, que este ano contou com o nome das 1000 maiores empresas do país e das 400 entidades ligadas ao agronegócio . Das cooperativas que se destacaram 61 são agropecuárias, 12 são de serviços médicos, uma de transporte e uma de varejo. Foram considerados como integrantes do agronegócio os produtores agropecuários, as empresas que fornecem insumos ou prestam serviços a esses produtores e as indústrias que compram o produto agropecuário para processamento.
Levando em conta a avaliação feita pela revista, que elegeu as campeãs de 11 setores do agronegócio, sete se destacaram com um desempenho acima da média no setor de algodão e grãos e juntas, suas vendas ultrapassaram US$ 2 bilhões. São elas: Cotripal (RS), Agrária (PR), Cotrisul (RS), Capal (PR), Cooperja (SC), Castrolanda (PR) e Holambra (SP).
No setor de aves e suínos, três cooperativas se destacaram: C. Vale (PR), Copacol (PR) e Cosuel (RS). Do total de 158 mil toneladas de carne de frango recebidas no frigorífico da C.Vale, em Palotina, oeste do Paraná, a cooperativa exportou 55% da produção para 49 países, o que representa 22% do faturamento em 2009.
O cooperativismo também mostra a sua força no setor cafeeiro. Os três primeiros lugares são ocupados pelas cooperativas Cocapec (SP), Cocatrel (MG) e Coxupé (MG). A Coocapec, no interior paulista, obteve a melhor rentabilidade do setor, com 18,5%, em 2009, com vendas que somaram US$ 165 milhões.
Já nas exportações, as Cooperativas Coopersucar (SP), Coamo (PR) e C.Vale (PR) são responsáveis por mais de US$ 2,4 bilhões em divisas. A revista Exame ressalta que a Coopersucar foi a 16º entidade do agronegócio que mais exportou no ano passado, com o volume de vendas de US$ 1.390,1 milhões, e a Coamo foi a 28ª, com US$ 828 milhões. A Coamo ainda tem a menção de uma rentabilidade de 9,7%, sendo a oitava do Paraná e a décima segunda do Agronegócio.
Segundo dados apresentados pela revista, quatro cooperativas mostraram bom desempenho no setor lácteo: Itambé (MG), Frimesa (PR), Confepar (PR) e Complem (GO). No caso da Itambé, ela configurou em 42º lugar nas 400 maiores empresas do agronegócio, com rentabilidade de 18,5%, a quinta maior do Estado de Minas Gerais. Está na 226º posição do ranking geral.
RádioCoop – Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), destaca, no boletim Palavra do Presidente, na RádioCoop, a crescente presença das cooperativas no ranking. Clique aqui para acessar.
Evandro Ninaut, da gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), lembra que a publicação divulgou outros setores como o transporte, que teve como destaque no segmento cooperativa a Coopercarga (SC), “que apesar de uma redução no crescimento do negócio de 19,9%, teve uma ampliação de 5,2% nos serviços com o exterior”.
No varejo, a Coop cooperativa de consumo ficou em 15º no ranking setorial e em 304º quando comparado com todos outros setores. “Em meio a crise que abalou o mundo, o Coop teve, no ano passado, um crescimento de 6,3% nas vendas”, diz Ninaut.
Para realizar a pesquisa, a revista Exame comparou os resultados obtidos em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira, participação de mercados e produtividade por empregado.
Fonte: OCB
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| | publicado em 23/7/2010 09:47:10 | | | | |
| Artigo: Bonito por Natureza | | Em verso e prosa, nossas belezas naturais são cantadas mundo afora, revelando um potencial turístico formidável, mas ainda pouco aproveitado pela maioria dos brasileiros. Apesar do recente incremento nos embarques domésticos, impulsionado pela concorrência entre empresas (aéreas e rodoviárias), pelo aumento do número de agências especializadas e pelo chamado “turismo de negócios”, ainda sofremos com uma infra-estrutura aeroportuária precária, com a concentração de destinos, falta de investimentos e de mão-de-obra qualificada para atender a crescente demanda.
Esta preocupação só aumenta à medida que nos aproximamos da realização de dois grandes eventos esportivos, como a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016.
No sentido de nos prepararmos para organizar com competência o principal evento esportivo do mundo e receber os visitantes com qualidade, foi elaborado pelas principais entidades e lideranças do setor o Documento Referencial Turismo no Brasil 2011/2014. Nele, constam os principais desafios que a iniciativa pública e a privada terão para preparar o turismo brasileiro para a Copa do Mundo de 2014.
O estudo aponta para a consolidação do turismo como produto de consumo do brasileiro. Estima que os desembarques domésticos saltem dos 56 milhões, registrados em 2009, para 73 milhões, em 2014. Projeta também a geração de dois milhões de empregos formais e informais de 2010 a 2014. A entrada de divisas internacionais deverá crescer 55%, no mesmo período, subindo de R$ 6,3 bilhões para R$ 8,9 bilhões no ano de realização da Copa no Brasil.
A elaboração do documento foi coordenada por um Comitê Gestor, formado por representantes do Ministério do Turismo (MTur), Embratur, Conselho Nacional de Turismo e Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur). O trabalho contou com apoio de consultores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e utilizou indicadores do IBGE, Banco Central, Ministério do Trabalho e Emprego, Infraero, entre outros. O documento foi, posteriormente, encaminhado a todos os candidatos à Presidência da República.
Entretanto, não basta estimular a demanda internacional e doméstica, sem antes zelar por um crescimento sustentável, respeitando-se as raízes culturais brasileiras e o seu patrimônio histórico e artístico, no sentido de tornar a atividade turística em um grande vetor de crescimento econômico e social, gerador de emprego e renda para a população.
Afinal, uma política publica bem sucedida na área de turismo pressupõe atitudes e ações de intersetorialidade, de ação obrigatoriamente conjunta e integrada do próprio Governo e do setor privado.
Junto com a CNTur – Confederação Nacional do Turismo, na qual destaco a liderança do seu presidente, Nelson de Abreu Pinto, tenho me empenhado na busca por linhas de financiamento específicas para a capacitação da mão-de-obra; garantia de acesso das diferentes classes sociais; estímulo à sinergia entre hotéis, restaurantes e meios de transporte; desenvolvimento de novos destinos sob o foco socioambiental. Todas estas são premissas para que o turismo se torne, finalmente, uma das principais atividades econômicas do País.
Arnaldo Jardim – deputado federal
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| | publicado em 23/7/2010 09:46:11 | | | | |
| BC desacelera ritmo de alta de juros para 0,50 ponto porcentual. Selic sobe para 10,75% ao ano | | "Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 10,75% a.a., sem viés. Considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o Comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo".
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 21, pela elevação da taxa básica de juros, a Selic, em 0,50 ponto porcentual. Com a alta, os juros básicos no País passam a 10,75% ao ano. É a terceira alta consecutiva da Selic desde o início do novo aperto monetário, no final de abril deste ano.
Na última reunião do Copom, no início de junho, o comitê decidiu pelo aumento da taxa básica em 0,75 ponto porcentual. Foi a segunda alta consecutiva da Selic, depois de um período de nove meses seguidos de juros estáveis. Nesta segunda-feira, o relatório Focus, do BC, reduziu sua expectativa para a inflação neste ano, de 5,45% para 5,42%, patamar ainda acima do centro da meta do governo.
Já a previsão para a Selic ao final de 2010 permaneceu em 12% ao ano e 11,75% ao ano para 2011. Sobre a reunião do Copom desta quarta-feira, o mercado financeiro, de acordo com a Focus, esperava uma alta de 0,75 ponto porcentual.
Fonte: Banco Central
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| | publicado em 22/7/2010 09:52:43 | | | | |
| Os Bancos Campeões de Clientes – Revista Exame | | A Revista Exame, Maiores e Melhores de 2010, divulgou informações atualizadas sobre as maiores instituições financeiras do Brasil.
Uma destas informações é a quantidade de clientes das maiores instituições financeiras do país. Para dar maior fidelidade às informações abaixo divulgadas foram incluídos no mesmo os números dos Sistemas Cooperativos que por não terem seus dados consolidados não constam na relação original:
Os Bancos Campeões de Clientes:
1. Banco do Brasil: 35.233.835 clientes
2. Bradesco: 20.909.985
3. Itaú Unibanco: 18.089.763
4. Caixa Econômica Federal: 16.191.367
5. Santander: 10.979.000
6. Banrisul: 4.895.917
7. HSBC: 2.994.257
8. Sicoob: 1.700.000 associados
9. Sicredi: 1.562.110 associados
10. BNB: 663.929
11. Citibank: 485.476
12. BRB: 461.005
13. Banestes: 385.177
14. Ancosol: 214.467
15. Unicred: 206.091
16. Mercantil do Brasil: 205.376
17. Cecred: 142.589
18. Safra: 119.646
19. Banco Rural: 32.129
20. Alfa: 25.610
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| | publicado em 21/7/2010 16:28:31 | | | | |
| Sescoop cria comitê para tratar de sustentabilidade | | Em tempos de discutir a sustentabilidade do cooperativismo, que terá como ponto alto o XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo, o Serviço Nacional do Cooperativismo (Sescoop) definiu como uma de suas ações prioritárias para este ano a constituição do seu comitê de sustentabilidade. A primeira reunião do fórum será na próxima segunda-feira e terça-feira (19 a 21), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF).
Integram o fórum Andrea Sayar e Jorge Toledo (Sescoop), Flávia Zerbinato e Marco Olívio (OCB), Cleonice Pedrosa (OCB-Sescoop/PE), Adriano Fassini (OCB-Sescoop/AM), Luís Schimidt (Sescoop/SP), Cláudia Melo (Sescoop/MG), Martha Teixeira (Sescoop/ES) e Sílvio Krinski (Ocepar). O grupo terá ainda o reforço externo de Maike Rothenburg Mohr , coordenadora de Responsabilidade Social da Unimed do Brasil; e Glaucia Terreo, representante no Brasil da Global Report Initiative (GRI).
Segundo Andrea Sayar, o comitê terá a missão de desenvolver uma diretriz nacional e um conjunto de metodologias, indicadores e ferramentas que propiciem às cooperativas, por meio das unidades estaduais do Sescoop, introduzir estratégias para a gestão e a prática de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade.
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| | publicado em 19/7/2010 09:20:17 | | | | |
| Opção das cooperativas de crédito | | As tarifas avulsas de serviços bancários subiram até 328% entre abril de 2008 e fevereiro de 2010. O percentual é 33 vezes maior que a inflação do período (9,8%). Nos pacotes de serviços, a maior variação foi de 65,8%, sete vezes superior à inflação.
Os dados são de estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Para as pessoas físicas e jurídicas, as micro, pequenas e médias empresas e as cooperativas empresariais e de livre admissão existe uma alternativa mais vantajosa no mercado financeiro. São as cooperativas de crédito, que não têm por objetivo o lucro, mas por meio da cooperação oferecer aos associados acesso simples a produtos e serviços financeiros com taxas e tarifas menores do que as oferecidas por outras instituições financeiras tradicionais.
Isto permite maior inclusão de pessoas ao sistema “bancário”, bem como protege a renda dessas pessoas, por permitir economia em relação aos bancos, além de devolver o resultado (lucro).
Em Santa Catarina, o maior sistema de cooperativas de crédito é o Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), que completa 25 anos em 2010 com 275 agências em 197 municípios.
Com atuação cada vez mais presente nos centros urbanos, e também nas áreas rurais, onde impulsionam a produção de alimentos, o cooperativismo de crédito oferece todas as garantias de um banco, basicamente os mesmos produtos, e muitas vantagens. Por não visarem ao lucro, podem oferecer taxas de juros mais baixas – entre outros ganhos. O melhor deles é que tudo aquilo que num banco corresponde ao lucro e que numa cooperativa é denominado de “sobras” volta para o cliente na forma de capitalização da cooperativa e/ou diretamente em sua conta corrente. Porque numa cooperativa de crédito as decisões são em assembleias gerais, nas quais cada associado tem um voto. Mais do que um cliente, ele é o dono da cooperativa.
As cooperativas de crédito respondem por cerca de 2% dos recursos movimentados pelo sistema financeiro do País. O grande desafio é mostrar para a sociedade que o banco que o cliente sempre quis não é banco. É uma cooperativa de crédito.
Por Rui Schneider da Silva
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| | publicado em 16/7/2010 09:57:59 | | | | |
| CMN deve receber proposta sobre tarifa de cartões em setembro, diz Meirelles | | O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou que a proposta de regulamentação das tarifas bancárias referentes ao cartão de crédito deverá ser concluída até o final de setembro, quando será enviada ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para apreciação e votação. Meirelles anunciou a data durante cerimônia de assinatura de acordo de cooperação entre o Ministério da Justiça e a autoridade monetária para aperfeiçoar a fiscalização e regulamentação das instituições financeiras.
Durante o evento, Meirelles defendeu uma ação regulatória para evitar problemas como os observados nos últimos anos na Europa. Segundo ele, a “cultura da falta de responsabilização clara” ajudou no agravamento da atual crise financeira. Além disso, ponderou, a ausência de regulação gera prejuízo à economia e seu custo acaba sendo pago pelas famílias via aperto fiscal ou elevação de impostos.
Segundo Meirelles, o acordo com a Justiça permitirá ao BC fiscalizar de forma mais eficiente o sistema financeiro e regular de modo mais adequado os bancos.
Fonte: Estadão
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| | publicado em 15/7/2010 14:14:42 | | | | |
| Demanda por crédito aumenta 16,6% no 1º semestre, diz Serasa | | A busca dos consumidores brasileiros por crédito cresceu 16,6% no primeiro semestre do ano ante o mesmo período do ano passado, informou ontem a Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras. No mês de junho, houve alta de 4,1% da demanda por crédito em relação ao mesmo mês de 2009 e queda de 10,2% ante maio deste ano. Fonte: Diário do Comércio & Indústria |
| | publicado em 13/7/2010 16:36:55 | | | | |
| Mercado reduz projeção para inflação em 2010 | | O mercado financeiro reduziu a previsão para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010, segundo a pesquisa semanal Focus, divulgada hoje pelo Banco Central (BC).
De acordo com o levantamento, a expectativa para a alta de preços acumulada ao fim do ano caiu de 5,55% para 5,45%, ainda num patamar acima do centro da meta de inflação para o ano, que é de 4,50%. Na mesma pesquisa, a estimativa para o IPCA em 2011 continuou em 4,80%. Para a inflação de curto prazo, o mercado reduziu de 0,25% para 0,23% a previsão para o IPCA de julho, que será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 6 de agosto. Já para a inflação de agosto, o mercado reduziu de 0,35% para 0,34% a previsão.
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| | publicado em 13/7/2010 10:11:30 | | | | |
| Juros e PIB | | O mercado financeiro reduziu a previsão para a Selic (a taxa básica de juros) para o fim de 2010 de 12,13% ao ano para 12% ao ano. Já a projeção para a taxa no fim de 2011 permaneceu em 11,75% ao ano.
A estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010 não sofreu alteração após 16 semanas de alta. A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano ficou em 7,20%. Para 2011, a previsão para o PIB foi mantida em um crescimento de 4,50%. No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 seguiu em alta de 11,91%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em avanço de 5,00%.
Fonte: Agencia Estado
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| | publicado em 13/7/2010 10:10:38 | | | | |
| Sinais de acomodação na economia | | Já é possível recolher, aqui e ali, em reportagens e análises veiculadas na mídia, as primeiras projeções das consultorias financeiras para o crescimento da economia brasileira, no segundo trimestre do ano.
Aos poucos e sem muito barulho, essas projeções indicam uma acomodação no ritmo de expansão da atividade econômica. Observa-se uma certa convergência no movimento de ajuste das bússolas dos consultores. Eles estimam que, em relação ao primeiro trimestre, o crescimento, entre abril e junho, rodou em torno de pouco menos de 1%. Há quem, entre os que mais se preocuparam com o superaquecimento do primeiro trimestre, esteja agora prevendo um avanço de anêmicos 0,5%, mas este é um pouco fora da curva das previsões. O consenso é que, em termos anualizados, no segundo trimestre, a economia rodou a 4%.
Para um trem que avançava a 11% anualizados, como ocorreu nos três primeiros meses de 2010, a freada de arrumação é até forte. A ideia da acomodação no ritmo de crescimento econômico é coerente com diversos indicadores do período, já divulgados. O IPCA zerado de junho, anunciado nesta quarta-feira, chamou a atenção, mas outros indicativos de algum tipo de freada já estavam disponíveis. A lista foi engrossada, nesta quinta-feira, com informações sobre a evolução do emprego industrial, de maio para abril, e o nível de utilização da capacidade instalada, no mesmo período. O emprego na indústria avançou modestos 0,3% e a capacidade ocupada, pela primeira vez em meses, ficou estável.
Comparações com o ano de 2009, sobretudo até maio ou junho, complicam quem quer entender o que vem pela frente. Como estamos falando do período em que a economia brasileira, depois da crise iniciada em fins do terceiro trimestre de 2008, chegou ao fundo do poço. Por isso, qualquer indicador, nos primeiros seis meses de 2010 vai, na comparação com o mesmo período do ano passado, mostrar avanços significativos. Mesmo que tenha estagnado, em relação ao mês anterior.
Neste momento, os organismo econômicos multilaterais – FMI, Banco Mundial, OCDE – estão revisando suas projeções de crescimento para os diversos países com base no desempenho das economias no primeiro trimestre. Nesta quinta-feira, por exemplo, o FMI soltou novas projeções e “elevou” a do Brasil para 7,1% no ano. Segue, com a conhecida defasagem, o que o Banco Central anunciou, na quarta-feira da semana passada, no “Relatório de Inflação”, sua publicação trimestral sobre o estado da economia.
Daqui para a frente, diferentemente, as comparações com 2009 serão menos favoráveis a 2010. Simplesmente porque a base de comparação já um período de recuperação, com o detalhe que, no último trimestre de 2009, a retomada ganhou força. Errará menos, muito provavelmente, quem apostar em números e porcentuais mais moderados nesta segunda metade do ano. Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas há um cheiro de que, mais uma vez, com base em projelções do passado, o mercado e o BC pesaram na mão. Já tem gente boa começando a achar que o ciclo de altas da taxa da Selic, previsto para operar até o fim do ano, pode ser interrompido bem antes.
Resumindo, a certeza do superaquecimento e do descontrole inflacionário dá pinta de que está subindo no telhado.
Fonte: Estadão
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| | publicado em 13/7/2010 09:12:28 | | | | |
| Espírito Bandeirante | | Orgulho deste país chamado São Paulo! Com esse sentimento comemoramos mais um aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932, em 9 de julho. Trata-se de uma clara demonstração de que a nossa democracia não é um castelo de cartas, ela foi conquistada sob os olhares atentos da história, com muita luta, dedicação e heroísmo.
A derrota militar se transformou em vitória política, pois o término do conflito marcou o início do processo de redemocratização no País. A revolução é comemorada tanto na cidade de São Paulo como também no interior do Estado, onde a destruição e as mortes provocadas pela rebelião ainda são recordadas nas regiões de fronteiriça, especialmente no Vale do Paraíba e na região Mogiana.
A deposição de armas, porém, não vergou a espinha dorsal de São Paulo, que direcionou seu espírito combativo para o empreendedorismo. Com uma população que passa dos 40 milhões de habitantes, distribuídos em 645 municípios, São Paulo se consolidou como a força motriz da economia nacional, respondendo por 34% de tudo que é produzido no País (PIB). Na agroindústria, respondemos por um terço da produção nacional e consumimos cerca de 30% da energia elétrica gerada em todo território nacional.
Nem só de superlativos positivos vive o nosso Estado. Os desafios são comparáveis ao tamanho de sua importância, que convive com o fantasma da explosão demográfica e todos os problemas correlatos. A melhor forma de equacionar tais problemas reside no desafio de promover um desenvolvimento sustentável e duradouro.
Diante de tudo isso, destaco a importância da campanha eleitoral, momento em que os paulistas conhecem seus candidatos à Presidência, Governo Estadual, Senado, deputados federais e estaduais. É o ápice do regime democrático, momento para assumir a postura de não apenas eleger pessoas, mas defender propostas, mobilizar a sociedade e inovar na ação política, decidir o futuro!
Trata-se também de um momento de reflexão, que pode corrigir rumos, ampliar o que está dando certo e definir como serão os próximos quatro anos em nosso Estado.
Vejo a sociedade paulista mais madura, vigilante e consciente dos direitos e deveres de cada um. Os escândalos fartamente noticiados nas diferentes esferas do poder semearam a desconfiança, mas também podem demonstrar que a nossa responsabilidade não se extingue na hora do voto. A cidadania se faz na fiscalização e no acompanhamento dos seus representantes, do cotidiano da administração pública e na busca por uma participação mais efetiva nos mandatos, que não pertencem só aos políticos, mas aqueles que o elegeram.
Além de questões tradicionalmente prioritárias, as propostas eleitorais também devem contemplar novas prioridades como a crescente preocupação ambiental, implantar ferramentas de transparência e fiscalização, além do estabelecimento de metas do mandato. Não adianta prometer resolver tudo em quatro anos, a busca permanente pela melhoria da qualidade de vida da população deve fazer parte de um projeto de curto, médio e longo prazos. O momento é de avaliarmos cada uma das propostas, a conduta de cada um dos candidatos que irão nos representar nas diferentes esferas do poder público.
São Paulo, por seu tamanho, pela importância econômica, para fazer jus a sua história aguerrida e empreendedora, não pode sair dos trilhos que fizeram deste Estado-Nação a “locomotiva do Brasil”. São Paulo e o Brasil podem mais!
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 12/7/2010 15:08:41 | | | | |
| Ramo Crédito estuda a implantação de uma diretriz nacional de capacitação | | Esta semana foi dado início a construção de uma diretriz nacional para a criação de um programa de capacitação para o cooperativismo de crédito. "Estamos inaugurando uma nova forma de educação para as cooperativas de crédito que se baseia na integração e participação do setor cooperativistas", avalia professor Sigismundo Bialoskorski Neto, titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP). Ele participou do 1º Workshop do Comitê Técnico do Ramo Crédito – Capacitação e Treinamento, que teve inicio, ontem (30/6), na sede da (OCB), em Brasília (DF).
O professor explicou que a construção da diretriz se baseia nas necessidades existentes no setor e nas experiências de instituições como Confebras, Sicredi, Sicoob e Unicred. "Podemos potencializar o conhecimento desses grupos e crescer de forma homogênea", resume o professor.
A iniciativa atende a uma demanda do Ceco, dentro de um plano de ação proposto para o cooperativismo de crédito em 2010. As atividades tem a coordenação do gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Sílvio Giusti, e da gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG) do Sescoop. Além de técnicos do Sescoop, o evento contou com a participação de representantes da Confebras, Sicredi, Sicoob e Unicred e do Sescoop de unidades estaduais.
Para Giusti,“os trabalhos iniciados durante o Workshop superaram as expectativas, no que se refere a construção dessa diretriz nacional de capacitação". Conforme ele, essa proposta pretende agregar as experiências e know-how de formação e capacitação já existentes nos sistemas de crédito e no Sescoop. "A intenção é elevar cada vez mais o processo de qualificação profissional, respeitando as diferenças e convergindo os grandes interesses do segmento”, diz o gestor.
Nos próximos dias 16 e 17 de agosto acontecerá a segunda etapa do Workshop quando deve ser concluída a construção de uma diretriz.
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| | publicado em 7/7/2010 10:13:03 | | | | |
| Mercado eleva projeção para PIB e juros em 2010 | | O mercado financeiro elevou a previsão para a Selic (a taxa básica de juros) para o fim de 2010, segundo a pesquisa semanal Focus, divulgada nesta segunda-feira, 5, pelo Banco Central (BC). A taxa subiu de 12,00% ao ano para 12,13% ao ano. Já a projeção para a taxa no fim de 2011 permaneceu em 11,75% ao ano.
Prioridade do governo nos últimos dois anos, o aumento do chamado crédito direcionado, principalmente dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), obriga o Banco Central (BC) a trabalhar com uma taxa básica de juros (Selic) mais alta. Como uma parte significativa dos empréstimos – 33% do volume total de crédito existente na economia – não é atingida pela Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) calibra os juros num patamar mais alto para compensar esse fato e, assim, combater a inflação.
Analistas anteciparam parte do cronograma esperado para o comportamento da taxa Selic nos próximos meses. Os números apresentados nesta segunda-feira na pesquisa Focus realizada pelo Banco Central mostram que o atual ciclo de aumento do juro pode acabar em outubro e não mais em dezembro. Mas, ao mesmo tempo, continua a expectativa de que uma nova alta pode acontecer no início de 2011.
De acordo com o levantamento, a Selic deve subir 0,75 ponto porcentual nos encontros de julho e setembro. Assim, atingiria 11% no dia 21 de julho e 11,75% em 1º de setembro. Em seguida, haveria uma nova alta menor, de 0,25 ponto, para 12% no encontro de 20 de outubro. Na semana passada, o mercado previa taxa estável em outubro e um aumento idêntico – de 0,25 ponto, para 12% – apenas no encontro de dezembro.
Fonte: Estadão e Valor Econômico |
| | publicado em 6/7/2010 14:15:27 | | | | |
| Uso da internet supera os caixas eletrônicos | | Mais cômoda e barata, a transação bancária on-line foi responsável por 30,6%das operações financeiras feitas no país em 2009, diz o BC
A internet passou a ser a ferramenta mais usada pelos clientes dos bancos
brasileiros para fazer suas transações, superando, inclusive,
os caixas eletrônicos, segundo pesquisa do Banco Central (BC).
A web foi responsável por 8,36 bilhões de operações bancárias em2009, 30,6% do total, enquanto os caixas automáticos realizaram 29,8% de todas as transações financeiras (8,13 bilhões).
É a primeira vez que as operações via internet passam as transações nos caixas.
Alguns motivos podem explicar o aumento do uso da internet pelos correntistas.
Além da facilidade e comodidade, as operações on-line são mais baratas, diz o Idec
(Instituto de Defesa do Consumidor).
Para a emissão do extrato mensal no caixa eletrônico, por exemplo, os bancos
Cobram entre R$ 1,45 e R$3. Pela web, esse custo é zero.
O aumento do número de pessoas que têm acesso à internet e percepção de que as transações estão mais seguras também justificam a alta.
Segundo o BC,o número de operações feitas nos caixas no Brasil é baixo se comparado com outros países. Para a instituição, isso acontece, provavelmente,pelo “baixo nível de compartilhamento” entre as redes de auto atendimento.
A pesquisa mostra que os brasileiros também têm utilizado mais a rede dos correspondentes não bancários,como lotéricas e supermercados.
Esse canal era, em2009, o preferido para pagar contas e tributos e transferir dinheiro.
O estudo indicou ainda que o boleto eletrônico,que entrou em operação em outubro, tinha,no fim do ano, 2,5 milhões de clientes cadastrados._
Brasileiros usam menos cheques,mostra pesquisa
Pesquisa do BC confirma a tendência de redução do uso dos cheques, principalmente os de menor valor, e aumento da opção pelos cartões de pagamento.
Em 2009, o número de cheques emitidos caiu 8,2% ante 2008.
Também houve desaceleração no crescimento da quantidade de cartões de crédito e de débito. No ano passado, o número de cartões subiu cerca de 10%. Entre 2004 e 2008, a alta foi acima de 19%.
Fonte: Jornal Destak
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| | publicado em 6/7/2010 10:24:50 | | | | |
| A aposentadoria do Índice de 3% de Adiantamento a Depositantes | | É louvável que tenhamos métricas e indicadores para validar quais competidores do ramo cooperativista de crédito estão tendo maior ou menor êxito em um determinado tópico. Contudo, é prudente definir com parcimônia e tecnicismo estes indicadores, revendo-os sempre quanto a sua aplicabilidade e métrica, evitando deixá-lo cair no ostracismo.
Alguns indicadores corriqueiros do cooperativismo de crédito já mereciam uma profunda revisão, pois eventualmente foram definidos em cenários distintos do que hoje vivem as Singulares ou pela necessidade de se adotar balizadores medianos para rotular se uma ou mais singulares estavam acima ou abaixo de um patamar pré-estabelecido.
Um destes indicadores que sinaliza obsolescência é o que define como teto 3% de adiantamento a depositante. Este é obtido pelo saldo médio em adiantamento a depositante (AD), dividido pelo saldo médio em depósito a vista. Vejamos algumas reflexões para suportar este ponto de vista.
1) As singulares são regidas pelo BACEN e devem seguir rigorosamente seus preceitos visando transparência e solidez. Portanto a Resolução nº 1.559, de 22/12/1988 do CNM, determina em seu artigo 9º que é vedado às instituições financeiras:
Admitir saques além dos limites em contas de empréstimos ou a descoberto em contas de depósitos;
Realizar operações que não atendam aos princípios de seletividade, garantia, liquidez e diversificação de riscos;
Realizar operações com clientes emitentes de cheques sem fundos;
Conceder crédito ou adiantamento sem a constituição de um título de crédito adequado, representativo da dívida.
2) A Resolução 3.518 de 06/12/2.007 no seu Art. 8º, § 2º, reforça que: “O valor do lançamento a débito referente à cobrança de tarifa em conta corrente de depósitos à vista não pode ser superior ao saldo disponível”.
3) O estatuto da singular determina penalizações aos associados que infligirem regras de boas práticas quanto ao relacionamento financeiro com a instituição.
4) Os bons contratos de trabalho mencionam sanções ao funcionário que não seguir as determinações administrativas explícitas do seu quadro executivo, ou infringir normas de boa prática quanto a concessão e gestão do crédito. Portanto não tem respaldo legal, pagar cheque a descoberto ou debitar valores na conta sem saldo.
A incongruência da Lei:
Por tudo que vimos acima não se esperaria dos órgãos reguladores uma incongruência entre suas definições. Deveriam definitivamente se posicionar a favor ou contra o estouro de conta, evitando situações debilitadas em singulares que extrapolaram as leis do bom senso. Se é que pode existir bom senso nesta prática.
Comentamos, pois há lei que permite aos bancos cadastrem como tarifa aqueles decorrentes de estouro de conta, como visto na tabela que padroniza as nomenclaturas das tarifas da Circular nº 3.371 do BC, de 06.12.2007, no item 4: Operações de crédito - subitem 4.1: Concessão de adiantamento a depositante.
Reforçando estas incongruências dos legisladores, quando ainda não vemos nenhuma contestação quanto ao estouro de uma conta corrente, ocasionados pelo débito de juros do cheque especial. Aparentemente este estado de letargia é decorrente das suas percepções que isto é uma prática assimilada pela população por ser praxe em todos os bancos de varejo, ou por terem “aceito” que este fato constasse nos contratos antigos (ou novos) de cheque especial.
Prática comercial & “Bom senso”
O estouro de conta corrente não se suporta quanto ao julgamento do seu mérito, bem como da sua eficácia com fonte saudável de geradora de receitas, mas reconhecemos ser uma prática comercial muito antiga, e que seria impossível imaginar uma instituição financeira sem esta “válvula” de escape. Contudo nossa consultoria não se furta em alertar que o uso mesmo “mediano” desta “facilidade” já pode tornar temerosa a gestão de uma instituição financeira, em especial as pequenas onde se percebe alta proximidade do executivo com o quadro operacional.
Deficiências do índice de 3% de Adiantamento a Depositantes
Vejamos alguns pontos que podem colocar em xeque singulares que adotam como irrefutável a utilização da métrica de até 3% de adiantamento a depositante sobre o depósito a vista:
1) A Resolução nº 1.559, de 22/12/1988 não permite adiantamento a depositantes;
2) A regra não pondera quantos clientes tiveram ou estão em adiantamento a depositantes. Este percentual de 3% pode estar concentrado em um cliente ou em um pequeno grupo deles, denotando uma gestão temerária, mesmo que esteja abaixo do índice de 3%.
3) O denominador desta fórmula é o saldo médio em depósito a vista, o qual não é nada estável. Oscila fortemente em algumas épocas do ano e muito mais em regiões onde há uma forte dependência de uma riqueza sazonal (safra, temporada, uma fonte pagadora, ...). Assim, podemos estar enquadrados nos 3% neste mês e no próximo podemos estar em 7% ou em 1%. Ou seja, este percentual não baliza a qualidade da Singular ou de sua carteira de crédito.
4) Ao permitir que um limite de cheque especial seja ultrapassado, coloca-se em xeque a necessidade e efetividade do comitê de crédito e da política de crédito. Pois “alguém” tem a liberdade de dar um limite extra sem nenhuma garantia, desrespeitando o aprovado pelo comitê de crédito ou determinado pela política.
5) Algumas singulares ferem a “lei” ao estourarem a conta corrente de clientes ao debitam valores não originários dos juros devidos do uso do limite de cheque especial.
Repaginando a mente de nossos gestores
Equivocadamente alguns executivos e gerentes rotulam de bons clientes aqueles que recorrentemente estouram suas contas, e que sempre vem cobri-la após “avisado”. Este rótulo vem do fato destes clientes pagarem boas taxas e altas tarifas punitivas. Isto realmente não procede e na prática observamos uma fuga destes gestores da sua missão de fazer resultados saudáveis com sua boa base e mercado. Ou seja, gastam o seu horário mais nobre do dia para “atender” um grupo recorrente de “tranqueiras”, os quais certamente não dispõem deste “serviço” junto aos bancos. E caso participem do seleto grupo que os bancos admitem que estourem a conta, certamente teriam um custo (taxa e tarifa) muitíssimo maior que o da Singular. Atenção: é insustentável rotular este “serviço” como um bom e diferenciado serviços de uma Singular frente aos bancos da sua praça.
Concordamos que é até aceitável que isto ocorra eventualmente, mas é insano na freqüência que se observa. Portanto, o cliente que estoura sua conta de forma recorrente é sim um cliente desregrado financeiramente, mesmo que se comporte como um bom menino vindo sempre cobrir sua conta pela manhã. Reflitamos: Ele não tinha saldo e mesmo assim passou cheque a descoberto (ex). O problema dele passa a ser nosso em um passe de mágica, sem que nada tenha sido previamente acordado. Isto não é uma saudável parceria comercial.
Conclusão: Foco só em Quantidade
Esqueçamos por enquanto qualquer fórmula ou índice que utilize o volume de adiantamento a depositante ou saldo médio em depósito a vista, bem como o índice de 3%. Caso decidam continuar acreditando que pagar cheque a descoberto é um diferenciado serviço de sua Singular, oriento que alterem a forma de administrá-lo para algo mais coerente comercialmente.
Sugerimos uma forma mais prudencial e comercial. Que passemos a adotar um percentual máximo de clientes que poderão estar em adiantamento a depositantes. Ou seja: ex: 1,2% (12 clientes em adiantamento para cada 1.000 clientes ativos). Isto pode ser facilmente aberto por agência, carteira, clientes PF e PJ, clientes novos..., facilitando o acompanhamento e ações corretivas.
Importante: A gestão e redução dos valores envolvidos no adiantamento a depositantes se obtêm facilmente através das criativas “políticas” que constam no artigo/áudio: “Adiantamento a Depositante - Aprenda domá-lo”, postado há um ano em nosso site. Como exemplo, lembramos a “política” de se definir que um cliente só pode estourar sua conta uma vez por semestre e em até 10% de seu limite. Aconselhamos reflexões sobre este artigo, concomitante com este que hora lê.
A disposição para consultorias e treinamentos focando a eficácia comercial de sua instituição.
Ricardo Coelho
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| | publicado em 5/7/2010 10:32:37 | | | | |
| Parlamentares vão celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo nesta segunda-feira | | O Congresso tem sessão solene conjunta nesta segunda-feira (5/7), às 11h, para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo - celebrado neste ano em 3 de julho - e os 40 anos da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). A sessão será realizada no Plenário do Senado.
Criada em 1969, a OCB é responsável pela promoção, fomento e defesa do sistema cooperativista no país. Atualmente, segundo informações da entidade, a OCB representa 7.600 cooperativas em todo o país, que contam com 7,6 milhões de associados.
Essas cooperativas atuam em 13 ramos, entre os quais agropecuária, saúde, trabalho, educação, habitação, crédito, consumo, serviços, eletrificação e telecomunicação. Só o setor de crédito tem mais de mil cooperativas, contabilizando um milhão de associados, conforme a OCB. Essas cooperativas geram cerca de 170 mil empregos diretos.
A criação da OCB ocorreu durante o IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, realizado em 1969. A entidade substituiu a então Associação Brasileira de Cooperativas (Abcoop) e a União Nacional de Cooperativas (Unasco).
Já o Dia Internacional do Cooperativismo foi instituído em 1923, durante o Congresso da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Esse dia é comemorado no primeiro sábado de julho de cada ano. (Com informações da Agência Senado)
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| | publicado em 2/7/2010 15:25:52 | | | | |
| Dia Internacional do Cooperativismo comemora a presença das mulheres no setor | | No dia 3 de julho, o mundo celebra o Dia Internacional do Cooperativismo e o setor tem muito que comemorar. Esse ano, o tema lançado pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) é “A mulher e o cooperativismo: conquistas e desafios para o empoderamento feminino”. Hoje, as mulheres já representam 40% dos colaboradores e ocupam 12% dos cargos de direção nas cooperativas.
O tema do Dia Internacional do Cooperativismo de 2010 dialoga com as comemorações dos 15 anos da Plataforma de Ação de Beijing (Pequim, China), documento construído na IV Conferência Mundial da Mulher com o objetivo de acelerar a eliminação de “obstáculos que dificultam a participação ativa da mulher em todas as esferas da vida pública e privada, mediante uma participação plena e em igualdade de condições no processo de tomada de decisões econômicas, sociais, culturais e políticas”.
Um levantamento feito em dezembro de 2009, pela OCB, comprova que, no Brasil, existem 7.261 cooperativas em atividades. Desse total, 1.100 pertencem ao ramo do crédito, que geram cerca de 43 mil empregos e possuem mais de 3,5 milhões de associados.
Unicred Central SP: melhores resultados para cooperativas e cooperados
A Unicred Central SP faz parte do mais importante sistema cooperativo de crédito brasileiro na área da saúde, ao lado de outras 8 Centrais. Foi constituída em 1993, tendo como fundadoras as Unicreds São Paulo, Alta Mogiana, Caçapava e Taubaté. Hoje, reúne 17 singulares que levam os benefícios do cooperativismo de crédito para mais de 40 municípios paulistas e cerca de 25 mil cooperados. São médicos, dentistas, psicólogos, biomédicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e outros profissionais de nível superior e empresas da área da saúde, que podem desfrutar de uma forma mais lucrativa e segura de cuidar de suas finanças.
A grande missão da Unicred Central SP é ser uma prestadora de serviço de alta qualidade para suas associadas, colocando-as em posição de competitividade. Por isso, tem obtido grandes avanços relacionados ao gerenciamento de risco, à educação continuada e à geração de oportunidade de negócios. Algumas de suas mais recentes conquistas nessa direção foram elogiadas pelo Banco Central e estão servindo de referência para o sistema em nível nacional.
Conheça mais sobre o cooperativismo
O cooperativismo surgiu no contexto da Revolução Industrial, como alternativa à exploração da classe trabalhadora. Depois do sucesso da primeira cooperativa, fundada em 1844, por tecelões de Rochdale, na Inglaterra, a experiência se difundiu no mundo inteiro. No Brasil, o movimento se iniciou por colonos europeu no norte do Paraná, em 1847.
Até a segunda metade do século XX, predominaram as cooperativas ligadas à agricultura. A partir de então, com o crescimento das cidades e a emergência de maiores problemas sociais nesse espaço, houve a expansão das organizações de trabalhadores urbanos.
Assim, foi fundada em Minas Gerais a primeira cooperativa agropecuária. Os trabalhadores da Cia. Paulista de Estrada de Ferro, localizada em Campinas, criaram a primeira no setor de consumo. No Rio Grande do Sul, o cooperativismo se iniciou no setor de crédito.
A organização cooperativista caracteriza-se por ser gerida de forma democrática e participativa, de acordo com aquilo que pretendem seus associados. O modelo chama a atenção porque pode ser aplicável à qualquer área, apresentando-se como solução eficiente para os problemas econômicos e sociais enfrentados por boa parte da população.
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| | publicado em 2/7/2010 15:25:13 | | | | |
| Ocesp, Sescoop-SP e Sesi oficializam convênio | | Numa iniciativa inédita entre instituições do sistema “S”, o Sescoop-SP e o Sesi (Serviço Nacional da Indústria no Estado de São Paulo) oficializaram, na manhã de terça-feira, 29, um convênio que vai permitir que cooperados, funcionários e dependentes das cooperativas regulares no Sistema Ocesp usufruam das instalações dos CATs (Centros de Atendimento ao Trabalhador) do Sesi nas mesmas condições que os industriários.
Inicialmente farão parte do convênio as sedes do Sesi instaladas nas cinco cidades onde a Ocesp conta com escritórios regionais: Marília, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Piracicaba e São Paulo (atendida pelo CAT de Santo André, que tem a mais completa estrutura do Sesi da grande São Paulo). A ideia é que a partir do próximo ano o acordo seja estendido às unidades das 53 cidades onde o Sesi está presente no Estado.
“Este é um ponto de chegada, mas também um ponto de partida. Vamos experimentar e avaliar para que consigamos desenvolver uma parceria com frutos para todos”, declarou o diretor de Comunicação e Marketing do Sesi-SP, Mário Eugênio Simões, que completou: “O Sesi tem seu trabalho focado na educação e na qualidade de vida. Vamos compartilhar com os cooperados os benefícios que proporcionamos aos operários. Se temos capacidade de atendimento e o Sescoop tem demanda. Por que não? Aproveito para deixar aqui o desafio de juntar o Senai nesse grande acordo”, finalizou.
Para o presidente do Sistema Ocesp, o momento é um divisor de águas. “Não tenho conhecimento de outro convênio firmado entre instituições do Sistema ‘S’ nesses moldes. E isso é fundamental para o nosso futuro, pois a meu ver, o sistema ‘S’ precisa se unir para se fortalecer. Entre os princípios cooperativistas está a intercooperação, que nada mais é do que estamos praticando aqui hoje. Uma ação que otimiza recursos e que nos fortalece perante o governo e perante a sociedade. Somos os mais novos do Sistema S, mas trabalhamos duro para ganhar o respeito e o reconhecimento que têm o Sesi e o Senai”, declarou Del Grande.
Para Américo Utumi, diretor a ACI (Aliança Cooperativa Internacional), a assinatura desse convênio na semana em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo tem um sentido especial. “Encaramos o cooperativismo como o regime que poderá mudar o mundo. Um sistema que tem como o objetivo não a concentração do lucro, mas a melhora da qualidade de vida de toda a sociedade onde está inserido. Por isso, assinar um contrato com uma instituição como o Sesi, que tem em seu escopo a preocupação com a qualidade de vida, é muito gratificante”, avaliou.
O superintendente da Ocesp, Aramis Moutinho, responsável pelas negociações com o Sesi e os acertos com os diretores regionais das cidades que o convênio abrange, comemorou a oficialização da parceria. “Esta é uma porta importante que se abre ao cooperativismo, agora temos que trabalhar para que os cooperados passem por ela. Esse é o nosso grande desafio: fazer funcionar esse convênio”, finalizou.
Participaram ainda da cerimônia de assinatura do convênio, o superintendente do Sistema Ocesp, José Henrique Galhardo, os diretores dos cinco CATs do Sesi que fazem parte da parceria, representantes do Sesi e gerentes regionais e consultores técnicos da Ocesp e do Sescoop-SP.
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| | publicado em 1/7/2010 10:41:02 | | | | |
| Capital de giro é modalidade de crédito que mais cresce | | Segundo o Banco Central (BC), os empréstimos nessa linha somaram em maio R$ 25,9 bilhões, alta de 56,2% em 12 meses
O financiamento para capital de giro foi a modalidade que mais cresceu nos últimos 12 meses entre as principais opções de crédito livre disponíveis para empresas brasileiras. Segundo o Banco Central (BC), os empréstimos nessa linha somaram em maio R$ 25,9 bilhões, alta de 56,2% em 12 meses. De janeiro a maio, a média mensal de concessões de capital de giro teve expansão de 29,9% em relação a 2009.
O capital de giro é instrumento em que bancos oferecem recursos para empresas comprarem insumos para produzir ou pagar obrigações enquanto o dinheiro da venda dos produtos não entrou no caixa. É uma das alternativas mais baratas de financiamento no crédito livre – em maio, o juro médio foi de 29,3% ao ano, perdendo apenas para aquisição de bens e vendor (modalidade que permite ao empresário financiar a venda de produtos aos compradores).
Além de mais barato, o capital de giro tem prazo mais longo, especialmente em comparação ao de operações como hot money e conta garantida, que oferecem recursos emergenciais a custos elevados. Em maio, o prazo médio do capital de giro foi de 480 dias, alta de 137 dias ante a posição de maio do ano passado.
A única modalidade de crédito livre com maior crescimento nas concessões para empresas em maio e na média dos cinco meses do ano foi o financiamento imobiliário. Essa alternativa trabalha com volumes muito inferiores – média mensal de R$ 175 milhões nos cinco meses de 2010 (alta de 136,5% sobre a média de igual período do 2009). Entre as modalidades mais procuradas, o segundo maior crescimento médio ocorreu no desconto de duplicatas, com alta de 9,3% na média até maio. A conta garantida, espécie de cheque especial das empresas e que conta com o maior volume de concessões, teve expansão de 4,6%.
Fonte: Estadão
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| | publicado em 1/7/2010 09:54:11 | | | | |
| Inscrições para o Prêmio Cooperativa do Ano entram na reta final | | Falta pouco mais de um mês para encerrar as inscrições do Prêmio Cooperativa do Ano 2010. Podem participar unidades dos ramos Agropecuário, Consumo, Crédito, Educacional, Infraestrutura, Saúde, Trabalho e Transporte. A iniciativa é da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e revista Globo Rural, da Editora Globo.
Como concorrer:
Os oito ramos do cooperativismo presentes na 7ª edição do Prêmio Cooperativa do Ano, envolvendo cerca de 7 mil cooperativas, devem apresentar projetos conforme o regulamento. Assim, a comissão julgadora terá condições de analisar as informações relevantes e os resultados conquistados.
As inscrições:
As inscrições são gratuitas e estão abertas a todas as cooperativas, singulares e/ou centrais, sediadas no Brasil e registradas ao Sistema OCB.
A cooperativa pode inscrever projetos em todas as categorias de seu ramo de atividade. Porém, para cada projeto deverá apresentar um trabalho distinto, compatível com as definições contidas no regulamento.
Para efetivar a inscrição é necessário:
- preencher e enviar a Ficha de Inscrição de cada projeto; e
- enviar duas cópias do projeto, uma impressa e outra em CD-R para: Gerência de Comunicação da OCB – Prêmio Cooperativa do Ano 2010 – SAUS Quadra 4, Bloco I, Lote 3-A – CEP 70070-936 – Brasília/DF.
O projeto:
Os projetos são apresentados na forma de um estudo de caso. Deve conter:
a) Informações gerais:
- breve histórico da cooperativa;
- descrição de suas principais atividades;
- descrição dos principais produtos e serviços;
- número de associados e funcionários, atualizado;
- região de atuação.
b) Detalhamento do caso:
- A origem: apresentar uma descrição pormenorizada do caso, dimensionamento, suas causas e conseqüências para o negócio e para os associados.
- A solução: apresentar estratégia adotada para o caso, o planejamento, o investimento material, profissional e social necessário, os obstáculos encontrados e a sua superação.
- O resultado: dimensionar e qualificar os ganhos para a cooperativa, quadro de associados, funcionários e comunidade.
Nesse material devem ser anexados fotografias (em alta resolução), gráficos, tabelas, ilustrações, documentos e outros elementos que o participante julgar necessário para facilitar a compreensão do caso.
Mais informações http://premiocooperativadoano.brasilcooperativo.coop.br/
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| | publicado em 24/6/2010 15:18:18 | | | | |
| IX Fórum de Aspectos Legais do Cooperativismo terá etapa nos EUA | | A Universidade de Miami será a sede da etapa internacional do IX Fórum de Aspectos Legais do Cooperativismo, promovido pelo Sistema Ocesp, com o apoio da Escola de Direito da Universidade de Miami. O Fórum – direcionado a advogados, diretores e gestores de cooperativas de todos os segmentos – será realizado de 25 a 27 de outubro. O evento contará com a participação de grandes nomes do Direito Internacional. Em breve serão divulgadas mais informações sobre inscrições e condições de pagamento. A etapa brasileira do Fórum será realizada no dia 27 de agosto, em São Paulo. |
| | publicado em 24/6/2010 09:45:23 | | | | |
| CMN mantêm TJLP em 6%aa | | O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu fixar em 4,5% o centro da meta de inflação para 2012. Segundo o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a margem de variação da meta de inflação de 2012 é de 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo. O CMN também confirmou em 4,5% o centro da meta de inflação para 2011.
TJLP: O CMN decidiu ainda manter em 6% ao ano a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para o terceiro trimestre deste ano. Bittencour, explicou que o CMN considerou a meta de inflação de 4,5% e o risco País de 150 pontos para manter em 6% a Taxa de Juros de Longo Prazo durante o terceiro trimestre de 2010. “Por ser uma taxa de longo prazo, não consideramos apenas a expectativa do momento”, disse o secretário. Segundo ele, o risco País é um mix da média dos últimos meses, com a expectativa futura. Ele disse também que para fixar a TJLP o governo trabalha com o horizonte de um a 10 anos, que corresponde ao período da maior parte dos financiamentos do BNDES. A TJLP é a taxa utilizada pelo BNDES para corrigir os financiamentos do banco e é fixada a cada três meses pelo CNM.
Fonte: Estadão
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| | publicado em 23/6/2010 15:55:47 | | | | |
| Proposta isenta cooperativas de crédito de pagamento adicional à Previdência | | A Câmara analisa o Projeto de Lei 7106/10, do deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), que isenta as cooperativas de crédito do pagamento de adicional de 2,5% relativo à contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamento. Hoje, elas seguem a regra aplicada ao setor financeiro prevista na Lei 8.212/91, que institui o plano de custeio da Previdência Social.
Segundo o deputado, embora sejam reconhecidas como instituições financeiras na Constituição, as cooperativas de crédito merecem tratamento diferenciado. “Elas captam recursos junto aos seus associados e emprestam a outros associados. Assim, os recursos pertencem ao grupo, que responde por eventual prejuízo“, afirmou.
Para Dr. Ubiali, o adicional representa encargo incompatível com as condições estruturais das cooperativas de crédito. Ele destacou ainda que a proposta faz parte da Agenda Legislativa do Cooperativismo para 2010 e é defendida pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e pela Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo.
TRAMITAÇÃO
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será examinado pelas comissões de Seguridade Social e Família; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
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| | publicado em 23/6/2010 15:55:13 | | | | |
| Demanda ‘robusta’ força juro alto, justifica Copom | | Ata da reunião do comitê do BC diz que a Selic subiu para tentar deter ‘a concretização de um cenário inflacionário‘ e indica que juros devem subir 0,75 ponto porcentual na próxima reunião
O Comitê de Política Monetária (Copom) deixou claro que está com o foco direcionado em conter o ímpeto da economia brasileira e evitar uma escalada dos preços. Em ata divulgada ontem, a diretoria do Banco Central enxergou nova “deterioração” na inflação.
A piora do quadro, na visão do BC, acontece porque a demanda doméstica está “robusta” e a economia ganha ainda mais velocidade com estímulos fiscais e aumento do crédito. Por isso, a instituição manteve a postura “incisiva” de subir os juros em 0,75 ponto porcentual na última reunião, para 10,25%.
O texto reforça a aposta de que novo aumento idêntico, de 0,75 ponto porcentual, deve acontecer na próxima reunião e deixou claro que, para o Copom, os riscos para a inflação continuam “elevados” mesmo após a retirada de alguns benefícios criados para amenizar os efeitos da crise internacional no fim de 2008
Fonte: Cooperativismo de Crédito
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| | publicado em 22/6/2010 09:36:46 | | | | |
| Sistema Ocesp cria programa de capacitação para garantir a regularidade das cooperativas | | Com o objetivo de capacitar dirigentes tendo em vista a regularidade das cooperativas no Sistema Ocesp, foi criado o Programa Desenvolvimento de Cooperativas (PDC). Voltado principalmente para cooperativas que assinam o Termo de Compromisso no ato de recebimento do registro na Ocesp, o PDC oferece um programa de treinamentos voltados à Gestão Cooperativa, Assessoria Jurídica, Assessoria Contábil e Palestras. “Sabemos que muitas vezes as cooperativas não conseguem cumprir o Termo de Compromisso por falta de conhecimento mais aprofundado. O PDC deve solucionar esse problema e contribuir para que as cooperativas cumpram todos os preceitos legais”, observa Andrea Pinheiro, coordenadora do núcleo de Constituição e Registro do Sistema Ocesp.
Inicialmente, 43 cooperativas do Núcleo Regional Sudeste serão convidadas a participar do PDC. Posteriormente, o PDC será estendido para outros núcleos regionais. “O programa não se restringe a aspectos documentais. As obrigações estabelecidas são condições mínimas para o adequado funcionamento das cooperativas. Ao cumprir as condições mínimas combinadas, certamente o empreendimento poderá aprimorar seus processos e sua gestão”, analisa Cassiano Faria, coordenador dos núcleos regionais.
Sob medida
A primeira fase do projeto consiste na elaboração de um diagnóstico da situação de cada cooperativa. Esta fase deve ser encerrada no final do mês de junho e, em agosto, uma reunião será convocada para apresentar a situação documental de cada cooperativa. Os treinamentos serão recomendados de acordo com a situação de cada empreendimento.
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| | publicado em 18/6/2010 16:54:45 | | | | |
| Demanda do consumidor por crédito cresce 10% em maio, diz Serasa | | A demanda do consumidor por crédito cresceu 10% em maio na comparação com o mês anterior, segundo o indicador da Serasa Experian divulgado nesta quarta-feira. No confronto com o mesmo mês no ano passado, que teve o desempenho afetado pela crise econômica, houve elevação de 20,6%, atingindo o nível 119,1, o maior valor de toda a série histórica, iniciada em janeiro de 2007. (Folha Online) |
| | publicado em 10/6/2010 17:30:44 | | | | |
| Taxa Selic chega a 10,25%aa | | O COPOM (Comitê de Politica Monetaria do BACEN) anunciou o aumento da Taxa Selic em 0,75%aa, passando a mesma de 9,25%aa para 10,5%aa. |
| | publicado em 10/6/2010 10:05:30 | | | | |
| Cooperativas de Crédito deverão ter Diretoria Executiva | | A Resolução CMN 3.859/10 regulamentou o Art. 5º da Lei Complementar 130/2009 que diz o seguinte:
• Art. 5º As cooperativas de crédito com conselho de administração podem criar diretoria executiva a ele subordinada, na qualidade de órgão estatutário composto por pessoas físicas associadas ou não, indicadas por aquele conselho.
Neste sentido, especificamente para as cooperativas singulares de livre admissão, de empresários, de pequenos empresários, microempresários e microempreendedores existe a necessidade de adotar estrutura administrativa integrada por conselho de administração e por diretoria executiva.
Esta Diretoria Executiva é eleita pelo pelo conselho de administração, admitida a acumulação de cargos entre os dois órgãos para, no máximo, um dos membros do conselho, e vedada a acumulação das presidências.
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| | publicado em 9/6/2010 10:36:52 | | | | |
| Rabobank compra fatia de 30% no Banco Sicredi | | O Rabo Financial Institutions Development, braço de desenvolvimento do grupo holandês Rabobank, adquiriu participação acionária de 30% no Banco Cooperativo Sicredi S/A, uma das maiores cooperativas de crédito da América Latina. As duas partes confirmaram o acordo ontem, mas não informaram o valor do negócio.
O Rabobank terá representantes no conselho de administração do Sicredi, bem como na gestão do banco. Constituído em 1995, o Banco Cooperativo Sicredi atua como instrumento das cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi para acessar o mercado financeiro e programas especiais de financiamento, administrar em escala os recursos do sistema e desenvolver produtos corporativos.
O Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) tem 1,6 milhão de associados e mais de mil pontos de atendimento. É composto por 128 cooperativas de crédito espalhadas por dez Estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia e Pará). Fazem parte do Sicredi, ainda, cinco cooperativas centrais, o banco cooperativo e empresas controladas de administração de consórcio e seguros.
Ao final de 2009, o banco administrava ativos de R$ 9,1 bilhões, um volume quase 26% superior aos R$ 7,2 bilhões do encerramento de 2008. As sobras dos exercícios evoluíram de R$ 21,1 milhões, em 2008, para R$ 26,8 milhões em 2009.
Consultoria e gestão. Sediado em Utrecht, o Rabobank tem 1,8 milhão de associados, 9,5 milhões de clientes e ramificações em 40 países, incluindo o Brasil, onde atua há 20 anos. Suas 14 agências estão espalhadas por oito Estados. Elas atendem sobretudo produtores e empresas rurais, oferecendo serviços como consultoria, empréstimos e gestão de riscos e investimentos.
O presidente executivo do Sicredi, Ademar Schardong, diz que o Rabobank, responsável por mais de 80% do financiamento das atividades agroindustriais da Holanda, vinha sendo referência do sistema brasileiro desde os anos 80. Ele acredita que, a partir de agora, a instituição poderá agregar ao sistema sua expertise no desenvolvimento de novos produtos. "Somos fortes no financiamento da agricultura familiar", destaca Schardong, referindo-se ao segmento que concentra 80% dos negócios da rede Sicredi. "Queremos, agora, ampliar nossa participação na agricultura empresarial."
Mas não é só. A associação também deve facilitar a expansão do Sicredi no mercado urbano, com operações novas em segmentos como o de crédito imobiliário e o de leasing.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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| | publicado em 8/6/2010 16:49:06 | | | | |
| Novas regras dão impulso de 30% a cooperativa de crédito | | As cooperativas de crédito podem aumentar o volume da carteira de empréstimos de 30% a 35% ao ano com as novas regras do Conselho Monetário Nacional que permitem a atuação dessas cooperativas em cidades com mais de 2 milhões de habitantes. A confirmar-se a previsão, o ritmo de crescimento será o dobro dos atuais 15% ao ano. E o valor estimado em R$ 30 bilhões de empréstimos terá um salto para R$ 40 bilhões. (Diário do Comércio & Indústria |
| | publicado em 8/6/2010 12:19:33 | | | | |
| Remuneração do Capital Social de 2.009 | | No início deste ano, as Singulares realizaram suas Assembléias Geral Ordinárias (AGO´s) onde, pela primeira vez remuneraram os Capitais Sociais balizados pela Lei Complementar 130 de 17/04/2.009, que em seu 7º artigo explicita que: “É vedado distribuir qualquer espécie de benefício às quotas-parte do capital, excetuando-se remuneração anual limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais”.
Este tema foi base de calorosos debates nas Singulares e Centrais, pois obrigou todo o cooperativismo de crédito a redefinir a forma de remunerar o capital social. E em muitos casos, desmoronou modelos hiper-criativos de remuneração do capital social, que eram “tratados” como um investimento bancário hiper remunerado para um grupo seleto de “investidores”. Ou seja, longe do conceito saudável de ser o pilar mestre da Singular e de ser algo quase intocável, haja vista que ele só existe para suportar de forma longínqua a competitividade e perpetuação da instituição.
Depois de passado o clamor da aplicação efetiva desta nova lei nas AGO’s, passamos a analisar minuciosamente as variáveis deste assunto, pois percebíamos sinais de que poderia ter havido um entendimento equivocado desta Lei, e estes seriam potencializados nos anos vindouros.
Reflitamos: Para muitas singulares o máximo que se poderia remunerar o capital social de 2.009 seria a Selic de 8,75% a.a (existente em 12/2.009). Isto está correto? Vejamos estas reflexões:
a) Sabemos que entre outras coisas a Selic sinaliza o preço mediano que o governo quer pagar para rolar sua longa dívida até a próxima reunião do COPOM - Comitê de Política Monetária do Banco Central (8 anuais), a qual é amplamente divulgada pela mídia.
b) Iniciamos 2.009 com uma Selic de 13,75% a.a. e o encerramos com 8,75% a.a.. Ou seja, é matematicamente incongruente adotar a SELIC válida do último dia do ano - 8,75% - como balizador médio.
• Atenção: Espera-se que em 2.010 tenhamos um cenário inverso. Iniciamos 2.010 com a Selic de 8,75% a.a. e provavelmente o encerraremos próximo de 12% a.a. Ou seja, será uma incoerência e ilegal utilizar a última SELIC divulgada na última reunião do COPOM de 2.010 para remunerar o Capital Social. Haja vista que esta será superior a 100% da Selic acumulada no ano.
c) É importantíssimo observar que apesar de termos acesso pela mídia desta SELIC “futura”, a cada 45 dias, o governo a calcula e a divulga diariamente, e também a acumula por mês e ano. Portanto esta é fonte oficial da Lei Complementar 130.
• Veja o links: www.receita.fazenda.gov.br/pagamentos/jrselic.htm
d) No site do Banco Central pode-se acessar a tabela da SELIC acumulada (ver link ou tabela abaixo), onde observamos que no ano de 2.009 acumulou 9,92% e não 8,75%.
• http://www3.bcb.gov.br/selic/consulta/taxaSelic.do;jsessionid=087CE48D84923D8A3328F19589415E3F.internet?method=listarTaxaMensal
Reflexões Finais:
Com base nestas ponderações e pela constatação das decisões de inúmeras Singulares em suas recentes AGO´s, podemos propor as seguintes reflexões:
a) Se a Singular desejava pagar 100% da SELIC para seu Capital Social de 2.009, e utilizou 8,75%, realmente pagou apenas 88% da Selic média de 2.009 (9,92%). Portanto, neste caso, podemos deduzir que seus comunicados e/ou atas não foram totalmente fidedignos como imaginavam. Contudo, por sorte, esta remuneração ficou dentro do limite da lei (menos de 100% da Selic).
b) Indiretamente, as singulares que adotaram 8,75% foram beneficiadas com um “compra de dinheiro” em 2.009 mais barata para fazer frente a seus créditos. Um “ganho” de R$ 1.170,00 por cada R$ 100.000,00 de Capital Social.
c) Na AGO de 2.010, a ser realizada no início de 2.011, atentemos para utilizar como balizador a Selic anualizada que for explicitada nos links acima indicados.
d) Lembremos que as Singulares não são obrigadas a remunerar o Capital Social. Mas se o fizerem podem fazê-lo até 100% da Selic acumulada do ano fiscal que encerrou.
e) Antes de desenhar a política de distribuição de sobras para 2.010 (AGO em 2.011), seria prudente relermos o artigo de 10/2009: “Um novo foco para o rateio das Sobras de 2.009”, a disposição no site para download em Word e MP3.
Acreditamos que sua singular adotou o processo correto, contudo pedimos sua atenta atenção a este tema e suas correlações, pois suscitam dezenas de outras reflexões.
Por fim. Ao compartilhar nossas reflexões de forma freqüente e clara, reforçamos o empenho de nossa empresa em fortalecer o Cooperativismo de Crédito diante do tradicional mercado financeiro massificado.
A disposição para consultorias e treinamentos focando a eficácia comercial de sua instituição.
Fonte: Ricardo Coelho
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| | publicado em 7/6/2010 09:58:45 | | | | |
| Direitos e Deveres dos associados devem ser divulgados em local visível | | Segundo a Resolução CMN 3.859/10, a cooperativa singular de crédito deve manter, em suas dependências, em local acessível e visível, publicação impressa ou quadro informativo dos direitos e deveres dos associados, contendo exposição sobre a forma de rateio das eventuais perdas e a existência ou não de cobertura de fundo garantidor e respectivos limites.
Segundo a Lei 5.764/71 os direitos e deveres dos associados devem estar expressos no Estatuto Social das Cooperativas (Artigo 21).
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| | publicado em 7/6/2010 09:55:31 | | | | |
| Sistema Ocesp analisa perspectivas para cooperativas de crédito de livre admissão | | O CMN continua a linha de verticalização do Sistema Cooperativo de Crédito, reforçando os papéis das Centrais e Federações. O intuito é garantir a participação de 10% do cooperativismo no Sistema Financeiro Nacional.
O crescimento das cooperativas ocorre de maneira vigorosa nos últimos anos, com profissionalização da gestão, além de fusões e incorporações com intuito de ampliar o ganho de escala e prestar um serviço de melhor qualidade aos seus cooperados. “Em 2009, o seguimento teve uma grande conquista que foi a LC-130 (Lei Complementar que criou o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo). Esta nova resolução atende a um pleito do Sistema, que era retirada de restrições às cooperativas de livre admissão”, frisa o consultor do Sistema Ocesp.
Agrela observa que a nova resolução reforça também a preocupação com a governança, tendo em vista que as cooperativas de livre admissão precisam ter ainda mais controles e um quadro diretivo e funcional mais qualificado para atuar no mercado aberto, que tem os bancos como fortes concorrentes.
Confira abaixo um resumo das mudanças:
• Para a constituição de uma nova cooperativa de crédito de livre admissão em área de atuação até 300 mil habitantes é exigido um capital inicial de 20 mil reais e um Patrimônio de Referência de 250 mil reais após 4 anos da data de autorização de funcionamento. No caso de transformação de cooperativa restrita para de livre admissão, a exigência de Patrimônio de Referência é de 250 mil reais.
• Para transformação de cooperativa de crédito de livre admissão que atua há mais de 3 anos em área de atuação entre 300 e 750 mil habitantes, é exigido Patrimônio de Referência de 3 milhões reais.
• Para transformação de cooperativa de crédito de livre admissão que atua há mais de 3 anos em área de atuação entre 750 mil e 2 milhões de habitantes é exigido um Patrimônio de Referência de 6 milhões reais.
• Para transformação de cooperativa de crédito de livre admissão que atua há mais de 3 anos em área de atuação acima de 2 milhões de habitantes é exigido um Patrimônio de Referência de 25 milhões reais.
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| | publicado em 2/6/2010 15:02:56 | | | | |
| Cooperativas de crédito de livre admissão poderão atuar em grandes cidades | | O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o poder de ação das cooperativas. A partir de agora, poderão ser constituídas entidades de livre admissão em áreas com mais de 2 milhões de habitantes, como a cidade de São Paulo, por exemplo. Foi alterada também a regra dos vínculos dos participantes. Antes, somente poderiam ser abertas cooperativas por vínculos profissionais: trabalhadores, empresários, produtores rurais, entre outros. Agora, pessoas dentro de uma cadeias de negócios ou grupos sociais, como trabalhadores filiados a um sindicato, por exemplo, também poderão se unir em uma entidade de crédito.
As novas cooperativas dependem de aprovação do Banco Central e precisam preencher alguns requisitos básicos, como a comprovação do vínculo entre os cooperados. Há também a exigência de capital mínimo, que no caso de grandes cidades é de R$ 25 milhões.
O Banco Central tem avançado na regulamentação das cooperativas dada a grande importância dessas entidades no sistema financeiro, seja pela inclusão bancária, seja por atender especificidades regionais típicas de uma país do tamanho do Brasil, disse Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Banco Central.
"As medidas visam reduzir custos e aumentar a eficiência, além de tentar aumentar a competitividade do setor, cada vez mais robusto e integrado no sistema financeiro", disse.
Hoje existem mais de 1.300 cooperativas, num universo de 2.300 instituições financeiras sob as regras do BC. A maior parte delas está ligada a quatro grandes centrais: Sicred, Unicred, Sicoob e Confesol.
Como forma de ampliar a robustez do sistema, o voto permitiu também a constituição de confederações. Com isso, pretende-se fomentar uma estrutura mais vertical do sistema, semelhante a modelos bem sucedidos em outros países, como na Alemanha.
Outras alterações dizem respeito a obrigatoriedade de práticas de governança corporativa, além de regular as condições para admissão tanto de pessoas físicas como jurídicas.
A regra vale a partir de 31 de março de 2011 e continua existindo a obrigatoriedade da declaração anual para pessoas com ativos iguais ou superiores a US$ 100 mil. O não cumprimento da norma implica em multa de até R$ 25 milhões, ou 1% do valor sujeito à declaração, o que for menor.
Fonte: Valor Econômico
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| | publicado em 31/5/2010 15:35:14 | | | | |
| Conheça a Resolução do CMN 3.859/2010 que regulamenta as Cooperativas de Crédito | | A nova resolução do Conselho Monetário Nacional regulamentando a criação e o funcionamento das Cooperativas de Crédito já está disponível para leitura neste site.
A resolução é dividida nos seguintes capítulos:
• Da constituição, da autorização para funcionamento e da alteração estatutária;
• Das condições estatutárias de admissão de associados;
• Das condições especiais relativas às cooperativas de livre admissão de associados, de pequenos empresários, microempresários e microempreendedores e de empresários;
• Da aplicação de princípios de governança corporativa;
• Das atribuições especiais das cooperativas centrais de crédito e das confederações de centrais;
• Da auditoria externa;
• Do capital e do patrimônio;
• Das operações e dos limites de exposição por cliente (grupo econômico);
• Do cancelamento da autorização para funcionamento;
• Das disposições complementares.
A Resolução 3.859/2010 substitui a Resolução 3.442/2007 que havia sido editada em Fev/2007.
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| | publicado em 31/5/2010 10:14:28 | | | | |
| CMN amplia espaço para cooperativas de crédito | | O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o poder de ação das cooperativas. A partir de agora, poderão ser constituídas entidades de livre admissão em áreas com mais de 2 milhões de habitantes, como a cidade de São Paulo, por exemplo.
Foi alterada também a regra dos vínculos dos participantes. Antes, somente poderiam ser abertas cooperativas por vínculos profissionais: trabalhadores, empresários, produtores rurais, entre outros. Agora, pessoas dentro de uma cadeias de negócios ou grupos sociais, como trabalhadores filiados a um sindicato, por exemplo, também poderão se unir em uma entidade de crédito.
As novas cooperativas dependem de aprovação do Banco Central e precisam preencher alguns requisitos básicos, como a comprovação do vínculo entre os cooperados. Há também a exigência de capital mínimo, que no caso de grandes cidades é de R$ 25 milhões.
O Banco Central tem se avançado na regulamentação das cooperativas dada a grande importância dessas entidades no sistema financeiro, seja pela inclusão bancária, seja por atender especificidades regionais típicas de uma país do tamanho do Brasil, disse Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Banco Central.
"As medidas visam reduzir custos e aumentar a eficiência, além de tentar aumentar a competitividade do setor, cada vez mais robusto e integrado no sistema financeiro", disse.
Hoje existem mais de 1.300 cooperativas, num universo de 2.300 instituições financeiras sob as regras do BC. A maior parte delas está ligada a quatro grandes centrais: Sicred, Unicred, Sicoob, Confesol.
Como forma de ampliar a robustez do sistema, o voto permitiu também a constituição de confederações. Com isso, pretende-se fomentar uma estrutura mais vertical do sistema, semelhante a modelos bem sucedidos em outros países, como na Alemanha.
Outras alterações dizem respeito a obrigatoriedade de práticas de governança corporativa, além de regular as condições para admissão tanto de pessoas físicas como jurídicas.
O Conselho Monetário Nacional decidiu também que passa a ser trimestral a declaração de capital brasileiro no exterior para as pessoas que tenham ativos iguais ou superiores a US$ 100 milhões fora do país. A data de referência será o último dia de cada trimestre.
A regra vale a partir de 31 de março de 2011 e continua existindo a obrigatoriedade da declaração anual para pessoas com ativos iguais ou superiores a US$ 100 mil. O não cumprimento da norma implica em multa de até R$ 25 milhões, ou 1% do valor sujeito à declaração, o que for menor.
De acordo com Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, os dados tem cunho apenas estatísticos de acompanhamento das contas externas. "A coleta de informações de base trimestral dará um panorama mais claro do capital". Em 2008, 16 mil residentes declaram cerca de US$ 170 bilhões. A nova amostra trimestral representa 1% do total de declarantes, mas 80% do valor total declarado anualmente.
Municípios terão linha para atuar no PAC
O Conselho Monetário Nacional (CMN) criou uma nova linha de R$ 4 bilhões para que Estados, municípios e o Distrito Federal financiem as contrapartidas necessárias em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa Minha Vida, ambos do governo federal. A modalidade será operada pela Caixa Econômica Federal com recursos do BNDES.
De acordo com o assessor econômico do Tesouro, Mário Augusto Gouvêa, a demanda surgiu dos próprios Estados e municípios. A Caixa e a Casa Civil, que acompanha o PAC, também registraram essa necessidade por parte dos entes públicos.
As contrapartidas do PAC são exigidas para complementar os investidos da União e também para cobrir eventuais elevações nos gastos previstos inicialmente para os projetos. Os recursos podem ser usados também para obras de infraestrutura urbana nos projetos do Minha Casa Minha Vida.
As linhas terão custo básico da TJLP, acrescido de um spread de acordo com a condição. Para empréstimos com garantia da União, o spread será de 2,1% ao ano. No caso de concessões sem garantia, o spread pula para 3,4% ao ano.
O CMN ampliou também em R$ 12 bilhões a permissão de novas contratações de crédito para Estados dentro do Programa de Ajuste Fiscal dos Estados (PAF).
Esse é o valor máximo, mas não necessariamente será totalmente contratado. A cada ano o Tesouro faz uma revisão das condições da evolução das dívidas dos 25 Estados que fizeram renegociação de suas dívidas (exceto Amapá e Tocantins) e reavalia se novos empréstimos podem ser tomados. Esse é o terceiro ano em que o Tesouro Nacional estende essa permissão.
Por fim, foi ampliado em um ano, para junho de 2011, o prazo limite para concessão de recursos emergenciais para Estados, no âmbito do Programa de Estímulo Fiscal (PEF), criado durante a crise para compensar a perda de arrecadação com a crise de 2008. A linha operada pelo BNDES com recursos do FAT disponibilizou R$ 10 bilhões.
Desse total, cerca de R$ 5,6 bilhões já foram tomadas e o restante está em fase avançada de aprovação. (FT)
Fonte: Valor Econômico
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| | publicado em 28/5/2010 10:47:08 | | | | |
| Participe da Exposição de Tecnologia da Informação da CIAB | | A Unicred Central SP convida os gerentes, superintendentes e técnicos de informática das singulares para visitarem a 20ª edição da Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB).
O evento irá apresentar o que há de mais moderno e qualificado no Brasil e no mundo, em soluções e produtos de TI para o segmento financeiro.
Data: 10 de junho
Horário: 12h30 às 19h30
Transporte: Haverá transporte de ida e volta para Unicred Central SP.
Confirme sua participação através do e-mail: secretaria@unicred-sp.com.br
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| | publicado em 28/5/2010 10:27:36 | | | | |
| Artigo: Força da Bioeletricidade | | As fontes renováveis de energia responderam por 47,3% da nossa matriz energética, em 2009, impulsionadas pelo avanço do etanol combustível, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O sucesso dos veículos flex fuel traz também para a vitrine outra fonte energética renovável, com potencial formidável e ainda subutilizada no Brasil: a bioeletricidade.
Recentemente, o Congresso de Cogeração de Energia 2010 foi palco de debates substantivos acerca dos planos do governo para incentivar à cogeração de energia, quanto às linhas de financiamento existentes e o apoio de bancos de investimentos aos projetos, os aspectos regulatórios, as experiências bem sucedidas e os desafios para melhorar a eficiência energética nos processos industriais.
Ao longo de 2009, ano em que a crise global comprometeu a saúde financeira de boa parte do setor o que acabou precipitando uma profunda reestruturação na cadeia produtiva, chama a atenção os dados do Ministério de Minas e Energia (MME). Eles apontam para uma exportação de bioeletricidade da ordem de 5.872GWh, no ano passado, um valor 33% superior ao de 2008, 4.409GWh.
Em termos de número de usinas exportando bioeletricidade, o crescimento foi superior a 10%, passando de 88 unidades para 100 unidades conectadas ao Sistema Interligado Nacional. A bioeletricidade exportada ao longo de 2009, representou mais de 6% da energia produzida pela usina de Itaipu.
Quando observamos a capacidade instalada, a bioeletricidade acrescentou 1.112 MW de potência instalada nova, superando todas as demais fontes, incluindo as grandes hidrelétricas e as térmicas convencionais. Somente a bioeletricidade representou 31% da capacidade instalada nova, significando acrescentar, em apenas um ano, o equivalente a 8% da potência total de Itaipu ou 10% do aproveitamento de Belo Monte.
Isso demonstra a necessidade de uma política setorial capaz de definir o papel da bioeletricidade na matriz energética nacional, por meio da consolidação das decisões políticas sob metas claramente predefinidas, além de continuidade e planejamento na condução das ações para atingir tais metas.
Nesta linha, vale destacar a decisão do MME de promover um leilão de energia de reserva para as fontes alternativas, ainda neste semestre, para contratar energia a partir de 2013. Seguramente, o sucesso na perenidade da inserção das fontes alternativas na matriz energética passa necessariamente tanto pela regularidade de leilões que contemplem suas especificidades, mas também é condição imprescindível a definição de patamares de preço no Ambiente de Contratação Regulada, incorporando o conceito de externalidades, capazes de remunerar os investimentos, além da garantia de compra da energia excedente.
A política setorial a ser delineada também deve estabelecer diretrizes para o financiamento, o tratamento fiscal a ser dado para a cadeia produtiva, além de discutir os critérios quanto ao encargo de conexão.
Em suma, dispomos da oportunidade real de repetir o sucesso do Proálcool e nos consolidarmos como uma referência mundial no quesito matriz energética limpa, renovável, barata e abundante. Resta-nos implantar uma política setorial consistente e duradoura, capaz de assegurar um melhor planejamento, estabilidade e previsibilidade, no sentido de atendermos a atual demanda e começarmos a pavimentar o caminho rumo à liderança mundial no setor de energias renováveis!
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 27/5/2010 10:26:38 | | | | |
| Em 10 anos, BC aplica 11 mil penalidades por prática ilícita | | Até o dia 30 de abril, o Banco Central (BC) aplicou 281 penalidades pela prática de atos contra as normas da instituição. Ao longo dos anos o total de penalidades tem oscilado. Em 2008, foram 1.749 e no ano passado, 826.
De 2000 até o último dado do BC, foram aplicadas 11.144 penalidades. O BC aplica medidas repressivas a instituições financeiras, cooperativas, auditores, exportadores, importadores, agências de turismo e também pessoas físicas.
Segundo o chefe do Departamento de Controle e Análise de Processos Administrativos Punitivos, Cláudio Jaloreto, o aumento da aplicação de penalidades em 2008 se deveu ao fato de haver processos administrativos que prescreveriam naquele ano. Esses processos, que resultaram em multas, envolviam instituições que importaram produtos e não pagaram ou atrasaram o pagamento.
Ele explicou que, logo depois do lançamento do Plano Real, como a taxa de juros no mercado financeiro era alta "os importadores preveriam atrasar o pagamento ou simplesmente não pagar e ficavam aplicando no mercado interno", disse.
Houve até casos de empresas importadoras criadas em nome de pessoas que tiveram documentos roubados ou perdidos e, "de má fé", eram abertas empresas com esses documentos, disse o chefe adjunto do departamento, Luiz Laércio. Por conta desses processos relacionados a importações, a maioria das penalidades aplicadas é de multas.
"Em 2010, ainda há estoque desses casos. Em 2011, a aplicação de multa vai aparecer bem menor. Como foram milhares de processos instaurados, a análise foi feita paulatinamente", acrescentou Laércio. A partir agosto de 2006, o governo decidiu eliminar essa multa de importação.
Cláudio Jaloreto disse que em geral as multas são consideradas de difícil recebimento. "As multas são muito elevadas, mas de difícil recebimento porque a empresa ou a pessoa somem. Aí vai para a dívida ativa", afirmou. Neste ano, segundo dados do BC disponíveis até a última sexta-feira, o valor das multas totalizava R$ 21,789 milhões. Em todo o ano passado, foram R$ 318,153 milhões.
Outros casos que costumava levar à aplicação de penalidades administrativas é a "inobservância de boas práticas bancárias, como conceder empréstimo sem garantia e renovar financiamentos com incorporação de encargos".
"Quando o cliente se torna inadimplente, a instituição tem que buscar receber o crédito, executar a garantia. Se não faz isso e automaticamente renova, ou seja, incorpora os juros, muito provavelmente a garantia inicial não vai ser suficiente. Haverá um desdobramento e a instituição não vai fazer provisão, o que reflete no balanço. Vai gerar uma bola de neve", explicou Jaloreto.
Ele também disse que é comum o desvio de recursos em cooperativas de crédito e a venda casada de produtos em bancos, como na situação em que o cliente toma um empréstimo e é obrigado a levar, por exemplo, um título de capitalização.
Além de multas, o BC também aplica advertências, quando a gravidade do ilícito é menor. As outras medidas são a inabilitação para exercício de cargos de administração ou de gerência em instituições financeiras, suspensão e proibição temporária da prática de atividade de auditoria.
Quem é punido administrativamente pelo BC pode recorrer ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro ou ao Ministério da Fazenda, em caso de lavagem de dinheiro. Mas segundo Jaloreto, em 80% dos casos, o conselho mantém a decisão do BC.
Além de criar os processos administrativos, o BC encaminha denúncias ao Ministério Público (MP), à Receita Federal ou a outros órgãos quando encontra indícios de ilícitos penais ou fiscais.
Fonte: Agência Brasil |
| | publicado em 26/5/2010 09:59:53 | | | | |
| Perspectiva de inadimplência das empresas recua pelo 11º mês, diz Serasa | | A perspectiva de inadimplência das empresas para os próximos seis meses caiu 2% no mês de março, registrando o 11º recuo mensal consecutivo, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pela Serasa Experian. Já o índice para o consumidor teve o movimento contrário, apresentando elevação de 1,5%, com a sexta alta mensal seguida, atingindo o patamar de 101,6. (Folha Online) |
| | publicado em 21/5/2010 10:54:29 | | | | |
| De janeiro a abril, número de cheques devolvidos é o menor desde 2005 | | A inadimplência com cheques registrou, nos quatro primeiros meses de 2010, o menor patamar desde 2005. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundo, a inadimplência ficou em 1,91% no período, ante 1,78% cinco anos antes. (UOL Economia)
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| | publicado em 20/5/2010 11:49:12 | | | | |
| Depósito cresce 40% em bancos médios | | Considerados o calcanhar de aquiles dos bancos de médio porte, os depósitos voltam a mostrar força e a tendência, segundo especialistas, é de que o movimento se mantenha em trajetória crescente. Uma análise da safra de balanços do primeiro trimestre de dez instituições financeiras de capital aberto mostra um aumento médio dos depósitos de 39,6% no período de 12 meses encerrado em março. Entre dezembro de 2009 e março de 2010 a alta foi de 3,6%. (Valor Econômico) |
| | publicado em 20/5/2010 11:45:42 | | | | |
| Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito será em julho | | O WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito) realizará em Las Vegas nos Estados Unidos, entre os dias 11 e 14 de Julho de 2010 a Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito.
O evento deste ano contará com a união do WOCCU e da CUNA (Associação Nacional Estadosunidense de Cooperativas de Crédito).
A estimativa é de estarem reunidos no evento, cooperativas de 60 diferentes países.
Veja mais informações no http://www.vegas2010.org/
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| | publicado em 19/5/2010 09:49:40 | | | | |
| Com retomada do crédito, crescem as dívidas acima de R$ 5.000 | | A retomada do crédito no período pós-crise elevou em 40% o número de brasileiros com dívidas acima de R$ 5.000. Números do Banco Central mostram que o total de consumidores com empréstimo acima desse valor chegou a 25,7 milhões em fevereiro. Isso significa que cerca de 20% dos brasileiros com mais de 16 anos têm dívidas que equivalem a, pelo menos, quatro vezes a renda média nacional mensal. Apesar desse aumento no endividamento, os dados do BC também mostram que cresceu a capacidade de pagamento. O gasto com dívidas compromete hoje 22% do salário do trabalhador brasileiro, uma melhora em relação a 2008 (22,4%) e 2009 (23,7%).
Fonte: Folha de São Paulo |
| | publicado em 18/5/2010 14:10:44 | | | | |
| Ocesp lança cartilha sobre Fates, Fundo de Reserva e Outros Fundos | | A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) lança mais uma publicação com o objetivo de orientar os gestores de cooperativas de todos os ramos. A cartilha Fates, Fundo de Reserva e Outros Fundos orienta sobre a adequada utilização desses recursos em uma sociedade cooperativa. Os autores – Lajyarea Barros Arruda, consultora do Serviço Nacional de Aprendizagem do Estado de São Paulo(Sescoop/SP), e Paulo Vieira, coordenador jurídico da Ocesp – ressaltam que os fundos podem ser instrumentos para o cumprimento dos princípios cooperativistas.
“Sabemos que há cooperativas que não utilizam os fundos de forma adequada. É necessário ressaltar que estes fundos contribuem, principalmente, para que a cooperativa exerça o 5º princípio, Educação, Formação e Informação, e o 7º, Preocupação com a Comunidade”, diz Vieira. “Verificamos que esta já era uma preocupação da cooperativa dos Pioneiros de Rochdale, que destinava 2,5% das sobras para serem repartidas entre os membros. O objetivo era o desenvolvimento intelectual dos membros da sociedade, manutenção e extensão da biblioteca e demais meios de progresso que eles julgavam convenientes”, completa.
Todas as cooperativas regulares no Sistema Ocesp receberão, gratuitamente, um exemplar da cartilha nos próximos dias. A publicação também poderá ser adquirida por meio da Central de Relacionamento do Sistema, pelo fone (11) 3146-6287 (11) 3146-6287 . Cada exemplar custa R$ 5,00 (cooperativas regulares) ou R$ 7,00 (demais interessados).
Fonte: Ocesp
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| | publicado em 12/5/2010 10:04:28 | | | | |
| Central SP se reúne com as singulares Sudeste e Regional Sul e discute o desenvolvimento do cooperativismo de crédito na região | | Dia 7 de maio, diretores da Unicred Central SP, da Unicred Sudeste (Sorocaba, Itu e Salto) e da Unicred Regional Sul (Itapetininga, Itapeva e Tatuí) estiveram reunidos para discutir o desenvolvimento do cooperativismo de crédito na região atendida por essas singulares, seu papel como agente de transformações positivas na sociedade e as expectativas para o futuro. A Unicred Central SP foi representada pelo presidente, Dr. Pedro Antunes Negrão, e o diretor administrativo, Dr. Emerson Assis; a Unicred Sudeste, pelo presidente, Dr. Adilson Segamarchi, a diretora administrativa, Dra. Mônica Meinicke Nascimento e o diretor financeiro, Dr. Geraldo Pirez de Espindola; a Unicred Regional Sul, pelo presidente, Dr. Oswaldo Benedito Morelli, e o
diretor financeiro, Dr. Alceu Cardoso Neto.
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| | publicado em 11/5/2010 15:53:03 | | | | |
| Central SP se reúne com Sicredi para apresentação de portfolio de produtos | | Dia 6 de maio, representantes da Unicred Central SP e do Sicredi estiveram reunidos como objetivo de estreitar laços entre os sistemas e discutir a possibilidade de novas parcerias. Na ocasião, o portfolio de produtos do Sicredi foi apresentado e a diretoria da Central identificou a oportunidade de trabalhar com três linhas de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que poderão ampliar o horizonte de negócios de suas cooperativas. Os detalhes desses modelos serão encaminhados posteriormente às singulares para análise em conjunto com a Central.
Estiveram presentes os representantes da Unicred Central SP, Dr. Pedro Antunes Negrão (presidente), Dr. Emerson Assis (diretor administrativo) e Sandro José Roque Tavares (superintendente executivo). O Sicred foi representado por Cidimar Luis Stoffel (gerente de Mercado Vida e Previdência), Arthur Lehnemann (diretor adjunto) Neldo José Bakes (gerência de Fundos e Carteira) e Carlos Cesar Dias (gerente de Serviços Administrativos).
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| | publicado em 11/5/2010 15:52:02 | | | | |
| Sistema Ocesp atualiza cadastro de cooperativas | | O Sistema Ocesp está atualizando o cadastro das cooperativas paulistas. Além de informações cadastrais básicas, o objetivo é mapear os contatos estratégicos de cada cooperativa e obter dados atuais relativos aos produtos e serviços que o empreendimento produz. As informações são importantes para que o Sistema Ocesp possa intensificar o relacionamento com as cooperativas, além de proporcionar uma melhor visão de conjunto e a real dimensão do movimento cooperativista no Estado de São Paulo.
“Com informações mais completas, certamente teremos mais força para representar as cooperativas na defesa de seus interesses. Bem embasados, teremos mais legitimidade diante do Poder Público e também poderemos apresentar à sociedade os benefícios que os empreendimentos cooperativos proporcionam às comunidades”, observa o coordenador dos Núcleos Regionais do Sistema Ocesp, Cassiano Faria. A base de dados permitirá também o planejamento das ações do Sistema, como cursos e eventos desenvolvidos pelo Sescoop/SP.
Para que o trabalho seja bem sucedido, a colaboração das cooperativas é absolutamente fundamental. O contato, por telefone e correio eletrônico (e-mail), é realizado pelas secretárias dos Núcleos Regionais do Sistema Ocesp. Os dados econômicos serão consolidados e mostrarão assim, a força do conjunto das cooperativas que compõem os ramos do cooperativismo paulista.
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| | publicado em 10/5/2010 14:18:35 | | | | |
| Banco Central extingue a conta-investimento | | O Banco Central revogou a circular que tratava da conta-investimento, segundo publicado nesta terça-feira (4) no DOU (Diário Oficial da União).
Por meio da circular 3.494/10, a Diretoria Colegiada do Banco Central decidiu extinguir a conta-investimento, considerando a não-prorrogação do prazo de cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira).
A circular publicada revoga a de número 3.346, que tratava da abertura, manutenção e movimentação de conta-corrente de depósito para investimento e modalidade de depósito de poupança com rendimento adicional.
Sobre a conta
A conta-investimento entrou em vigor em 1º de outubro de 2004, com o objetivo de ampliar a cultura de investimentos no Brasil, tirando os entraves existentes para as aplicações financeiras.
Dentre eles, estava a incidência de CPMF na movimentação de recursos entre contas da mesma titularidade, o que passou a ter isenção com a criação da conta. Isso significava que o investidor podia movimentar seu dinheiro de uma aplicação a outra sem o tributo, o que aumentava a rentabilidade.
O Senado derrubou, no dia 13 de dezembro de 2007, em primeiro turno, artigo da PEC (proposta de emenda à Constituição) que prorrogava a CPMF até 2011.
Fonte: InfoMoney
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| | publicado em 6/5/2010 10:48:06 | | | | |
| Frencoop Paulistana é lançada oficialmente com a adesão de 25 vereadores | | A Frencoop Paulistana (Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulistano) foi lançada oficialmente na manhã desta quarta-feira, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, diante de 170 pessoas. Presidida pelo vereador Claudio Fonseca, autor do Projeto de Lei que propôs a criação da frente, a mesa que conduziu a sessão contou com a presença do coordenador da Frencoop/SP, deputado Davi Zaia, do presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, do diretor da ACI, Américo Utumi, e da presidente da Cooperart Butantan e suplente do Conselho Fiscal da Ocesp, Marina Prudente Toledo.
Apartidária, a Frencoop Paulistana já conta com a adesão espontânea de 25 vereadores de diferentes partidos políticos para defender o interesse das cooperativas do município de São Paulo.
Segundo o vereador Claudio Fonseca, a frente atuará em sintonia com a Ocesp e outros órgãos representativos das cooperativas por meio da elaboração de projetos de lei e diálogo constante com o Poder Executivo. “Eu não tenho dúvida de que o êxito das ações da Frencoop Paulistana depende essencialmente daqueles que vivem a realidade do cooperativismo. Estamos dispostos a trabalhar e a dar voz para que os cooperativistas possam falar de suas dificuldades. Nossas reuniões serão abertas a participação de todos”, afirmou.
O vereador citou como primeira preocupação a incidência de tributos, a qual pretende tratar em conjunto com a Frencoop Paulista, que funciona na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. “Sabemos que há anos o cooperativismo sofre com lançamentos de tributos que oneram injustamente o setor. Existem distorções que precisam ser sanadas e conto com o deputado Davi Zaia para nos empenhar e chegarmos a um bom termo".
Fonseca informou ainda que a Frencoop realizará seminários e reuniões dos diferentes segmentos e abrirá espaço para que participem da programação da TV Câmara, como meio de dar maior visibilidade ao cooperativismo. Na próxima reunião, ainda sem data marcada, serão eleitos o coordenador e o secretário da Frente.
Del Grande falou da importância da criação da Frencoop Paulistana. “Para mim, é uma honra participar desse momento histórico, que deve ser o marco para ações concretas. Não podemos mais suportar a incidência dupla do ISS em nossas operações. O cooperativismo não precisa de benesses, mas de justiça. Se formos tratados de forma justa, aí sim poderemos mostrar a força do nosso sistema, que favorece não somente o trabalhador, mas toda a comunidade que com a cooperativa se relaciona. Já foi comprovado por uma pesquisa realizada pela USP de Ribeirão Preto que o IDH das comunidades em torno de cooperativas é superior. Portanto, não é só o cooperado que se beneficia, mas toda a sociedade”, finalizou.
O diretor da ACI destacou o espaço existente para o crescimento do cooperativismo em São Paulo e no Brasil. “Falo em nome dos 800 milhões de cooperativistas do mundo inteiro. O Brasil não sabe o que é cooperativa; os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário não o conhecem. E quando vemos parlamentares dispostos a defender a nossa causa, começamos a acreditar que o cooperativismo vai finalmente ser um sistema vencedor em nosso país. O cooperativismo organiza a sociedade e na medida em que a sociedade se organiza, ela ganha força política. Nos EUA, um terço da população é cooperada. Um parlamentar que trabalhe contra o cooperativismo não é reeleito. O trabalho da Ocesp é mostrar a importância do voto. Temos que eleger gente que esteja ao lado do cooperativismo. E, na medida em que os elegermos, seguramente teremos um Brasil melhor.”
Para Davi Zaia, a criação da Frencoop Paulistana é a coroação de um trabalho intenso que a Frencoop Paulista juntamente com a Ocesp vem desempenhando. “Temos nos empenhado em promover a criação das frentes municipais pelo interior do estado e ter São Paulo, que é o mais importante município do Brasil, criando a sua Frencoop é um incentivo muito grande”. Segundo ele, o capitalismo tem a tendência a concentrar o capital e o cooperativismo faz diferente: “o cooperativismo descentraliza e distribui a renda. E isso precisa ser fortalecido. Nós, parlamentares, não fazemos as leis, mas podemos mobilizar forças políticas para que o Executivo se sensibilize às demandas culminando com o envio de projetos que beneficiem o setor para serem votados na Assembleia”.
Após os pronunciamentos dos membros da mesa, o vereador Claudio Fonseca abriu a palavra à plateia. Entre as lideranças cooperativistas que fizeram uso do microfone, para cumprimentar a iniciativa do lançamento da Frencoop Paulistana, estavam o presidente da Cootraesp (Central de Cooperativas de Trabalho e Serviços do Estado de São Paulo), Marcelo Cypriano, e o presidente da Cenacope (Central Nacional de Cooperativas dos Profissionais da Educação), Inácio Junqueira Moraes Jr.
Fonte: OCESP
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| | publicado em 6/5/2010 09:56:05 | | | | |
| Cooperativas montam estratégia eleitoral | | Um universo de 8,5 milhões de associados a cooperativas - 2,8 milhões apenas no Estado de São Paulo - terá uma oportunidade inédita nessas eleições para influenciar candidaturas majoritárias e a formação de bancadas parlamentares. Pela primeira vez, a lei eleitoral permitirá que as cooperativas façam doações a campanhas. De cooperativas agrícolas com faturamento de mais de R$ 1 bilhão a cooperativas de trabalhadores, saúde ou crédito, essas organizações já têm representantes e até uma frente de 244 parlamentares no Congresso, a Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo), presidida pelo deputado Odacir Zonta (PP), agricultor cooperativista de Santa Catarina.
Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp, organização que reúne cooperativas de dez segmentos no Estado de São Paulo, diz que poucos deputados e senadores da Frencoop se engajaram de fato para atender as demandas dos associados. "Desse grupo, conseguimos contar firmemente com poucos", afirma.
O apoio a candidatos não terá viés ideológico ou partidário. "Não é política partidária, o que importa para nós são aquelas pessoas que nos protegem, nos ajudam, que melhoram a vida do cooperado. Queremos fazer o lobby saudável", diz. A Ocesp contratou até um lobista profissional para tratar do assunto a partir destas eleições. No cargo de diretor de relações institucionais da Ocesp está Julio Gushiken, primo do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Luiz Gushiken, que fez parte da primeira gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), há potencial de os 2,8 milhões de cooperados do Estado virarem 9 milhões de votos se a mobilização interna for bem feita. "Se tivermos 10% desses nove milhões, elegemos dez deputados", diz Gushiken. A meta das cooperativas é eleger dois deputados federais e dois estaduais em cada Estado brasileiro, independentemente do partido.
Alguns candidatos têm origem na própria cooperativa. O presidente da Central Nacional de profissionais da Educação, Inacio Moraes, pretende lançar-se como candidato a deputado estadual pelo PRP de São Paulo. Somente na central que dirige, são 10 mil cooperados, entre professores, pessoal administrativo, de limpeza e de segurança que trabalham como prestadores de serviço de municípios e do Estado ou na rede privada.
O plano de saúde Unimed é outra cooperativa. Em atual embate com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o plano de saúde tem uma área apenas para tratar de assuntos no governo, o núcleo de ações estratégicas e conta com representantes na Câmara, como os médicos Sérgio Antonio Nechar (PP-SP) e Marco Aurélio Ubiali (PSB-SP). "A ANS pode quebrar os planos de saúde. Temos que levar aqueles que nos defendem de volta", afirma o presidente da Ocesp.
Em Jundiaí (SP), a Unimed da região, que abrange 12 municípios, tem três candidatos locais, todos médicos. Neste mês, o vice-prefeito da cidade, Luiz Fernando Machado (PSDB), esteve em evento das cooperativas em busca de apoio para sua candidatura a deputado federal. "A cooperativa é importante para obter apoio eleitoral. Eles já são organizados, têm comunicação interna, cadastro pronto", disse Machado.
Entre as cooperativas, há diferenças de porte e de poder financeiro. A Copersucar, por exemplo, reúne 36 usinas de álcool e açúcar. Juntas, doaram cerca de R$ 786 mil a candidatos de todo o espectro partidário nas eleições municipais de 2008. Ou ainda a Carol, cooperativa agrícola com atuação em cinco Estados e dona de faturamento de R$ 1,4 bilhão em 2008.
O cientista político Bruno Speck, da Unicamp, duvida da coesão entre as cooperativas que permita direcionar o voto a um candidato específico. "Talvez funcione do ponto de vista do candidato, de alguém que ele consiga mobilizar da diretoria, mas isso acontece no miúdo", afirmou. Speck arrisca dizer que muitas dessas cooperativas se organizam da mesma forma em sindicatos ou federações empresariais ou de trabalhadores, entidades proibidas pela legislação de fazer doações em campanhas eleitorais. A doação pela cooperativa, neste caso, seria uma maneira de contribuir legalmente em campanha eleitoral sem a identificação da empresa. A partir destas eleições, os partidos terão que especificar para qual candidato cada doador destinou dinheiro ao prestar contas ao TSE.
Nas eleições de 2008, empresas do ramo imobiliário associadas ao Secovi-SP, o sindicato do setor em São Paulo, doaram a candidatos por meio da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). As doações da AIB motivaram até pedido de cassação dos mandatos do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), de sua vice, Alda Marco Antonio (PMDB) e de oito vereadores. A Justiça Eleitoral de São Paulo interpretou que a AIB era uma entidade de faxada, criada apenas para destinar dinheiro a candidatos.
O sistema de organização eleitoral das cooperativas no Brasil guarda escassas semelhanças com o sistema de doação americano, onde associações de funcionários de uma empresa podem doar com limite de US$ 5 mil a cada candidato. Lá, as empresas são impedidas de doar, mas seus executivos podem fazer doações do próprio bolso por meio de PACs (Political Action Committees, comitês de ação política), que também defendem interesses particulares de um setor industrial ou uma questão pontual, como o direito ao aborto. "Sabe-se que, indiretamente, as empresas acabam incentivando a doação, mas não existe a doação direta da empresa", diz Speck, especialista em financiamento eleitoral.
Para Luiz Carlos Gonçalves, procurador regional eleitoral de São Paulo, ligado ao Ministério Público Federal, o movimento das cooperativas é um exemplo da fragilidade dos partidos políticos no Brasil e da maior influência dos interesses econômicos no processo eleitoral. "De qualquer forma, é um avanço. Grandes cooperativas com interesses não precisarão fazer caixa 2", disse.
Fonte: Valor Econômico
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| | publicado em 4/5/2010 09:08:02 | | | | |
| Cooperativas de Crédito pedem aperfeiçoamento de lei do setor | | Representantes de cooperativas e do Banco Central (BC) consideram que ainda há lacunas a serem preenchidas na lei que trata do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (Lei Complementar 130/09), apesar de considerarem a norma “um grande avanço” para o setor.
Os cooperativistas e o representante do BC participaram de audiência pública, nesta quarta-feira, promovida pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. O debate sobre os avanços e dificuldades do setor, após um ano de edição da lei, foi proposto pelo deputado Dr. Ubiali (PSB-SP).
Na avaliação do consultor do departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, Julio Cesar Carneiro, a lei inseriu as cooperativas de crédito no mesmo patamar das instituições financeiras. Para ele, avançar na regulamentação requer “prudência, a credibilidade e a preocupação em reduzir riscos”. Ele afirma que a inovação deve ser no sentido de fazer das cooperativas parceiras no sistema financeiro.
O consultor assegurou que o Banco Central está disposto a colaborar no aperfeiçoamento da Lei Complementar 130/09. “As cooperativas são parceiras para a inclusão financeira, porque conseguem estar em locais onde os grandes bancos não chegam, corrigindo falhas de mercado“, disse.
EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS
A diretora presidente do Unicred (cooperativa de crédito de médicos, demais profissionais de saúde e de contabilistas), Denise Damian, destacou os principais desafios do segmento de crédito cooperativo, após as conquistas trazidas pela Lei.
Segundo ela, as cooperativas devem buscar o direito de realizar empréstimos consignados, operar com pessoas jurídicas, ampliar o atendimento para não associados, receber recursos públicos e distribuir fundos constitucionais.
“Hoje, por exemplo, médicos que atuam no setor público não podem ter a remuneração depositada na cooperativa”, afirmou. Na prática, as cooperativas querem oferecer mais serviços aos associados semelhantes aos que são oferecidos pelos bancos.
FALHAS PONTUAIS
O diretor operacional do Banco Cooperativo do Brasil S/A (Bancoob), Ênio Meinen, também apontou o que ele considera “falhas pontuais” na lei que regulamenta o Sistema Nacional de Crédito. Ele citou a impossibilidade dessas instituições captarem recursos públicos e limitações na distribuição dos lucros aos associados. Ele também representou o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) na audiência.
Meinen destacou que, para o segmento, é importante poder receber recursos públicos, inclusive poder arrecadar impostos por duas questões: a primeira é atender melhor às demandas do associado, e a segunda, aumentar o volume de recursos nas cooperativas.
GOVERNANÇA CORPORATIVA
De acordo com representante Organização das Cooperativa Brasileiras (OCB), Silvio Giusti, a nova lei reforçou a preocupação das cooperativas com a prática de boa gestão empresarial (governança corporativa). Em muitos casos, acrescenta, isso representou a reestruturação sistêmica do funcionamento das instituições, que passaram a ser reconhecidamente instituições financeiras, com todas as obrigações e direitos.
Ele informou que existem cerca de 1,4 mil cooperativas de crédito no País, distribuídas em 4,4 mil pontos de atendimento. “Em cerca de 400 municípios, as cooperativas são a única instituição financeira“, afirmou.
Fonte: Easycoop
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| | publicado em 30/4/2010 10:20:07 | | | | |
| Banco Central faz primeira elevação dos juros em 19 meses; taxa passa para 9,5% ao ano | |
O Banco Central voltou a subir nesta quarta-feira (28), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição, os juros básicos da economia brasileira. A taxa avançou 0,75 ponto percentual, passando de 8,75% ao ano, a menor já registrada até o momento, para 9,5% ao ano.
É a primeira elevação dos juros em 19 meses. A última subida havia ocorrido em setembro de 2008, poucos dias antes do anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, que deu início à fase mais aguda da crise financeira internacional - que espalhou a recessão pelo planeta. Desde então, os juros haviam ficado estáveis, ou recuado para tentar conter os efeitos da crise no crescimento do país.
A expectativa do mercado financeiro é de que esse seja apenas o início de um ciclo de subida nos juros básicos do país. A previsão dos economistas é de que a taxa continue avançando nos próximos meses, e que atinja o patamar de 11,75% ao ano ao final de 2010.
Porque os juros sobem
O objetivo do BC ao subir os juros é conter pressões inflacionárias e buscar com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, não suba muito. Para este ano, e para 2010, a meta central é de 4,5%. Ao subir os juros, o BC atua para conter a demanda por produtos e serviços e, com isso, para tentar impedir o crescimento dos preços.
A subida de juros já era amplamente esperada pelo mercado financeiro. A dúvida era somente qual seria a intensidade da elevação. Na semana passada, a maioria do mercado apostou que o aumento seria de 0,5 ponto percentual, para 9,25% ao ano. Nesta semana, porém, grande parte dos analistas já passaram a acreditar em um crescimento maior: de 0,75 ponto percentual, para 9,5% ao ano. Alguns chegaram até projetar um aumento de um ponto percentual, para 9,75% ao ano.
Ao fim do encontro desta quarta-feira, o BC divulgou a seguinte frase: "Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias ao cenário prospectivo da economia, para assegurar a convergência da inflação à trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 9,50% a.a., sem viés".
Críticas ao BC
A elevação acontece em um momento de fortes críticas de economistas ao Banco Central. A reclamação é de que a autoridade monetária teria sido leniente na busca da meta central de inflação deste ano. Em seu último encontro, em março, o BC já previa um IPCA de 5,2% para este ano, para uma meta central de 4,5% em 2010, e, mesmo assim, manteve a taxa básica estável em 8,75% ao ano.
Naquele momento, ainda não havia clareza sobre a possível candidatura do comandante da instituição, Henrique Meirelles, nas próximas eleições. A definição aconteceu somente no início deste mês, quando Meirelles anunciou que permanecerá no comando do Banco Central até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
As críticas motivaram resposta presidente do BC. Nesta terça-feira (27), mesmo dia em que teve início a reunião do Copom, Meirelles afirmou que não houve mudança de orientação da autoridade monetária por não ter subido os juros em março.
"O Banco Central não precisa provar nada a ninguém (...) Estamos administrando o sucesso, uma situação não usual. Buscam-se motivações negativas de um lado ou outro, de movitação politica, ou para recuperar credibilidade. Quando, na realidade, a credibilidade do BC é reconhecida internacionalmente", afirmou ele na ocasião.
Reflexos do aumento de juros
Com a subida dos juros para tentar conter a inflação, as taxas cobradas dos clientes bancários também podem avançar. Desde setembro do ano passado, quando o BC começou a manifestar uma preocupação maior com a inflação, a taxa de captação dos bancos já avançou 0,7 ponto percentual. Os aumentos da taxa básica da economia devem gerar novos aumentos no custo de captação dos bancos, que poderão ser repassados aos juros cobrados dos clientes bancários.
Além disso, a subida da taxa de juros também terá, segundo economistas, outros reflexos na economia brasileira. Um deles pode ser uma entrada maior de recursos no país, que viriam em busca de uma remuneração melhor, gerando uma queda do dólar.
Mesmo em 8,75% ao ano, os juros reais brasileiros (após o abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), já eram os maiores do mundo. Com a elevação desta quarta-feira, o país dispara na liderança do ranking mundial de juros reais. Segundo cálculos da consultoria UpTrend, os juros reais, com a elevação feita pelo Copom nesta quarta-feira, passam para 4,5% ao ano, contra 3% ao ano do segundo colocado (Indonésia).
"Esse aumento de juros, e os outros que devem vir em seguida neste ano, pode gerar uma entrada maior de capitais e o câmbio pode se apreciar [dólar caindo] um pouco. Mas deve ter alguma volatilidade [para cima] nas eleições, por conta de declarações que podem gerar incertezas, o que deve contrabalançar um pouco esse movimento", avaliou o economista da Tendências, Bernardo Wjumiski.
Impacto na dívida pública
Outro reflexo da subida de juros é o seu impacto nas contas públicas. Atualmente, o volume de títulos públicos em mercado corrigidos pela taxa básica de juros está em R$ 500 bilhões. Se sobe a taxa básica de juros, o governo também tem de pagar uma remuneração maior aos detentores destes papéis.
Se mantido pelos próximos 12 meses, esse aumento de 0,75 ponto percentual nos juros, para 9,25% ao ano, vai gerar um gasto a mais de R$ 3,75 bilhões para o governo. E se for confirmada a expectativa do mercado financeiro de elevação de 3 pontos percentuais nos juros até o fim deste ano, para 11,75% ao ano, o impacto total do ciclo de aumento, nas contas públicas, será maior ainda: de R$ 15 bilhões em doze meses.
Fonte: G1
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| | publicado em 29/4/2010 09:48:07 | | | | |
| BC quer regulamentar tarifas de cartões de crédito | | A cobrança de tarifas de cartões de crédito deve passar a ser regulamentada pelo Banco Central. Após uma reunião entre o presidente do BC, Henrique Meirelles, e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, para tratar do assunto, a autoridade monetária informou que decidiu elaborar uma proposta para regulamentação das tarifas do setor.
Essa regulamentação, de acordo com a autoridade monetária, será feita nos moldes das demais tarifas bancárias existentes. As regras para as tarifas dos bancos dizem que é obrigatória a divulgação de tabela contendo os serviços prestados e o valor das tarifas.
O BC informou que também se comprometeu a elaborar um projeto de lei que atribua ao Conselho Monetário Nacional (CMN), e ao BC, os poderes para regulamentar a indústria de meios de pagamento (cartões de crédito e débito). Pela regra atual, o CMN e o Banco Central não detêm competência para regulamentar e supervisionar as atividades das administradoras de cartões de crédito, por não serem consideradas instituições financeiras.
Além disso, o Banco Central, o Ministério da Justiça e da Fazenda divulgaráo, na próxima semana, o relatório final sobre a indústria de cartões de pagamento no Brasil. O trabalho foi feito a partir de convênio firmado entre as três áreas do governo.
Fonte: G1 |
| | publicado em 28/4/2010 14:46:03 | | | | |
| Copom se reúne para graduar alta da taxa de juros | | O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira sua terceira reunião do ano sob expectativas de retomada do processo de aperto monetário para conter a alta da inflação, que ameaça chegar a 5,41% no final deste ano, de acordo com o boletim Focus divulgado hoje (26) pelo BC.
A perspectiva é de aumento da taxa básica de juros (Selic), como deixou transparecer a ata da última reunião do Copom, distribuída no dia 25 de março. A dúvida é quanto a dosagem. Enquanto o boletim Focus aponta para aumento dos atuais 8,75% para 9,25% ao ano, há prognósticos também para juros de 9,5%.
De acordo com o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Evaldo Alves, “estamos vivendo um processo de pressão inflacionária de modestas dimensões”, e reconhece que alguns preços possam aumentar um pouco mais. Ele ressalta, no entanto, que existem instrumentos monetários à disposição dos condutores da política econômica para domar a inflação.
O aumento da taxa de juros é, segundo ele, um instrumento clássico, eficaz e rápido para o controle de pressões inflacionárias e entende que essa medida “deveria ter sido tomada” na reunião dos dias 16 e 17 de março, quando “a inflação já demonstrava consistência”. Ele acha que uma alta de 0,5 ponto percentual está de bom tamanho.
O economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, avalia que o choque de preços de alimentos continua pressionando os índices de inflação, mas ressalta que no momento “o cenário é mais ameno para os preços”, embora subsistam preocupações quanto a uma demanda muito aquecida. Ele acredita também que a alta da Selic ficará na casa de 0,5 ponto percentual.
Ele lembra, inclusive, que a política monetária estará em destaque no Brasil e nos Estados Unidos, com perspectivas distintas. Enquanto aqui o Copom vai discutir a magnitude do aumento dos juros, a tendência do Comitê de Mercado Aberto (Fomc na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed) é manter os juros norte-americanos “em níveis excepcionalmente baixos [de até 0,25%] por um longo período”.
A economista Maristella Ansanelli, do Banco Fibra, entende, porém, que a graduação da taxa de juros deve ser um pouco mais alta, na faixa de 0,75 ponto percentual. Isso porque, na sua visão, “as pressões pontuais e localizadas do início do ano têm se mostrado persistentes”, e contaminam os demais preços da economia.
Ela lembra que, na última reunião do Copom, as expectativas de inflação para os próximos 12 meses era de 4,55% e agora são de 4,73%, além de a perspectiva inflacionária de 2011 ter passado de 4,6% para 4,8%, de acordo com o boletim Focus.
Ela acredita, portanto, que há motivos suficientes para o BC alterar seu “plano de voo inicial”, que sinalizava alta de 0,50 ponto percentual em abril, e dar início ao ciclo de aperto monetário com uma alta mais expressiva da Selic, com elevação da taxa básica em 0,75 ponto percentual.
Fonte: Agência Brasil / Stênio Ribeiro
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| | publicado em 27/4/2010 16:52:31 | | | | |
| TST entende que empregados de cooperativas de crédito não são bancários | | Orientação Jurisprudencial traz este entedimento para efeito do art. 224 da CLT, em razão da expressa previsão legal.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) publicou uma Orientação Jurisprudencial (OJ) que pacifica que os empregados de cooperativas de crédito não se equiparam a bancários. A OJ nº 379 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais traz este entendimento para efeito de aplicação do art. 224 da CLT, em razão da expressa previsão legal e, ainda, das diferenças estruturais e operacionais entre as instituições financeiras e as cooperativas de crédito.
A Orientação foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho nº 461, de 19 de abril de 2010. Para o advogado da OCB Arlyson Horta, tal Orientação Jurisprudencial é um avanço para o cooperativismo de crédito brasileiro diante de decisões contrárias que traziam prejuízos à categoria.
Fonte: OCB
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| | publicado em 27/4/2010 16:51:16 | | | | |
| Banco Central divulga ranking das 50 maiores cooperativas de crédito do Brasil | | O Banco Central divulgou o ranking das 50 maiores cooperativas de crédito do Brasil, com data base de dezembro 2009.
O ranking leva em conta a análise de quatro dados principais: Ativos Totais, Depósitos Totais (excluídos Fundos e Poupança), Operações de Crédito (excluídas as Coobrigações – ex.: BNDES) e o Patrimônio Líquido. O levantamento baseou-se nos balanços divulgados (Ativo e Passivo) e por este motivo não utiliza os dados registrados nas contas de Compensado.
No Ranking Geral, nove Unicred’s tiveram destaque. Em 8º lugar: Unicred Norte do Paraná (sede Londrina/PR); 17º lugar: Unicred Mato Grosso (sede Cuiabá/MT); 18º lugar: Unicred Florianópolis (sede Florianópolis/SC); 20º lugar: Unicred Centro Brasileira (sede Goiânia/GO); 25º lugar: Unicred João Pessoa (sede João Pessoa/PB); 34º lugar: Unicred Porto Alegre (sede Porto Alegre/RS); 39º lugar: Unicred Fortaleza (sede Fortaleza/CE); 42º lugar: Unicred Rio (sede Rio de Janeiro/RJ); 47º lugar: Unicred Campinas (sede Campinas/SP).
Este ranking leva em conta o volume de ativos, os depósitos (a vista e a prazo), o patrimônio líquido, e a carteira de crédito. Cada um destes itens faz parte do ranking, analisando a posição de cada Cooperativa entre as demais, item a item e, ao final, encontra-se as classificações obtidas por cada uma delas.
Em Patrimônio Líquido, quatro Unicred’s tiveram destaque. Em 4º lugar: Unicred Norte (PR), R$ 164 milhões (Capital Social R$ 156 milhões); 9º lugar: Unicred João Pessoa (Livre Admissão); R$ 94 milhões (Capital Social R$ 82 milhões); 14º lugar: Unicred Mato Grosso (CECM dos Médicos e Empresários do Mato Grosso), R$ 70 milhões (Capital Social R$ 60 milhões); 20º lugar: Unicred Alagoas (CECM P. Saúde Alagoas); R$ 62 milhões (Capital Social R$ 57 milhões).
Em Ativos Totais, a Unicred que se destacou foi a Unicred Norte (PR), R$ 366 milhões.
Em Depósitos Totais, quatro Unicred’s foram destacadas. Em 13º lugar: Unicred Florianópolis com R$ 189 milhões; 14º lugar: Unicred Centro Brasileira ECM Prof. Saúde (Goiânia) com R$ 172 milhões; 16º lugar: Unicred Norte PR com R$ 171 milhões; 18º lugar: Unicred Porto Alegre com R$ 164 milhões.
Em Depósitos à Vista, duas Unicred’s se destacaram. Em 9º lugar: Unicred Centro Brasileira ECM Prof. Saúde (Goiânia), com R$ 47 milhões e em 14º lugar: Unicred Norte PR, com R$ 38 milhões.
Em Operações de Crédito, a Unicred Norte PR ficou em 13º lugar, com R$ 179 milhões.
Em Sobras, a Unicred Centro Brasileira ECM Prof. Saúde (Goiânia) ficou em 4º lugar, com R$ 12,8 milhões, e a Unicred Mato Grosso (CECM dos Médicos e Empresários do Mato Grosso) em 8º lugar, com R$ 8,4 milhões.
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| | publicado em 23/4/2010 14:55:08 | | | | |
| Artigo: Economia Verde | | O seminário “Uma Nova Agenda para o Desenvolvimento Brasileiro”, organizado pelo Partido Popular Socialista (PPS), contou com paineis sobre o agronegócio, sustentabilidade, revolução energética e nova matriz de transportes. No papel de coordenador da Comissão Programática do partido, faço aqui um breve relato sobre a de políticas públicas capazes de colocar o Brasil no caminho de uma Economia Verde.
Presentes ao encontro personalidades e especialistas, como o ex-presidente da República, Itamar Franco, o ex-ministro do Planejamento (1992-1994), Paulo Haddad, o economista e ex-presidente do IBGE, Sérgio Besserman, e Xico Graziano, ex-secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e coordenador do programa da pré-candidatura de José Serra. Destaco que o resultado deste debate servirá de subsídio para a as propostas do PPS e para o programa de governo do tucano.
Superado o desafio de estabilidade econômica, passada a crise financeira que abalou as principais economias do mundo, o momento é de nos prepararmos para uma economia de baixo carbono, que aperfeiçoe o uso dos nossos recursos naturais por meio a inovação tecnológica e da eficiência energética.
Temos a matriz energética mais limpa do mundo, graças à hidroeletricidade e ao etanol, todavia a descoberta do potencial da camada do pré-sal pode nos levar a uma acomodação e o conseqüente aumento do uso de energias fósseis, num momento em que o mundo discute o fim da Era do Petróleo.
É fundamental direcionarmos os recursos advindos desta riqueza submersa para a melhoria da educação, claro, mas também para fomentar pesquisas em torno de fontes energéticas limpas e renováveis, tais como a solar, a eólica, biodiesel, as células de energia (ex.: hidrogênio) e o etanol celulósico, além de intensificar o uso da bioeletricidade, oriunda da queima do bagaço da cana, como a energia complementar a hidráulica. Para tanto, é necessário estabelecer um cronograma de leilões específicos de energia nova, linhas de crédito subsidiadas (via BNDES), e inovação tecnológica.
Também é necessário contarmos com uma Política Nacional de Eficiência Energética. Já existem iniciativas isoladas, apesar de bem sucedidas, como as duas leis (nº 9.991/00 2 a nº 10.295/01), além do Proesco e do Procel. É pouco, diante do potencial de economia da ordem de R$ 6,8 bilhões/ano, segundo estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e da Petrobras.
Aproveito para destacar o potencial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da qual fui um dos responsáveis pela aprovação na Câmara dos Deputados e que ainda aguarda pela votação no Senado, como um bom exemplo de política pública que traz benefícios ao meio ambiente, concomitantemente, a geração de empregos, renda e novos negócios.
Na área de transportes, sou relator do projeto de construção de eclusas e defendo a diversificação da matriz de transportes, com investimentos em ferrovias e hidrovias para facilitar o escoamento da produção, baratear os custos de transporte e logística, além de reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa.
Cabe a política assumir o papel de fio condutor para amarrar as diversas iniciativas, estabelecer premissas, coordenar mudanças de atitudes e direcionar a nossa sociedade rumo a um desenvolvimento, realmente, sustentável. Vendo o entusiasmo dos participantes do nosso seminário, estou convencido de que o PPS está preparado para isto! Essa é uma das premissas que nortearão nossas propostas para as próximas eleições.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 23/4/2010 14:10:20 | | | | |
| Saiba como participar da Assembleia Geral Ordinária da Ocesp | | No dia 23 de abril, a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) promove Assembleia Geral Ordinária (AGO), em São Paulo. A pauta contemplará a prestação de contas do Conselho Diretor referente ao exercício de 2009, e a eleição para os Conselhos Diretor e Fiscal para o período de 2010 a 2014. De acordo com o Edital de Convocação para a AGO, publicado no Diário de S. Paulo no dia 16 de março e enviado a todas as cooperativas registradas na Ocesp, a cooperativa deve ser representada pelo seu presidente, na qualidade de delegado.
No caso de impedimento da participação do presidente, a cooperativa pode ser representada por substituto legal, credenciado por delegação. Para tanto, deve ser preenchido formulário fornecido pela Ocesp, com firma reconhecida da assinatura do presidente e entregue à Central de Relacionamento, com pelo menos 48 horas antes da Assembleia.
É importante ressaltar também que a cooperativa deve confirmar sua participação na Assembleia até o dia 19 de abril de 2010, impreterivelmente. E deve estar regular na Ocesp, com a contribuição cooperativista em dia, assim como com o cadastro atualizado ou comparecer no dia da Assembleia com uma cópia da ata da eleição devidamente arquivada na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp).
Mais informações: Central de Relacionamento - (11) 3146-6287; atendimento@ocesp.org.br
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| | publicado em 15/4/2010 12:24:11 | | | | |
| Bancos vão reduzir valor mínimo da TED para R$ 3 mil | | Os bancos irão reduzir, a partir de 21 de maio, o valor mínimo para transferência eletrônica, a TED, que são as operações creditadas na conta de destino no próprio dia. O valor mínimo para a operação cairá de R$ 5 mil para R$ 3 mil, segundo informou hoje a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Na TED, os recursos são creditados na conta no mesmo dia, diferente do DOC (documento de crédito), em que o valor é liberado apenas no dia útil seguinte. Outra diferença entre TED e DOC diz respeito ao valor. Para a TED não há limite máximo, enquanto o DOC é utilizado para transferências inferiores, hoje, a R$ 5 mil, podendo ser estornada. Não há estorno para TED.
Com a redução do valor mínimo, a expectativa é que a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) passe a realizar 335 mil TEDs diariamente. Em março, a CIP processou 279 mil TEDs por dia. Dentro do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a CIP é a responsável por fazer esse tipo de operação. Na avaliação da Febraban, a redução do limite mínimo da TED garante maior agilidade ao sistema de pagamentos e também maior segurança.
Fonte: Agência Estado |
| | publicado em 15/4/2010 09:58:55 | | | | |
| Cooperativas de Crédito e Pontos de Atendimento | | A Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, estabeleceu novos alicerces jurídicos para o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, conferindo maior segurança e credibilidade para o setor. De fato, esse novo marco legal imprimiu maior disciplina à atuação de cooperativas centrais de crédito e de confederações de cooperativas de crédito, inclusive no que tange à supervisão auxiliar de suas filiadas, na medida em que definiu regras atinentes à assistência de cooperativas de crédito mediante administração temporária em regime de co-gestão, possibilitando maior profissionalização da gestão das cooperativas com a criação de diretoria-executiva, composta por associados ou não, eleita e subordinada ao Conselho de Administração.
A nova lei surge em momento de natural reorganização do segmento, por meio da qual as instituições procuram obter escala e competitividade, tendo-se observado consistente aumento no número de processos de incorporações entre cooperativas de crédito desde 2003, quando foram aprovados dois pleitos da espécie pelo Banco Central. Em 2009, foram aprovados dezoito pleitos até junho. Atualmente, as cooperativas respondem por 2,4% do volume das operações de crédito do SFN.
Não obstante o aumento das incorporações, ainda é grande o número de cooperativas com pequeno número de associados, com área de ação restrita e, em muitos casos, com público-alvo coincidente com outras que atuam nas mesmas localidades. Assim, há perspectiva de manutenção desse processo de aglutinação nos próximos anos.
Fonte: Relatório de Estabilidade Econômica do BACEN |
| | publicado em 9/4/2010 14:50:48 | | | | |
| Artigo: Cana – Safra 2010 | | As colheitadeiras e cortadores avançam sobre os canaviais, as moendas retiram o caldo da planta, as caldeiras começam a produção de etanol, de açúcar e de bioeletricidade que devem alimentar postos de combustíveis, gôndolas, redes de transmissão de energia elétrica e pelos portos, ganhar o mundo.
Começa mais uma safra na região Sudeste, em meio a grandes expectativas de expansão nos mercados, interno e externo, uma crescente concentração no setor sucroenergético, com fusões e aquisições, e reestruturação financeira, após quase dois anos de preços retraídos.
Diante disso, urge a necessidade de contarmos com um melhor planejamento, estabilidade e previsibilidade da produção, no sentido de atendermos a atual demanda, evitarmos grandes oscilações de preços e começarmos a pavimentar o caminho rumo à liderança mundial no setor de biocombustíveis.
A decisão da Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA de considerar o etanol produzido a partir da cana um combustível capaz de reduzir a emissão de poluentes derruba uma das principais barreiras não tarifárias à entrada do nosso etanol no mercado americano e, pode representar, a abertura do mercado global.
Participei da Convenção Latino Americana do Projeto de Sustentabilidade Global dos Biocombustíveis (GSB), que reuniu especialistas nacionais e estrangeiros. Na ocasião, o Prof. Dr. Lee Lynd, presidente do Comitê Diretor, foi taxativo: o Brasil tem condições de ser o primeiro a produzir comercialmente o etanol celulósico e se tornar líder neste mercado.
Não é por acaso, que estamos observando um grande processo de concentração, com o qual o Governo precisa estar atento para assegurar a sobrevivência de pequenos e médios produtores.
Cientes de que estamos falando de uma atividade privada, é fundamental compatibilizarmos seus interesses com os do Estado. Defendo a definição do papel estratégico da bioeletricidade e do etanol na matriz energética. Para tanto, defendo a criação de uma Secretaria Nacional para o Desenvolvimento das Energias Renováveis, órgão que estaria ligado à Presidência da República, com a participação de toda a cadeia produtiva. Hoje, questões se dispersam em vários ministérios e secretárias, com diferentes linhas de abordagem, interesses e grau de atuação.
Entre suas atribuições, destaco a elaboração de um marco regulatório específico para os biocombustíveis, capaz de melhorar o planejamento, assegurar estabilidade e a previsibilidade na produção. Para tanto, defendo as seguintes propostas:
– Fortalecer as comercializadoras e rever a atual estrutura de comercialização;
– Estabelecer um tratamento tributário diferenciado para os biocombustíveis;
– Definir as responsabilidades quanto ao transporte e a logística, fortalecendo parcerias entre governo e iniciativa privada (ex.: PPPs) para viabilizar a construção de alcooldutos, hidrovias e ferrovias;
– Garantir a warrentagem como um instrumento anual, com recursos orçamentários garantindos;
– Estabelecer uma estratégia de comercialização internacional dos biocombustíveis;
– O estabelecimento da bioeletricidade como fonte energética prioritária em complementariedade à energia hídrica;
– Monitorar e fiscalizar o cumprimento das exigências socioambientais.
Ninguém discute as excelentes perspectivas para o nosso setor sucroenergético, afinal temos as melhores condições geográficas, climáticas, culturais, econômicas e tecnológicas. Portanto, o papel do Brasil pode ser – e será – extraordinário e estamos nos preparando para isto.
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 9/4/2010 10:29:06 | | | | |
| Jucesp adequa preço de arquivamento para cooperativas | | Baixou de R$ 128,00 para R$ 54,00 o preço de tabela da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) para qualquer ato de arquivamento de documentos de cooperativas. A iniciativa, proposta pelo vogal Aramis Moutinho Jr., representante do cooperativismo na Junta e superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), foi aprovada por unanimidade pelo colégio de vogais em plenária realizada nesta terça-feira, 6 de abril de 2010.
Aramis conseguiu sensibilizar seus colegas vogais de que o preço mais adequado às cooperativas seria o equivalente cobrado das Sociedades Empresárias e não o valor correspondente às S/A (Sociedades por Ações), como vinha sendo praticado. O vogal do cooperativismo ressalta que foi uma significante conquista, uma vez que as cooperativas costumam arquivar dezenas de documentos no ano. “Conquistamos uma economia de quase 60%, um importante incentivo para a manutenção da regularidade dos atos constitutivos das sociedades cooperativas”, ressalta Aramis, acrescentando que a nova tabela contribuirá, especialmente, para que os empreendimentos com menos recursos possam se manter regulares perante a lei.
A medida será publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nos próximos dias, e passará a vigorar após a publicação.
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| | publicado em 9/4/2010 09:40:00 | | | | |
| Sistema Ocesp visita Unicred Bandeirante | | O consultor do Núcleo Regional Centro Paulista do Sistema Ocesp, Alex Souza, reuniu-se com diretores da Unicred Bandeirante na última quarta-feira, 24 , na sede da cooperativa, em Piracicaba. Além de apresentar as ações realizadas pelo Núcleo Regional, a reunião também abordou a realização de cursos e confirmou a adesão da Unicred Bandeirante ao Mosaico Teatral 2010.
A Unicred Bandeirante colocou à disposição do Sistema Ocesp sua estrutura física para eventos, reuniões e treinamentos. Com a criação dos Núcleos Regionais, o Sistema visita constantemente todas as cooperativas paulistas. O objetivo principal é captar as reais necessidades das cooperativas, para que as ações da Ocesp, Sescoop/SP e Fescoop/SP, que compõem o Sistema Ocesp, sejam estruturadas para o bom atendimento dos empreendimentos cooperativos do Estado de São Paulo.
Intercooperação
A troca de experiências entre as cooperativas foi outro tema abordado na reunião. “Pretendemos buscar a intercooperação com as cooperativas da região, com intuito de fortalecer o cooperativismo, promovendo também rodadas de negócios e eventos que possibilitem divulgar os dados qualitativos e quantitativos das cooperativas”, sugeriu o presidente da Unicred Bandeirante, Emerson Assis.
Participaram da reunião, além do presidente da cooperativa e do consultor da Ocesp os diretores Valdir Collucci Machado, Armando Fornari, Geraldo Borges Jr. e Jorge Yutaka; os superintendentes Max Souza da Silva e Paulo Godoy, a assessora Tânia Regina Silvestre e o gestor operacional João Ângelo de Moraes.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Ocesp
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| | publicado em 31/3/2010 16:25:34 | | | | |
| Artigo: Educação para o consumo | | Vivemos em uma sociedade capitalista onde o consumo ajuda a definir quem somos, onde o poder de compra e os bens adquiridos dizem muito sobre casa um de nós. Em meio as comemorações do Dia Mundial dos Direitos do Consumidor e às vésperas do Código de Defesa do Consumidor completar 20 anos, proponho uma reflexão e um desafio: buscarmos equilíbrio entre desenvolvimento econômico e a conservação e preservação ambiental assim melhorando nossa qualidade de vida.
A maioria das pessoas acredita que as soluções para os grandes problemas da humanidade passando ao largo das atitudes cotidianas. Aquecimento global e as mudanças climáticas; a poluição do ar nos centros urbanos; a contaminação dos recursos hídricos; a multiplicação de lixões a céu aberto; o desperdício – todos são problemas crônicos que afetam a vida de todos nós.
Para elas, cabem aos governos, parlamentos e entidades setoriais a elaboração e implantação de medidas voltadas para a sustentabilidade.
Como parlamentar, sei desta responsabilidade e não me abstenho, até porque estive diretamente envolvido na aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), fui relator da proposta que instituiu o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas e coordeno o Grupo de Trabalho de Eficiência Energética, na Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal. Todavia, de nada vale aprovarmos políticas públicas sem a efetiva participação da sociedade de cada um e nós!
Os atuais padrões de consumo são insustentáveis. Consumir implica em um processo de seis etapas que, normalmente, realizamos de modo automático e muitas vezes impulsivo. Antes de comprar é preciso decidir o que consumir, por que consumir, como consumir, de quem consumir, como usar e, por fim, fazer o descarte .
Por isso o consumo é algo muito importante e que provoca diversos impactos. Primeiro, em nós mesmos, já que temos que arcar com as despesas do consumo e também nos beneficiamos do bem estar derivado dele. Depois, o impacto na economia, porque ao adquirirmos algo, movimentamos a máquina de produção e distribuição, ativando a economia. Assim como, afeta a sociedade, porque é dentro dela que ocorrem a produção, as trocas e as transformações provocadas pelo consumo. E por fim, o impacto sobre a natureza, que nos fornece as matérias-primas para a produção de tudo o que consumimos.
O cidadão comum não pode abster-se de tomar para si a decisão de incorporar, no dia-a-dia, novos padrões de consumo, optando por minimizar a geração e aliar com uma destinação adequada do próprio lixo; medidas para racionalizar o consumo de água; práticas para reduzir as emissões de poluentes; além de cobrar das autoridades competentes medidas mais incisivas em relação à preservação e a conservação do meio ambiente em que vivemos.
Mais do que falar, é importante agir. Por isso, elaborei um Manual Prático de Cidadania Ambiental que, além de ser um breve relato da minha atuação parlamentar na defesa do meio ambiente, é uma publicação que apresenta alternativas para um desenvolvimento sustentável e busca disseminar práticas simples que, a primeira vista parecem uma gota em um oceano, mas que incorporadas ao senso comum podem desencadear uma grande transformação do nosso modo de vida.
Organizações não-governamentais, movimentos sociais, entidades empresarias, e as diferentes esferas da administração pública precisam adotar um postura menos alarmista e punitiva, sendo mais agregadoras, ou seja, procurando mobilizar os diversos segmentos da sociedade em prol do bem comum, seja por meio da educação, campanhas de conscientização, adoção de balanços socioambientais. Trazer o cidadão comum para o debate sobre o futuro das próximas gerações.
O consumo é um dos nossos grandes instrumentos de bem estar, mas precisamos aprender a produzir e consumir os bens e serviços de uma maneira diferente da atual, visto que o modelo hoje utilizado de produção e consumo contribuiu para aprofundar alguns aspectos da desigualdade social e do desequilíbrio ambiental. Mas as coisas não precisam ser assim e existe um enorme potencial para que o consumo que nos trouxe a essa situação, se exercido de outra forma, mude nosso cotidiano, nossa sociedade! Exerça a cidadania no ato de consumir! Consuma com consciência!
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 25/3/2010 14:57:46 | | | | |
| Artigo: Pintou limpeza! | | Aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Após 19 longos anos de espera, um fato histórico comemorado por cooperativas de produtos recicláveis, empresários, representantes de ONGs ambientais, entidades setoriais de reciclagem, representantes do governo e parlamentares. Foi um momento emocionante e recompensador, uma demonstração clara de que é possível fazer política com espírito público e participação efetiva da sociedade.
Há décadas, países desenvolvidos implantaram políticas que melhoraram a qualidade de vida, a saúde pública, além de ajudar na preservação dos recursos naturais. Agora, o Brasil pode caminhar na direção das experiências internacionais bem sucedidas, a partir de uma diretriz ambiental e socioeconômica para que o lixo se transforme em alternativa de geração de renda, empregos, oportunidades de negócios e de sustentabilidade.
Fui presidente do Grupo de Trabalho (GTRESID) destinado a examinar o parecer proferido pela Comissão Especial ao Projeto de Lei nº 203, de 1991, que dispõe sobre o acondicionamento, a coleta, o tratamento, o transporte e a destinação final dos resíduos de serviços de saúde. Nos últimos 20 meses, o GTRESID realizou várias atividades, entre audiências públicas, visitas técnicas, reuniões setoriais e promoveu um diálogo intenso e permanente com a sociedade.
A proposta reúne conceitos modernos de gestão de resíduos sólidos, entre elas: responsabilidade compartilhada; gestão integrada; inventário; sistema declaratório anual; acordos setoriais; ciclo de vida do produto; não-geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos; logística reversa; princípios do direito ambiental; a elaboração de planos de gestão (na esfera Nacional, dos Estados e Municípios) e de gerenciamento (pelo setor empresarial); e o destaque para a inclusão social por meio do fortalecimento das cooperativas de catadores.
Particularmente, tenho comigo o sentimento de dever cumprido, pois quando eleito deputado federal, em 2006, assumi o compromisso de elaborar, articular e cobrar a aprovação da PNRS, após a bem sucedida experiência com a lei estadual 12.300/2006, em que fui o autor e conseguimos disciplinar a gestão dos resíduos sólidos no Estado de São Paulo.
Reconheço que não foi uma tarefa fácil. Afinal, o Congresso Nacional tinha uma imensa dívida com a sociedade e a missão de compatibilizar interesses, legislações esparsas, resistências de ordens distintas e as recentes exigências socioambientais.
Além da experiência enriquecedora, todo o processo de elaboração e aprovação da PNRS foi de extrema importância para a conscientização da preservação do meio ambiente e um sinal claro de que o Brasil está fazendo a sua parte para melhorar a vida no planeta. Essa legislação deve somar-se a outras políticas nacionais como a de Saneamento, de Mudanças Climáticas, de Meio Ambiente e de Educação Ambiental.
Acredito que a proposta deve ter uma rápida tramitação no Senado e depois segue para ser sancionada pelo Presidente da República.
Nestas parcas linhas será difícil mencionar a todos que contribuíram para que este desafio fosse superado, mais a certeza de que este trabalho poderá desencadear profundas transformações nos modos de produção, consumo e da própria relação entre o ser humano e o meio ambiente, é a herança de sustentabilidade que deixaremos para as futuras gerações.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 15/3/2010 14:07:15 | | | | |
| Aplicações financeiras de cooperativas de crédito são isentas de IR | | O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio da súmula 262, já pacificou o entendimento que, embora os atos das cooperativas – de um modo geral - sejam isentos de Imposto de Renda (IR), quando se trata do resultado de aplicações financeiras realizadas por estas entidades o IR incide sim, porque tais operações não são referentes a atos cooperativos típicos. A exceção, contudo, fica por conta das cooperativas de crédito.
Em recente decisão, a Segunda Turma do STJ considerou que no caso específico das cooperativas de crédito, as aplicações financeiras são consideradas “atos cooperativos típicos” e, por isso, têm direito à isenção do imposto. Por conta disso, a Segunda Turma rejeitou agravo regimental que tinha como objetivo, definir se operações financeiras realizadas pela Cooperativa de Crédito do Vale do Itajaí (SC) – Viacredi, poderiam ser ou não isentas.
Tanto a Fazenda Nacional como o Ministério Público Federal (MPF), ao apresentarem recurso contra decisão que favoreceu a Viacredi, destacaram que as normas que concedem isenção devem ser interpretadas de maneira estrita. A Fazenda Nacional levantou o argumento de que “não parece possível ampliar o conceito de ato cooperativo para abarcar aplicações financeiras das cooperativas no mercado”. Já o MPF defendeu que “as aplicações realizadas por cooperativas com pessoas não associadas não se coadunam com seu objetivo social, pois auferem renda, obtêm lucros e assim, configuram hipótese de incidência tributária”.
De acordo com o relator do processo no STJ, o ministro Herman Benjamin, “se as aplicações financeiras das cooperativas que atuam com crédito, por serem atos cooperativos típicos, não geram receita, lucro ou faturamento, o resultado positivo decorrente desses negócios jurídicos não sofre incidência do imposto de renda”.
Na prática, todas as cooperativas continuam pagando imposto de renda sobre aplicações financeiras, exceto as cooperativas de crédito, uma vez que, nessa hipótese, tal ato envolve a atividade fim da empresa. O ministro negou provimento ao agravo interposto pelo MPF e deu provimento parcial a recurso da Fazenda Nacional. Neste último caso, apenas para alterar valores quanto ao pagamento de honorários advocatícios.
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| | publicado em 9/3/2010 10:14:25 | | | | |
| 5 de março - Dia da Integração Cooperativista | | No próximo dia 5 de março, o ramo cooperativo comemora o Dia da Integração Cooperativista, que tem como objetivo a união entre as organizações cooperativistas. A ideia é mostrar para a sociedade a importância do movimento e levar ao conhecimento de todos, que as cooperativas podem se fortalecer e promover o desenvolvimento sustentável da comunidade.
Conheça mais sobre o cooperativismo
O cooperativismo surgiu no contexto da Revolução Industrial, como alternativa à exploração da classe trabalhadora. Depois do sucesso da primeira cooperativa, fundada em 1844, por tecelões de Rochdale, na Inglaterra, a experiência se difundiu no mundo inteiro. No Brasil, o movimento se iniciou por colonos europeu no norte do Paraná, em 1847.
Até a segunda metade do século XX, predominaram as cooperativas ligadas à agricultura. A partir de então, com o crescimento das cidades e a emergência de maiores problemas sociais nesse espaço, houve a expansão das organizações de trabalhadores urbanos.
Assim, foi fundada em Minas Gerais a primeira cooperativa agropecuária. Os trabalhadores da Cia. Paulista de Estrada de Ferro, localizada em Campinas, criaram a primeira no setor de consumo. No Rio Grande do Sul, se iniciou o cooperativismo no setor de crédito. Somente neste segmento, existem hoje 1.113 organizações que geram cerca de 38,7 mil empregos e possuem cerca de 3,2 milhões de associados, de acordo com estudo da Organização das Cooperativas Brasileiras.
A organização cooperativista caracteriza-se por ser gerida de forma democrática e participativa, de acordo com aquilo que pretendem seus associados. O modelo chama a atenção porque pode ser aplicável à qualquer área, apresentando-se como solução eficiente para os problemas econômicos e sociais enfrentados por boa parte da população.
Unicred força no cooperativismo de crédito
A Unicred Central SP surgiu em 1993 para gerenciar singulares do estado, que na época eram quatro e hoje, devido ao processo de incorporação, são 17 e abrangem 42 municípios com o total de 23.847 cooperados.
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| | publicado em 3/3/2010 09:52:23 | | | | |
| Artigo: Cooperativas: exemplo de economia solidária | | União para o trabalho e oportunidade para todos! As cooperativas são um bom exemplo para definir a economia solidária, o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010, lançada no dia 17 de fevereiro. Um tema muito oportuno neste momento, diante da fragilidade de regras no mercado, mesmo após a crise financeira, do assistencialismo político-eleitoral que ganha cada vez mais espaço na administração pública e da necessidade de repensarmos um novo modelo econômico, menos excludente e verdadeiramente emancipador.
“A economia não é algo odiado, porém é preciso atentar para o seu modo de usá-la e desenvolvê-la. Não fazemos uma crítica a uma pessoa ou governo, mas a uma mentalidade de concentração de renda e de colocar a economia como finalidade de vida em que poderíamos olhar mais a pessoa humana, principalmente as pessoas excluídas que devem ser mais consideradas”. As palavras do representante da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o arcebispo dom José Alberto Moura, resume bem os princípios que regem o verdadeiro cooperativismo.
É cedo para uma reflexão mais aprofundada sobre a crise financeira que balançou as principais economias do mundo, só que algumas lições já podem ser aprendidas. As regras de mercado se mostraram falhas ao privilegiar as análises macroeconômicas em detrimento da realidade das pessoas, assim como, a busca pelo lucro por si só desconectada da promoção do bem estar social também não tem lastro, fomenta apenas a especulação e aumenta as desigualdades sociais no mundo. Ficou claro que o lucro não pode ser encarado como fim, mas o meio para estimular grandes transformações sócio-econômicas.
Cada vez mais, a teoria econômica tem dado ênfase a microeconomia e as iniciativas de democratização do crédito. Exemplo disso foi à escolha do economista Muhammad Yunus, de Bagladesh, criador do micro crédito, para receber o Prêmio Nobel da Paz de 2006. Os organizadores do prêmio enfatizaram, na época, uma premissa fundamental: não é possível haver paz sem que haja desenvolvimento, e não há desenvolvimento se persistir a pobreza, a fome e a exclusão.
Desta forma, é possível estabelecer vínculos, mesmo que involuntários, entre os princípios do cooperativismo com a necessidade de repensarmos um novo modelo de economia que desejamos para as próximas décadas, tais como: a adesão voluntária e livre (sem qualquer tipo de discriminação), o interesse pela comunidade, a autonomia e independência, a educação, formação e informação, a gestão democrática, a participação econômica dos membros, a intercooperação, além, é claro, da responsabilidade social.
Hoje, a maioria dos países desenvolvidos que contam com os melhores índices de qualidade de vida, a cultura cooperativista tem um lugar de destaque. Nos EUA, existe mais de 150 milhões de pessoas associadas a cooperativas, o que representa 60% da população. Em países como a Dinamarca, não existe uma legislação específica para o cooperativismo. Na Alemanha, 80% dos agricultores e 75% dos comerciantes estão organizados desta forma, onde o próprio movimento cooperativo instituiu um sistema de Controle e Auditoria das Cooperativas, que faz todo o tipo de fiscalização e acompanhamento das sociedades cooperativas.
No Brasil, o cooperativismo já representa 6% do PIB (Produto Interno Bruto), faturando cerca de R$ 85 bilhões anualmente. Dispomos de mais de 7,7 mil cooperativas, com seus oito milhões de associados, que empregam mais de 250 mil pessoas. O problema é que ainda padecemos da incompreensão jurídica, a partir de legislações com forte atuação dos órgãos governamentais, de controle e fiscalização das cooperativas. Apesar de termos comemorado vitórias importantes no âmbito do Legislativo, no sentido de escorar o crescimento do sistema cooperativista a partir de um marco legal capaz de contemplar os avanços dos 13 ramos de atividade no País, ainda permanece a indispensável e urgente necessidade de aprovarmos o PLC 131/09 que regulamenta o Cooperativismo de Trabalho e um novo texto para o Ato Cooperativo.
Desta maneira, reafirmo o compromisso, como parlamentar, de lutar para que o cooperativismo possa crescer, de maneira sustentável, transformando a realidade de um País tão desigual, a partir dos princípios que regem o verdadeiro cooperativismo.
Arnaldo Jardim é deputado (PPS-SP) e diretor da Frencoop (Frente Parlamentar pelo Cooperativismo)
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| | publicado em 25/2/2010 16:35:01 | | | | |
| Agências reguladoras preocupam Frencoop | | Frente se reuniu para discutir ainda o lançamento da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2010
Um grupo de deputados da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) se reuniu na manhã de quarta-feira (10/2), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Eles discutiram o projeto de lei que dispõe sobre a gestão das agências reguladoras, pois, segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, é fundamental a participação da Frente nas proposições de emendas que contemplem os interesses do cooperativismo junto às agências.
O encontro também foi motivado pelo lançamento da quarta edição da Agenda Legislativa do Cooperativismo, marcada para março, e pela realização do XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo (XIII CBC), em setembro.
Logo no primeiro ano de lançamento da Agenda, em 2007, o cooperativismo experimentou uma série de avanços considerando que a publicação orientou o trabalho parlamentar da Frencoop na defesa das cooperativas junto ao Congresso Nacional. A publicação chega em 2010 com novos desafios que impactam diretamente no desenvolvimento do setor no País.
O XIII CBC, que tem como tema “Cooperativismo é sustentabilidade: o desafio da inovação”, será de 9 a 11 de setembro deste ano, em Brasília (DF). A OCB vai realizar o evento propondo inovação por meio de uma ampla mobilização e participação ativa dos associados das cooperativas brasileiras.
Presenças - Estiveram presentes no encontro desta quarta-feira, os deputados coordenadores de ramos do cooperativismo que tem ligação com as referidas agências: Arnaldo Jardim (Ramo Crédito), Odacir Zonta (presidente da Frencoop), Moreira Mendes (Ramo Agropecuário), Valdir Colatto ( Ramo Consumo), lLelo Coimbra (Ramo Transporte), Edinho Bez ( Ramo Infraestrutura), Dr. Talmir representando o D. Ubiali (Ramo Saúde), Paulo Piau (secretário geral da Frencoop) e Moacir Micheletto (integrante da diretoria da Frencoop). Participou ainda da reunião o presidente do Sistema Ocesp-Sescoop/SP, Edivaldo Del Grande, e o vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Irno Augusto Pretto.
Fonte: OCB
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| | publicado em 12/2/2010 14:07:39 | | | | |
| Ocesp lança Manual de Orientações para Assembleia de Cooperativas | | A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) acaba de lançar o Manual de Orientações Assembleia de Cooperativas. A publicação, que tem como autores o advogado Paulo Vieira, da Ocesp, e a consultora do Sescoop/SP Lajyárea Barros, é fruto das reflexões dos profissionais a partir de dúvidas de cooperativas de todos os segmentos. “O leitor encontrará informações necessárias para preparar e realizar as assembleias. Estão detalhados no livro os tipos de assembléia, formas de convocação, pautas obrigatórias, quorum para instalação e aprovação das matérias, entre outros aspectos”, adianta Vieira.
O livro sistematiza conteúdos do curso Assembleia Geral, que o Sescoop/SP oferece neste ano nos cinco núcleos regionais. “Em nosso cotidiano, recebemos dezenas de consultas das cooperativas, com dúvidas diversas sobre todos os detalhes que envolvem as assembléias. Procuramos apresentar modelos para facilitar a realização de um dos eventos mais importantes de qualquer empreendimento cooperativo”, analisa o advogado.
De acordo com Paulo Vieira, a obra retoma a tradição da Ocesp em fornecer publicações para o aprofundamento de aspectos relativos à gestão das cooperativas. Outras publicações já estão sendo planejadas pelo conselho editorial do Sistema Ocesp (formado pela Ocesp, o Sescoop/SP e a Fescoop/SP).
Como adquirir
As cooperativas regulares no Sistema Ocesp receberão gratuitamente um exemplar do livro. Demais interessados poderão adquirir o livro por R$ 20,00. Saiba mais: (11) 3146-6287.
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| | publicado em 11/2/2010 09:49:15 | | | | |
| Contribuição cooperativista: pagamento em fevereiro garante desconto de 8% | | As cooperativas paulistas que não conseguiram recolher a contribuição cooperativista 2010 em janeiro ainda podem garantir um bom desconto. Os empreendimentos que optarem pelo pagamento em parcela única até o dia 28 de fevereiro terão desconto de 8%. A contribuição é fundamental para a defesa dos interesses das cooperativas, pois garante a atuação da Ocesp e do Sistema OCB.Mais informações com Sileni Elias: (11) 3146-6234 ou sileni@sescoopsp.org.br |
| | publicado em 8/2/2010 10:57:52 | | | | |
| Artigo: Legislar é preciso | | No próximo dia 1º de fevereiro, inicia-se o ano Legislativo no Congresso Nacional, onde matérias importantes para o País precisam ser votadas. Destacadamente, aponto algumas que merecem nossa especial atenção, tais como: o marco regulatório do Pré-Sal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, um conjunto de matérias de cunho ambiental, o Plano Nacional de Defesa, entre outras.
A aprovação do marco regulatório para exploração do Pré-Sal, por exemplo, deve predominar na pauta de votações, neste início de janeiro. Apesar das recentes manifestações da “ministra-candidata” de que o “atraso” na aprovação das medidas provisórias está comprometendo novos investimentos, esta se esquece de mencionar de que o Governo Federal demorou 19 meses (?!) para elaborar as propostas para mudar a atual Lei do Petróleo.
Digo isso, com conhecimento de causa, pois presidi a Comissão Especial de Capitalização da Petrobras, apresentando propostas e conduzindo um debate profundo sobre esta que deverá ser a maior operação de alavancagem de recursos do mercado global de capitais. Isso, sem deixar de lado os interesses dos acionistas minoritários, os milhares de brasileiros que investiram parte do seu FGTS na estatal. Também apresentei propostas nas outras MPs, que versavam sobre o Fundo Soberano, a criação da Petrosal e a alteração do modelo de exploração, tudo calcado na experiência de ter sido um dos membros mais atuantes da Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal.
Concordo que a questão é estratégica e que precisa ser votada, mas não deve ser refém do imediatismo ou da agenda eleitoral, pois estamos falando de definições de médio e longo prazo, imprescindíveis para o futuro do País.
Também temos a responsabilidade de votar o Plano Nacional de Defesa, que tem como premissas a reorganização das Forças Armadas, a reestruturação da indústria brasileira de material de defesa e a política de composição dos efetivos das Forças Armadas.
A conservação e a preservação ambiental também devem ter destaque, a partir da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Um trabalho bem sucedido, do qual fui coordenador do Grupo de Trabalho responsável pela proposta, que traz um conjunto de diretrizes inovadoras e pioneiras para transformar o problema do lixo em oportunidades de negócios e de geração de empregos e renda e que está tramitando em regime de urgência na pauta de votações da Câmara.
Após o fracasso na reunião das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), em que não houve a definição de metas e de compromissos efetivos para mitigar as emissões de gases de efeito estufa, é fundamental mantermos o esforço de colocarmos o Brasil na rota de uma economia com menos carbono. Neste momento Pós-Copenhague, existem diversas matérias que versam sobre a conservação e preservação ambientais que precisam ser votadas, no sentido de nos colocarmos na vanguarda das iniciativas globais para reduzir o efeito estufa.
O ano começa com temperatura em alta no embate político entre oposição e situação. Prenuncio de que a campanha eleitoral pode contaminar os trabalhos do Congresso Nacional e fazer com que projetos importantes fiquem relegados a um segundo plano, dando lugar à verborragia, que em nada contribui para melhorar a qualidade do debate, nem a imagem do Legislativo perante a sociedade. O Parlamento não pode parar a cada dois anos, o Brasil urge por reformas e temos tempo hábil para aprovar medidas importantes!
Citei alguns dos temas mais relevantes em pauta, claro que existem outras questões, mas acredito que possamos aprovar estas medidas antes do período eleitoral. Para tanto, é preciso colocar o interesse público a frente dos interesses político-partidários, ter uma visão de desenvolvimento de médio e longo prazo e respeitar o voto do eleitor que nos elegeu para um mandato de quatro anos.
Deputado Arnaldo Jardim – vice-líder do PPS na Câmara Federal
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| | publicado em 29/1/2010 09:46:21 | | | | |
| ANDIMA integra suas atividades às da ANBID | | A ANDIMA integrou suas atividades às da ANBID, passando ambas a constituir a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais).
Até que o processo de integração esteja totalmente concluído, os websites das duas associações manterão os respectivos conteúdos, tendo em vista a comodidade de seus usuários.
As certificações que são objetos de apontamento de auditoria mudaram de nome, agora o que era ANBID CPA 10 passou a ser Certificação Profissional ANBIMA Série 10. Para saber mais sobre essa certificação acesse http://certificacao.anbid.com.br/cpa10.asp
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| | publicado em 27/1/2010 16:11:10 | | | | |
| Crise beneficiou cooperativas de crédito | | Mesmo com o aumento na concessão de financiamentos pelas instituições financeiras tradicionais, a demanda por empréstimos nas cooperativas de crédito permanece em alta. Na avaliação dos diretores das cooperativas, a crise forçou o cooperado a conhecer melhor as facilidades e vantagens da contração de linhas de crédito nessas instituições. Com isso, mesmo com a retomada dos financiamentos pelos bancos, eles apostam na fidelização do cliente.
No caso da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais da Área de Saúde de Belo Horizonte e Cidades-polo de Minas Gerais (Credicom), a expectativa é manter o crescimento na liberação de empréstimos. "Além do aumento no número de associados que já possibilita maior quantidade de contratos, ainda existe uma tendência de profissionalização da gestão das empresas da área de saúde que vão demandar investimentos", afirmou o diretor Comercial da cooperativa, José Augusto Ferreira. No período da crise, a expressiva alta na procura por linhas de financiamento levou a Credicom a elevar a carteira de crédito, que passou de R$ 110 milhões para R$ 140 milhões. "Tudo indica que em 2010 vamos ter que novamente aumentar os valores", disse. No ano passado, os recursos direcionados para a aquisição de veículos pela Credicom bateu recorde, com o financiamento de 1,2 mil automóveis. Também foi registrado avanço expressivo na demanda por crédito para abertura de empreendimentos do setor.
A Credicom possui 29 mil cooperados, sendo 27 mil pessoas físicas, com uma média de empréstimo de R$ 20 mil. "Quando houve a eclosão da crise, o enxugamento do crédito pelos bancos atingiu principalmente as linhas com valores neste patamar, o que conseqüentemente impulsionou os negócios das cooperativas de crédito", observou o diretor Comercial da Credicom.
Na Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Engenheiros de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Engecred) ocorreu um movimento parecido, porém em proporções menores devido ao porte da cooperativa, que possui carteira de crédito inferior. "Como não conseguimos aumentar muito a captação, a carteira de crédito também não foi elevada de forma acentuada, mas os negócios ficaram mais aquecidos com a perspectiva de se manter em alta neste ano", disse o gerente-geral da Engecred, João Bosco Faria da Fonseca. Os contratos firmados pela cooperativa possuem valor médio de R$ 16 mil, e são voltados para o crédito pessoal, capital giro, antecipação de recebível e desconto de cheques. "Com o setor imobiliário aquecido e a expectativa de bons negócios visando as Olimpíadas, os engenheiros vão ter que reestruturar as empresas, o que deverá gerar maior demanda por crédito", afirmou. A Engecred possui 3,5 mil cooperados e atua na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
Um dos efeitos da retração econômica percebidos desde outubro de 2008 e que mais teve impacto nos negócios dos pequenos e médios empreendedores foi a escassez de linhas de financiamento no mercado. Foi desencadeada uma crise de confiança, que provocou o empoçamento do crédito nos bancos, que aumentaram as exigências para liberação dos empréstimos.
Os diretores de cooperativas consultados entendem que apesar de atualmente o crédito já estar em patamares considerados normais, as vantagens das cooperativas de crédito, como juros mais baixos, são suficientes para manter os negócios aquecidos. "O cooperado conheceu e experimentou uma modalidade diferente de crédito. As facilidades são consideravelmente maiores. Com isso, fica mais fácil fidelizar os clientes", observou o diretor Comercial da Credicom, José Augusto Ferreira.
Fonte: http://www.diariodocomercio.com.br/
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| | publicado em 27/1/2010 14:48:58 | | | | |
| Cooperativas já podem enviar declaração da Rais 2009 | |
O período de entrega da declaração da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ano-base 2009 começou na quinta-feira, 14 de janeiro. O programa gerador da declaração da RAIS (GDRAIS) para preenchimento dos dados, o programa transmissor da declaração (RAISNET 2009), o manual explicativo e o layout da declaração estão disponíveis na Internet, no site do Ministério do Trabalho e Emprego ou no endereço eletrônico da RAIS. O preenchimento é obrigatório para todos os estabelecimentos inscritos no CNPJ com ou sem empregados; todos os empregadores; pessoas jurídicas de direito privado; empresas individuais, inclusive as que não possuem empregados, entre outros estabelecimentos. A entrega da declaração da RAIS ano-base 2009 será feita exclusivamente pela Internet e o prazo de entrega termina em 26 de março.
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| | publicado em 19/1/2010 11:40:18 | | | | |
| Banco Central regulamenta o acesso das Cooperativas de Crédito | | Através da Circular 3.481, de 15 de janeiro de 2010, o Banco Central do Brasil regulamentou o acesso das Cooperativas de Crédito a SELIC na forma de Liquidantes.
A partir das circulares 3.438, 3.440 e 3.457 o Banco Central já havia autorizado o acesso a câmara, no entanto a efetivação deste dependia da regulamentação.
Com a Circular 3.481 o regulamento passa a autorizar o acesso na forma de Liquidantes aos titulares de conta de liquidação, ou seja, as cooperativas agora podem negociar diretamente na SELIC, sem a necessidade de nomear um Banco Liquidante como ocorria.
Agora, as Cooperativas já operam praticamente de igual para igual com os Bancos, restando alguns avanços a serem feitos para que possamos contar com todas as alternativas que um banco possui, como por exemplo, o redesconto - espécie de cheque especial intradia lastreado em títulos públicos.
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| | publicado em 18/1/2010 15:22:52 | | | | |
| Inflação diminuiu em 2009 e ficou abaixo da meta prevista pelo BC | |
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no País, fechou 2009 em 4,31%. O resultado ficou abaixo do centro da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para o ano, que era de 4,5%, e também foi inferior à inflação observada em 2008, quando foi registrada alta de 5,90%.
Em dezembro, a taxa apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 0,37%, inferior à de novembro, quando houve elevação de 0,41%. Em dezembro de 2008, o IPCA havia ficado em 0,28%. Os dados foram divulgados na quarta-feira (13) pelo IBGE. De acordo com o levantamento, o resultado do ano foi o mais baixo desde 2006, quando a inflação havia sido de 3,14%.
A redução do ritmo de crescimento nos preços dos alimentos, principalmente no segundo semestre, foi o fator que mais contribuiu para a diminuição do IPCA na passagem de um ano para o outro. Em 2008, a alta de 11,11% nesse grupo foi o que puxou a inflação oficial do país. Já em 2009, os alimentos tiveram variação bem menor, de 3,18%, sendo 2,64% nos seis primeiros meses, e 0,52% no período de julho a dezembro.
Apesar do comportamento do grupo, foi o item refeições em restaurante que exerceu a principal pressão sobre o índice. No ano, a alimentação fora de casa ficou 9,05% mais cara em 2009. Em seguida, aparece o açúcar refinado, que teve alta de 52,99%.
Em movimento oposto, as principais contribuições negativas partiram de arroz e feijão, com queda de 13,14% e 37,43% respectivamente, e das carnes (-5,33%).
Por outro lado, os produtos não alimentícios tiveram alta de 4,65% em 2009, acima do registrado em 2008 (4,46%). A elevação foi puxada pelos itens colégios (5,94%) e empregado doméstico (8,73%). Os combustíveis também contribuíram para o movimento, tendo fechado o ano com alta de 2,61%.
Na passagem de um mês para o outro, os alimentos reduziram o ritmo de alta e ficaram com 0,24% depois de subirem 0,58% um mês antes. A diminuição na taxa foi influenciada pela batata inglesa, que teve deflação de 10,58% em dezembro, depois de ter registrado alta de 26,06% em novembro.
Os não alimentícios tiveram elevação mais intensa entre os dois meses, passando de 0,36% em novembro para 0,41% em dezembro. A principal contribuição partiu de passagens aéreas, que subiram 46,91%.
A região metropolitana de Brasília foi a que apresentou o IPCA mais elevado em 2009, com taxa de 4,92%, influenciada pelas altas em alugueis (8,08%), condomínios (9,07%) e passagens aéreas (51,39%). Já a taxa mais baixa foi observada em Goiânia (3,45%), onde os alimentos apresentaram a menor variação (0,93%).
O IPCA é calculado com base no consumo das famílias com rendimentos até 40 salários mínimos e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para realizar este levantamento, foram coletados preços no período de 28 de novembro a 29 de dezembro e comparados aos vigentes entre 30 de outubro e 27 de novembro.
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| | publicado em 18/1/2010 10:16:44 | | | | |
| Piracicaba terá palestra "Cooperativismo ao Alcance de Todos" nesta sexta | |
Com o objetivo de difundir conhecimentos a respeito do cooperativismo, o Sistema Ocesp realizará mais edições da palestra gratuita Cooperativismo ao Alcance de Todos em 2010. As palestras serão oferecidas nos cinco Núcleos Regionais do Sistema, nas cidades de Piracicaba, Marília, Ribeirão Preto, São José dos Campos e São Paulo. A primeira palestra do ano ocorre nesta sexta-feira, 15, na sede do Núcleo Regional Centro Paulista, em Piracicaba. Inscrições e mais informações através do telefone (19) 3433.3671.
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| | publicado em 13/1/2010 16:40:52 | | | | |
| Unimed se consolida com 34% do mercado de planos de saúde | | Cooperativa de saúde faz balanço de seus números e ações em 2009.
Dois mil e nove foi, para a Unimed, um ano de consolidação. Durante todo o período, a marca, que detém 34% de participação no mercado, segundo pesquisa Datafolha, investiu no fortalecimento de seus valores. Valores, que ao longo de suas mais de quatro décadas de existência, transformaram a Unimed em sinônimo de qualidade de vida, respeito e incentivo às causas socioambientais e, também, ao patrocínio esportivo.
Não por outro motivo, a marca conquistou, em 2009, muitos prêmios e reconhecimentos de seus diversos públicos. Uma pesquisa encomendada ao Datafolha constatou que, por mais um ano, os brasileiros apontaram a Unimed como o melhor plano de saúde do país. A marca foi lembrada por 46% das pessoas que possuem planos de saúde, por 33% dos que não possuem e por 73% dos seus clientes.
Cerca de 1 bilhão em investimentos socioambientais - De acordo com o Balanço Social Consolidado do Sistema Unimed, divulgado em 2009 referente ao ano de 2008, foram investidos R$ 965,5 milhões em ações sociais por todo o Brasil - investimento 26% maior do que no período anterior. Além disso, em maio, a Unimed tornou-se oficialmente parceira do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), rede global de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU). Com isso, a Unimed transformou-se numa importante agente propagadora dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
Do Brasileirão ao Mundial de Natação Paraolímpico - Parceira do Instituto Superar no patrocínio paraolímpico desde 2004, quando passou a apoiar o Comitê Paraolímpico Brasileiro, a Unimed patrocinou, em 2009, o 1º Campeonato Mundial Paraolímpico de Natação em Piscina Curta, ocorrido no Rio de Janeiro. Nesta competição, o Brasil foi o quarto colocado no quadro de medalhas e entre os destaques estavam os nadadores Daniel Dias e André Brasil, ambos patrocinados pela Unimed do Brasil.
Pela sétima vez consecutiva, a marca investiu no Campeonato Brasileiro de Futebol, com posição de destaque entre as placas exibidas em todos os campos que receberam os jogos do torneio. O patrocínio ao Campeonato seguirá, também, em 2010.
Projeto Memória ganha Centro de Memória Virtual - Todas as informações levantadas para a comemoração das quatro décadas de existência da Unimed, comemorada em 2007, foram condensadas em um Centro Virtual de Memória, criado em março de 2009. No mesmo período, um Boletim Memória foi lançado para ajudar a contar a história da Unimed ao longo dos anos e divulgar as ações das cooperativas. A newsletter é encaminhada, mensalmente, aos dirigentes e profissionais das áreas afins.
Aquisição conjunta gera economia para o Sistema - Aprimorada, a Central de Compras da Unimed possibilitou mais autonomia nas negociações do dia a dia das cooperativas em 2009. Somente nas aquisições do segmento de Responsabilidade Social, foram adquiridas mais de 21 mil unidades do Manual de Alimentação Saudável; 5048 exemplares do Manual de Consumo Consciente; 3098 cartilhas do Código de Conduta Profissional; e 1060 manuais de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS). Individualmente, cada um desses exemplares custava R$ 6,43 - negociados coletivamente, o preço final ficou em R$ 1,22. Igualmente bem-sucedida foi a compra conjunta das agendas para 2010 - de R$ 8,90, cada unidade, o valor final foi R$ 6,90. Ao todo, foram compradas 113 mil agendas.
Prêmios e reconhecimento -Também em 2009, a Unimed comemorou a conquista de diversos prêmios e colocações de destaque em rankings nacionais. Entre eles, o Prêmio Mérito Lojista; o Brand Finance; o Top of Mind Internet; o Brand Touch; o Marcas de Confiança; o Top of Mind Fornecedores de RH; o Folha Top of Mind; as 100 Marcas de Maior Prestigio do País; o Superbrands; e o Marketing Best. Três cooperativas locais destacaram a marca Unimed no ranking “100 Melhores Empresas para se Trabalhar”, da revista Época, e outras 12 foram apontadas pela revista Exame como “Maiores e Melhores”. Doze Unimeds também figuraram na 13ª edição do Guia Você S/A-Exame – As Melhores Empresas para Você Trabalhar.
Unimed - Experiência de cooperativismo médico mais bem-sucedida do mundo, a Unimed surgiu em 1967, em Santos (SP). Hoje, 377 cooperativas integram o Sistema Unimed, cobrindo cerca de 75% do território nacional. Com mais de 107,1 mil médicos cooperados, a Unimed tem 15,5 milhões de clientes, que representam 34% do mercado nacional de planos de saúde. Além da saúde suplementar, a Unimed destaca-se como um dos maiores patrocinadores de esportes do Brasil, bem como em Responsabilidade Social: balanço recentemente divulgado registra R$ 965,5 milhões de investimentos em ações sociais.
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| | publicado em 11/1/2010 16:06:45 | | | | |
| Limpando Gavetas | | O diretor do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo - IBEDEC, Dr. José Geraldo Tardin, a dica é sobre um assunto que sempre nos traz duvidas quando começamos um ano e queremos limpar as gavetas, afim de que sobre espaço para os novos documentos. Devemos ter cuidados de nos proteger de cobranças indevidas e não correr o risco de ter o nome e o CPF em lista de devedor do comercio, bancos e órgãos federais. Para isto, o consumidor precisa guardar alguns documentos. O prazo mais comum de prescrição de dividas é de cinco anos, conforme o Código Civil. Há comprovantes que devem ser mantidos por mais tempo como os de imóvel financiado.
GUARDE POR CINCO ANOS:
a-) os tributos ( IPTU, IPVA, Imposto de Renda e outros);
b-) contas de água, luz, telefone e gás;
c-) recibos de assistência medica;
d-) recibos escolares;
e-) pagamento de cartões de créditos;
f-) recibos de pagamentos a profissionais liberais;
g-) pagamento de condomínios.
GUARDE POR TRÊS ANOS:
a-) os recibos de pagamentos de aluguel;
b-) recibos de diárias de hotéis;
c-) recibos de pagamento de restaurante;
GUARDE POR 20 ANOS APÓS O FIM DO CONTRATO:
-) comprovantes de pagamento de financiamento da casa-própria;
GUARDE POR TODA A VIDA:
-) documentos comprobatórios para aposentadoria junto ao INSS, planos de previdência privada ou de outros órgãos oficiais;
ATENÇÃO REDOBRADA.
Essa é a sua garantia de não pagar duas vezes.
Cuidado com os comprovantes emitidos por máquinas de auto-atendimento. Os escritos se apagam entre dois e cinco anos. O ideal é que você tire uma fotocópia deles e guarde junto com os originais.
Relação Completa de Prazos de Documentos:
- Seguros em geral (vida, veículos, saúde, residência etc) 1 ano após o término da vigência;
- Extratos bancários 1 ano;
- Recibos de pagamento de aluguéis 3 anos;
- Taxas e Impostos Municipais e Estaduais (Lixo, IPTU, IPVA etc) 6 anos;
- Contas de água, luz, gás, telefone (inclusive celulares) 5 anos;
- Condomínio 5 anos;
- Mensalidades escolares 5 anos;
- Faturas de cartões de crédito 5 anos;
- Contratos e recibos de serviços de profissionais liberais como advogados, médicos, dentistas, pedreiros etc 5 anos;
- Plano de saúde 5 anos;
- Declaração de Imposto de Renda e documentos anexados 6 anos;
- Comprovantes de pagamento de financiamentos de bens como carros e imóveis até o término do pagamento de todas as parcelas ou após a entrega da escritura definitiva (imóveis) e/ou documento que oficialize a quitação (consórcio);
- Notas fiscais até o término da garantia do produto;
- Documentos comprobatórios para aposentadoria junto ao INSS de todo período laboral.
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| | publicado em 11/1/2010 09:36:58 | | | | |
| Artigo: Frustração Mundial | | A 15ª Conferência das Nações Unidas para as questões do Clima, realizada em Copenhague, na Dinamarca, confirmou a expectativa da maioria dos analistas e observadores, e não houve “ clima ” para um tratado formal entre os 192 países, com metas compulsórias de redução de emissões.
Havia dois pontos cruciais por decidir. O primeiro eram metas de cortes em emissões de gases causadores do efeito estufa. O outro, financiamento e tecnologia para países pobres e emergentes se prepararem para enfrentar o aquecimento global. Não se observou progresso significativo em nenhuma das questões. O choque de interesses dos EUA e da China, que juntos lançam na atmosfera cerca de 40% dos gases do aquecimento, paralisou as negociações.
Em resumo, o documento fechado não tem nenhum valor prático no esforço de reverter o aquecimento global. As metas de redução de emissões ficaram em aberto. Genericamente, ficou acertado que a meta global até 2050 é de redução de 50% das emissões em relação a 1990. De resto, a partir de 2012, quando vencem as exigências do Protocolo de Quioto, os países industrializados estarão teoricamente sem obrigações a cumprir, embora tenham concordado em assumir uma meta de redução de 80% de suas emissões até 2050.
Os emergentes continuarão sem metas de mitigação. Para não deixar em branco o seu papel, os países em desenvolvimento concordaram em continuar os seus esforços voluntários e, para atender uma parte das exigências dos países ricos, vão “ listar as suas ações e compromissos nacionais e os mecanismos de financiamento que utilizam, tentando manter a margem de mitigação necessária para que o aquecimento global não passe dos dois graus Celsius” .
O acordo é evasivo até em relação ao futuro das negociações. Sugere, em termos simples, que um tratado vinculante pode ser alcançado “tão logo quanto possível ”, antes da próxima conferência, no México, em novembro de 2010. Mas não estabelece nenhuma data limite específica , embora declare que o acordo pode ser revisto e readequado em 2015.
Nas finanças houve ligeiro avanço. Os países desenvolvidos concordaram com um fundo para apoiar ações sobre o clima que alcançaria US$ 100 bilhões em 2020 . Não explicitaram detalhes sobre as fontes do dinheiro. Até nações emergentes, como o Brasil, concordaram em contribuir para o fundo. O valor considerado, porém, é dado como insuficiente para fazer frente à magnitude do aquecimento.
De qualquer forma a Conferência de Copenhague, do ponto de vista diplomático e até estratégico, pode ser considerado positivo na medida em que definiu algumas linhas de consenso sobre as quais as negociações podem continuar, mas, na prática, a maioria dos países considerou os resultados insatisfatórios.
A despeito da responsabilidade das grandes potencias em reduzir suas emissões, o Brasil não pode se furtar de assumir compromissos e metas, não apenas de contigenciamento das emissões, mas de adotar políticas que nos permitam continuar crescendo economicamente, sob o princípio da sustentabilidade.
Medidas já estão sendo adotadas pelo poder público, a nível de instancias regionais, estaduais e municipais, em vários locais do planeta como o Programa Município Verde Azul , ou no chão da fábrica em torno da ecoeficiência , na adoção da eficiência energética como balizador de isenções tributárias concedidas pelo governo, no compromisso crescente de cada um de nós, como cidadãos, em adotar medidas simples como a coleta seletiva . Fatos que evidenciam que apesar do descaso das grandes nações em relação ao futuro do planeta, a consciência socioambiental ganha espaço no cotidiano dos “ Cidadãos do Mundo ”.
A certeza é que este é o debate do futuro e não sairá mais do centro de atenção de todos!
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 8/1/2010 15:39:33 | | | | |
| ONU declara 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas | | Durante a 64ª Assembléia Geral das Nações Unidas, realizada no dia 18 de dezembro, foi aprovada a resolução sobre "As Cooperativas e o Desenvolvimento Social", que declara 2012 como Ano Internacional das Cooperativas. A nova presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Pauline Green, disse que “o ano internacional das cooperativas é um evento muito oportuno para uma mais profunda compreensão do movimento cooperativo como um todo". |
| | publicado em 8/1/2010 09:27:58 | | | | |
| Começam inscrições para curso de cooperativismo em Mondragon | | O conglomerado Mondragon se diferencia mundialmente por conjugar o cooperativismo de produção e distribuição (consumo), além da aplicação prática dos princípios cooperativistas.
Em abril de 2010, uma delegação com representantes do cooperativismo brasileiro vai atravessar o atlântico em busca de conhecimento sobre experiências cooperativistas, na Espanha. Eles participarão do curso de formação de diretores em Mondragon Corporação Cooperativa, previsto para o dia 12 de abril deste ano. As inscrições já podem ser feitas no site www.confebras.com.br/mondragon/.
O conglomerado Mondragon se diferencia mundialmente por conjugar o cooperativismo de produção e distribuição (consumo), além da aplicação prática dos princípios cooperativistas, especialmente a intercooperação.
O programa inclui cinco dias de seminários, sendo que em quatro haverá visitas técnicas a incubadora de empresas. A iniciativa é da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédit (Confebrás) em parceria com a Mondragon Comunidad Académica Cooperativa.
Mais informações no site http://www.confebras.com.br/mondragon/
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| | publicado em 8/1/2010 09:27:28 | | | | |
| Receita institui Declaração de serviços médicos | | A Receita Federal do Brasil quer diminuir a quantidade de Declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) retidas em malha fiscal em razão de despesas médicas. Para isso, vai criar, a partir de 2010, a Declaração de Serviços Médicos - Dmed.
A Declaração será obrigatória para todas as pessoas jurídicas e equiparadas, prestadoras de serviços de saúde, como hospitais, laboratórios, clínicas odontológicas, clínicas de fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, e clínicas médicas de qualquer especialidade, e operadoras de planos privados de assistência à saúde, com funcionamento autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.
O objetivo da Dmed é fornecer informações para validar as despesas médicas declaradas pelas pessoas físicas e assim evitar a retenção, em malha fiscal, das declarações. A Receita Federal recebe anualmente, mais de 27 milhões de declarações do imposto de renda da pessoa física. A meta é possibilitar verificação automática e ágil dos valores declarados, mantendo o controle das informações relacionadas à apuração do imposto.
A primeira Dmed deverá ser entregue em 2011, com dados relativos ao ano de 2010.
A partir de 2011, a pessoa física poderá verificar se suas despesas médicas declaradas foram informadas em Dmed por meio da consulta ao extrato da Declaração do Imposto de Renda, disponível na internet.
Alcance Em 2009, 65% dos pagamentos declarados nas DIRPF retidas em Despesas Médicas foram feitos a hospitais, clínicas, laboratórios e planos de saúde no Brasil. Esses pagamentos respondem por 75% do valor de despesas médicas dessas mesmas declarações. Estão desobrigados a entrega da Dmed os profissionais liberais pessoas físicas, que prestem serviços de saúde, mas não estejam equiparados a pessoas jurídicas e planos públicos de assistência à saúde.
Segundo dados da RFB, cerca de 130 mil pessoas jurídicas operam atualmente no setor de serviços de saúde, com situação cadastral regular.
Pessoa Física equiparada a Pessoa Jurídica - De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda - RIR (§ 1º do art. 150 do Decreto nº 3.000/99), a pessoa física equipara-se à pessoa jurídica quando, em nome individual, explore, habitual e profissionalmente, qualquer atividade econômica de natureza civil ou comercial, com o fim especulativo de lucro, mediante venda a terceiro de bens ou serviços, quer se encontrem, ou não, regularmente inscritas no órgão do Registro de Comércio ou Registro Civil. Quando a prestação de serviços colegiada for sistemática, habitual, sempre sob a responsabilidade do mesmo profissional, que recebe em nome próprio o valor total pago pelo cliente e paga os serviços dos demais profissionais, fica configurada a condição de empresa individual equiparada a pessoa jurídica.
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| | publicado em 4/1/2010 11:41:23 | | | | |
| Unicreds anunciam fusão no interior paulista | | Adotada cada vez com maior frequência por organizações que buscam novos mercados e aumento de competitividade, a estratégia da fusão acaba de ser adotada pela Unicred Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa e pela Unicred Piracicaba, cooperativas de crédito que agregam profissionais e empresas da área da saúde. Em 14 de dezembro, as duas instituições formaram a Unicred Bandeirante.
A nova singular nasce com grande credibilidade no sistema financeiro. É a terceira maior entre as 17 Unicreds paulistas e a décima oitava entre as 134 no Brasil. Tem 3.144 cooperados, 47 colaboradores e 7 agências. A Unicred Bandeirante também mantém a expectativa de grandes oportunidades de negócios na região. Sua área de atuação soma 4.200 km2, uma população de mais de 780 mil habitantes, 586 estabelecimentos de saúde e 14 municípios (Águas de São Pedro, Americana, Cerquilho, Charqueada, Jumirim, Laranjal Paulista, Nova Odessa, Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Maria da Serra, São Pedro e Tietê).
A fusão é um dos tópicos mais debatidos pelo BACEN (Banco Central do Brasil) como forma de evolução e desenvolvimento para o sistema cooperativo de crédito. Está prevista no capítulo X da Lei nº. 5.764/71, que define o cooperativismo no país. Com a fusão, as cooperativas reduzem custos, obtém ganhos em escala, qualificam a prestação dos serviços e têm melhores condições para vencer a concorrência das instituições bancárias.
Espaço para o desenvolvimento sustentável
A Unicred Bandeirante é um exemplo de como uma cooperativa pode oferecer oportunidades de crescimento econômico para um segmento da população. Além de proporcionar crédito barato e fácil, juros baixos, taxas competitivas e muito mais baixas que no sistema bancário, ao final de cada exercício a cooperativa ainda distribui aos associados as sobras acumuladas no período.
Com a Unicred Bandeirante, a região está ganhando uma instituição financeira de gestão diferenciada, capaz de combinar a competitividade necessária para a sobrevivência no mercado e a satisfação das necessidades de seus cooperados.
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| | publicado em 17/12/2009 12:30:28 | | | | |
| Artigo: Renovar a esperança | | Natal, momento para refletirmos, renovarmos esperanças. Casas iluminadas, confraternização em família, troca de presentes, comilanças... O espírito natalino arrebata corações e mentes, independente da idade, credo ou condição social. Todos imbuídos por sentimentos de compaixão, tolerância, fraternidade e solidariedade incomuns na rotina cotidiana.
Olho para os meus filhos e recordo saudosista do tempo das cartas para o Papai Noel, a espera madrugada adentro pela chegada dos presentes, das brincadeiras na rua com os vizinhos, dos carrinhos de rolimã descendo as ladeiras, as pipas serpenteando pelo céu.
Vivemos a “Era do Conhecimento” que atropela a inocência, despreza o lúdico e, assim, inibe o imaginário. Vejo com contrariedade que as brincadeiras de rua foram gradativamente substituídas pela “babá eletrônica” chamada videogame. A tecnologia é irreversível, está no nosso dia a dia, mas as relações humanas estão cada vez mais impessoais, desencadeando um processo de perda de valores.
Estamos conectados ao mundo, seja via celular, computador e toda sorte de parafernália digital. Como é fascinante o engenho do homem. Ganhamos em dinamismo, reduzimos as distâncias, produzimos mais em menos tempo, podemos estar informados sobre as mais distantes realidades da “aldeia global”.
Entretanto, não nos sobra tempo para estarmos com a família, com os amigos, sermos pacientes e amorosos com nossos companheiros, educar e acompanhar o crescimento dos nossos filhos. Acabamos por fim, delegando a função de educar a terceiros, como as escolas, que não são capazes de prepará-los para o mundo que vão enfrentar.
Talvez, eu mesmo não esteja preparado, diante da velocidade com que as coisas acontecem, a profusão de informações que saltam aos olhos, as transformações que influenciam o comportamento, o consumo e as relações profissionais e pessoais. Acabamos virando reféns da nossa própria criação, um estilo de vida marcado por um crescente processo de individualização, em que o estresse se tornou uma doença crônica dos tempos modernos.
A aglomeração nos grandes centros urbanos acaba por completar este quadro desolador de impaciência, desrespeito e pouco amor a vida. Em meio à selva, é cada vez mais comum testemunhar brigas banais por vagas de estacionamento, discussões de trânsito sem sentido que acabam em morte, famílias inteiras que se submetem a viver em locais degradantes. O menino no farol, o mendigo na calçada, estão incorporados a paisagem como se fossem irreversíveis e não despertam indignação. Situações comuns que nos acostumamos a ver. São tantos os sintomas do endurecimento das relações humanas que não caberiam neste breve texto.
A vida humana nunca valeu tão pouco.
Isto exige posição, empenho em subverter, restabelecer a capacidade de indignar e mudar este quadro. Recuperar sentimentos como solidariedade, compaixão e fraternidade. Humanizar, criar novas referências, disseminar boas ações que sirvam de contraponto ao vale tudo.
Falo isso, diante da experiência de acompanhar de perto iniciativas voluntárias e filantrópicas que com seu trabalho “formiguinha” são capazes de transformar realidades, renovar a esperança e semear um futuro melhor para milhares de famílias brasileiras.
São inúmeras entidades, como os Lares São Vicente de Paulo, as APAEs, os clubes de serviços (Lions, Rotary, etc), organizações vinculadas a movimentos religiosos, atividades apoiadas pelas maçonarias, inúmeras ONGs (Organizações Não Governamentais), que atuando nos setores ambientais, de defesa do consumidor, no apoio as pessoas portadoras de necessidades especiais, ajudam a construir uma nova visão de mundo, mais solidária e participativa.
Pode ser uma gota em um oceano, mas o sentimento de solidariedade se dissemina no trabalho anônimo de entidades, empresas e pessoas que no voluntariado buscam o renascimento da fé e da esperança. Restabelecer a vontade coletiva de transformar sem se submeter ao individualismo como regra comportamental. Essas ações servem para ensejar o ideário daqueles que, como eu, acreditam que é possível construir um mundo melhor, mais justo e solidário.
Atitudes que servem de incentivo como pai, marido e homem público para exercer as práticas cotidianas com ética, trabalho e seriedade. Manter a capacidade de se indignar e sonhar com um mundo melhor. Então, vamos arregaçar as mangas, doar um pouco do nosso tempo, carinho e atenção às causas sociais. Afinal, no mais singelo dos gestos pode estar o verdadeiro espírito de natal.
Feliz Natal e um ótimo 2010!
Arnaldo Jardim – deputado federal |
| | publicado em 17/12/2009 12:29:21 | | | | |
| Nasce a Unicred Bandeirante | | Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada dia 14 de dezembro de 2009, os cooperados da Unicred Santa Bárbara dOeste, Americana e Nova Odessa e Unicred Piracicaba aprovaram, por unanimidade, a união entre as duas cooperativas, que agora formam a Unicred Bandeirante. A nova singular nasce com grande credibilidade no sistema Unicred. É a terceira maior entre as 17 Unicreds paulistas e a décima oitava entre as 134 no Brasil. Tem 3.144 cooperados, 47 colaboradores e 7 agências. A Unicred Bandeirante também abre grandes oportunidades de negócios na região. Sua área de atuação soma 4.200 km2, uma população de mais de 780 mil habitantes, 586 estabelecimentos de saúde e 14 municípios (Águas de São Pedro, Americana, Cerquilho, Charqueada, Jumirim, Laranjal Paulista, Nova Odessa, Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara dOeste, Santa Maria da Serra, São Pedro e Tietê). Além de novos mercados, a união deverá reduzir custos, trazer ganhos em escala, qualificar a prestação dos serviços e fortalecer as condições de concorrência com as instituições bancárias. |
| | publicado em 16/12/2009 16:39:00 | | | | |
| Um novo foco para o rateio das Sobras de 2.009 | | São poucos os aspectos em que as Cooperativas de Crédito se diferenciam dos bancos. Um deles é a participação anual nos lucros ou prejuízos. Deveria ser um processo com forte viés comercial. Contudo não é o que percebo, pois vejo ações de alta previsibilidade, o que não é saudável para a gestão comercial de uma instituição pequena e com tantas peculiaridades.
Perceba como sua singular vem distribuindo suas sobras. Reflita ao final deste texto se não há novas formas de fazê-lo focando os aspectos comerciais descritos neste texto. Senão vejamos:
1ª Ponderação: Tomadores de Crédito
Os clientes tomadores de crédito são imediatistas e ansiosos, portanto não tem expectativas de receber algum benefício depois de vários meses do crédito liberado, bem como não entendem ou percebem este ganho como vantagem. E o pior. Quanto mais tem acesso ao saldo da sua conta capital, mais se “assanham” para sacar esta sua “poupança”, por mais irrisória que seja.
Discrição. Esta é a coisa mais valorizada pelos tomadores de crédito. Depois vêm os limites populares pré-aprovados, generosos e renovados de forma automática e as taxas. Nos bancos onde tem ou provavelmente teve conta corrente (ou nas financeiras) nunca ganhou nada por tomar crédito. Claro. Podemos até ter isto como diferencial, mas que nosso foco maior seja preferencialmente a gestão macro da singular e não premiar sobre-maneira quem não precisa ou quem não dá o devido valor. É frágil a argumentação de que o cliente deixará de pegar um crédito massificado na singular, porque sua parte na sobra será menor este ano ou não existirá.
Oriento que há dois rótulos amalgamados no comportamento de nossos clientes de varejo financeiro. Eles serão em sua vida: Tomadores de crédito ou Investidores. Assim, devemos conduzir para que nossos tomadores tenham uma dependência de nossas soluções de crédito, e que acreditem que temos limites, taxas e linhas competitivas. Portanto, não há como perdê-los.
Devemos sempre enfatizar que as taxas praticadas durante o ano foram hiper-competitivas e que com este “prêmio” nas sobras, elas se tornam ainda mais competitivas. Deve-se evitar nas AGOs e nos comunicados impressos a ênfase nos percentuais da distribuição. Deve-se sim, de forma eclética e genérica, dizer que serão bonificados aqueles que concentraram na singular suas demandas de crédito, investimentos e serviços e que 100% das sobras serão revertidas nas cotas capitais dos associados. Algo saudável para o fortalecimento e perpetuação da singular.
Atenção: Percebo uma desatenção perigosa na distribuição de sobras, ao considerar como juros pagos também àqueles recebidos por estouros de contas ou atrasos de parcelas. São punitivos e assim devem permanecer. Isto ainda se agrava, pois muitas singulares cobram erroneamente baixas taxas de juros pelo excesso de uso de cheque especial e/ou por atraso de parcelas de créditos. Persistindo esta prática de distribuição, estaremos “presenteando” clientes desregrados em detrimentos dos saudáveis. Reforço esta linha raciocínio, ao solicitar atenção em não premiar com sobras, no quesito juros pagos, aqueles que estouraram suas contas mais de “x” vezes no ano e/ou no último dia do ano mantinham parcelas em aberto.
Obs: Se sua singular anda distribuindo sobras de forma hiper-generosa aos tomadores de crédito, aconselho reduzir este percentual de forma expressiva (mas não hiper-rápida) evitando assim chamar atenção de alguns poucos que “aprenderam” que este é um “diferencial” a que tem direito. O que é um ledo engano.
2ª Ponderação: Investidores
Sabemos que os investidores trazem o oxigênio para a singular (funding). Eles são os grandes e mais inteligentes alicerces dos nossos créditos. Portanto, mais que nunca devemos tratá-os com a distinção e dando-lhes o “colo” que desejam e merecem.
Diferente dos tomadores de crédito, os investidores pensam a longo prazo e realmente ficam atentos a composição das receitas advinda de suas “poupanças”. Assim, facilmente entendem que as sobras são um complemento relevante para a remuneração de suas aplicações e dão valor ao receberem nas sobras um prêmio relevante aos seus investimentos. Vejamos. Se aplicarem a 95% do CDI será muito provável que após a AGO recebam com muito grado a explicação que sua aplicação rendeu realmente 127 % do CDI, pois os investidores “na sua cooperativa” são bonificados generosamente nas sobras. OBS: Lembremos que a grande maioria das sobras distribuídas sobre a depósito a vista, enquadra a quase totalidade dos aplicadores, portanto eles são duplamente bonificados, haja vista “acreditarem” na singular.
Vale ressaltar que nossos bons investidores são mais assediados pelos concorrentes dos que os nossos bons tomadores. Portanto, distribuir sobras bonificando os investidores é argumentação forte para ganhar bons aplicadores dos bancos comerciais, onde não há tal prerrogativa.
Atenção 01: Não sou fã da captação em Poupança pelo cooperativismo de crédito. Ela nos obriga a direcionar seus recursos em crédito rural, algo processualmente caro e nem sempre oportuno, além de ser algo de um varejo muito específico. Lembremos que o cliente quer poupar e não poupança. Portanto um RDC pode ser facilmente vendido como uma excelente opção para a tradicional poupança, além de ter rendimentos diários. E com a distribuição das sobras bonificando sobre-maneira o RDC, pode-se argumentar que após as sobras, os rendimentos reais superarão facilmente o da poupança.
Atenção 02: É oportuno lembrar que muitas singulares têm baixo valor em poupança é distribui sobras sobre este saldo. Assim, equivocadamente, se paga um super-prêmio a estes poucos poupadores. Seguindo a mesma linha, também não sou adepto de se captar em Fundos de Investimentos, pois não nos permitem emprestar nem um centavo do que captamos, além de alocar a grande parte da captação em outra região do Brasil. Portanto cabe-nos direcionar todo e qualquer recursos a ser investido em RDCs, de preferência de médio e longo prazo, pois este nos permite liberdade para empréstimos, algo determinante para o sucesso da singular.
3ª Ponderação: Depósito a Vista (DPV)
Devemos ponderar como vendemos o DPV a nossos aplicadores. Responda. Onde seus clientes teriam bonificação por saldo em conta corrente? Certo: Em nenhum lugar. Então, reduzir sobre-maneira seu peso nas sobras, sem eliminá-lo, não trará grandes impactos.
Mas atenção: Em muitas singulares há grandes clientes PJ parceiros como: cooperativa de produção, cooperativas médicas, frigoríficos, hospitais, transportadoras... que transformam seu fluxo de caixa em conta corrente em uma fonte para demonstrar sua “parceria” com a singular. Usam-na como uma moeda de troca, ganhando reduções ou isenção de tarifas, ou mesmo recebendo um forte bônus na distribuição das sobras pelo seu saldo médio em DPV. Se este é seu cenário, veja a coerência de manter o DPV com tanta participação nas sobras, bonificando exageradamente um grupo tão pequeno de “bons” e “grandes” clientes. Obs:Se também forem grandes investidores, este quesito deve ser bem considerado na análise global deste cliente.
Deve-se pedir para estes grandes clientes que realmente concentrem o total de seu fluxo de caixa na sua singular, ou então devemos adotar formas de isentá-los percentualmente em suas de tarifas de cobrança (ex) sempre que se mantiverem um saldo médio acima de R$ X mil. Assim, temos argumentos para irmos reduzindo nossas distribuições de sobras sobre DPV. Como também, passaremos a calcular com total racionalidade técnica, o montante que podemos dar de benefícios financeiros a este grande cliente PJ que concentram conosco seu fluxo de caixa. Lembrando que nenhuma outra instituição financeira premiará este DPV.
Importante: Tome cuidado ao considerar como funding (dinheiro para emprestar) o seu saldo médio em depósito a vista, haja vista ele ser realmente volátil, e oscilar na mesma freqüência que os recursos estão disponíveis em sua região. Ou seja: sobe o Depósito a Vista quando poucos precisam de crédito, e o inverso é traicoeiramente verdadeiro. Muito diferente das pequenas oscilações das aplicações em RDCs e da estabilidade do saldo em Capital Social.
4ª Ponderação: Serviços
Os valores recebidos pelos serviços, incluindo os advindos de pacotes de serviços devem ser entendidos como dinheiro 100% líquido para pagar custos fixos e variáveis da singular. Devem permitir buscar o máximo em tecnologia, estrutura, pessoal etc. Portanto, aconselho não considerar os serviços pagos na distribuição das sobras.
5ª Ponderação: Capital Social
Chega de criatividade no desenho de formas “inusitadas” para captar e pagar ao capital social como se fosse um investimento em RDC. Atendamos a Resolução 130 pagando ao capital social até 100% da SELIC, o que é uma ótima remuneração. Reorganizemos nossas ações de remuneração das sobras buscando unicamente harmonizar as inter-relações comerciais entre: RDC, Depósito a Vista e Juros Pagos.
Travando o Capital Social
Há uma urgência em reavaliar a forma de como se deposita as sobras a serem distribuídas. Percebo que muitas singulares não priorizam que a totalidade das sobras sejam integralizadas. Nestas singulares é extremamente fácil resgatar o Capital Social. Lembro que o Capital Social (PL) é o maior alicerce da singular e que seu resgate deve ser dificultado ao máximo. Os valores ali investidos são os mesmo que colocamos em uma empresa que acreditamos, portanto não devem ser facilmente sacados, mesmo em épocas de aparente bonança. Esta é a época certa para se ganhar rapidamente fortes “músculos”.
Acredito que neste ano, a grande maioria das singulares irá apresentar sobras positivas, contudo, a quase totalidade conseguirá apenas 50% das sobras do ano anterior. Assim sendo, é oportuno que o Conselho de Administração aprove que doravante os saques da cota capital só ocorrerão na mesma velocidade em que foram depositados, ou em 8 parcelas semestrais, ou em 8 parcelas semestrais do valor que exceder x mil reais, ou + 65 anos, etc. Não se deve permitir que saques de vulto afetem a integridade e/ou competitividade da singular. É muito mais fácil dizer aos associados que o estatuto reza tal regra restritiva para a segurança e competitividade da singular, e que este é um preceito básico da Governança Corporativa, BC... Imagine tentar justificar individualmente o motivo da não liberação do saque das cotas partes. Lembremos de que épocas mais difíceis se aproximam e este “travamento” imediato poderá ser decisivo para a perpetuação da singular.
Saques de sobras em 2.009
Após definido qual será o valor líquido a ser rateado nas sobras, percebo que algumas singulares adotam o crédito das sobras diretamente na conta corrente de cada associado. Defendem esta idéia por acreditar que é um diferencial. Alegam que usualmente conseguem reverter mais de 80% destes créditos para as contas capitais, através de um grande esforço no dia que lançam os créditos nas C/Cs dos associados. Brevemente irão perceber que é uma prática desnecessária e temerosa, especialmente em épocas cíclicas de menor riqueza na praça (frustração de safra, desemprego generalizado, crise local...). Lembrem-se quem precisa sempre se capitalizar é a singular e não o associado como indivíduo. Isto é básico.
Conclusão
Acredito que você esteja perguntando. Sim, então qual é sua a sugestão? Primeiro, antes de qualquer conclusão ou ação, apreciaria que analisasse e respeitasse as características e o momento de sua singular. E já aproveito para lhe relembrar que meus textos são meramente orientativos e trazem contrapontos que visam lhe subsidiar em novas reflexões para a valorização de sua carreira e perpetuação de sua singular:
Explicito a seguir minha sugestão para a distribuição das sobras de 2.009, mantendo minha assertividade nas redações feitas para você - gestor do cooperativismo de crédito. A saber:
• Investimentos: RDC - Saldo médio - Fortemente bonificada de 40% a 60%.
• Poupança 5% e somente se saldo global representativo.
• Depósito a Vista 25% a 45%
• Juros Pagos - das parcelas e cheque especial pagos em dia entre 10% e 25%
A disposição para consultorias e treinamentos focando à eficácia comercial de sua instituição.
Ricardo Coelho
Consultoria e Treinamento Comercial para Instituições Financeiras
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| | publicado em 14/12/2009 14:36:18 | | | | |
| Há uma oportunidade no ar | | Há uma discussão em torno da valorização do real que tem dificultado o entendimento das pessoas pouco familiarizadas com essa realidade. As premissas sobre a política cambial do passado ainda têm reflexos nas discussões do presente. No passado, o Brasil não adotava políticas monetária e fiscal que assegurassem o crescimento e a estabilidade dos preços. Isso porque, o país não tinha orçamentos monetário e fiscal consistentes.
Daquela época, guardamos a seguinte idéia-força de Mário Henrique Simonsen: “A inflação mutila, mas o câmbio mata.” Nos dias atuais, há quem afirme: “Atual valorização do câmbio é um problema real e pode prejudicar a economia,” Paul Krugman. Encontramos, também, alarmistas, para quem, por conta da alta do real, haverá desindustrialização. Isso já é demais.
Desde os tempos de Simonsen até os dias atuais, muita loucura foi feita em relação à política cambial. Nem por isso o setor exportador foi aniquilado. O foco da política econômica deve ser a competitividade da economia brasileira. Nesse sentido, precisa-se das reformas fiscais e de política de estímulo às exportações.
A valorização do câmbio resulta de vários fatores. Ela está atrelada à política monetária, especificamente à taxa de juros. Quanto mais elevados os juros, mais o real se aprecia, e, de forma oposta, quanto menores juros mais competitivo o real fica.
Os elevados juros resultam do alto gasto corrente do governo federal. Para financiar esse gasto, o governo precisa arredar mais recursos por meio de tributos. De modo que a grande carga tributária sobre a produção e sobre a renda do trabalhador reduz o lucro das empresas, o poder aquisitivo da sociedade e o nível de poupança. Para os bancos, esse risco está incorporado no elevado custo dos empréstimos.
A redução efetiva dos juros e, portanto, da valorização da moeda nacional, dependerá de ações concretas dos representantes do Congresso, impondo reduções nos gastos correntes do governo, nos programas assistenciais e nas correções graduais no déficit da Previdência.
Uma das aberrações na política de exportações é o fato de o país exportar impostos. Independentemente do fato da moeda estar valorizada, prejudicando a competitividade e a lucratividade do exportador, é inconcebível tributar a exportação.
A Fiesp propõe eliminar os tributos que incidem sobre os produtos exportados, modificando os mecanismos de compensações. A indústria brasileira paga em média 22,9% de impostos indiretos sobre o faturamento líquido. Desse total, 5,8% das receitas líquidas com exportações são créditos irrecuperáveis: o governo federal não paga ao exportador. Isso é crime. Mesmo assim, a entidade sugere que o calote do governo federal se transforme em moeda de troca no pagamento de qualquer tributo federal. É mais uma ginástica tributária do setor privado para lhe fazer justiça e amenizar a atual perda de receita. Essa alternativa não visa à competitividade do setor, mas, no momento, ela é necessária.
A inexistência de reformas fiscal e previdenciária tem dado margem a todo tipo de proposta, negando o saber de que a política cambial é parte da política macroeconômica. A política cambial não é a política industrial e muito menos a política de crescimento sustentável. Manter um câmbio competitivo dependerá das reformas apontadas que tornem o Brasil globalmente competitivo, estruturalmente equilibrado e receptivo ao capital, aumentem expressivamente a poupança pública e privada e fomentem o surgimento de uma ampla sociedade de consumo.
Ernesto Lozardo
Professor de Economia da EAESP-FGV
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| | publicado em 14/12/2009 09:50:51 | | | | |
| Artigo: Precisa-se de engenheiros | | Exploração da camada do Pré-sal, Copa do Mundo, Olimpíadas, além das obras prioritárias e estruturais para o País crescer com sustentabilidade nos próximos anos. Todos estes desafios demandam mão de obra qualificada e simbolizam um vasto campo de trabalho e de oportunidades para os nossos engenheiros. O problema para atender esta demanda demonstra que a profissão de engenheiro foi perdendo espaço na escolha dos nossos jovens e, como se não bastasse, ainda temos cursos que deixam a desejar na formação dos Profissionais do Desenvolvimento.
Tudo isto num quadro de um modelo econômico monetarista e que serve à estabilidade, mas é claramente insuficiente para termos um desenvolvimento consistente, sustentável. Daqui a alguns meses teremos de volta um quadro a que já assistimos: gargalos da infra-estrutura, investimentos insuficientes e os monetaristas propondo elevar juros, segurar o ritmo de crescimento!
Um levantamento feito por um jornal periódico revela o quadro preocupante de escassez de profissionais de engenharia a partir da combinação entre a falta de cursos e o alto índice de abandono. Nos 589 cursos autorizados pelo Ministério da Educação, entre julho de 2008 e agosto de 2009, só 13% eram da área. Nem mesmo as novas universidades públicas têm ajudado: entre os 283 cursos ofertados pelas 12 novas federais, só 52 são de engenharia. O próprio Ministério admite a dificuldade em incentivar novos cursos.
Faltam profissionais para ensinar e o alto custo para a criação de laboratórios inibe instituições privadas, que preferem se dedicar a áreas mais simples ou em cursos que têm alto custo, mas rendem mensalidades mais caras. Engenharia é uma das únicas áreas do ensino superior em que a distribuição de vagas é quase meio a meio entre públicas e particulares. Na soma geral, 75% das graduações estão na mão de faculdades privadas.
As denominações de engenharia - civil, naval, aeronáutica, florestal, entre outras - somam 77. Desde 2002, o número de vagas disponíveis em cursos da área cresceu 40%. Parece muito, mas o patamar de partida era muito baixo. Em 1991, enquanto direito já tinha 35 mil vagas nos vestibulares, engenharia tinha 5 mil.
Hoje, todos os cursos de engenharia no País somam pouco menos de 120 mil vagas - excetuando-se ainda engenharia de alimentos e algumas outras denominações que são, na verdade, cursos de tecnologia. Isso representa pouco mais de 4% de todas as vagas de ensino superior do País.
Na Coreia do Sul, 26% de todos os formandos são engenheiros. No Japão, 19,7%. Mesmo o México, país com indicadores semelhantes aos brasileiros, hoje tem 14,3% de formandos nessa área. Na China, eles somam 40%.
Um em cada quatro engenheiros do País se formou em cursos, inadequados, apontam dados divulgados pelo mesmo Ministério da Educação. Em números absolutos, 6,3 mil dos 24,9 mil formandos da área que participaram, no ano passado, da avaliação federal estavam em cursos com notas 1 e 2, as mais baixas na escala de qualidade do Conceito Preliminar de Cursos, um indicador do MEC. Dados que ficam ainda mais dramáticos, quando vemos que empresas chegam a recrutar profissionais no exterior.
Formado em engenharia pela Escola Politécnica da USP (Poli/USP), vejo este quadro como um prenuncio de uma tragédia anunciada. Lembro-me saudoso da década de 70, época do milagre econômico. Tínhamos algo em torno de 250 cursos de engenharia, a procura por um curso era grande e a qualidade alta, pois a maioria dos cursos acompanhava o nível de excelência de cursos como o da Poli/USP, ITA, Unicamp, FEI e Mauá.
A engenharia sempre esteve intrinsecamente ligada à produção, em que o Estado era o indutor de grandes projetos. Assim, o Brasil foi palco de grandes obras de infra-estrutura, como a Ponte Rio Niterói e o Metrô; a prospecção de petróleo em águas profundas; a construção de hidroelétricas, como Itaipu, que ajudaram a forjar a mais limpa matriz energética do mundo; inovações na indústria mecânica pesada, metalúrgica, na engenharia aeronáutica e de informática, que nos garantiram um salto de competitividade; assim como, na produção de commodities agrícolas.
Por tudo isso, a excelência da engenharia brasileira tornou-se referência mundial. Entretanto, ao longo das últimas décadas, o Estado passou por um profundo processo de encolhimento, diante da ausência de investimentos em grandes projetos estruturais e estruturantes.
No papel de engenheiro politécnico, lembro o dia 11 de dezembro, em que comemoramos o Dia do Engenheiro, ressalto que para sermos capazes de tirar do papel as obras anunciadas e alavancarmos o crescimento esperado, precisamos de um ser humano capaz de realizar este trabalho com competência e qualidade: o nosso Engenheiro.
Arnaldo Jardim – engenheiro civil |
| | publicado em 10/12/2009 10:56:28 | | | | |
| Artigo: Municipalismo Verde Azul | | Na ocasião em que o Governo Serra lançou o Programa Município Verde, há dois anos, alguns acharam se tratar de uma mera boa iniciativa, que ficaria no campo das boas intenções. Nada como o tempo para provar que a preservação e a conservação ambiental consolidaram-se na agenda política paulista. Demonstrando ser possível conceber uma política pública de maneira criteriosa, com alto grau de ousadia, executada com equilíbrio e austeridade, capaz de atingir as metas pré-estabelecidas e colocar o Estado de São Paulo na vanguarda das decisões em prol do meio ambiente.
Agora, são 156 cidades certificadas pelo Programa Município Verde Azul, ante as 44 do ano anterior. O sucesso do Projeto não ficou somente nos números de municípios certificados. Diante do governador José Serra, o secretário de Meio Ambiente, Xico Graziano, apresentou um balanço com os resultados do projeto ao longo de 2009, com a adesão de 100% dos municípios paulistas, o preenchimento completo do Plano de Ação Municipal, que habilita o município a ser avaliado, e a redução do número de lixões no Estado: eram 143 em 2007 e hoje são oito. A expectativa é que, até março de 2010, não existam mais lixões em nosso Estado.
Outro número surpreendente foi o de nascentes georreferenciadas ao longo do ano. Foram 86 mil, uma média de 210 nascentes por município. São números que evidenciam que o problema não está resolvido, mas demonstram que estamos no caminho e que existem avanços. Muitos dos municípios, por exemplo, só deixaram de ganhar o certificado devido ao seu passivo ambiental.
Para 2010, as prioridades do Projeto serão Educação Ambiental, Coleta Seletiva e Arborização Urbana, que poderão valer prêmios extras. Quanto aos investimentos, o governador José Serra anunciou que R$ 50 milhões estarão disponíveis para os municípios executarem melhorias ambientais no próximo ano. O valor é quase o dobro do já investido desde a criação do Projeto.
Por isso, é com muita alegria e satisfação que vejo dezenas de municípios que integram o ranking do Programa Município Verde Azul são administrados por prefeitos e prefeitas amigos, além daqueles em que tenho parcerias com vereadores e vereadoras, demonstrando, cada vez mais, que a preocupação com o meio ambiente ganhou espaço estratégico na administração municipal.
Este sentimento decorre do meu compromisso com a questão ambiental, fato evidenciado pela realização de eventos, como os de Gestores Ambientais, nas cidades de Barra Bonita e Porto Ferreira, no Debate sobre Mudanças Climáticas, realizado na Assembléia Legislativa paulista, nos encontros regionais, em Jaú e Ribeirão Preto, além do mais recente Encontro de Vereadores.
Em todos eles, a temática ambiental teve lugar de destaque. Por isso, convoco aqueles prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras, além das lideranças locais de cidades que ainda não fazem parte deste ranking ambiental, para atentarem à diretriz do Governo Serra de privilegiar os municípios verde azuis na liberação de verbas estaduais.
Hoje, como deputado federal, tenho uma certeza – o sucesso de adesão do Programa Município Verde Azul é uma demonstração clara de que a proposta de gestão integrada concebida pelo Estado, gerida em conjunto com os municípios, terá reflexo direto na construção de uma sociedade mais sustentável, certeza de melhoria na qualidade de vida dos paulistas, consolidando um modelo de crescimento ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável para as gerações futuras.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 4/12/2009 10:42:17 | | | | |
| Palestra gratuita sobre cooperativismo tem última edição do ano nesta sexta-feira | | Nesta sexta-feira, 4, será oferecida a última palestra Cooperativismo ao Alcance de Todos de 2009. A palestra traz informações básicas sobre cooperativismo e esclarece dúvidas de quem integra uma cooperativa ou quer formar um novo empreendimento. Sem custos para os participantes, a atividade arrecada alimentos não perecíveis para o Icrim (Instituto de Apoio à Criança e ao Adolescente com Doenças Renais). Inscreva-se: (11) 3146-6287 |
| | publicado em 3/12/2009 12:01:13 | | | | |
| Aberta primeira Conta de Liquidação de IF não bancária | | No dia 25 de novembro foi aberta a primeira Conta de Liquidação de instituição financeira não bancária no Banco Central, titulada pela Cooperativa de Crédito Unicred Norte do Paraná, que passa a poder operar diretamente no Sistema de Transferência de Reservas (STR) do Banco Central do Brasil e, por efeito, em outros sistemas de compensação e de liquidação de obrigações.
Com isso, abrem-se para a Unicred e para as demais instituições financeiras não bancárias autorizadas a funcionar pelo BC que optarem por abrir essa conta amplas oportunidades em termos de redução de custos, no que diz respeito à realização e ao recebimento de pagamentos relacionados com as suas atividades. Isso ocorre porque, na condição de titular de conta no BC, a instituição não mais dependerá de um intermediário banco liquidante para suas transações no mercado financeiro e de capitais, tais como operações com títulos públicos no Selic e com títulos, valores mobiliários e derivativos na BM&FBovespa e na Cetip. Além disso, essas instituições também poderão fazer e receber transferências de crédito de seus clientes e, conforme a natureza de suas atividades, participar diretamente da compensação de cheques (Compe) e do Meio Circulante.
*Modernização*
A participação de instituições não bancárias está inserida no Projeto de Modernização do STR, conduzido pelo Deban, em parceria com o Deinf. Além disso, está em desenvolvimento um inovador aplicativo de acesso ao STR (internet banking), conhecido como STR-Web, o qual observará rígidos requisitos de segurança e terá como público-alvo as instituições não bancárias que vierem a participar do sistema. Nessa última semana, o aplicativo entrou com êxito na fase de testes.
Além dele, novas funcionalidades para o STR estão sendo criadas, como o agendamento de ordens de transferência de fundos e a implantação de mecanismo de otimização de pagamentos, que o colocarão no nível dos mais modernos sistemas de liquidação em tempo real operados por bancos centrais.
A abertura de conta de liquidação pela Unicred é um marco no desenvolvimento do STR e no Sistema de Pagamentos Brasileiro, e os pedidos já protocolados por corretoras, por sociedades de crédito, financiamento e investimento e por outras cooperativas de crédito comprovam o sucesso do projeto.
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| | publicado em 1/12/2009 17:31:45 | | | | |
| CMN autoriza cooperativas a explorarem crédito rural | | O Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou resolução (abaixo) permitindo que cooperativas de crédito possam atuar também com crédito rural. A ideia é incentivar a expansão do crédito rural no país, que ainda é pequeno comparado com o volume de recursos disponibilizados em setores como o imobiliário.
Produtores familiares poderão financiar compra de caminhões por intermédio do Pronaf
Operações de crédito rural do BB aumentam mais de 100% em julho e agosto A medida do CMN condiciona a participação dessas cooperativas à filiação a uma central das cooperativas, que indicarão o setor especializado dessas entidades em crédito rural para atuar nesse segmento.
Em nota, o CMN explicou que a regulamentação em vigor até o momento impedia que as cooperativas operassem em crédito rural, "uma vez que instituições dessa natureza financeiras dessa natureza, em muitos casos, não dispunham de escala suficiente para manter estrutura própria na forma legal requerida". As novas regras passaram a valer na quarta-feira (25/11), dia da publicação da resolução.
Fonte: Correio Braziliense
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| | publicado em 30/11/2009 10:12:20 | | | | |
| Aumentar a participação no mercado financeiro é o principal desafio do Crédito em 2010 | | O ano de 2009 foi um marco para o Ramo Crédito. As cooperativas do segmento conquistaram, por meio da sanção da Lei nº 130/09, a participação definitiva no Sistema Financeiro Nacional. “No próximo ano, temos como meta continuar a disseminação dos pontos de atendimento pelo País, mantendo a média que temos atingido que é de 21 por mês”, avisa Denise Damian, coordenadora do Conselho Especializado do Ramo Crédito da OCB (Ceco).
No fechamento de 2008, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) computou 4.181 pontos de atendimento, congregando 4,2 milhões de associados em 1.453 cooperativas, gerando 50.787 empregos diretos. A movimentação financeira apurada foi de R$ 44,5 bilhões em ativos, R$18,9 bilhões em depósitos, R$21,8 bilhões em operações de créditos e patrimônio líquido da ordem de R$9,4 bilhões.
Metas - Para 2010, o crédito elencou cinco desafios a serem trabalhados com o apoio dos deputados e senadores da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Segundo o representante do Ramo Crédito no Congresso Nacional, deputado Arnaldo Jardim, o primeiro deles é o acesso dessas cooperativas ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e aos Fundos Constitucionais (PLS 320/03), aumentando a condição das cooperativas de crédito financiarem seu quadro social e, por conseqüência,”levando esses recursos para onde muitas vezes os bancos oficiais não se fazem presente”, disse Jardim.
”A permissão para as cooperativas administrarem recursos dos entes públicos, constante no texto do PL 5.408/05 é outra proposta extremamente legítima, uma vez que essa condição já é muito trabalhada em outros países e o Brasil é um dos poucos que possui a restrição. Isso prejudica o desenvolvimento de alguns municípios, uma vez, que em muitos deles a cooperativa é a grande instituição financeira local e a prefeitura fica impedida de movimentar seus recursos na cidade, gerando evasão de divisas e riqueza”, aponta o deputado.
Os outros pontos que deverão estar na pauta da Frencoop em 2010 são a isenção de tributos para os fundos garantidores das cooperativas de crédito, constante no texto PL 7.512/06; e o apoio às diligências do cooperativismo de crédito na esfera do Executivo Federal, como a manutenção do Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred), que auxilia no aumento patrimonial das cooperativas.
Denise Damian afirma que todas as metas do Ramo Crédito tem como único objetivo o aumento da participação das cooperativas do segmento no mercado financeiro nacional.
Fonte: OCB
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| | publicado em 27/11/2009 12:01:15 | | | | |
| Vereador: mais perto do povo | | O município se constitui na primeira instância do poder público a ser confrontado com as necessidades básicas e, mais do que isso, é responsável direto pela qualidade de vida da população. Neste contexto, o papel do vereador é fundamental para reduzir a distância entre os pleitos e o que pode ser feito pela administração municipal, organizar as demandas, mobilizar a população, cobrar e fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, empreender e propor medidas que venham ao encontro dos anseios dos diversos segmentos da sociedade.
Apesar das muitas responsabilidades sobre as políticas básicas, os municípios devem exercê-las por meio de regime político e administrativo em colaboração com o Estado e a União. Embora, muitos tenham avançado em relação à sua responsabilidade na implementação das políticas de educação e de atenção à saúde, a maioria padece por falta de compreensão e definição de recursos com relação à política de assistência. Alguns, por exemplo, não têm nenhum respaldo político e financeiro para exercerem as suas funções no que se refere à habitação e ao saneamento básico, imprescindíveis para assegurar os direitos universais da população.
Diante disso, organizei um Encontro de Vereadores, com a presença de representantes de diversas secretarias estaduais, para que estes tenham a oportunidade de conhecer os programas, procedimentos e as contrapartidas necessárias para que o seu município possa contar com toda uma gama de programas e serviços oferecidos pelo Governo do Estado.
Na ocasião, serão apresentados programas como: o Cidade Legal, Internet & Acessibilidade nos Conjuntos do CDHU, o FEAP – Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista, as Oficinas Culturais, a Participação da Comunidade no Cotidiano da Escola e o Acervo Histórico e as Visitações Monitoradas no Palácio dos Bandeirantes.
Este evento acontece às vésperas do anúncio do novo ranking ambiental dos municípios paulistas do Projeto Verde Azul, a ser feito pela Secretaria do Meio Ambiente, no próximo dia 01 de dezembro. Entre as novidades que serão apresentas estão quatro novas premiações ambientais, como: melhor ciclovia, melhor programa de coleta seletiva, parceria verde – voltada para empresas que firmaram parcerias com prefeituras em prol do meio ambiente, e iniciativa verde – para o morador que adotou atitudes ambientalmente corretas. Além das novidades, mantêm-se as premiações para os 22 municípios melhores colocados em sua Bacia Hidrográfica e para os interlocutores municipais mais ativos.
Hoje, como deputado federal, após quatro mandatos como deputado estadual e uma passagem como secretário de Habitação, tenho uma certeza – o sucesso de adesão do Programa Município Verde Azul é mais uma demonstração de que a descentralização político-administrativa por meio do fortalecimento do Poder Local é fundamental para fazer com que as políticas públicas cheguem à população que mais precisa e possam transformar a realidade de uma cidade.
Juntamente com os prefeitos, os vereadores são aqueles que ajudam na construção deste mandato federal que se propõe ser coletivo. Eles são os melhores juízes de seus interesses e necessidades, sabem melhor do que qualquer burocrata de quantas e de que escolas precisam, hospitais, sobre quanto deve ser gasto em infraestrutura, saneamento, meio ambiente, e tantos outros temas que fazem parte do cotidiano dos municípios. A qualidade na prestação de serviços públicos está diretamente ligada a maior autonomia do Poder Local.
Para tanto, é necessário romper com modelos arcaicos de organização da administração pública, promover a integração das políticas; estruturá-Ias no presente, pensando no futuro; descentralizar ações e, sobretudo, incorporar a participação popular nas instâncias de decisão, controle, gestão e aporte de recursos humanos, materiais e de conhecimento, necessários à construção e fortalecimento da cidadania.
Minha experiência com o municipalismo começou na Secretaria do Interior, com Chopin Tavares de Lima, durante o governo do saudoso Franco Montoro. É no limite de cada município, distrito e localidade, que as pessoas crescem, se relacionam, criam suas famílias. É nele que ficam suas casas, as escolas em que seus filhos estudam, as igrejas, a sede dos partidos, dos clubes esportivos, da associação comunitária. É no município onde a idéia e a prática da cidadania se dá ou não de forma plena, e onde podem ser construídas novas alternativas e o perfil da sociedade democrática e justa com que tanto sonhamos.
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 27/11/2009 09:22:07 | | | | |
| A multiplicação dos banqueiros (os sócios das cooperativas de crédito) | |
As cooperativas de crédito se fortalecem no Brasil com um processo de fusões inspirado em países onde boa parte da intermediação financeira já circula entre grupos de pessoas que operam com seu próprio banco
Elas são pequenas, ainda. Sua fatia na movimentação financeira do país não passa de 2% . Em 2008, mais da metade das operações que realizaram envolveu valores abaixo de R$ 3 mil. Mesmo assim, as quase 1,5 mil cooperativas de crédito que se estruturaram no interior do país e aos poucos vão cercando os grandes cidades protagonizam um dos fenômenos mais interessantes do mercado financeiro: o surgimento de uma multidão de brasileiros que tem, digamos, um banco para chamar de seu.
Em números redondos, está-se falando de 4,2 milhões de brasileiros que se tornaram associados de uma cooperativa de crédito. Mais impressionante que o número, porém, é a tendência que aponta. Afinal, praticamente dois terços dessa legião ingressou no cooperativismo de crédito de 2002 para cá.
"Percebe-se que o crédito via cooperativas tem crescido de forma acentuada já há algum tempo", diz o economista Alex Agostini, da Austin Rating. Uma alavanca natural é o boom do agronegócio brasileiro, origem e base do cooperativismo de crédito. Mas, em parte, pondera Agostini, esse crescimento também se deve ao fato de que as cooperativas, dispensadas de alguns tributos federais, oferecem financiamentos e serviços a custos mais baixos que os bancos. Um estudo da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) ao final do ano passado sustenta que, em média, as taxas das cooperativas de crédito em 2008 ficaram bem abaixo das praticadas por bancos e financeiras em operações como empréstimo pessoal (diferença de 59%), cheque especial (18%), cartão de crédito (43%), capital de giro (48%) e desconto de recebíveis (46%).
Um outro atrativo das cooperativas é o de exigir menos garantias no momento de liberar o crédito. Natural: fica difícil dizer não para um cliente que é, ao mesmo tempo, dono. "O papel da cooperativa é ter o dinheiro na hora certa, na hora em que o associado mais precisa", proclama o presidente da Sicredi União, de Maringá, Wellington Ferreira. No segundo semestre de 2008, enquanto a maioria dos bancos fechava a torneira do crédito para fugir do risco, as cooperativas aproveitaram para avançar. Em dezembro, na comparação com junho, haviam emprestado 18,6% a mais. E sem riscos maiores. No final do ano, a inadimplência superior a 180 dias não excedia 1,83%.
Determinadas a ampliar de 2% para 10% sua participação no sistema financeiro do país, as cooperativas de crédito sabem que precisarão turbinar seus músculos. "Uma cooperativa precisa ter um tamanho a partir do qual possa alavancar recursos e atender bem seu associado", sustenta Orlando Müller, presidente da central que congrega as cooperativas do sistema Sicredi no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. "O caminho natural é o das fusões. Presidente do Banco SICREDI S.A., o banco do sistema Sicredi, Ademar Shardong calcula que, das quase 1,5 mil cooperativas de crédito no Brasil, restarão cerca de mil ao cabo de um processo de fusões que se intensificará nos próximos cinco anos. "Oferecer produtos e serviços financeiros exige altos investimentos em tecnologia, em processos, em logística. Há uma escala mínima que uma cooperativa precisa atingir para operar", afirma Schardong. Nos seus cálculos, com menos de 15 mil associados uma cooperativa está abaixo da escala mínima. É a situação, hoje, de um terço das cooperativas de crédito de livre admissão.
O exemplo mais notável dessa tendência é a criação da Sicredi União, em Maringá, no início de julho. Resultante da fusão de três cooperativas da região, a Sicredi União exibe 34,6 mil associados em 57 municípios e administra ativos no valor de R$ 500 milhões. Maior sistema de cooperativas de crédito do país (veja quadro a seguir), o Sicoob seguirá pelo mesmo caminho das fusões e incorporações, a partir do planejamento estratégico elaborado recentemente. "É perceptível o interesse de todos os sistemas em estruturas centralizadas de administração, a ampliação de pontos de atendimento aos cooperados, e é exatamente isso que ocorre quando cooperativas resolvem se unir", apregoa José Salvino de Menezes, presidente do Sicoob.
Menos - e maiores - cooperativas, e multiplicação dos pontos de atendimentos cooperativos (PACs), é a grande tendência que o país importa de países em que o cooperativismo de crédito adquiriu maior peso no sistema financeiro, como França (fatia 60%) e Alemanha (20%). "Na Alemanha, chegou a haver 12 mil cooperativas de crédito. Hoje, elas são cerca de 1,2 mil, apenas", aponta o especialista em mercados Silvio Giusti, da Organização das Cooperativas Brasileiras.
É o que já vem acontecendo no Brasil. O número de cooperativas de crédito se manteve nos últimos cinco anos, apesar da multiplicação de associados, e agora deve cair. "No entanto, os postos de atendimento cooperativo, que são estruturas muito enxutas, se multiplicam a uma velocidade impressionante", detecta Giusti. O número de postos dobrou, para 2.729, desde 2001, e a cada dia útil um novo posto surge no Brasil. "O sistema vem crescendo e quando representar mais de 5% ou 6% da intermediação financeira veremos as cooperativas influindo de modo mais determinante na redução do custo do dinheiro no Brasil", anima-se Giusti.
O CACIFE DAS TRÊS REDES
Siscoob é o número 1 - e também o mais sujeito à tendência de fusões
Número de cooperativas: Sicoob – 633, Sicredi – 130 e Unicred - 124
Postos de atendimento: Sicoob - 1.144, Sicredi - 1.076 e Unicred - 397
Número de associados: Sicoob - 1.715.295, Sicredi - 1.438.208 e Unicred - 181.229
Depósitos: Sicoob - R$ 7,1 bilhões, Sicredi - R$ 6,3 bilhões e Unicred - R$ 3,2 bilhões
Operações de crédito: Sicoob - R$ 9,0 bilhões, Sicredi - R$ 8,1 bilhões e Unicred - R$ 2,5 bilhões
Ativos: Sicoob - R$ 14,9 bilhões, Sicredi - R$ 11,1 bilhões e Unicred - R$ 4,6 bilhões
"Crescer não significa desvio de índole" - Entusiasta do papel que as cooperativas podem assumir na redução do custo do dinheiro no país, o consultor do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, defende as fusões "preventivas" - isto é, aquelas que unem instituições saudáveis. E fulmina o receio, ainda latente em setores do cooperativismo, de que o crescimento pode trazer problemas. "Ninguém consegue competir com sua própria fraqueza", adverte.
A fusão de cooperativas de crédito no Brasil é uma tendência? - Observa-se tendência crescente entre janeiro de 2008 e junho de 2009, com média de duas incorporações por mês, contra menos de uma entre 2003 e 2007. Ainda assim, são movimentos tímidos e na maioria das vezes decorrentes de solução de última instância para dificuldades que atingiram níveis insuportáveis. Claro que a capacidade de reação é salutar, já que resolve problemas que, de alguma forma, poderiam comprometer a marca cooperativa. Entretanto, de maior relevância, é o processo de incorporações preventivas de forma a evitar riscos de continuidade e o aprofundamento de problemas que, em momentos futuros, podem mesmo inviabilizar soluções.
Quais as vantagens desse processo de consolidação? - Uma das principais é o ganho de competitividade. Em ambiente de juros declinantes, como é desejo de toda sociedade, é imperioso cortar custos, sem que isto signifique risco de continuidade. Vejamos um exemplo singelo: uma empresa não consegue mais colocar seu produto com margem suficiente para equilibrar, no mínimo, seus custos de funcionamento. Ou corta esses custos, de forma a reduzir a margem financeira, ou terá de colocar a inútil placa na porta: "Precisa-se de clientes". Só que há limite para esses cortes, sob pena de não atender à estrutura mínima ideal e, portanto, sucumbir. Nessa situação só há duas soluções: ou fecha as portas com placa e tudo ou então se junta com outros parceiros. Este é o princípio. A arte é fazer esses movimentos de forma preventiva, com visão de futuro que permita antecipar cenários. Todos ganham.
Há riscos? O sistema pode se afastar de algumas de suas raízes na relação com a comunidade, na medida em que dê origem a "mamutes", digamos, com a missão de enfrentar os bancos tradicionais? - A má notícia é que tudo na vida envolve risco. A boa é que tudo também depende de nosso comportamento. Há um desvio muito grande em imaginar que a descaracterização dos princípios cooperativistas seja consequência inevitável do enfrentamento do mercado. Devemos abolir esse sentimento de que crescimento é sinônimo de desvio da índole. Ninguém consegue competir com sua própria fraqueza. As cooperativas que se afastarem de seus propósitos serão julgadas pelos próprios associados e, em nível mais drástico, até mesmo pelo Estado. O desafio é fazer com que a cultura cooperativista seja algo contido mais na formação do que no discurso. E essa disseminação de cultura tem sido muito forte nos últimos tempos.
Das cerca de 1,5 mil cooperativas de crédito no Brasil, quantas devem restar, considerando-se a tendência de fusões no segmento? - A resposta seria premonição. Ideal é responder primeiro: "Qual o tamanho ideal do sistema cooperativista para o Brasil?". Alguns dados podem contribuir para essa reflexão. Hoje, cerca de 60% dos municípios brasileiros não possuem presença cooperativista, com destaque para as regiões Norte e Nordeste, onde há tantos espaços livres. Em contrapartida, as regiões Sudeste e Sul detêm 75% das cooperativas brasileiras. Ou seja: há ainda grande espaço a ser ocupado. O importante é discutir a forma. Creio que em muitas localidades esse atendimento possa ser feito mediante instalação de Postos de Atendimento Cooperativo -PACs -, como, aliás, tem sido tendência nos últimos dois anos. Em outras, no entanto, há necessidade de presença de sedes. Em suma: há espaço para enxugar o número de cooperativas em certas regiões e para aumentar em outras.
Fonte: Revista Amanhã
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| | publicado em 26/11/2009 14:36:47 | | | | |
| Volta a funcionar sistema de débito automático de capital em cheque especial | | A Unicred Central SP informa que voltou a debitar automaticamente a integralização de capital de cooperados que estejam utilizando o limite de cheque especial. Com a Resolução 3242, do Banco Central, que vedou a integralização de cotas-capitais em operações de crédito, esse débito havia sido bloqueado. Não concordando com a medida, a Central solicitou parecer de sua assessoria jurídica e, com base nessa análise, atuou junto à Tecnocred para que o sistema de débito voltasse a ser feito de forma automática, sem bloqueio. |
| | publicado em 26/11/2009 10:41:40 | | | | |
| Ceco analisa audiência pública do BC | | O Conselho Especializado de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) se reuniu no dia 24 de novembro, na sede da instituição, em Brasília (DF). O grupo avançou nos entendimentos sobre a adequação normativa da Lei Complementar nº 130/09, com base em sugestões que serão apresentadas ao Banco Central (BC). Também foi discutido o Edital de Audiência Pública nº 34 do BC e o posicionamento sobre o Fundo Garantidor de Crédito. O grupo técnico do Ceco fará um breve estudo que, após a avaliação da coordenação, será encaminhado ao Banco Central.
A coordenadora do Ceco, Denise Damian, reforçou que o conselho está trabalhando focado no plano de ação do ramo e um dos temas é a elaboração das diretrizes de capacitação padronizada. "A idéia é potencializar ainda mais o processo de formação dos dirigentes, colaboradores e associados das cooperativas de crédito.
Avaliando as ações de 2009, a coordenadora do Ceco citou a aprovação da Lei nº130/09 como elemento de destaque: “O Ramo Crédito tem conquistado um espaço muito importante no Sistema Financeiro Nacional que culminou com a aprovação da Lei Complementar 130/09, este ano,garantindo às cooperativas de crédito uma legislação específica que estabelece normas para o seu funcionamento, regulamentando, assim, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC)”, disse.
Fonte: OCB
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| | publicado em 25/11/2009 11:32:02 | | | | |
| Normas internacionais de contabilidade trazem mais transparência à gestão | | Melhorar a qualidade da informação sobre desempenho empresarial e fluxos de caixa é uma das vantagens apontada pelo consultor da PricewaterhouseCooper, Roberto Suguihara, em relação a adoção das Normas Internacionais de Contabilidade. “O processo vai trazer maior segurança para a sociedade em geral e, em especial, para os investidores, pela maior transparência e confiança nas informações, agregando valor para todos”, enfatiza. Ele proferiu palestra na terça-feira (24/11), na 2ª Reunião de 2009 do Comitê Contábil e Tributário da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que tratou das Normas Internacionais de Contabilidade.
"O Brasil está aderindo gradativamente a essas normas, emitidas pela International Accounting Standards Board (IASB), entidade internacional que trata do tema. Isto vai gerar mais confiança dos investidores nas empresas brasileiras. Para as cooperativas, os benefícios serão percebidos principalmente no resultado das exportações, tendo em vista que os clientes terão em mãos peças contábeis atualizadas, levando a decisões favoráveis ao setor", explica Edimir Santos, especialista tributário da Gerência de Mercados, da OCB.
Durante o evento, foram esclarecidas as regras internacionais e avaliados os impactos nas cooperativas. Participaram do evento, 23 representantes de estados e 14 de cooperativas.
Fonte: OCB
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| | publicado em 25/11/2009 11:31:29 | | | | |
| Brasil recebe permissão da OMC para aplicar sanções contra EUA | | A Organização Mundial do Comércio (OMC) deu na última quinta-feira autorização ao Brasil para aplicar sanções de até US$ 147 milhões por ano contra os Estados Unidos por causa de subsídios concedidos pelas autoridades americanas a seus produtores de algodão.
Em agosto, a OMC já havia dado ganho de causa ao Brasil no pedido de arbitragem que havia solicitado à organização, em uma disputa que já dura nove anos.
Os árbitros determinaram que o Brasil não precisa limitar as medidas ao comércio de bens. As medidas poderão abranger serviços ou direitos de propriedade intelectual (a chamada retaliação cruzada).
Após o anúncio desta quinta-feira, teoricamente o Brasil já poderia aplicar as sanções quando quisesse.
Em 9 de novembro, o governo brasileiro divulgou uma lista de 222 itens americanos – entre eles produtos alimentícios, farmacêuticos e têxteis – que poderiam ser alvo de sobretaxas ao serem exportados para o Brasil.
A lista permanece em consulta pública até o dia 30 de novembro e só então o governo deve anunciar quais sofrerão retaliações e de que forma.
No contencioso, o Brasil alegava que os Estados Unidos deram a seus produtores de algodão mais de US$ 12 bilhões em subsídios entre 1999 e 2003, mantendo o preço do produto importado artificialmente alto e prejudicando exportadores como os brasileiros e países africanos.
O Brasil chegou a pedir sanções de mais de US$ 2 bilhões.
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| | publicado em 24/11/2009 09:20:08 | | | | |
| Para Meirelles, desafio do país agora é administrar o sucesso! | | O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse ontem que mais importante do que o país ter saído fortalecido da crise foram as conclusões tiradas da turbulência. "O desafio agora é administrar o sucesso", afirmou durante evento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Meirelles ressaltou que, mesmo afetado pela crise, o Brasil conseguiu atingir bons indicadores econômicos, como o nível recorde de geração de empregos, a elevação do crédito e o aumento de salários. "Existem muitos desafios ainda, mas o fato de hoje o país estar estabilizado faz com que possamos discutir o futuro", finalizou.
fonte: Jornal Metrô - 17/11/2009 - Edição 688, Ano 3.
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| | publicado em 18/11/2009 13:57:21 | | | | |
| Artigo: Ousadia em Copenhague | | O Governo do Estado de São Paulo demonstra sua vocação ao pioneirismo ao promulgar a Política Estadual de Mudanças Climáticas. Alguns alegaram oportunismo eleitoral, mas se esquecem da política municipal proposta pelo então Prefeito Serra e de mencionar um conjunto de outras medidas exemplares adotadas, pois quem se sentiu pressionado e saiu da letargia foi próprio Governo Federal que, agora, admite levar uma proposta de redução de emissões “voluntária” para a próxima reunião das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhagen (Dinamarca).
Desta maneira, São Paulo assume vários compromissos até 2020, incluindo a meta de redução de 20% das emissões de gases de efeito estufa (GEEs), tomando como base o ano de 2005. Quem acompanha o cotidiano do Governo Serra sabe que esta é mais uma iniciativa que se soma a outras em prol da conservação e preservação ambiental, tais como:
- O Programa Município Verde;
- O Protocolo Agroambiental;
- Regulamentar a Política Estadual de Resíduos Sólidos;
- Aderir ao documento Consenso de Istambul sobre Água.
Estes são algumas das medidas que evidenciam que a questão ambiental, há anos, entrou definitivamente na agenda política paulista. Desta maneira, o Governo Serra se antecipa e já direciona a maior economia do País rumo à economia de baixo carbono, no sentido de transformar os atuais padrões de produção e consumo, sob o prisma da sustentabilidade.
Ao contrário do Governo Federal que se omite e sofre com a insubordinação de correntes distintas que integram a sua administração, por conta da necessidade de acomodar a sua base aliada, o Governo paulista entende que não há incompatibilidade entre proteger o meio ambiente e promover o crescimento econômico.
Apesar de aprovada na Câmara Federal, a Política Nacional de Mudanças Climáticas ainda está no Senado aguardando para ser colocada em votação. Esta poderia escorar a proposta de redução “voluntária” de 40% das emissões de gases poluentes até 2020, anunciada recentemente pelo Governo Federal. Assim como, permanece o impasse ideológico para tocar com prioridade definições a cerca da Reserva Legal, do Código Florestal e do Zoneamento Ecológico para produção de biocombustíveis e alimentos, no sentido de demonstrar nosso compromisso de combater efetivamente o desmatamento.
Enquanto isso, o Congresso Nacional aprovou o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas, do qual fui relator, além de incluir na pauta de votação a proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), fruto de um trabalho que consumiu dois anos e também foi coordenado por mim. Na Comissão Permanente de Mudanças Climáticas, as discussões sobre os MDLs (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo) tem avançado.
Particularmente, tive ótimas experiências ao realizar, no interior paulista, eventos que serviram para apresentar novos conceitos e formular propostas para que os municípios, em especial, os gestores ambientais, possam aplicar e aperfeiçoar a realidade de sua cidade. Além da boa recepção da publicação “Manual Prático da Cidadania Ambiental” que produzi.
A COP 15 poderá ser um divisor de águas na política internacional e o Brasil pode e deve assumir um papel de liderança, até pelas suas características históricas, como contar com uma matriz energética das mais limpas do mundo, além da experiência de mais de trinta anos com o etanol. O Brasil não pode se furtar de assumir compromissos e metas, não apenas de contigenciamento das emissões, mas de adotar políticas que nos permitam continuar crescendo economicamente, sob o princípio da sustentabilidade.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 13/11/2009 09:28:21 | | | | |
| Artigo: Risco Cambial | | Desequilíbrio na balança comercial causado pelo aumento das importações, enxurrada de dólares valorizando em demasia o real. Tudo isso, causa preocupação quanto ao futuro da nossa economia e a herança que o Governo Lula deixará para a próxima administração.
É público e notório que o Brasil não pode prescindir de recursos, sejam eles nacionais ou estrangeiros, e todos também sabemos que um ritmo mais acelerado de crescimento impõe a necessidade de mais investimentos.
Assim, é preciso estabelecer uma política cambial capaz de “separar o joio do trigo”, ou seja, privilegiar e oferecer um tratamento diferenciado ao investidor interessado em crescer junto com o País, e taxar aquele que deseja se refestelar na irracionalidade das altas taxas de juros e apostar na especulação financeira.
O fluxo descontrolado do capital é um dos vetores da bolha especulativa que culminou numa crise financeira. Da nossa parte, é fundamental estabelecermos mecanismos para evitar que a valorização cambial prejudique a saúde da economia e comprometa o superávit da balança comercial.
É preciso rever o tabu que cerca o controle de capitais, sempre rechaçado pelos liberais, os mesmos que pregavam com fervor o Estado Mínimo e que depois suplicaram por resgates bilionários pagos pelos contribuintes de todo mundo para salvar instituições financeiras e empresas.
A equipe econômica do governo demorou, mas assumiu que é preciso agir. De início, disse que não havia nada de preocupante, depois, afirmou que o dólar despencava em todo o mundo e nada poderia ser feito. Acabou convencida pelos fatos e teve de se mexer.
Aumentou a alíquota de IOF para investimentos estrangeiros – uma medida tímida. Agora, sinaliza com o aumento das emissões de títulos em reais no exterior, com a possibilidade de investidores estrangeiros depositarem as garantias necessárias para operar na Bolsa de Valores também no exterior, além de permitir aos bancos nacionais emitir dívidas de longo prazo (debêntures) para financiar os empréstimos de seus clientes no País. È difícil prever se não se trata de mais uma maquiagem mal feita.
A questão cambial pode e deve ser utilizada como um instrumento desenvolvimentista que deve caminhar, lado a lado, com a busca por juros mais racionais, uma profunda reforma tributária, a retomada dos investimentos em infraestrutura, além do aperfeiçoamento e inovação do nosso parque industrial, a partir de uma visão de médio e longo prazo de um Plano Nacional de Desenvolvimento.
Alguns países, como o Chile, adotaram um regime de quarentena para o capital estrangeiro, no sentido de separar os dólares “vagabundos” ou especulativos dos investimentos genuínos em busca de oportunidades de negócios na economia local.
Também defendo que as empresas exportadoras que usufruem de um tratamento tributário diferenciado, mantenham uma poupança externa para suas operações internacionais, estipulando que o repatriamento do lucro proveniente das exportações deva ser prioritariamente utilizado para aumentar a capacidade produtiva, investir em inovação e tecnologia, gerar empregos e renda aqui.
Sem penalizar setores que dependem das importações, devemos distinguir os que não podem ter o mesmo tratamento de empresas que se utilizam da valorização do real para realizar importações predatórias para o interesse nacional. Nos setores dependentes das importações, podemos utilizar mecanismos de incentivo, como para a transferência tecnológica, estimulando para que possamos produzir aqui o que trazemos de fora.
A paridade artificial de moedas com o dólar (câmbio fixo) mostrou-se desastrosa em todo mundo. Entretanto poderíamos pensar num câmbio flutuante que respeitasse uma banda de variação, tanto para cima, como para baixo, conforme os interesses do País. O Banco Central já faz isso, comprando e vendendo dólares do mercado, só que sem o respaldo de um modelo econômico voltado para o crescimento econômico.
Em suma, a falta de uma política cambial consistente denuncia a necessidade premente de alterarmos o atual modelo econômico. Este foi concebido num momento em que convivíamos com o “dragão da inflação”, dívidas externas e internas descontroladas, ociosidade da capacidade de produção industrial e etc.
Agora, o momento é outro, é preciso soltar as amarras deste “gigante adormecido”, trocar a ortodoxia, a timidez e a falta de imaginação por uma ousadia responsável. Iremos sediar os mais importantes eventos esportivos do mundo, que devem demandar investimentos vultosos nos próximos anos. E mais do isso, temos a chance real de ingressarmos no restrito rol dos principais exportadores de petróleo e derivados, com a exploração da camada do Pré-Sal.
Precisamos de investimento sim! Um investimento que seja compatível com um Plano Nacional de Desenvolvimento capaz de transformar a realidade atual de um país emergente e desigual, para fazer emergir uma nova e pujante grande potência mundial do Século XXI. Cabe a nós, estabelecermos o tipo de desenvolvimento que desejamos. Aquele especulativo que traz benefícios imediatos? Ou aquele durador, capaz de nos colocar definitivamente no lugar que nos cabe no tabuleiro global.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 6/11/2009 11:54:10 | | | | |
| Cooperativas já podem baixar arquivos do PNC no Portal do Cooperativismo | | No dia 12 de novembro, o Sistema Ocesp promove o lançamento do Programa Nacional de Conformidade (PNC) no Estado de São Paulo. Desenvolvido em parceria com a OCB, o programa oferece um selo de conformidade para cooperativas, em busca de um novo posicionamento para os empreendimentos cooperativos no mercado. Os interessados em saber mais sobre o PNC já podem baixar formulários e conhecer a metodologia do programa no Portal do Cooperativismo. |
| | publicado em 5/11/2009 11:58:28 | | | | |
| Convenção Coletiva de Trabalho SINACRED x FENATRACOOP | | A assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho entre o SINACRED e a FENATRACOOP acontecerá na 5ª feira, dia 12 de novembro, às 14 horas, na sede da FENATRACOOP, localizada em Brasília, no SHIS, conjunto 3, casa 8, Lago Sul. |
| | publicado em 5/11/2009 11:58:00 | | | | |
| Sistema Ocesp e Centro Paula Souza estudam parceria | | Na terça-feira, dia 27/10, representantes do Sistema Ocesp estiveram no Centro Paula Souza, órgão ligado à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, para propor parceria na capacitação de colaboradores de cooperativas. O grupo de cooperativistas, dentre eles o presidente do Sistema, Edivaldo Del Grande, e a representante paulista no Conselho Especializado do Ramo Saúde na OCB, Telma Gobbi, foi recebido pela superintendente do Centro Paula Souza, professora Laura Laganá.
O Centro Paula Souza administra 167 Escolas Técnicas (Etecs) e 49 Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais em 139 municípios paulistas. O encontro de hoje no Centro Paula Souza foi agendado pelo deputado da Frencoop paulista Pedro Tobias, que solicitou diretamente ao secretário de Desenvolvimento Geraldo Alckmin.
O intuito do convênio proposto é o de, numa primeira etapa, aumentar a oferta de cursos, principalmente pós-técnicos, a profissionais de cooperativas de todo o Estado em áreas como, por exemplo, enfermagem e contabilidade. Ficou acertado que técnicos das duas instituições formarão um grupo de estudos pela viabilidade de um programa de capacitação.
Pelo sistema cooperativista, além de Del Grande e Telma Gobbi, participaram do encontro o gerente executivo de relações institucionais da Ocesp, Julio Gushiken, o gerente de formação profissional do Sescoop/SP, João Carlos Ignácio Silva e a consultora técnica do ramo saúde, Lajyarea Barros. Também participaram da reunião Felipe Sigolo, assessor do secretário Geraldo Alckmin, e Antonio Cassemiro, gerente regional do Centro Paula Souza.
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| | publicado em 5/11/2009 11:57:37 | | | | |
| Unincontro do Estado de São Paulo | | O encontro das Unicreds do Estado de São Paulo será realizado no próximo dia 14 de novembro (sábado), das 9h às 17h, no Sítio Cachoeiras, Rodovia Presidente Dutra, km 190 – Santa Isabel/SP.
Visite o site: www.sitiocachoeiras.com.br
Programa-se, ainda dá tempo de confirmar presença.
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| | publicado em 4/11/2009 17:18:07 | | | | |
| Certificação ANBIMA | | A ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) e a ANDIMA (Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro), duas das maiores associações dos mercados financeiro e de capitais brasileiro, estão integrando suas atividades, criando uma única entidade representativa das instituições que atuam nesses segmentos: a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades
dos Mercados Financeiro e de Capitais).
As atividades relativas aos exames de certificação permanecerão inalteradas, bem como o acesso das Instituições Participantes e dos profissionais certificados às funcionalidades do site. As regras de validade e prazos estabelecidos no site e no código continuarão em vigor.
A ANBIMA comunicará os profissionais certificados sobre esta união. Segue abaixo o modelo do comunicado que será enviado aos profissionais certificados.
Mais informações podem ser obtidas no site http://www.andima.com.br/fusao/index.asp
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| | publicado em 3/11/2009 16:40:02 | | | | |
| UNIMED e UNICRED criam administradora de cartões de crédito | | O setor de saúde, há muitos anos um dos mais cobiçados pelas empresas de cartões de crédito, terá seu primeiro cartão com bandeira. A Unimed lança no final do mês um plástico com a MasterCard que será oferecido aos mais de 15 milhões de usuários da operadora.
Para criar o cartão, a Unimed do Brasil, formado por um conjunto de cooperativas regionais, se juntou ao Banco Fator para montar uma administradora. Também se juntou ao grupo a Unicred, cooperativa de crédito ligada à Unimed. Cada uma das três partes tem um terço da UBR, nome da nova companhia que vai cuidar do cartão.
O projeto vem sendo desenvolvido há dois anos e vai ser apresentado pela primeira vez em Vitória, no final do mês, na convenção nacional da Unimed. A meta é ter 2 milhões de plásticos emitidos em três anos.
O plástico não vai substituir o tradicional cartão da Unimed de saúde. Vai ser complementar. As mensalidades dos planos, por exemplo, vão ser debitadas na fatura. Além disso, quem for procurar o médico fora da rede Unimed pode usar o cartão para pagar.
O setor de saúde é um nicho ainda inexplorado pelas bandeiras e bancos. São cerca de 45 milhões de pessoas com planos de saúde complementar. Em recente entrevista ao Valor, Roberto Medeiros, presidente da Redecard, classificou como "burros" esses plásticos, já que eles só podem ser usados nas redes dos próprios planos. Outro especialista em credenciamento diz que o setor de saúde ainda é atrasado tecnologicamente em termos de rede, o que dificulta qualquer iniciativa para se juntar o cartão saúde ao plástico de crédito.
Para processar o novo cartão, a Unimed escolheu a CSU CardSystem. Jorgen Lange, executivo do Banco Fator vai ser o responsável por tocar a nova administradora. Segundo o executivo, a Unimed, a maior cooperativa de saúde do mundo, era cliente do banco e a ideia de lançar o cartão nasceu da perspectiva de se atingir os mais de 15 milhões de clientes da rede. Há ainda 106 mil médicos conveniados. Todos potenciais portadores do cartão. Um dos diferenciais do cartão será um programa de benefícios com acúmulo de pontos voltados para o setor de saúde.
A UBR está em processo de contratação. Serão contratadas entre 20 e 25 pessoas. Celso Corrêa de Barros, que foi presidente nacional da Unimed, será o presidente do conselho da nova administradora.
Fonte: Valor Online
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| | publicado em 3/11/2009 12:54:53 | | | | |
| Artigo: Herança para gerações futuras | | Catadores de recicláveis, empresários, representantes de ONGs ambientais, entidades setoriais de reciclagem, representantes do governo e parlamentares, lotaram a platéia para acompanhar a apresentação da proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Foi um momento emocionante e recompensador, uma demonstração clara de que é possível fazer política com espírito público e participação efetiva da sociedade.
Particularmente, tenho comigo o sentimento de dever cumprido, pois quando eleito deputado federal, em 2006, assumi o compromisso de elaborar, articular e cobrar a aprovação da PNRS, após a bem sucedida experiência com a lei estadual 12.300/2006, em que fui relator e conseguimos instituir a questão dos resíduos sólidos no Estado de São Paulo.
Reconheço que não foi uma tarefa fácil. Afinal, o Congresso Nacional tinha uma imensa dívida com a sociedade que completaria quase 20 anos. A missão de compatibilizar interesses, legislações esparsas, resistências de ordens distintas e as recentes exigências socioambientais, consumiu quase dois anos de trabalhos marcados por audiências públicas, seminários e visitas técnicas.
Além da experiência enriquecedora, esse relatório é de extrema importância para a conscientização da preservação do meio ambiente e um sinal claro de que o Brasil está fazendo a sua parte para melhorar a vida no planeta. Essa legislação deve somar-se a outras políticas nacionais como a de Saneamento, de Mudanças Climáticas, de Meio Ambiente e de Educação Ambiental.
Nossa proposta surge num momento especialmente importante, às vésperas da realização da próxima reunião sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (COP15), a ser realizada em dezembro. A PNRS poderá desempenhar um papel estratégico em relação à postura da diplomacia brasileira, pois a despeito do problema do desmatamento, a eliminação dos lixões e o tratamento e destinação adequados do lixo deverá contribuir, em muito, para a redução das nossas emissões.
Além disso, a questão de resíduos está na vanguarda dos principais debates nacionais e internacionais sobre o tema, constatação que fiz a partir de convites para palestrar em eventos, como: 42º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel; o Prêmio EcoPET; a Reviravolta EXPOCATADORES 2009; o IV Seminário de Resíduos Recicle CEMPRE (FIMAI); e a 2ª Feira Internacional de Equipamentos e Soluções para o Meio Ambiente – AMBIENTAL EXPO.
O cenário para a aprovação deste projeto em plenário está muito favorável para acontecer ainda este ano, aperfeiçoamentos podem ocorrer, mas é fundamental mantermos os princípios e fundamentos da proposta apresentada, para isso conto com o apoio dos mais diversos segmentos empresariais e das associações de preservação ambiental.
Nestas parcas linhas será difícil mencionar a todos que contribuíram para que este desafio fosse superado, mas a certeza de que este trabalho poderá desencadear profundas transformações nos modos de produção, consumo e da própria relação entre o ser humano e o meio ambiente, é a herança de sustentabilidade que deixaremos para as futuras gerações.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 3/11/2009 09:49:07 | | | | |
| Resultado Concurso Fotográfico | | O Concurso Fotográfico 2009, realizado pela Unicred do Brasil, elegeu as 12 fotografias que irão compor o Calendário Nacional Unicred 2010.
Das fotografias enviadas pela Unicred Central São Paulo, foi selecionada a do Sr. Fernando Luiz Teixeira, cooperado da Unicred Taubaté.
Os autores das 12 fotografias vencedoras receberão troféus e os três primeiros colocados, além dos troféus, ganharão uma Câmera Digital Sony. Os prêmios serão enviados para a Central de cada estado nos próximos 60 dias.
Em breve as fotos escolhidas estarão disponíveis para visualização no site da Unicred do Brasil.
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| | publicado em 23/10/2009 10:15:36 | | | | |
| Artigo: A energia da nossa terra | |
O mês de outubro marca a realização de importantes eventos como a IX Conferência Internacional DATAGRO, o seminário "O Setor Sucroenergético e o Congresso Nacional: construindo uma agenda positiva", organizado pela UNICA – União da Indústria de Cana-de-Açúcar, além da entrega do Prêmio Mastercana 2009, no qual serei laureado como um dos “Os mais influentes do Setor”.
A proximidade da reunião das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), somada a expectativa em torno do período pós-crise global, fez com que o mundo retomasse o debate em torno da matriz energética ambientalmente correta e economicamente viável. O nosso setor sucroenergético pode desencadear grandes mudanças no paradigma energético, econômico e social do mundo.
Saúdo a iniciativa do setor de se antecipar as novas exigências, como: melhoria das condições de trabalho e requalificação profissional; antecipação do prazo para o uso da queima na colheita; compromisso com o zoneamento ecológico; ampliando os investimentos em inovação e pesquisa; além de aumentar a participação da bioletricidade nos leilões de energia nova.
Cientes de que estamos falando de uma atividade privada, é fundamental sermos capazes de compatibilizar seus interesses com os interesses do Estado. Não estou falando em intervenção, mas do papel que o Legislativo precisa desempenhar na elaboração e aprovação de propostas para estimular a concorrência, evitar a oscilação de preços e garantir o fornecimento da bioenergia.
Defendo a definição do papel estratégico da bioeletricidade e do etanol na matriz energética. Para tanto, defendo a formação de uma Secretaria Nacional para o Desenvolvimento dos Biocombustíveis, órgão que estaria ligado diretamente à Presidência da República, com a participação de toda a cadeia produtiva. Entre suas atribuições, destaco a elaboração de um marco regulatório específico para os biocombustíveis, capaz de melhorar o planejamento, assegurar estabilidade e a previsibilidade na produção. Para tanto, defendo as seguintes propostas:
– Fortalecer as comercializadoras e rever a atual estrutura de comercialização que penaliza o produtor;
– Estabelecer um tratamento tributário diferenciado para os biocombustíveis;
– Estabelecer uma estratégia de comercialização internacional dos biocombustíveis;
– O estabelecimento da bioeletricidade como fonte energética prioritária em complementariedade à energia hídrica.
O limite para crescimento da agroenergia tem a ver com o tamanho dos investimentos destinados à inovação científica e tecnológica. Os EUA investem US$ 1,5 bilhão por ano em pesquisa para obtenção da tecnologia de produção do etanol de celulose. O Brasil pode e deve liderar o desenvolvimento desta tecnologia, tem especialistas altamente capazes para tanto, mas é preciso investimentos pesados, público e privado, em pesquisa.
A despeito de todo o entusiasmo com a exploração da camada do pré-sal, deveríamos utilizar parte dos recursos para fomentar a eficiência energética e o desenvolvimento dos biocombustíveis, no sentido de nos adequarmos as novas exigências globais na luta contra o aquecimento global.
São excelentes perspectivas para o nosso setor sucroenergético, afinal temos as melhores condições geográficas, climáticas, culturais, econômicas e tecnológicas. O papel do Brasil pode ser – e será – extraordinário e estamos nos preparando para isto.
Deputado Arnaldo Jardim |
| | publicado em 23/10/2009 10:10:44 | | | | |
| Ganhadora do prêmio Nobel destaca cooperativismo como alternativa | | Os estudos sobre o uso cooperativo de bens comuns realizados pela economista política e cientista social Elinor Ostrom fizeram com que ela se tornasse a primeira mulher a ganhar o Nobel de Economia. O prêmio foi dividido com o economista Oliver Williamson, que também estuda estruturas de governança para resolver conflitos de interesse. Elinor é professora e pesquisadora da Universidade do Arizona (EUA).
Ela desafiou a teoria tradicional de que as propriedades comuns, como os recursos naturais, são mal administradas e deveriam ser ou reguladas por autoridades centrais ou privatizadas. De acordo com a Academia Real de Ciências da Suécia, responsável pela entrega do Nobel, a pesquisadora norte-americana demonstrou como as propriedades comuns podem ser gerenciadas com sucesso por associações de usuários. O estudo premiado teve como base as cooperativas madeireiras e de pesca dos Estados Unidos.
Science - Em um dos seus mais recentes trabalhos publicado na revista Science, em julho, ela cita estudos de diversos campos de conhecimento que chegaram à conclusão de que algumas políticas governamentais aceleram a destruição dos recursos, enquanto que, por outro lado, alguns usuários de recursos investem tempo e energia para alcançar a sustentabilidade.
Com base em diversos estudos sobre como pessoas comuns e funcionários públicos tentam solucionar problemas difíceis relacionados ao gerenciamento de recursos naturais, como estoques pesqueiros, pastagens, madeira e água, Elinor observou que, quando trabalham em conjunto, eles desenvolvem mecanismos sofisticados para tomar as decisões e lidar com conflitos de interesse, construindo uma rede de confiança e respeito, o que os levam as soluções.
Variáveis - A cientista, que é diretora fundadora do Centro de Estudos de Diversidade Institucional na Universidade do Arizona, identificou as 10 maiores variáveis que influenciam um grupo a se organizar para fazer sacrifícios agora e se tornar sustentável ou não: tamanho do sistema de recursos, produtividade dos recursos, previsibilidade da dinâmica do sistema, mobilidade das unidades de recursos, número de usuários, liderança e empreendedorismo, normas e capital social, conhecimento de sistemas sócio-ecológicos e modelos mentais e a importância do recurso.
Pronunciamento - Os estudos feitos pela ganhadora do Prêmio Nobel de Economia foram ressaltados pelo deputado Odacir Zonta em pronunciamento no Plenário da Câmara Federal, na última terça-feira (13/10), em Brasília. "A tese defendida pela professora Elinor Ostrom vai ao encontro à demonstração de que o caminho para organizar as economias, independente de vir da economia privada ou do Poder Público, é o cooperativismo.
Ela defendeu a tese do processo de autogestão e da intercooperação para poder superar dificuldades em todos os sentidos. Por isso, a nossa homenagem à vencedora e ao cooperativismo mundial", disse o parlamentar, que também integra a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
Fonte: Ocepar
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| | publicado em 19/10/2009 14:19:38 | | | | |
| Mensagem do Presidente da Unicred Central São Paulo sobre o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito | | O sistema Unicred e as instituições cooperativistas comemoram, no dia 15 de outubro, o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, celebrado mundialmente na terceira quinta-feira do mês. Este ano, o tema do Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito é "Seu dinheiro. Sua escolha. Sua Cooperativa de Crédito". O mote foi criado por Stan Cowan, da Cooperativa de Crédito Federal em Austin, Texas (EUA), que participou de um concurso, organizado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito.
O Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito é importante para relembrar às pessoas o benefício que as cooperativas de crédito oferecem. As cooperativas de crédito são uma alternativa ao alto custo dos serviços bancários. Não têm fins lucrativos e não precisam gerar lucros elevados para satisfazer os seus acionistas. Estão comprometidas com o interesse de seus cooperados, que são os seus clientes e, por isso, podem oferecer melhores taxas, juros mais baixos e serviços de qualidade. O resultado é sempre compartilhado com todos os seus integrantes.
O cooperativismo de crédito cresce no Brasil e no mundo
Hoje, no mundo, mais de 177 milhões de pessoas fazem parte de cooperativas de crédito, tendo acesso a crédito mais barato e serviços financeiros vantajosos, a um custo mais justo. No Brasil, somente no segmento de crédito, existem 1.113 organizações que geram cerca de 38,7 mil empregos e possuem cerca de 3,2 milhões de associados. Segundo a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), o setor fechou 2008 com cerca de 7,8 milhões de associados, contra 7,6 milhões em 2007, registrando um crescimento no faturamento de 15%, aproximadamente R$ 83 bilhões.
No decorrer de 10 anos o sistema incorporou várias iniciativas que lhe deram visibilidade: melhoria tecnológica, sistema de segurança, colaboradores capacitados, gestão qualificada, ampliação da rede de atendimento e resultados sustentados. Tudo para assegurar ao cooperado a segurança e o orgulho de pertencer à Unicred.
Com sua credibilidade, o sistema Unicred no estado de São Paulo conquistou 22 mil associados, os recursos da poupança renderam R$ 463,1 milhões e com o retorno das sobras foram distribuídos R$ 102,7 milhões, em média R$ 10 milhões por ano.
História do cooperativismo
Na década de 1840, os trabalhadores e tecelões de Rochdale, Inglaterra, tomaram a decisão de criar uma cooperativa de consumo. Em 1852 e 1864, Hermann Schulze-Delitzsch e Federico Raiffeisen fundaram as primeiras cooperativas de crédito na Alemanha. No princípio do século XX, Alphonse e Dorimene Desjardins fundaram uma cooperativa de crédito em Lévis, Quebec. Pouco depois, Alphonse, junto com os americanos Edward A. Filene e Roy F. Bergengren, ajudou a estabelecer as cooperativas de crédito nos Estados Unidos. Com o passar do tempo, surgiu a necessidade de se estabelecer uma ocasião anual específica, que chamaria a atenção para o impacto destas organizações financeiras na vida de milhões de pessoas. Além de homenagear os precursores que fundaram cooperativas de crédito, o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito também é importante para evidenciar as pessoas que, ainda hoje, continuam demonstrando seu comprometimento com a fundação de novas cooperativas de crédito ou ajudando no desenvolvimento daquelas que já existem.
Dr. Pedro Antunes Negrão
Presidente da Unicred Central São Paulo
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| | publicado em 14/10/2009 12:22:00 | | | | |
| Dirigentes participam da VIII Convenção Unicred | | A diretoria da Unicred Central São Paulo está participando da VIII Convenção Nacional Unicred, que começou quinta-feira (7), em Campinas (SP), e segue com uma série de palestras e encontros até sábado (9). O tema escolhido para esta edição foi “Vencendo Desafios”.
Na quarta-feira, o evento começou com dois encontros: o Jurídico e o dos Superintendentes e Gerentes, ambos pela manhã. À noite, houve a solenidade de abertura. A programação dos três dias é extensa, e envolve desde palestras sobre risco de mercado e crise econômica até eventos paralelos.
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| | publicado em 9/10/2009 12:50:26 | | | | |
| Loja poderá cobrar mais na venda por cartão | | Governo revogará veto à diferenciação de preço segundo forma de pagamento; intenção é baixar custo do uso do cartão
Medida faz parte das mudanças para o setor, que podem incluir quebra de monopólio e terminais eletrônicos compartilhados
O governo vai revogar portaria do Ministério da Fazenda que proíbe a diferenciação de preços nas compras com cartão de crédito ou em dinheiro. A medida faz parte do pacote em estudo no governo para aumentar a concorrência na indústria de cartões.
Segundo a Folha apurou, a revogação deve ser adotada antes mesmo de os ministros da Fazenda e da Justiça e o Banco Central acertarem as mudanças que serão baixadas para o setor, classificado pelo governo como "terra de ninguém".
A medida é polêmica e divide os órgãos de defesa do consumidor. O receio é que a revogação da portaria leve a um aumento de preços nas compras com cartão. Quem defende a revogação aposta noutro cenário. Redução nos preços à vista e consequente pressão dos lojistas para redução nas taxas cobradas pelas administradoras de cartão.
Para contornar essas divergências, o governo Lula iniciará um trabalho de convencimento dos diversos órgãos regionais de defesa do consumidor para que não haja orientações opostas sobre compras com cartões.
Segundo levantamento feito pelo governo, os órgãos de defesa do consumidor do Norte e do Nordeste são os mais resistentes à mudança, reivindicada pelo comércio. Em vários estabelecimentos pelo país, os lojistas já praticam preços diferenciados, com desconto para pagamento em dinheiro.
A portaria a ser revogada, de número 118/1994, editada pela Fazenda, diz que "não poderá haver diferença de preços entre transações efetuadas com o uso de cartão de crédito e as que são em cheque e dinheiro".
Assim que a decisão for tomada, o Ministério da Justiça revogará também nota número 103, de 2004, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, que considera "abusiva" a cobrança de valores diferenciados para o consumidor que opta pelo pagamento em cartão de crédito.
O governo mudou de posição por considerar que o contexto econômico é outro. Antes, os comerciantes costumavam cobrar mais caro no cartão para compensar os efeitos inflacionários, já que havia demora no recebimento do dinheiro aos lojistas pelas administradoras de cartão de crédito.
Agora, na avaliação de técnicos, essa distorção já não existe mais, com a estabilização da economia. Além disso, o governo busca aumentar a concorrência na indústria de cartão e acredita que essa medida pode estimular a disputa pelo mercado de crédito.
O governo considera que, apesar da revogação da portaria, ainda será necessário assegurar a diferenciação por lei para garantir segurança jurídica. Há interpretações de que o Código de Defesa do Consumidor impede valores diferenciados segundo forma de pagamento.
Outras mudanças
Apesar da falta de consenso no governo em relação às novas regras para o setor de cartões, as áreas técnicas do Banco Central e dos ministérios da Justiça e Fazenda apresentaram cinco propostas de mudanças. Entre elas, segundo nota do BC, estão a quebra do monopólio no credenciamento dos comerciantes, a unificação de sistemas e o estímulo ao compartilhamento dos terminais eletrônicos.
Em março, o governo divulgou um estudo sobre a indústria brasileira de cartões, no qual apontava para a falta de concorrência no setor. Agora, seis meses depois, foi apresentada uma lista de sugestões que serão encaminhadas aos ministros das respectivas áreas.
Algumas propostas foram apresentadas de forma genérica. É o caso das sugestões de "fortalecimento de esquemas nacionais de cartões de débito" e de "neutralidade nas atividades de compensação e liquidação". Essa última é uma das funções exclusivas das empresas credenciadoras, monopólio exercido pela Visanet e pela Redecard, segundo o estudo.
Os técnicos pedem também "transparência" na definição da tarifa de intercâmbio, outro fator que influencia os custos.
Segundo o BC, o compromisso dos três órgãos reguladores é com o aumento da concorrência e da transparência, além de tornar o setor mais eficiente.
Mas a regulamentação da indústria de cartões ainda divide o governo. Enquanto o BC defende medidas mais brandas, Fazenda e Justiça querem regras mais específicas, que imponham limites e levem à redução de custos. A versão final do estudo, segundo o BC, deve ser publicada nos próximos dias. Ainda não há prazo para a implementação das medidas.
Fonte: Folha Online
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| | publicado em 5/10/2009 16:10:49 | | | | |
| Sistema OCB inaugura rádio na internet | | A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou na última sexta-feira, a RádioCoop, site de notícias em arquivos de áudio sobre o cooperativismo. O novo veículo integra o portal Brasil Cooperativo (http://www.brasilcooperativo.coop.br/). Segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, a rádio na web deverá estreitar a convivência com as cooperativas. “Vamos fortalecer a imagem do verdadeiro cooperativismo”, disse Lopes de Freitas.
Fonte: OCB
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| | publicado em 5/10/2009 12:10:57 | | | | |
| Artigo: Educar para o futuro | | O Brasil vive um momento especial de sua história, pelas riquezas que devem emergir com a exploração do Pré-sal, por usufruirmos de uma estabilidade econômica, as contas externas estão equilibradas. O crescimento da renda tem causado a redução das desigualdades sociais, talvez não na velocidade necessária, mas há um avanço evidente.
Em suma, dispomos das condições para construirmos um projeto de nação para as próximas décadas. Isto será uma opção política, uma escolha de caminho e, em 2010, trabalharei para que o debate se faça em torno de uma candidatura capaz de apresentar esta visão e unificar o verdadeiro País num Projeto Nacional de Desenvolvimento, que deverá ter como eixo central a questão da Educação.
Levantamento recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que, hoje, existem mais de 14 milhões de brasileiros incapazes de ler e escrever - o equivalente a um a cada dez brasileiros com 15 anos ou mais. Lançado seis anos atrás com a meta de erradicar o analfabetismo no País, o programa Brasil Alfabetizado já consumiu mais de R$ 2 bilhões até este ano, mas o índice de brasileiros que não sabem ler nem escrever caiu apenas 13%, entre 2004 e 2008.
Vencido o desafio da universalização do ensino, percebeu-se que não basta colocar nossas crianças e jovens na escola. Precisamos dar o segundo passo, naturalmente, oferecer um ensino de qualidade, focado no mercado de trabalho, capaz de formar cidadãos. Só assim, seremos capazes de combater a evasão escolar, casos de alunos aprendem a ler, mas não conseguem entender um texto, e o alto índice de desemprego entre jovens.
A taxa de desemprego entre jovens no Brasil é 3,2 vezes superior à registrada entre adultos, aponta elatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A porcentagem de jovens desempregados responde por quase metade da população economicamente ativa: 3,9 milhões (ou 49,1%) dos 8 milhões de desocupados.
Houve avanços importantes com a municipalização do ensino, em que a população local pode exercer um melhor controle sobre a qualidade do ensino oferecido pela rede pública. Todavia, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta para a redução dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2009.
A ampliação das escolas técnicas tem aumentado a participação desses jovens no mercado de trabalho, principalmente aqueles que estabeleceram parcerias com empresas. Recentemente, o governador José Serra assinou o decreto para criação de quatro Escolas Técnicas (Etecs) e duas Faculdades de Tecnologia (Fatecs). Com a criação das unidades, o Centro Paula Souza passará a administrar 166 Etecs e 50 Fatecs no Estado.
Em relação ao Pré-sal, fala-se na constituição de um fundo de investimento para a aplicação dos recursos oriundos dessa exploração. A minha proposta é que nos concentremos na questão da educação, como prioridade absoluta ao salto de qualidade que almejamos. Para isso é fundamental investirmos não apenas na construção de escolas, mas na valorização e aperfeiçoamento do profissional de educação.
Há um provérbio africano que diz: "é preciso toda uma aldeia para educar uma criança". Sem a participação efetiva de toda a sociedade, será difícil melhorar a educação brasileira, de forma que crianças e jovens não apenas passem pela escola, mas aprendam e se tornem cidadãos, pois a partir daí teremos um País que orgulhará a todos nós!
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 2/10/2009 11:24:47 | | | | |
| Artigo: Energia e a Humanidade | | A utilização de energia tem sido crucial para o desenvolvimento da sociedade humana ao ajudá-la a controlar e a adaptar-se ao meio ambiente. Desde a descoberta do uso fogo, passando pela Revolução Industrial, até os dias de hoje, na “Era do Conhecimento”, as grandes transformações da humanidade estão diretamente relacionadas à energia, palavra de origem grega que significa trabalho. Agora, o grande desafio está em gerir o uso da energia de maneira racional e com responsabilidade e o Brasil, que dispõe de uma condição energética privilegiada, pode se tornar uma referência mundial.
No mundo industrializado, o desenvolvimento de recursos energéticos tem se tornado essencial à agricultura, transportes, tecnologia da informação, telecomunicações e etc., são pré-requisitos de uma sociedade desenvolvida. O uso crescente de energia, desde a Revolução Industrial, trouxe consigo riscos potencialmente graves para o mundo, como o aquecimento global.
O engenho humano transformou o petróleo em matéria-prima e fonte energética preferencial que marcou o século passado. Avanços tecnológicos, guerras, riquezas, golpes de estado e muitas desgraças, seja para o bem ou para mal, muito disso teve origem nos negócios com o chamado "ouro negro".
O fim do seu reinado não se dará pela exaustão das reservas, mas pelas limitações ambientais que devem restringir o seu uso. Afinal, a grande mazela da Era do Petróleo é, justamente, a deterioração ambiental provocada pelo uso intenso de seus derivados, principalmente pelos países desenvolvidos, nos seus parques industriais e em suas redes de transportes. Trata-se de um problema a ser equacionado, no qual todos os países tem uma grande dívida a saldar para com a Humanidade.
No Brasil, a descoberta da camada do pré-sal causou alvoroço, monopolizou os noticiários e trouxe consigo a esperança de um futuro com menos desigualdades e um crescimento econômico duradouro. Eu, inclusive, estou participando ativamente das definições sobre o pré-sal, pois sou presidente da Comissão Especial responsável pelo parecer sobre a capitalização da Petrobras.
O fato é que temos real possibilidade de entrarmos no restrito rol dos dez maiores produtores de petróleo do mundo, diante da expectativa de que o pré-sal poderia abrigar reservas entre 50 bilhões e 70 bilhões de barris de petróleo. Nossas reservas atuais estão em torno de 14 bilhões de barris equivalentes (óleo e gás).
A despeito de todo o entusiasmo, é preciso fazer uma profunda reflexão sobre a melhor matriz energética para o País, pois temos uma herança histórica privilegiada no setor, pautada pela diversidade e escorada pela sustentabilidade. Haja vista, a predominância da hidroeletricidade, o bem sucedido Programa do Álcool, o domínio da tecnologia de enriquecimento de urânio para fins pacíficos, as térmicas a gás natural para uso emergencial. E, mais recentemente, a inserção gradativa da bioetricidade da cana, das energias dos ventos e do sol, além de outras fontes renováveis que ainda nem chegaram a serem implantadas, como a maremotriz (das marés).
Nosso país é “abençoado por Deus”, como diz a música, pois temos condições climáticas, recursos naturais e inteligência nacional para não apenas assegurarmos a segurança energética para crescer, mas temos a oportunidade de escolher o melhor modelo ou padrão energético para o Brasil, além da possibilidade real de exportarmos excedentes energéticos, tecnologia e “know how” (a exemplo dos biocombustíveis e derivados de petróleo).
Para tanto, é fundamental compatibilizarmos todas as alternativas energéticas disponíveis, observando as diferentes realidades regionais, fomentando a pesquisa e desenvolvimento, no sentido de evitarmos um movimento predatório entre elas. Tudo isso, sobre o guarda-chuva de um plano estratégico de desenvolvimento energético, capaz de observar as necessidades do País no curto, médio e longo prazos, estabelecer os alicerces de uma economia de baixo carbono e nos credenciar a ser uma referência mundial em termos de diversidade energética.
Deputado Arnaldo Jardim
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| | publicado em 28/9/2009 09:21:26 | | | | |
| Prazo para inscrição on-line da VIII Convenção Nacional Unicred está se esgotando | | As inscrições para a VIII Convenção Nacional Unicred podem ser feitas on-line até o dia 30 de setembro, no site WWW.unicred.com.br. Para quem ainda não se inscreveu, vale lembrar que depois desta data só serão feitas inscrições no local do evento.
A convenção será realizada nos dias 7, 8 e 9 de outubro, no The Royal Palm Plaza Resort Campinas, localizado na av. Royal Palm Plaza, 277 – Jardim Nova Califórnia – Campinas – SP.
Participe.
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| | publicado em 24/9/2009 17:22:55 | | | | |
| Sescoop/SP realiza palestra sobre prevenção à lavagem de dinheiro na Unicred Americana e Unicred Presidente Prudente | | Sescoop/SP realiza palestra sobre prevenção à lavagem de dinheiro em oito cidades
Com o objetivo de orientar as cooperativas de crédito para prevenir crimes de lavagem de dinheiro, o Sescoop/SP promove palestras em São Carlos, Araras, São Paulo, São José dos Campos, Americana, Santos, Sorocaba e Presidente Prudente. Com duração de três horas, a palestra é direcionada a colaboradores de cooperativas de crédito que atuam em áreas ou departamentos sensíveis a risco. A palestra será realizada na Unicred Americana no dia 20 de outubro e na na Unicred Presidente Prudente dia 18 de novembro.
Fonte: Ocesp
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| | publicado em 21/9/2009 12:26:45 | | | | |
| Brasil vence a crise e economia cresce 1,9% | | A economia brasileira saiu da recessão técnica (dois trimestres seguidos de PIB negativo) e voltou crescer no segundo trimestre deste ano, com alta de 1,9% frente aos três meses imediatamente anteriores, segundo o IBGE. Os resultados foram comentados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na última sexta-feira, em São Paulo. Segundo o ministro, a equipe econômica do governo vai trabalhar com um crescimento estimado entre 4,5% e 5% em 2010. Confira, abaixo, os principais pontos comentados pelo ministro.
Próximos meses - “Esse crescimento continua no terceiro trimestre, de modo que nós encerraremos 2009 com crescimento positivo”. O ministro afirmou que o resultado do primeiro semestre ainda é negativo em 1,5% em relação a igual período do ano passado, mas disse que a estimativa para o segundo semestre é de um crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2008. “É apenas uma previsão, o resultado vai depender do comportamento da economia. Se confirmado, isso nos possibilitará um crescimento positivo de 1% neste ano”. Para 2010, o ministro espera que o Brasil volte às taxas anteriores à crise. “Em 2010, recomeça o ciclo de crescimento iniciado em 2003 e interrompido pela crise”.
Situação mundial - O ministro reafirmou que o Brasil é uma das economias que têm se recuperado mais rápido da crise e que poucos países têm tido esse desempenho. “Com os dados que temos do terceiro trimestre, esperamos um crescimento ainda maior entre julho e setembro em relação ao segundo trimestre, entre 2% a 3%. Será um dos poucos países com crescimento positivo em 2009”, adiantou.
Desempenho industrial - Segundo Mantega, o crescimento está sendo puxado pelo desempenho da indústria, que sofreu retrações no final do ano passado e no início deste ano e apresentou crescimento de 2,1% no segundo trimestre. Além da indústria, o consumo das famílias também apresentou crescimento de 2,1%, contribuindo para o resultado positivo.
Mercado interno e exportações - Para o ministro, o consumo das famílias tem se mantido positivo. “A grande força do Brasil, que é o mercado interno, se manteve forte mesmo nos momentos de maior repercussão da crise”. O aumento de 14,1% das exportações no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano também puxou o crescimento. Mantega destacou o saldo comercial positivo, maior do que o do ano passado.
Solidez da economia - A reação rápida e forte do Brasil, segundo o ministro, se deve, primeiramente, à solidez da economia. “Entramos na crise com a economia em crescimento forte”. Em segundo lugar, Mantega citou as ações fiscais do governo, que representaram gastos de cerca de 1% do PIB em renúncias, especialmente na diminuição de impostos, com reflexo nos preços. Mantega disse, ainda, que a política monetária também foi fundamental para a recuperação. “Ela implicou na redução da taxa de juros, no aumento da liquidez e da disponibilidade financeira da economia”. Os gastos com investimentos e desonerações representaram no Brasil o equivalente a 1% e 1,5% do PIB, enquanto a China gastou 13% e os Estados Unidos 6,7% do PIB.
Política anticíclica - Na opinião do ministro, o aumento dos gastos com a política anticíclica não leva o Brasil a um endividamento. “Ao contrário de outros países, que sairão endividados e com déficit público maior, o Brasil sai rapidamente e com situação fiscal melhor, com a dívida crescendo menos, cerca de 2%, contra cerca de 50% nos EUA. Além disso, nosso déficit nominal em 2009 será um dos menores do G-20. Saímos da crise com uma situação fiscal forte”. Segundo Mantega, as medidas de incentivo ao consumo devem se encerrar até o final deste ano. Os juros baixos e o aumento no crédito, no entanto, devem permanecer “Também continuaremos estimulando investimentos com taxas bastante baixas e condições favoráveis”, finalizou.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência |
| | publicado em 14/9/2009 12:57:53 | | | | |
| Últimas vagas para o Encontro da Frente Parlamentar do Cooperativismo | | Termina nesta quinta-feira, 10, o período de inscrições para o 1º Encontro da Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulista (Frencoop/SP). Cerca de 270 pessoas já garantiram participação no evento, que será realizado no dia 14 de setembro, às 19 horas, em São Paulo. Direcionado a dirigentes de cooperativas de todos os ramos, o encontro contará com a participação de deputados federais e estaduais, além do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, entre outras autoridades. Inscrições pelo fone (11) 3146-6287.
Fonte: OCB
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| | publicado em 10/9/2009 14:36:00 | | | | |
| A discussão do Pré-sal | | Compartilho do entusiasmo de todo o brasileiro com a camada do pré-sal, que poderá ser determinante para um futuro com menos desigualdades e maiores oportunidades no Brasil. Entretanto, refuto o tom inebriante do discurso oficial, canto da sereia para palanques eleitorais, mas que pouco contribui para o debate estratégico que precisa ser travado no Congresso Nacional e acompanhado pela sociedade.
Reconheço que pairam mais dúvidas do que certezas acerca das mudanças regulatórias propostas pelo Governo Federal, assim é absurdo o tempo de 90 dias para votação dos quatro projetos que compõem o novo marco regulatório para exploração do pré-sal, que subverte todo o modelo de exploração e concorrência, assim como a atual partilha dos recursos fiscais em vigor. O Governo Federal gastou 14 meses em discussões internas para elaborar a proposta em questão, porque cobrar agora esse imediatismo?
Até o momento, essa imensa riqueza ainda é potencial, ou seja, tem que ser retirada, transportada e tratada para, aí sim, gerar recursos. Minha posição sobre a discussão antecipada sobre a divisão dos royalties é pública e notória, sem um mapeamento definitivo das riquezas de que estamos falando, sem os custos de cada empreendimento específico, é colocar a carroça na frente dos bois.
Propõe-se a adoção do regime de partilha que permite ao Estado apropriar-se da riqueza em nome da sociedade e embute a participação da Petrobras em todos os campos a serem explorados. Queremos fortalecer a Petrobras, mas é evidente que isso se faz mantendo as regras de governança corporativa com a busca permanente de sua eficiência, sem fazê-la “deitar em berço esplêndido”.
Em relação à criação da Petro-Sal para controlar os custos de cada campo, entre outras funções – como cuidar da comercialização do óleo estatal – deve-se priorizar critérios técnicos e blindar a nova estatal para que não se torne alvo de barganhas políticas.
Fala-se na constituição de um fundo de investimento para a aplicação dos recursos oriundos dessa exploração, proposta absolutamente necessária para financiar projetos estratégicos e estruturantes. Para que sejam estruturantes para o País, a minha proposta é que nos concentremos na questão da educação, como prioridade absoluta ao salto de qualidade que almejamos. Além disso, as regras de aplicação do dinheiro do fundo requerem total transparência, segurança, controle de auditorias independentes e recursos tratados à margem do orçamento para que não se confundam.
Outro aspecto a ser considerado é a avalanche de moeda estrangeira que certamente advirá da exportação de petróleo, o que pode tornar incontrolável a valorização cambial, deveríamos estar atentos a isso!
Por fim, falta uma definição a cerca da formulação de uma economia de baixa emissão de carbono, ou seja, utilizar recursos de uma fonte finita e poluidora para fomentar a eficiência energética e o desenvolvimento dos biocombustíveis, no sentido de nos adequarmos as novas exigências globais na luta contra o aquecimento global.
Não podemos embarcar as cegas no discurso oficial, não é de hoje que defendo que a nova regulamentação para exploração do pré-sal não pode estar submetida às pressões da agenda eleitoral. Essa é uma grande oportunidade e o debate indicará caminhos para o utilizarmos como estruturante para o nosso projeto nacional de desenvolvimento.
Arnaldo Jardim - Deputado federal
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| | publicado em 4/9/2009 10:40:06 | | | | |
| Virtude do Cooperativismo | | Nesta crise, alguns lamentam as oportunidades perdidas, outros apontam as razões e sugerem medidas, enquanto a maioria assume uma postura ortodoxa de contenção de gastos e investimentos, uma minoria é capaz de empreender e até crescer num momento conturbado. Essa máxima explica o crescimento constante das cooperativas de crédito em um período marcado pelo contingenciamento e encarecimento das linhas de crédito disponíveis no mercado.
Levantamento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) destaca uma expansão constante a partir do último trimestre de 2008, que não foi afetada pela retomada do fluxo das operações por parte dos bancos no primeiro trimestre de 2009.
Em janeiro do ano passado, o volume de recursos da carteira de crédito do setor foi de R$ 16,4 bilhões, valor que saltou para R$ 19,4 bilhões, em agosto, e manteve-se acima de R$ 21 bilhões no último trimestre do ano. Segundo a OCB, as operações de crédito das cooperativas somaram R$ 22,1 bilhões em junho deste ano.
Esse crescimento pode ser explicado pelo atendimento das demandas de crédito das micro e pequenas empresas, que viram nas cooperativas de livre admissão a possibilidade de manter seus investimentos sem cair na sangria desatada pelo aumento do custo dos empréstimos no mercado formal. Essa modalidade tem um horizonte mais amplo de atendimento, pois não é obrigada a operar com um segmento específico ou um único setor da economia. A partir de 2003, essas cooperativas de livre admissão foram autorizadas a funcionar e, hoje, já são 164. Boa parte delas é oriunda das antigas cooperativas de crédito rural. Até 2004, existiam 474 cooperativas de crédito rural, número que foi reduzido para 375 em dezembro passado.
As cooperativas de livre admissão são responsáveis pela administração de 29% dos ativos do setor – até junho, foram R$ 47,8 bilhões –, 40% das operações de crédito, 40% dos depósitos e 28% do patrimônio do setor. Trata-se de um setor em franca expansão que só tende a crescer, diante da cultura cristalizada de sufocar o esforço empreendedor e o consumo com juros exorbitantes.
No papel de diretor do ramo crédito da Frente Parlamentar Cooperativista – Frencoop, tenho me empenhado em desobstruir os caminhos para um crescimento sustentável deste setor na economia brasileira. Nada melhor do que incentivar a competição para combater a política de juros perversa que impera nas instituições bancárias.
Fui relator da Lei Complementar nº 130, sancionada pelo Presidente Lula, em abril, que regulamenta o sistema nacional de crédito cooperativo. Não foi fácil, mas as vitorias difíceis são mais valorizadas e graças à mobilização dos membros da Frencoop e das entidades como OCB e OCESP (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo), além das centrais, federações e lideranças do setor, esperamos que esta legislação ampare e fortaleça nosso cooperativismo de crédito.
Agora, o desafio está no âmbito do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão deliberativo máximo do sistema financeiro, que precisa eliminar a regra que impede a atuação destas cooperativas de livre admissão em municípios com população superior a dois milhões de habitantes, além da necessidade de fixar uma regra mais flexível para cooperativas poderem transitar para o regime de livre admissão. Pela regra vigente, a atuação das cooperativas obedece a três critérios: cidades com até 300 mil habitantes, nas cidades de médio porte, com população entre 300 mil e 750 mil, e nas cidades com até dois milhões de habitantes.
Trata-se de uma demanda fundamental para inverter a lógica predominante no mercado de crédito no País. Afinal, ainda detemos a incomoda liderança do ranking mundial de juros, causada pela visão extremamente monetarista do Banco Central e pela pouca competição em um mercado dominado por grandes instituições bancárias. Estas que não enxergam o cidadão, nem a produção, mas a mera busca por lucros turbinados pelos juros. Precisamos lutar para que o dinheiro chegue barato nas mãos de quem quer produzir e não sirva de instrumento especulativo que não produz empregos, nem renda.
A partir de um processo de maturação e desenvolvimento, as cooperativas podem desencadear um movimento anticíclico e ganhar, cada vez mais espaço, nos grandes centros urbanos. Para isso, é fundamental que a mesma mobilização envolva a Frencoop, OCB e OCESP, centrais, federações e demais lideranças do setor no sentido de assegurarmos o acesso da população que vive nos grandes centros urbanos aos benefícios do cooperativismo de crédito, uma atividade econômica com forte inclusão social.
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| | publicado em 27/8/2009 18:23:51 | | | | |
| Central Rio Grande do Sul visita Central São Paulo | |
No dia 12 de agosto, a Unicred Central São Paulo recebeu a visita da sra. Glória Maria de Oliveira, gestora de risco operacional da Unicred Central Rio Grande do Sul, com o objetivo de trocar informações e experiências que possam agregar valor ao sistema.
Na ocasião, o sr. Rodrigo Vieira, compliance da Unicred Central São Paulo, detalhou, através de uma apresentação, metodologia, pasta, questionário de aderência e software sobre Risco Operacional. Ele falou também da estrutura, política, relatórios e documentação sobre Lavagem de Dinheiro.
A Central Rio Grande do Sul foi a segunda que se interessou pela gestão, estrutura e metodologia de trabalho efetuado pela Central São Paulo referente à Risco Operacional.
Após a visita, o sr. Carlos Alvim, superintendente da Unicred Central Rio Grande do Sul, encaminhou à Central São Paulo um e-mail de agradecimento pelo profissionalismo que sua gestora foi recebida. “A Glória elogiou muito a estrutura que vocês possuem e os controles implantados”, registrou ele.
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| | publicado em 21/8/2009 09:47:01 | | | | |
| Artigo: Cidadãos do mundo | | A cidade de Copenhague (Dinamarca) sediará a 15.ª Conferência das Partes (COP-15), em dezembro próximo, sob uma atmosfera de grande expectativa em torno da discussão mundial sobre as mudanças climáticas. Isso me motivou a realizar o debate: O Brasil e sua preparação para a Conferência de Copenhagen. Juntamente com o deputado estadual Davi Zaia (PPS), reuni especialistas do gabarito de Fábio Feldmann - Secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e Biodiversidade, Marco Antonio Fujihara - Especialista em Sustentabilidade Empresarial, e Soninha Francine – Subprefeita da Lapa, com sua experiência na aprovação da Política Municipal de Mudanças Climáticas, que fez da capital paulista a 1º cidade da America Latina a ter uma legislação sobre o tema.
Membro da Comissão Mista do Congresso Nacional, responsável por definir a postura do Parlamento brasileiro na COP-15, e relator do Fundo de Mudanças Climáticas, na Comissão de Meio Ambiente, que deverá utilizar recursos da exploração de petróleo e gás para fomentar medidas de combate ao efeito estufa, acredito que sem metas não há espaço para crescer, em virtude da necessidade que se fará, cada vez mais frequente, de certificações sócio-ambientais no comércio global.
A maior empresa privada nacional, a Vale, por exemplo, acaba de anunciar o seu inventário das suas emissões, incluindo desde o transporte do minério à emissão das minas de carvão na Austrália, passando pela poluição gerada por seus fornecedores. Este é o primeiro passo para ter algum controle e planejar os futuros cortes.
Estou convencido de que o Brasil precisa assumir um papel de liderança e aprovar o quanto antes a Política Nacional de Mudanças Climáticas. Esta deverá estipular metas de redução das emissões de gases de efeito estufa, medidas para reduzir drasticamente o desmatamento, estimular meios de produção ecoeficientes, adotar como premissa a eficiência energética, estimular a inovação tecnológica e combater o desperdício.
É fundamental dispormos de políticas públicas no âmbito da União, Estados e Municípios para estimular medidas de mitigação das emissões estufa, como: o inventário de emissões; a licitação sustentável; a construção verde; um planejamento urbano capaz de reduzir os deslocamentos (trânsito), otimizar o uso do solo nos centros urbanos e melhoria do transporte público; e o estabelecimento de metas, que não podem ser consideradas uma punição, mas como um estímulo à inovação.
Estamos dando um passo importante, a partir da proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos, da qual sou coordenador dos trabalhos, no sentido de buscar promover uma mudança nos padrões de consumo e comportamento. Todavia, o Congresso Nacional precisa ter uma postura mais pró-ativa, para nos anteciparmos às novas regras ambientais, caso contrário, estaremos relegados a um segundo plano, a um papel marginal nas grandes negociações multilaterais.
Apesar das negativas de China e Índia, dois emergentes que tem liderado o crescimento global, e certa desconfiança sobre a disposição da Administração Obama de conseguir aprovar no Congresso e colocar em prática sua complexa e bilionária proposta legislação verde, é preciso manter o otimismo quanto aos desdobramentos da COP 15, principalmente no papel de liderança global que o Brasil pode desempenhar. Além de paulistas e brasileiros, somos cidadãos do mundo. Podemos crescer de maneira diferente e São Paulo tem todas as condições de liderar este processo em torno da construção dos alicerces para uma nova economia de baixa emissão de carbono.
Deputado Arnaldo Jardim – Membro da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas e coordenador do GT responsável pela proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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| | publicado em 20/8/2009 11:33:21 | | | | |
| Central São Paulo participa de evento do BACEN - Circular 3461/09 | | No dia 30 de julho, a Unicred Central São Paulo, através do seu representante do Comitê de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, Sr. Rodrigo Vieira, participou do evento do Banco Central do Brasil que ocorreu no auditório do Banco Santander. O objetivo do BACEN foi esclarecer as dúvidas e aplicabilidade da nova Circular 3.461/2009 que foi divulgada em 24 de julho de 2009 e terá sua obrigação na prática a partir de 23 de agosto. Pontos importantes foram discutidos como a obrigatoriedade da renovação cadastral em no máximo 365 dias, especial atenção em casos atípicos e seu devido registro, transparência nas práticas da política, conheça seu funcionário, entre outras. A Unicred Central São Paulo está finalizando os estudos do impacto e alterações em sua rotina de trabalho e posteriormente irá comunicar as singulares do Estado de São Paulo através do informativo CPLD.
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| | publicado em 10/8/2009 14:03:28 | | | | |
| Central Santa Catarina visita Central São Paulo | | Após apresentação da metodologia de Gerenciamento de Risco Operacional feita pela Unicred Central São Paulo no CTRO da Confederação, recebemos em 28 de julho, a Sra. Marta Raquel, técnica responsável por Risco Operacional da Unicred Central Santa Catarina. Na oportunidade o gestor de Risco Operacional da Unicred Central São Paulo, Sr. Rodrigo Vieira, detalhou com mais embasamento as técnicas e ferramentas utilizadas pelo Estado de São Paulo para cumprimento da Resolução 3.380/06. Na oportunidade, foi discutido aplicabilidade da metodologia, processos mapeados, checklist de compliance, relatórios de não conformidades, CRSI, meios de comunicação, customização do software de risco operacional, que a Comissão de Desenvolvimento vem trabalhando fortemente junto a M2i e a essencial troca de experiências que esses encontros proporcionam. Também foi apresentado o trabalho da aderência estadual realizada no ano de 2008 em todas singulares do Estado, ação essa que será desenvolvida por Santa Catarina para plantar o aculturamento nos colaboradores e dirigentes das singulares. Outras Centrais já estão entrando em contato para agendar possíveis visitas, com essas movimentações, acreditamos que poderemos construir um gerenciamento sólido no sistema Unicred à nível nacional.
Após a visita da Sra. Marta recebemos um e-mail de agradecimento "Nos sentimos realmente em nossa casa por ocasião da visita na Unicred Central São Paulo. Agradecemos o empenho e saímos com a certeza que é vital para nossa continuidade essa troca de experiências entre entidades do mesmo sistema".
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| | publicado em 10/8/2009 14:03:09 | | | | |
| Taxa geral de inadimplência sobe em junho e bate recorde | | A taxa geral de inadimplência, que inclui todas as operações com pessoas físicas e também com empresas, subiu de 5,5% em maio para 5,7% em junho deste ano, informou nesta terça-feira (28) o Banco Central.
Segundo a instituição, este é o maior valor da série histórica disponibilizada pelo BC na internet, que tem início em junho de 2000. A maior taxa registrada anteriormente havia sido justamente em junho do ano 2000: de 5,6% ao ano.
De acordo com a autoridade monetária, este é o nono mês consecutivo de aumento na taxa geral de inadimplência, que registra operações com atrasos superiores a 90 dias.
Explicação para o aumento
A taxa começou a subir em outubro de 2008 em diante, quando começou a haver uma retração do crédito por conta dos efeitos do agravamento da crise financeira internacional. Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, a crise financeira é a principal responsável pelo aumento da taxa de inadimplência.
"O quadro de inadimplência está se estabilizando para pessoa física e está um pouco mais elevado para pessoa jurídica. Já vem assim desde janeiro deste ano e reflete, evidentemente, a crise. Com a crise, o crédito cessou e as empresas passaram alguma dificuldade do ponto de vista de rolagem de suas linhas de crédito. Isso acabou gerando inadimplência", disse ele.
Lopes informou ainda que o nível de atraso de 15 a 90 dias dos empréstimos, que ainda não configura inadimplência propriamente dita, começou a regredir, o que pode significar, segundo ele, um "prenúncio" de queda da inadimplência nos próximos meses.
"A expectativa de estabilização da inadimplência no curto prazo para pessoa física está relacionada com a desaceleração das taxas de juros e, também, com a maior aceleração na concessão de crédito. Daqui a três meses, começamos a ver estabilização da inadimplência com tendência de queda", afirmou o chefe do Departamento Econômico do BC.
Pessoas físicas
A taxa de inadimplência das operações dos bancos somente com pessoas físicas permaneceu estável em 8,6% em junho, ou seja, o mesmo valor registrado em maio deste ano. É o maior valor, pelo menos, desde o início da série disponibilizada na internet pelo BC, que começa em junho de 2000.
Empresas
Já a taxa de inadimplência das empresas brasileiras, com atrasos no pagamento superior a 90 dias, o valor subiu para 3,4% em junho deste ano. Em maio, estava em 3,2%. O valor de junho é o maior desde maio de 2001, quando estava em 4,2%.
Fonte: G1 |
| | publicado em 29/7/2009 14:17:18 | | | | |
| SOBRA EFICAZ – A única proposta aceita pelo mercado | | Estou convencido que a eficácia do Planejamento Estratégico de 2.010 dependerá fortemente do entendimento do conceito: Sobra Eficaz, caso contrário teremos novamente belos e grossos documentos esquecidos em gavetas, pela sua baixíssima praticidade, utilidade e simplicidade. Contudo estarão carregados de inferências comerciais, lindos cenários, novas teorias...
Um dos temas mais relevantes do PE de 2.009 será a projeção das sobras para 2010. Assim sendo, compartilho neste breve artigo reflexões, para que haja mais coerência nesta projeção. Vejamos: Imaginemos que sua singular teve R$ 50.000,00 mil reais de sobras em 2.007 (AGO de 02/2.008). E de R$ 100.000,00 em 2.008 (AGO de 02/2.009). Em uma análise usual e simplista, diz-se que o resultado foi fenomenal. Crescimento de 100% em 12 meses. Um equívoco. Um ledo engano.
Ocorre aqui um erro crasso de gestão que pode vir a sucumbir uma singular. Vejamos. Em minhas consultorias oriento meus clientes que é básico para um eficaz Plano de Ação Comercial reconhecer o que “CABE” em cada associado. Pois eles, na sua individualidade, são nossas menores fontes de receita e despesa. O conceito do que “CABE” é algo de fácil assimilação pelos meus clientes, pois se baseia em uma métrica óbvia e nada acadêmica. A nova realidade traduzida pelo método do que “CABE” em cada associado demonstra facilmente, por aglutinação, o potencial total da singular em gerar bons negócios com sua base instalada. Resumindo: Sabendo o que “CABE” de soluções em cada associado, podemos saber o que “CABE” na base atual. Ao analizá-la em valores líquidos temos: “SOBRA EFICAZ”.
Assim, este será o valor justo a ser utilizado como denominador para se calcular se a sobra apresentada em 2.008 foi consistente ou não. A “SOBRA EFICAZ” é o objetivo a ser perseguido. A sobra do ano anterior nada mede a eficácia comercial, por não reconhecer a riqueza da individualidade da base. Usá-la é um lento e certeiro tiro no pé.
Básico: A singular precisa antes de crescer sua base, ser eficaz comercialmente junto a base atual.
Agora voltemos à simulação anterior, onde sua singular teve R$ 100 mil de sobras em 2.008, contra R$ 50 mil em 2.007. Imagine que após um levantamento técnico do que “CABE” de negócios em sua base, constatou-se que o potencial de rentabilidade líquida da totalidade da base de sua singular é de R$ 400 mil/ano (SOBRA EFICAZ).
Isto explicita que sua singular entregou na última AGO apenas 25% (R$ 100 mil) do potencial de rentabilidade líquida que a base oferecia (100 mil / 400 mil). Sendo mais didático. Imagine que sua singular é um caminhão para 400 toneladas, e está levando apenas 100 toneladas. Certamente ela não está sendo eficaz comercialmente, seja por não conseguir olhar toda a carroceria pelo retrovisor, ou por acomodar mal a carga, ou ainda estar levando grandes isopores (clientes ou negócios “tranqueiras”). Provavelmente, em breve, sua singular não terá rentabilidade líquida para pagar a mensalidade do caminhão, seu custo operacional ou mesmo constituir reservas (sobras) para substituí-lo por um mais novo e mais eficaz para melhor competir no seu mercado.
Assim, o crescimento das sobras festejadas em 100% (2.007/2.008) aparenta uma séria incongruência na sua sustentação técnica. Ou seja, ao invés de estarmos comemorando um “enorme” crescimento em 2.008 (100% s/ 2.007), deveríamos sim estar em alerta total e severamente atentos quanto ao futuro comercial de nossa singular, pois conseguimos retirar apenas 25% do que a base potencializa. Aconselho que doravante, os números brutos de sobras, e suas evoluções percentuais passem a ser analisadas com enorme cautela e norteados pela coerência da SOBRA EFICAZ.
OBS. Em meu site há outros textos sobre Planejamento Estratégico para mais subsídios, como:
- Planejamento Estratégico 2.009 – O sorriso do imperador
- Cooperativa de Crédito – Planejamento Estratégico 2.008 - 11 reflexões
- Cooperativa de Crédito: 2.007 – Revendo para Competir
A disposição para parceria na construção de um Plano de Ação Comercial simples e eficaz p/ 2.010.
Ricardo Coelho
Consultoria e Treinamento Comercial para Instituições Financeiras
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| | publicado em 21/7/2009 12:55:26 | | | | |
| Conselho do Ramo Crédito tem reunião na OCB e no Banco Central | | Além da nova lei que regulamentou o Sistema Cooperativo de Crédito, estão na pauta temas como ouvidoria e registro de títulos de valores mobiliários.
As sugestões de normatização baseadas na nova Lei Complementar nº 130/09, que regulamentou o Sistema Cooperativo de Crédito, serão avaliadas pelo Conselho Especializado do Ramo Crédito (Ceco), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que se reúne nesta quinta-feira (16/7) na sede da entidade pela manhã e à tarde, no Banco Central (Bacen), em Brasília (DF). No dia 17, a coordenação do Ceco e seu grupo técnico voltam a se reunir na OCB para as conclusões e encaminhamentos.
Além de avaliação a aplicação da nova lei, os participantes do Ceco vão resgatar temas como ouvidoria e registro de títulos de valores mobiliários. Na pauta do grupo ainda estão temas relacionado ao plano de ação do Ceco, explica Sílvio Giusti, da Gerência de Mercados da OCB que acompanha as atividades do Conselho.
À tarde, no Bacen, a coordenação do Ceco e o grupo técnico têm reunião com os departamentos de Supervisão e Fiscalização de Cooperativas e Instituições Não Bancárias (Desuc), de Organização do Sistema Financeiro (Deorf) e o de Normas do Sistema Financeiro (Denor). A proposta é verificar com o Bacen o projeto de estratificação de cooperativas de crédito, avançar no processo de adequação normativa da Lei Complementar nº 130/09, e rever as posições sobre ouvidoria e registro de títulos de valores mobiliários.
No dia 17 pela manhã, a coordenação e o grupo técnico do Ceco fazem uma reunião de fechamento na OCB, para nivelar os entendimentos e encaminhar ações originárias dos desdobramentos desses encontros.
Fonte: OCB |
| | publicado em 16/7/2009 10:32:01 | | | | |
| História sobre o Cooperativismo | | O Dia Internacional do Cooperativismo foi instituído em 1923, no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional - ACI, com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados ao Cooperativismo.
Originalmente denominava-se "Dia da Cooperação".
Com o tempo passou a ser chamado "Dia do Cooperativismo", e atualmente, "Dia Internacional do Cooperativismo".
O Dia Internacional do Cooperativismo, instituído em l923 no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), é comemorado no primeiro sábado de julho de cada ano, dia da confraternização de todos os povos ligados pelo cooperativismo. No Brasil, a construção de um estado cooperativo surgiu com os jesuítas por volta de 1610. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção.
Mas o movimento cooperativista no Brasil surgiu mesmo em 1847 nos sertões do Paraná seguindo modelos europeus. A partir desta data cada cooperativa fez sua própria história. As cooperativas de crédito, esfaceladas desde meados dos anos 60 e durante a década de 70, buscam novamente seu espaço. Em 1902, no Rio Grande do Sul, um padre jesuíta implantou um modelo de cooperativismo baseado em experiências alemãs junto a pequenas comunidades rurais e vilas. No final dos anos 20, um segundo modelo de cooperativa de crédito chegava ao Brasil.
O terceiro e último modelo chegou ao País no final da década de 50 com Maria Thereza Rosália Teixeira Mendes, a Terezita, como carinhosamente era chamada. Ela organizou a constituição de dezenas de cooperativas de crédito mútuo em todo Brasil.
No Brasil, existem 5.700 cooperativas e 6 milhões de cooperados. As cooperativas geram cerca de 168 mil empregos diretos e estão presentes na agropecuária, saúde, trabalho, educação, habitação, crédito, consumo, serviços, eletrificação e telecomunicação. O cooperativismo de crédito soma mais de 1.000 cooperativas e mais de 1 milhão de associados.
Fonte: Site
http://www.mensagensvirtuais.com.br/mensagem-Dia-Internacional-do-Cooperativismo
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| | publicado em 8/7/2009 10:18:48 | | | | |
| Risco Brasil | | E foi apenas na hora final da sessão, que a Moodys informou que colocou em revisão para possível elevação os ratings Ba1 de dívida em moeda local e estrangeira do governo do Brasil, que foi motivada pela confirmação de uma maior resistência da economia a choques.
Se a Moodys elevar a nota do Brasil, o país passará a ser considerado grau de investimento também por esta agência.
Mesmo assim o Ibovespa fechou em queda de 0,61%, com volume nada expressivo de R$ 3,9 bilhões.
As maiores quedas ficaram com por Tele Norte Leste (TNLP3 -3,04%), Petrobras (PETR3 -2,90%) e Bradespar (BRAP4 -2,41%). As maiores altas ficaram com Duratex (DURA4 +4,83%), JBS (JBSS3 +4,66%) e Sadia (SDIA4 +4,09%).
E coincidentemente com a semana pré-temporada de divulgação de resultados, abaixo percebemos que os analistas que cobrem empresas norte-americanas estão começando a soltar mais recomendações de “compras” desde o início da crise.
No Japão, o Nikkei 225 fechou em queda de 0,3%, com a queda das cotações do petróleo e dos metais pesando sobre as empresas ligadas a commodities, enquanto as persistentes preocupações sobre o câmbio pressionaram as ações tecnológicas e de montadoras.
Honda Motor (-1,9%) e Canon (-1,6%). Inpex (-2,8%), Sumitomo Metal Mining (-4,3%) e Nippon Steel (-2,6%).
Na China, o risco de pagar preços mais altos à vista pelo minério de ferro aumenta, já que as conversações anuais sobre os contratos estão paralisadas.
A commodity para entrega imediata subiu para US$ 82,50 a tonelada na semana encerrada em 3 de julho, a maior alta de quatro meses, segundo a Bloomberg. Em Taiwan, foram divulgados os dados de exportações referentes a junho e assim como os dados de Coréia do Sul, os números mostram que o comércio internacional na região vem se recuperando apenas gradualmente. Em 12 meses as exportações acumulam queda de 30,4% ante -31,4% em maio.
Na Austrália, o RBA decidiu manter a taxa básica de juros do país ("cash rate target") inalterada em 3% ao ano.
Nessa manhã, os mercados europeus operam em alta, após a recuperação no final do dia dos mercados americanos (FTSE100 +0,81%; CAC40 +0,66%; DAX30 +0,84%).
No Reino Unido, a produção industrial registrou queda de 0,6% em maio MoM x alta de 0,2% (e).
Analistas já estimam retração de 0,5% no PIB do Reino Unido no 2º tri, persistindo o cenário de recessivo no país.
Em relatório divulgado hoje, a Câmara de Comércio Britânica afirma que a pior fase da crise já passou, mas sérias pressões continuam ocorrendo sobre todos os setores e regiões. "As conversas sobre recuperação são prematuras", diz a entidade.
Existe a expectativa de que o Banco da Inglaterra anuncie a ampliação do quantitative easing, em 25 bilhões de libras, dentro da faixa já permitida pelo programa.
A libra vem caindo forte desde ontem, nessa manhã já recua 0,58%, para US$ 1,6187.
Na Alemanha, as novas encomendas à indústria subiram 4,4% em maio MoM x aumento de 0,5% (e).
Nos EUA, não há dados importantes na agenda de hoje.
No Brasil, os fundos de investimento registraram ingresso líquido de R$ 24,03 bilhões durante o primeiro semestre deste ano, segundo informou hoje relatório da Anbid. Porém, no mês de junho houve a saída líquida de R$ 7,9 bilhões.
Lopes (LPSB3): Informou ontem que dois de seus acionistas controladores, São Francisco Participações Ltda. e Equity Engenharia e Empreendimentos Ltda., concordaram em elevar o preço da OPA de ações de R$ 7,10 para R$ 9,20 por papel.
Ontem a ação da companhia fechou cotada a R$ 10,78 na Bovespa, ante R$ 8,35 da data em que a operação foi anunciada.
Fontes: Safra Diário;
-Externo: Bloomberg, BBC, CNBC, www.nytimes.com, www.ft.com
-Interno: www.valoronline.com.br, Broadcast
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| | publicado em 7/7/2009 12:25:45 | | | | |
| Cooperativismo é um modelo de inclusão social | | O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, deputado Odacir Zonta, disse que a sessão solene do Congresso Nacional em comemoração ao 87º Dia Internacional do Cooperativismo e aos dez anos de atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz justiça à importância do setor no desenvolvimento econômico do País. Segundo Zonta, o cooperativismo tem, no Brasil, um modelo de inclusão social, porque o principal capital da cooperativa é a pessoa, é a família.
Os desafios são muitos, acrescentou ele, dizendo que, com a força dos associados, especialmente dos jovens e mulheres, está sendo possível avançar para satisfazer as necessidades de todos e de cada um.
Ele acredita que o cooperativismo representa um instrumento importante de inclusão e de desenvolvimento, visando a superar o momento de crise que o mundo e o Brasil estão passando.
Para o senador Gilberto Goellner, o cooperativismo definiu uma nova maneira de pensar o trabalho, bem como de pensar o relacionamento do homem com o trabalho. Ele representa uma fórmula democrática de superar problemas socioeconômicos, especialmente em momentos de crise.
O senador destacou que, numa cooperativa, há empresas alternativas que estão focadas não no lucro, mas nas pessoas e nas famílias. Elas vivem de sua atividade baseada em modelos éticos e transparentes. Segundo ele, o mundo está reconhecendo o potencial das cooperativas na organização de um novo modelo de desenvolvimento, uma maneira inovadora de fazer negócios, aumentando a produtividade e promovendo o bem-estar das populações.
Fonte: OCB
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| | publicado em 7/7/2009 12:24:43 | | | | |
| Parlamentares defendem fortalecimento do setor | | Durante sessão solene do Congresso Nacional, nesta quinta-feira (2/7), em homenagem ao cooperativismo, o senador Renato Casagrande disse que o movimento é um dos caminhos mais apropriados para que o País tenha um novo modelo de desenvolvimento, onde o ser humano seja o centro dos debates. Renato Casagrande aproveitou a ocasião para informar que está ultimando a apresentação de relatórios a duas propostas que deverão resultar na Lei Geral do Cooperativismo.
O senador Eduardo Suplicy disse acreditar que está próximo o entendimento para que seja aprovada uma nova legislação sobre as sociedades cooperativas. Ele informou estar participando de diálogo com os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Trabalho sobre o assunto. Suplicy é autor de projeto que dispõe sobre as sociedades cooperativas e que tramita em conjunto, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), com o PLS 03/07, do senador Osmar Dias, sobre o mesmo assunto. As matérias estão sendo relatadas pelo senador Renato Casagrande.
Desemprego - Já o senador Valdir Raupp salientou que o cooperativismo é forte instrumento na luta contra o desemprego, razão pela qual voltou a defender o fortalecimento do setor. Ele informou que apenas no seu estado, Rondônia, existem cem cooperativas, gerando mais de seis mil empregos.
Dar melhores condições para que as cooperativas prosperem pelo País, como forma de ampliar a geração de empregos e gerar renda, é, no entender do senador Arthur Virgílio, o caminho natural para que o Brasil se desenvolva com maior rapidez.
Dizendo-se um árduo defensor do cooperativismo, Marconi Perillo lembrou que, em Goiás, o cooperativismo é o principal responsável pelo bom desempenho da economia do estado, a qual, observou, cresce a taxas superiores às demais unidades federadas.
"Temos que comemorar esta data e este é o momento de reconhecer o importante trabalho desenvolvido pela coooperativas, destacou o deputado federal Dr. Ubiali. Citou números do cooperativismo de saúde que conta hoje 894 cooperativas que atendem cerca de 14 milhões de pessoas. "Devemos trabalhar para ampliar esses números"O deputado federal Paulo Piau, secretário geral da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), disse que a sessão solene era um reconhecimento público da importância do setor cooperativista. "Pelo cooperativismo, podemos construir um País melhor para todos. E, para que o setor continue crescendo e isso aconteça, é preciso mudar algumas legislações", disse. Neste sentido, Piau ressaltou o trabalho conjunto da Frencoop e da OCB em defesa das causas cooperativistas.Outro senador a enaltecer a data foi Marcelo Crivella. Para ele, o cooperativismo é núcleo gerador de emprego, sendo também uma das melhores fórmulas de se combater a concentração de renda, "que ainda é um dos maiores problemas brasileiros".
Fonte: OCB
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| | publicado em 7/7/2009 12:24:18 | | | | |
| Senador destaca a força econômica do cooperativismo | | O senador Osmar Dias, autor do requerimento à Mesa do Senado Federal para a realização da sessão solene em comemoração ao 87º Dia Internacional do Cooperativismo e os dez anos de criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), mostrou a pujança do cooperativismo paranaense, seu estado de origem. Citou o faturamento do setor no Paraná de R$ 25 milhões, assinalando que as cooperativas são organizadas e têm gestão profissional.
Ele observou que a atividade movimenta diretamente 2,4 bilhões de pessoas, comandadas por 800 milhões de sócios em todo o mundo e cerca de 8 milhões no Brasil. No País, o segmento responde por 254 mil empregos diretos, nas mais de 7 mil cooperativas existentes. Disse ainda que o agronegócio responde por 40% das exportações.
Osmar Dias, que integra quatro cooperativas em seu estado, destacou ainda o papel do cooperativismo para a superação da crise econômica mundial. “As cooperativas estão sólidas, com uma gestão moderna e, com isso, conseguirão enfrentar essa crise”.
Ele também fez um apelo para que o Congresso aprove projeto de sua autoria (PLS 03/07), que dispõe sobre as sociedades cooperativas e está sob a relatoria do senador Renato Casagrande.
Fonte: OCB
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| | publicado em 7/7/2009 12:23:51 | | | | |
| Dia Internacional do Cooperativismo é celebrado em sessão solene no Congresso Nacional | | Em sessão solene aberta pela senadora Serys Slhessarenko, 2ª vice-presidente do Senado, o Congresso Nacional (CN) realizou sessão solene, nesta quinta-feira (2/7), para comemorar o 87º Dia Internacional do Cooperativismo e os dez anos de atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Participaram 11 deputados federais e 12 senadores da República.Os requerimentos para a realização da homenagem foram do senador Osmar Dias e do deputado Odacir Zonta. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, também fez parte da mesa junto com o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Luís Carlos Guedes Pinto.
Durante seu pronunciamento, o presidente da OCB afirmou que o apoio recebido na solenidade o impulsiona a continuar trabalhando para que o movimento cooperativista cresça ainda mais e alcance novos espaços, inclusive no Congresso Nacional. Ele agradeceu a oportunidade de estar comemorando, no Parlamento, o 87º aniversário do movimento e disse que a organização precisa da ajuda dos parlamentares para aprovação de leis cada vez melhores para o setor. “Precisamos muito da ajuda do Congresso porque queremos leis cada vez melhores para o setor. Por isso, elas têm que ser debatidas e evoluídas”, disse.
A senadora Serys afirmou que o CN presta uma justa homenagem ao cooperativismo, iniciativa econômica que considera uma das mais brilhantes. Ela ressaltou ainda, como grande virtude do movimento, seu caráter conciliador e híbrido ao reunir as contribuições dos dois modelos econômicos do século XX - o socialismo e o capitalismo.
A senadora lembrou sua participação em debate realizado no Congresso dos Estados Unidos, em março deste ano, como chefe de uma missão de parlamentares brasileiros sobre Mudanças Climáticas, do qual saiu a constatação de que o cooperativismo pode ser um terceiro caminho para a humanidade.
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| | publicado em 7/7/2009 12:23:18 | | | | |
| Serviços da Unicred são prestados para quem é cooperado | | As cooperativas de crédito Unicred são organizações exclusivas dos profissionais e de empresas que trabalham na área de saúde. Seus clientes são os seus cooperados. Somente as pessoas ou organizações que se integram ao quadro social da Unicred podem ter acesso aos seus serviços. Por isso, o atendimento da Unicred não é aberto ao público em geral.
É importante ficar alerta para utilização indevida da marca Unicred por pessoas mal-intencionadas, que se aproveitam da boa imagem do Sistema para propor empréstimos sem comprovação de renda para todos os públicos, que não correspondem à realidade.
Podem se associar à Unicred cooperativas de trabalho médico; empresas ligadas à área de saúde; profissionais da área de saúde (médicos, assistente social, biólogos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, odontólogos, psicólogos); profissionais de educação física; terapeutas ocupacionais; veterinários; pessoas jurídicas sem fins lucrativos; pais, filhos, cônjuges de associados; funcionários de cooperativas; viúvos(as) de funcionários.
Regulamentada e fiscalizada pelo Banco Central, a Unicred garante a mesma ou ainda mais segurança que as outras instituições financeiras. No Brasil, o sistema Unicred conta com 10 Unicreds centrais e 135 Unicreds singulares. No Estado de São Paulo, a Unicred está presente em 42 cidades. São mais de 153 mil associados em todo o país.
A Unicred disponibiliza uma gama de serviços igual a dos grandes bancos. Seu papel é promover o bem-estar financeiro de seus associados, prestando serviços de natureza econômica, social e educativa. Isso é cooperativismo de crédito. Graças a esse sistema ético, democrático e igualitário, que valoriza o homem e defende o desenvolvimento sustentável, a Unicred protege os seus cooperados dos efeitos nocivos da ciranda financeira praticada pelos conglomerados bancários.
É importante lembrar que, para fazer parte dessa instituição financeira sólida e segura, de gestão participativa, é preciso ser profissional, trabalhar ou ter empresa na área da saúde.
Confira os resultados do sistema Unicred no Estado de São Paulo, em 2008:
• Evolução de 38% nas operações de crédito e financiamento e uma carteira consolidada de R$ 321,7 milhões.
• Taxa média de juros de 30,30% ao ano, 48% mais baixa à praticada pelo mercado, de 57,96% em média, ao ano.
• Sobras brutas de R$ 12,4 milhões.
• Retorno sobre o capital investido dos associados de 15% ao ano.
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| | publicado em 6/7/2009 09:18:24 | | | | |
| Artigo - A Atualidade do Cooperativismo | | “Impulsionando a recuperação global por meio das cooperativas”. Este é o lema escolhido pela ACI (Aliança Cooperativista Internacional) para as comemorações deste ano do nosso 87º Dia Internacional do Cooperativismo.
A grave crise econômica que hoje já transborda para uma crise da regulação financeira, de governança global, traz consequências profundas e uma delas é a tendência a brutal de concentração econômico-financeira.
Qual é o antídoto? O Cooperativismo! Como podemos desencadear um círculo virtuoso da economia, de organização do trabalho e da produção, que não acumula excedente e distribui imediatamente os resultados? Por meio do Cooperativismo!
Militante nas três esferas, federal, estadual e municipal, sempre fui um defensor ferrenho das suas oportunidades socioeconômicas, fato que inclusive ensejou-me a elaborar uma publicação: “Cooperativismo: uma alternativa correta, econômica e social, para enfrentarmos a crise global”. Tese que acabou se confirmando, principalmente em setores como o agropecuário e o de crédito, impulsionando um desenvolvimento sustentável e gerando empregos e renda, contribuindo também para o crescimento das comunidades onde se faz presente.
Tendo como carro-chefe a oferta de juros mais baixos, as cooperativas aproveitaram a retração de crédito nas carteiras tradicionais para ganhar espaço. Em 2008, o cooperativismo de crédito teve um crescimento de 36%, ante os 28,2% de todo o sistema financeiro nacional. Para este ano, a expectativa é de que a tendência de alta seja mantida 25% acima da expansão geral do mercado. Para isso, as quase 1.500 cooperativas devem alcançar 4.500 pontos de atendimento, em dezembro (eram 4.182, no fim de 2008), com mais de 600 mil associados – chegando a 4,8 milhões, ao todo – e devem passar de R$ 50 bilhões em ativos, ante os R$ 44,5 bilhões do ano passado, quando as operações de crédito somaram R$ 21,8 bilhões e os depósitos, R$ 18,9 bilhões.
Apesar da sua fatia no mercado de crédito ainda ser pequena – cerca de 2% do total – a perspectiva é de que chegue a 10% nos próximos cinco anos. Essa certeza decorre do trabalho como diretor do ramo crédito da Frencoop, responsabilidade que abracei e que já podemos comemorar frutos importantes, como a sanção da Lei de Regulamentação do Cooperativismo de Crédito.
No setor agropecuário, somos representados nacionalmente por cooperativas consolidadas, com gestão profissionalizada e foco no negócio, respondeu por 26, 91% do total (US$ 1,08 bilhão) exportado pelo cooperativismo brasileiro. Já no 1º trimestre deste ano, o destaque ficou para o açúcar, com 91% (US$ 150,9 milhões), frente a 59% no 1º trimestre de 2008 (US$ 86,4 milhões) e crescimento de 13,5%, totalizando US$ 165,8 milhões.
A partir das melhorias na proposta do novo plano de safra, as cooperativas deverão receber uma nova linha de capitalização via ampliação das chamadas “cotas-parte” de R$ 2 bilhões a juros de crédito rural para estimular a nova safra (2009/10).
Também devo saudar a implantação do Programa Nacional de Conformidade das Cooperativas (PNC), a partir de um convênio estabelecido entre a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e a Ocesp (braço paulista da entidade), voltado principalmente a oferecer um diferencial de mercado para as cooperativas de trabalho, beneficiando as cooperativas e os contratantes, além de minimizar os questionamentos do Ministério Público do Trabalho. O PNC deverá criar normas e critérios para diferenciar e gerar sustentabilidade às cooperativas de trabalho, por meio de auditoria e monitoramento. Este setor, também colheu vitórias importantes como a aprovação na Câmara Federal do substitutivo do Projeto de Lei, que regulamenta o ramo trabalho no País e que deve, agora, ser votado no Senado.
Apesar de termos comemorado vitórias importantes no âmbito do Legislativo, no sentido de escorar o crescimento do sistema cooperativista a partir de um marco legal capaz de contemplar os avanços dos 13 ramos de atividade no País, ainda permanece a indispensável e urgente necessidade de aprovarmos a Lei de Regulamentação do Cooperativismo de Trabalho e um novo texto para o Ato Cooperativo.
Em meio às comemorações pelos 87 anos do Cooperativismo, em memória daqueles pioneiros de Rochdale, respeitando a premissa universal de “Ajuda Mútua e Solidariedade” que rege o setor é que nós, membros da Frencoop e do Sistema Cooperativista Brasileiro, precisamos manter a mobilização em torno de matérias imprescindíveis para estimular o crescimento desta atividade socioeconômica e ajudar o Brasil e o mundo a sair da atual crise financeira global.
Deputado Arnaldo Jardim – (PPS-SP) diretor da Frencoop – Frente Parlamentar pelo Cooperativismo
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| | publicado em 3/7/2009 10:00:31 | | | | |
| Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa | | A Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (CNAC), foi credenciada no dia 7 de maio como entidade de auditoria com abrangência nacional. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), foi a responsável pelo credenciamento. |
| | publicado em 1/7/2009 15:32:09 | | | | |
| BC: inadimplência atinge maior nível em quase nove anos | | Taxa bateu recorde da série histórica com início em junho de 2000
O Banco Central informou hoje que a inadimplência das operações dos bancos com pessoas físicas avançou de 8,4% em abril para 8,6% em maio deste ano e, com isso, bateu recorde da série histórica com início em junho de 2000. A taxa média no crédito com recursos livres de direcionamento atingiu em maio 5,5% das operações, o maior nível desde setembro de 2000, quando o índice estava em 5,7%. No último mês de abril, o porcentual de inadimplência no crédito livre tinha sido de 5,2%. Em maio de 2008, a taxa estava em 4,3%.
O aumento dos atrasos nos pagamentos aconteceu nos dois segmentos de crédito, pessoa física e jurídica. Nos financiamentos às famílias, a parcela das operações com atraso superior a 90 dias chegou a 8,6%, o maior nível da série histórica do BC, iniciada em junho de 2000.
Antes dessa marca, o recorde anterior era de abril de 2009, quando a taxa estava em 8,4%. Em maio de 2008, a inadimplência na pessoa física era de 7,4%. Nas operações para empresas, a inadimplência chegou a 3,2% em maio, o maior nível desde maio de 2001, quando estava em 4,2%. Em abril de 2009, o índice estava em 2,9% e, em maio do ano passado, em 1,8%.
Juros
A taxa média de juros no crédito livre (taxa de juros livremente pactuada) caiu a 37,9% em maio, segundo o BC. Em abril, havia sido de 38,6%. No caso da pessoa física, o juro médio caiu a 47,3% em maio, de 48,8% no mês anterior. Já no levantamento para a pessoa jurídica, a taxa média cedeu de 28,8% em abril para 28,5% no mês passado. Apesar das reduções, no levantamento geral a taxa média ainda revela elevação de 0,3 ponto porcentual no acumulado de 12 meses.
O Banco Central registrou também queda do spread médio das operações de crédito livre, de 28,2 ponto porcentual, em abril, para 28,1 ponto porcentual em maio. No caso da pessoa física, houve redução do spread médio para 37,4 ponto porcentual em maio, de 38,5 ponto porcentual no mês anterior. Já em relação ao dado apurado para a pessoa jurídica, houve elevação do spread médio de 18,3 ponto porcentual, em abril, para 18,7 ponto porcentual no mês passado. No acumulado de 12 meses até maio, o spread médio apresentou elevação em todos os levantamentos: geral (3,6 ponto porcentual), pessoa jurídica (4,2 ponto porcentual) e pessoa física (3,9 ponto porcentual).
Crédito
As operações de crédito do sistema financeiro tiveram expansão de 0,8% em maio ante abril, segundo dados do BC. Com a variação, o estoque dessas operações aumentou de R$ 1,249 trilhão para R$ 1,259 trilhão no período. No acumulado dos últimos 12 meses até maio, as operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão de 20,5%. A participação do crédito no Produto Interno Bruto (PIB) passou para 43% no mês passado, de 42,8% no mês anterior.
`A evolução das operações de crédito do sistema financeiro em maio manteve a tendência de expansão observada em abril, ressaltando-se o desempenho da demanda por crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) e por financiamentos habitacionais`, diz o BC, em nota.
De acordo com o documento, no caso dos recursos bancários concedidos às empresas, as variações permaneceram condicionadas pela redução das carteiras fundamentadas em recursos externos. Isso ocorreu, segundo o BC, por causa dos efeitos da apreciação cambial no período.
Fonte: Zero Hora, 25 de junho de 2009. Na base de dados do site www.endividado.com.br. |
| | publicado em 1/7/2009 07:47:50 | | | | |
| BC avalia grau de estabilidade de sistema financeiro brasileiro | | O Banco Central divulga o Relatório de Estabilidade Financeira (REF), relatório semestral que descreve a evolução recente do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e os principais riscos a que o sistema e as instituições estão expostos. Os dados se referem ao segundo semestre de 2008 e, em alguns casos, aos primeiros meses de 2009. Os testes de estresse, realizados desde 2002, são destacados no terceiro capítulo do relatório, e apresentam os procedimentos adotados pela área de supervisão para avaliar o nível de resiliência do SFN a eventos econômicos e financeiros adversos.
No caso brasileiro, os testes de stress avaliaram os impactos causados por oscilações no risco de crédito e nas taxas de juros e de câmbio. O relatório concluiu que os bancos apresentam elevada resistência às variações nos principais fatores de risco. Apesar da crise, o Índice de Basiléia (IB) subiu, durante o segundo semestre de 2008, de 15,5% para 17,5%, influenciado por fatores como o ágio nas incorporações e fusões no período, a constituição de crédito tributário e algumas mudanças normativas.
O IB é dado pela relação entre o Patrimônio de Referência e o risco assumido pelas instituições financeiras nas operações. No Brasil, dada a regulamentação do CMN, o índice mínimo equivale a 11%. O teste de stress demonstrou que somente um cenário extremo, que combinasse choques nas taxas de juros, de câmbio e elevação de risco de crédito, faria com que o universo analisado apresentasse um índice médio de Basiléia inferior aos 11%. Neste cenário, o índice atingiria 10,7%, que é superior ao índice recomendado internacionalmente de 8%. Os testes de estresse são realizados mensalmente pelo BC com mais de 100 instituições.
Outros testes que avaliam o volume de liquidez detido pelas instituições, considerando os impactos causados por oscilações no câmbio, juros e nos níveis de depósito, demonstraram que as instituições mantiveram, ao longo do segundo semestre, recursos disponíveis suficientes para fazer frente aos seus compromissos, mesmo nas situações de estresse analisadas.
O relatório ainda conclui que a condução adequada das políticas econômica e monetária contribuiu para minimizar os reflexos da turbulência no setor financeiro e, por extensão, nos setores produtivos do país. O REF destaca as medidas adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central, como os incentivos à aquisição de ativos dos bancos de pequeno porte pelos de médio e grande porte e a redução dos recolhimentos de depósitos compulsórios, que contribuíram para o restabelecimento do volume de liquidez do sistema e para a manutenção das concessões de operações de crédito.
Além disso, avaliando a organização do SFN, o relatório verificou que, durante o período mais agudo da crise financeira internacional, não foram detectados eventos que acarretassem mudança nas estratégias organizacionais das instituições financeiras brasileiras. As decisões sobre aquisição, associação ou fusão ocorridas no segundo semestre decorreram de eventos iniciados antes da crise. |
| | publicado em 1/7/2009 07:47:10 | | | | |
| Nova metodologia agiliza elaboração de Rating e Ranking | |
A nova metodologia da Unicred Central para elaboração do Rating e Ranking das Singulares do Estado de São Paulo já está em operação desde o dia 1º de maio. Agora, os dados que são encaminhados mensalmente para a Unicred do Brasil, não precisam mais da prévia análise das singulares. A medida está otimizando o tempo de entrega dos relatórios e garantindo cumprimento dos prazos estabelecidos. Caso necessário, as singulares podem solicitar correções após o encaminhamento à Unicred do Brasil.
A nova metodologia foi apresentada aos gerentes durante reunião ocorrida no dia 18 de junho, na sede da Central. Os presentes aprovaram o novo formato e deram os parabéns pela iniciativa. A elaboração do Rating e Ranking das Singulares está sob responsabilidade da assistente de diretoria, Helen Cristina Rocha.
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| | publicado em 30/6/2009 14:09:27 | | | | |
| Artigo: Etanol limpo e justo | | O ex-presidente norte-americano Bill Clinton, durante o Ethanol Summit 2009, resumiu bem o desafio do setor sucroenergético nacional, não basta demonstrarmos que somos mais eficientes, precisamos incorporar o princípio da sustentabilidade em toda nossa cadeia produtiva. Só desta maneira, conseguiremos abrir os principais mercados do mundo para o nosso etanol, derrubando as barreiras não tarifárias. Destacadamente, dois pontos saltam aos olhos: as condições de trabalho e o risco de desmatamento para a expansão da produção.
Apesar dos fundamentos sólidos e do imenso potencial da agroenergia como alternativa energética limpa e renovável, ainda convivemos com a propagação de mitos, inverdades, ou simples desinformações que traduzem uma realidade que não corresponde ao atual estado da arte do setor. O desafio, agora, está em demonstrar ao mundo que o nosso etanol é sustentável.
Responsabilidade social
O dia 25 de junho de 2009 marca um momento histórico para o setor: será assinado um compromisso nacional para melhorar as condições de trabalho no setor sucroenergético, envolvendo poder público, setor produtivo e trabalhadores. De adesão voluntária, as usinas e destilarias que se comprometerem a implantar melhorias farão parte de uma espécie de “lista branca” das boas práticas.
O acordo foi coordenado pela Secretaria Geral da Presidência e contou com o apoio da Contag (Confederação Nacional dos Tabalhadores na Agricultura), da Feraesp (Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo), do Fórum Nacional Sucroenergético e da Unica (União da Industria de Cana-de-Açúcar). Deverá beneficiar cerca de 800 mil trabalhadores da colheita e entre os benefícios, destaco:
– Contratação direta e com carteira assinada;
– Aferição da produção diante de representantes dos trabalhadores (com o preço acertado antecipadamente por tonelada de cana colhida);
– Fornecimento gratuito de equipamentos de proteção individual e duas pausas coletivas por dia;
– Alfabetização e elevar a escolaridade dos trabalhadores, além de promover a qualificação profissional;
– As empresas vão oferecer recipientes térmicos para manter a temperatura da comida;
– Os sindicalistas terão acesso aos locais de trabalho;
– O transporte será gratuito e seguro.
RenovAÇÃO
No Estado de São Paulo, maior produtor nacional de cana, existe uma lei de minha autoria que organizou os procedimentos para o fim da pratica da queima até 2021, só que questões ambientais e a crescente inovação tecnológica, possibilitaram um acordo, em 2007, para antecipar o fim da queima para 2014.
Com isso, o trabalho manual esta sendo gradativamente substituído por processos mecanizados de plantio e de colheita. Com o objetivo de ampliar este tipo de atendimento para sete mil trabalhadores por ano, a Unica, a FERAESP, empresas da cadeia produtiva, com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), se uniram para lançar um programa de requalifização que deve atender seis regiões produtoras do Estado de São Paulo.
Crescer sem desmatamento
No Ethanol Summit 2009 fui o moderador do painel – Biocombustíveis: Crescer sem Desmatamento. A produção nacional de etanol vem batendo recordes sucessivos de produtividade, ao mesmo tempo, em que o Brasil se consolida e ganha espaço no mercado global de alimentos. Essa realidade só foi possível graças aos investimentos em tecnologia e inovação que nos possibilitaram produzir mais em cada hectare agricultável, de maneira sustentável, buscando na eficiência uma alternativa para superar obstáculos do chamado Custo Brasil.
Todavia, ainda necessitamos de uma lei concreta de zoeneamento agroecológico da cana, uma medida propagada pelo Governo Federal, mas que ainda não saiu o papel. Todos os integrantes do debate se mostraram compromissados em aprovar esta medida no Congresso Nacional no sentido de preservar a Amazônia e o Pantanal. Neste aspecto, existem dois pontos fundamentais.
Primeiramente, existe uma proposta que está sendo desenhada sem uma meta clara de quando em quanto tempo seria posta em prática; e ainda não há uma definição para estratégia de implementação de tal política. Este zoneamento é importante por diversas razões. A principal delas é sinalizar o compromisso brasileiro de estimular a ampliação da produção canavieira sem que aumente o desmatamento, tanto na Amazônia como no Pantanal. Para nós, brasileiros, parece óbvio, mas para os estrangeiros ainda não.
Outro aspecto positivo seria pavimentar o caminho para a criação de zoneamento de outros setores agropecuários que estão em foco, como o gado de corte. Com isso, estaríamos indiretamente estimulando a intensificação do uso das pastagens.
Pesquisa e desenvolvimento
No Brasil, dos 340 milhões de hectares agricultáveis somente 90 milhões seriam adequados a produção de cana, destes apenas 62 milhões estão sendo ocupados, nos quais a cana ocupa atualmente 7 milhões de hectares (metade deles para produção de açúcar), ou seja, 5% da área agrícola destina-se a produção de etanol, nas quais produzem mais de 24 bilhões de litros/ano.
A pesquisa agronômica indica que, se em 10 anos a produtividade de etanol por hectare dobrar, produziremos mais 20 bilhões de litros de etanol na mesma área usada atualmente, chegando a um limite de 280 a 300 bilhões de litros de etanol por ano.
Ninguém discute as excelentes perspectivas para o nosso etanol, afinal temos as melhores condições geográficas, climáticas, culturais, econômicas e tecnológicas. Portanto, o papel do Brasil pode ser – e será – extraordinário e estamos nos preparando para isto. Entretanto, para que as expectativas de mercado se confirmem, empresas, governos e o setor produtivo precisam estar atentos para as novas exigências de um mercado em formação: comercialização eficiente, respeito às normas socioambientais e investimentos permanentes em pesquisa e desenvolvimento.
Deputado Arnaldo Jardim – membro da Comissão de Minas e Energia e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal.
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| | publicado em 29/6/2009 09:43:30 | | | | |
| Cresce participação na reunião de gerentes e superintendentes | | A qualidade da participação na reunião de gerentes e superintendentes das singulares está crescendo cada vez mais. Promovido bimestralmente pela Unicred Central São Paulo, o encontro permite que os temas operacionais voltados ao desenvolvimento do sistema sejam discutidos e avaliados. A última edição, ocorrida em junho, contou com a presença de 18 participantes. Na opinião do superintendente executivo da Central, Sandro Roque, a iniciativa facilita as decisões administrativas que fazem parte da rotina das singulares. “Temos percebido que os gerentes e superintendentes participam efetivamente da reunião através de comentários e propostas interessantes. Os assuntos discutidos têm objetivos claros e o conteúdo também vem melhorando”, avaliou. |
| | publicado em 24/6/2009 11:33:41 | | | | |
| Gerentes e superintendentes visitam o Ciab Febrabam | | Na visita organizada pela Unicred Central São Paulo à 19ª edição do Ciab Febraban 2009, os gerentes e superintendentes das singulares tiveram acesso às últimas novidades em desenvolvimento de TI para o setor bancário.
O evento, que aconteceu de 17 e 19 de junho, na cidade de São Paulo, teve como tema a “Bancarização”, debatendo alternativas que viabilizem a inclusão das camadas mais baixas da população brasileira no sistema financeiro formal. Dentre as soluções de tecnologia bancária apresentadas no evento, destacaram-se dois projetos que trarão benefícios e redução de custos. O primeiro é o sistema de Débito Direto Autorizado (DDA), que migrará a forma de pagamento dos boletos de cobrança para o virtual e, com isso, eliminará o uso do papel. A outra novidade é a Truncagem de Cheques com Imagem, que, com a digitalização desses documentos, dará um fim às despesas com logística, fraudes e roubos.
De acordo com o superintendente executivo da Unicred Central, Sandro Roque, a visita teve como objetivo mostrar aos gerentes e superintendentes do sistema a importância da inovação no sucesso dos serviços prestados. “É bom para nós, da Unicred, que trabalhamos em um modelo cooperativista, ver que as instituições financeiras também estão procurando soluções voltadas aos interesses sociais”, comentou.
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| | publicado em 24/6/2009 11:33:09 | | | | |
| Novo superintendente da Tecnocred visita Central | | O novo superintendente da Tecnocred, Marcelo Martorano Camargo, visitou a Unicred Central São Paulo no dia 19 de junho. Ele esteve acompanhado do gerente geral, Jeferson Luís Schroeder Machado. A Tecnocred é a empresa parceira da Unicred Central para o desenvolvimento de soluções na área de Tecnologia de Informação. Na ocasião, os visitantes apresentaram ao superintendente executivo da Unicred Central, Sandro Roque, e aos gerentes, os projetos realizados nesse primeiro semestre e aqueles que ainda serão implantados. Um dos destaques dessa parceria é o cartão de débito e crédito Visa Electron/Unicred, um projeto que vem sendo desenvolvido há dois anos e que está operando em caráter piloto para débito on-line desde maio. |
| | publicado em 24/6/2009 11:32:36 | | | | |
| Gerenciando Riscos de Fraude através da sua Lógica | | As fraudes não são privilégios somente desta época ou da sociedade atual. São tristes fatos que vêm se perpetuando pela história do homem e de suas civilizações.
Atualmente, as empresas estão percebendo cada vez mais que as fraudes também não são exclusivas de determinadas entidades ou ramos de negócios. Elas atacam qualquer tipo de organização, seja ocidental ou oriental; nacional ou multinacional; pública, mista ou privada; micro, pequena, média ou grande; sociedade anônima, limitada ou cooperativa; profissional ou familiar; rural ou urbana; com ou sem fins lucrativos; da área produtiva, comercial ou de serviços.
Vive-se hoje num mundo cultural, econômica e/ou mercadologicamente globalizado, onde as organizações enfrentam não mais uma concorrência local, regional ou setorial, mas a nível mundial.
A globalização econômica e o avanço acelerado das tecnologias vêm gerando, também,
fraudes mais sofisticadas e condutas impróprias nas corporações. As consequências, para as empresas, tornam-se mais graves em termos de sanções aplicadas por agências regulatórias, danos de imagem, perdas financeiras e de confiança dos investidores, com desdobramentosnegativos que podem até afetar e influenciar cotações em bolsas.
Pesquisa realizada em 2006 pela ‘Association of Certified Fraud Examiners’, dos Estados Unidos, estima que as empresas norte-americanas perdem, a cada ano, 5% de seu faturamento por conta de fraudes. Levando-se em conta o PIB dos EUA em 2006, isso representaria uma sangria de US$652 bilhões/ano. A fraude caracteriza-se pela ação intencional e com dolo praticado por agentes internos ou externos, sejam colaboradores diretos da empresa, como seus prestadores de serviços alocados no ambiente empresarial, de forma não autorizada, com vistas a atentar contra os ativos empresariais suprimindo destes seus resultados. Fraude não é apenas o furto comum, pela subtração direta de bens, mas toda forma de lesão ao direito de terceiros, tramada por artifícios executados por meio de métodos e práticas desonestas, ou seja, a fraude é todo ato intencional destinado a assegurar ganhos ilegais. É uma conduta imprópria, infringindo os princípios da ética e dos valores morais. É preciso ficar atento sobre a questão da ética e dos valores morais, pois um dos grandes fatores que vem fazendo com que as fraudes cresçam no mundo corporativo é justamente a ausência dos mesmos. Há a necessidade de a empresa possuir um código de conduta e de ética definidos, estabelecendo a fronteira entre o ilegal e o ilícito. Não se pode esquecer que o maior problema do homem como ser humano é sua eterna luta entre a ética pessoal e a ética civil, a escolha entre o individual e o coletivo. A fronteira deve estar muito clara para todos os níveis da empresa. Diante do quadro de crescimento e progressão geométrica das fraudes, cada esforço desprendido eficazmente, cada economicidade realizada nos processos produtivos fará grande diferença. Ao contrário, cada erro, falha, desvio, perda e/ou desperdício será um fardo cada vez mais pesado e difícil de suportar.
As fraudes provocam, além das altas perdas financeiras, outras conseqüências por demais
devastas. No âmbito do ambiente de trabalho, criam um clima de insegurança e desconfiança entre os funcionários e suas chefias. No âmbito da direção geral da empresa, provocam suspeitas e desconfianças sobre a capacidade de gestão de seus administradores. No âmbito externo, maculam a imagem da organização junto ao público consumidor. Antes, no Brasil, as fraudes quase nunca eram percebidas devido à elevada inflação, que mascarava as perdas financeiras e também não levavam os administradores
a observar com mais atenção o problema. As perdas por erros e irregularidades eram incorporadas aos custos da operação e repassadas ao consumidor. Eram poucas as empresas que possuíam em seus quadros auditores internos focados para a identificação
preventiva de fraudes ou a auditoria denominada por nós como auditoria investigativa.
Com a estabilização da moeda, advinda com o Plano Real, o problema tornou-se visível para a maioria das organizações.
“Fraudadores atacam todos os tipos de organização, o combate a eles é complexo e precisa de ações preventivas”
Lógica do Fraudador
Para que se possa entender de forma clara como pensa o fraudador, é preciso estudar três fatores, visando identificar a lógica de agressão. São eles: motivações do fraudador; causas e oportunidades e a lógica e/ou a estratégia do fraudador. Podemos classificar em três macros fatores as motivações do fraudador.
Natureza da satisfação: É preciso entender qual é a natureza de satisfação do fraudador, se é de cunho psicológico, intelectual ou financeiro. Em quase 95% das fraudes no mundo corporativo, a natureza da satisfação é financeira. Mas temos que procurar identificar as condições ambientais. Como exemplo se pode citar o caso de um funcionário que foi preterido na promoção por outro mais jovem e com menos tempo de empresa. Ele pode ficar magoado e a partir daí racionalizar que pode desviar recursos, já que a empresa não valorizou seu tempo de dedicação. Por esta razão, é necessário o perfeito entendimento da natureza da satisfação do fraudador.
Aposta do fraudador em ser descoberto:
o fraudador, para cometer a fraude, tem que identificar as oportunidades, que podem variar desde a eficácia dos controles internos da empresa, indo para o perfil dos auditores e da equipe de investigação. Este fator é muito importante, pois é nele que o fraudador vai se basear para continuar na sua empreitada.
Expectativa de punição: neste fator, o fraudador avalia a política da empresa, seus pontos fracos em relação a condutas semelhantes, a legislação e a política de punição da empresa. O quanto a empresa está disposta em se expor para seu mercado, o quanto a divulgação de uma fraude pode impactar na imagem da instituição. Este é outro ponto importante, pois na verdade o fraudador pode até ser descoberto. Mas qual é a real chance de ser punido? Quanto tempo leva para que o inquérito saia da delegacia e vá para o Judiciário? A empresa possui provas contundentes ou somente suposições? Com base no estudo destes três fatores, pode-se identificar a real motivação, ou seja, o quanto o fraudador está disposto a investir na continuidade do delito.
Oportunidades
O segundo fator estratégico é identificar as causas que potencializam a fraude no processo ou área que se está estudando. Para isso, deve-se pensar como um fraudador, imaginando como burlar os controles e sistemas de segurança existentes. Eles, de fato, podem bloquear as oportunidades? Temos o controle efetivo sobre o processo? O grande
lance é identificar quais são os pontos frágeis, pois o fraudador conhece o processo. Não se pode esquecer que o fraudador é inimigo íntimo, é colega de trabalho, conhece todo o processo e terá que agir nos pontos considerados vulneráveis. Sabendo o nível de motivação do fraudador, como os pontos considerados frágeis no processo, se tem plena condição de projetar qual será a lógica da agressão. A estratégia que o fraudador irá utilizar está embasada nestes dois pontos: motivação e fragilidade dos controles.
Entendendo estes três fatores, há condição de compreender a dinâmica da fraude, podendo-se implantar reais processos preventivos. Ressaltamos que, quando houver boa motivação e fragilidades de controles, a fraude tende a acontecer, independente das consequências e/ou punição. A cabeça do fraudador estará preparada para suportar a pressão da punição, dependendo do ganho que ele terá. Como exemplo, temos o caso de uma ex-funcionária que fraudou o INSS, que ficou presa em sistema especial em um quartel da Polícia Militar do Rio de Janeiro e quase nada foi recuperado.
Outro exemplo é o caso do juiz Nicolau, de São Paulo, que está em regime de prisão domiciliar e também nada foi recuperado.
Tipificação
Segundo a pesquisa da KMPG de 2004, os departamentos mais afetados são o financeiro (39%) e a área de compras (29%), enquanto as formas mais usuais de fraudar são por cheques ou documentos burlados (37%), roubo de ativos da empresa (33%), apresentação de falsas notas de despesas (30%) e notas fiscais frias (23%). Esses percentuais cresceram em relação à pesquisa de 2002, quando a falsificação de cheques/documentos foi de 34%. As falsas notas de despesas representavam 24% e o item ‘notas fiscais frias’ gerou 16% das respostas. O roubo de ativos manteve-se em 33%. As propinas também tiveram um aumento no índice de resposta, passando de 10% para 14%. A maior parte das perdas (83%) é inferior a R$1 milhão. Todavia, quase 50% das empresas não as recuperam. Mais da metade das empresas participantes da pesquisa descobriu a fraude por meio de seus controles internos (52%). A auditoria e a revisão interna também foram formas de constatar um grande número de atos fraudulentos (39%). Quase 30% receberam informações de seus próprios funcionários. Após a descoberta de fraudes, a maioria das empresas (60%) demitiu os envolvidos e quase a metade delas (29%) apresentou queixa criminal contra os fraudadores. As investigações - tanto internas como externas - representam 33% das medidas adotadas. Os pedidos de indenização permaneceram no mesmo patamar da pesquisa de 2002 (11%), enquanto a comunicação à seguradora decresceu de 5% para 2%.
Conhecer para agir
Só a metade dos fraudadores foi processada. Quantos foram realmente punidos? Faltaram
provas? Faltou política de punição? Houve real interesse em punir os fraudadores? São perguntas que devemos procurar responder, pois caso contrário os processos preventivos
de nada adiantarão por não se conseguir achar a verdadeira raiz do problema. São de importância fundamental o levantamento e o estudo dos fatores motivacionais, pois a partir do momento em que os conhecemos com mais profundidade e se tem consciência da sua dinâmica, pode-se tomar reais ações preventivas. O conhecimento dos fatores e perfis do fraudador dá condições de, a partir dos indícios, traçar táticas para detectá-las e iniciar uma investigação com a brevidade que é necessária. Um sistema detectivo de fraudes só será eficiente quando do entendimento desta dinâmica, que exige a integração do conhecimento do investigador e/ou auditor de inúmeras disciplinas. Esta complexidade será minimizada com a construção da lógica do fraudador, evidenciando a sua estratégia de agressão.
Antonio Celso Ribeiro Brasiliano
Publisher da Revista Gestão de Risco
e Diretor da Brasiliano & Associados
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| | publicado em 22/6/2009 15:16:18 | | | | |
| Artigo: Política Nacional de Resíduos Sólidos | | Vivemos em uma sociedade impulsionada pelo consumo, em que nos empenhamos em comprar, sem nos preocuparmos com o descarte e o tratamento adequados do lixo gerado todos os dias, fazendo com que milhões de toneladas contaminem o meio ambiente, comprometendo os recursos ambientais e a saúde pública.
No último dia 16 de junho, apresentei uma proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), um projeto de lei que busca ser a convergência entre mais de 140 iniciativas parlamentares, dos trabalhos de duas Comissões Especiais que trabalharam por anos, além de uma proposta oriunda do Executivo. Esta também foi construída ouvindo as entidades, organizando eventos e, principalmente, repercute a necessidade da sociedade escolher o caminho do desenvolvimento sustentável. Isto seria impossível sem uma legislação sobre o lixo!
Desde junho do ano passado, foram realizadas audiências públicas, reuniões e visitas técnicas, que sempre contaram com a presença e as contribuições imprescindíveis de representantes do Governo Federal, empresários, órgãos de defesa do meio ambiente, ONGs e acadêmicos. Essa movimentação resultou em propostas concretas contidas neste relatório final que estabelece, conceitualmente:
– A gestão compartilhada e integrada de resíduos sólidos;
– Clareza nas definições;
– A implantação de princípios do direito ambiental;
– Estrutura os planos de gestão para o poder público em todas as esferas e de plano de gerenciamento para as atividades empresariais;
– A logística reversa como instrumento de gestão;
– O inovador conceito jurídico de responsabilidade compartilhada que fortalece por meio dos acordos setoriais – firmados entre o poder público e empresariado – os caminhos para a destinação ambientalmente adequada;
– A proposta de criação de instrumentos econômicos e tributários para garantir o fomento e viabilidade de ações estruturantes para um potencial mercado de resíduos;
– O reconhecimento da importância aliada à plena garantia da inserção de cooperativas de catadores;
– A previsão e atenção quanto aos resíduos perigosos, bem como as determinações quanto à proibição expressa de destinações inadequadas – que resulta diretamente no surgimento de lixões e áreas contaminadas - e de importação de resíduos.
Este legado, esta interação entre os diferentes segmentos da sociedade é que me fazem ter a certeza de que, finalmente, vamos contar com uma PNRS. A sua ausência estimulou uma profusão de iniciativas municipais e estaduais sobre o tema. O que poderia ser um avanço, do ponto de vista ambiental, acabou se tornando um verdadeiro ‘faroeste’, pois algumas propostas são excessivamente permissivas, enquanto outras altamente proibitivas.
Em nível internacional, existe uma grande expectativa dos países da America Latina, sobretudo, para que o Brasil consolide as suas diretrizes para o tema, pois os modelos de políticas de países desenvolvidos (como Alemanha, Japão entre outros) não servem de referencial prático para a sua implantação em nações com peculiaridades socioeconômicas distintas, que almejam buscar o desenvolvimento pautado no tripé ambiental, social e econômico.
Para evitar abusos, elaboramos um marco regulatório que oferecerá as principais diretrizes sobre o tema, estimulando a disseminação de conceitos e princípios que sirvam de referência para legislações estaduais e municipais sobre resíduos sólidos. Sua aprovação representa um grande passo para tornar o problema do lixo em oportunidade, seja de novos negócios, produtos e até empregos.
Também está prevista a elaboração de inventários e a previsão do Sistema Declaratório Anual dos resíduos gerados para elaborarmos um diagnóstico e embasar políticas públicas adequadas à realidade de cada cidade, região ou Estado. Hoje, não existe um levantamento oficial da quantidade de lixo gerado, nem informações sobre o seu transporte e a destinação final. Por isso, os municípios também serão responsáveis por elaborar Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que será condição obrigatória para que recebam verbas da União para investimentos no setor.
Neste aspecto, vale ressaltar o papel preponderante das cooperativas de catadores, pois a PNRS também cumpre um papel social ao inserir na formalidade cerca de 800 mil pessoas que sobrevivem da catação, com uma renda média de 1 a 1,5 salário mínimo. Na cidade de São Paulo, por exemplo, são geradas 12 mil toneladas de lixo/dia, mas apenas 5% são reciclados. As áreas de periferia, justamente, as que mais sofrem com enchentes, epidemias e lixões, em sua maioria, estão excluídas do programa. A expectativa é estimular parcerias formais entre a iniciativa privada e cooperativas para investir na reciclagem e na reutilização de materiais, o que por um lado economizaria insumos e matéria-prima, além de oferecer novas oportunidades de capacitação e aprendizado para os milhares de catadores.
O projeto caminha na eliminação dos lixões a céu aberto. Pesquisa junto às 31 subprefeituras da capital paulista, feita por um jornal diário, revelou que existem 1,3 mil pontos ilegais de despejo de entulho. Isso também levanta a importância de investirmos na educação ambiental, desde o ensino fundamental, para que possamos formar cidadãos cientes de seus direitos e deveres em relação ao meio ambiente em que vivem.
Um ponto que nos levará ainda há buscar consenso se refere, justamente, a construção de um modelo viável, a partir de instrumentos econômicos e tributários, que fomentem processos ecoeficientes e favoreça a inovação tecnológica, no sentido de distinguir, do ponto de vista tributário, os equipamentos destinados a esta finalidade e, assim, estimule boas práticas, novas oportunidades de negócios, ciclos ecoeficientes e a geração de empregos/renda.
A minha expectativa é que a Política Nacional de Resíduos Sólidos cumpra o seu papel e seja o grande referencial para os Estados e Municípios estabelecerem as suas políticas, no caminho de estimular uma maior consciência em relação ao papel de cada um na preservação ambiental. E, quem sabe até, ensejar uma mudança de comportamento, no sentido de reduzirmos a geração de lixo, aumentarmos a reciclagem e impulsionarmos a reutilização de produtos que antes pereciam por séculos, contaminando o nosso meio ambiente. Enfim, mudar um comportamento social ao eliminar o desperdício, afirmar a utilização racional de recursos naturais, afirmar uma sociedade sustentável!
Deputado Arnaldo Jardim – Coordenador do Grupo de Trabalho suprapartidário responsável pela proposta de Política Nacional de Resíduos Sólidos e membro da Frente Parlamentar Ambientalista.
arnaldojardim@arnaldojardim.com.br
www.arnaldojardim.com.br
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| | publicado em 19/6/2009 12:36:46 | | | | |
| Congresso Nacional fará sessão solene no dia 2 de julho para celebrar o cooperativismo | | Cooperativistas e parlamentares têm encontro marcado no próximo dia 2 de julho no Plenário do Senado Federal. Nesta data será realizada a sessão conjunta do Congresso Nacional para homenagear o 87º Dia Internacional do Cooperativismo e os dez anos de atividades do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), instituição dedicada principalmente à educação cooperativa.
A sessão solene será realizada às 10h, com a presença de deputados e senadores, dirigentes de cooperativas, representantes do Sistema Cooperativista Brasileiro e autoridades convidadas. A iniciativa é do deputado Zonta, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) com o apoio dos senadores Osmar Dias e Renato Casagrande.
O presidente do Congresso Nacional, José Sarney, desde o início quando foi consultado sobre o evento pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, manteve-se aberto e receptivo à proposta. A iniciativa também recebeu o apoio imediato do presidente Câmara Federal, Michel Temer.
O 87º Dia Internacional do Cooperativismo tem como lema “Impulsionar a recuperação global por meio das cooperativas”. É celebrado em todo o mundo no primeiro sábado de julho, quando cerca de 800 milhões de pessoas vinculadas a cooperativas em cerca de cem países. No Brasil, são 7.682 cooperativas com aproximadamente 7,8 milhões de associados que atuam em 13 ramos de atividades, respondendo por 6% do Produto Interno Bruto (PIB).
O Sescoop, que atua na formação e capacitação profissional, promoção social e no monitoramento e desenvolvimento das cooperativas brasileiras, comemora neste ano uma década de atuação no Brasil. No período de 2002 a 2008, o Sescoop realizou mais de 3,7 milhões de atendimentos em suas três áreas de atuação nas 26 unidades estaduais e no Distrito Federal.
Fonte: OCB
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| | publicado em 19/6/2009 09:35:02 | | | | |
| Davi Zaia será o novo coordenador da Frencoop/SP | | O deputado estadual Davi Zaia deve assumir a coordenação da Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulista (Frencoop/SP). Nesta segunda-feira, 15, o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, e o diretor do ramo transporte da organização, Rubens da Silva, reuniram-se com o deputado, na sede do Sistema Ocesp, para apresentar demandas específicas das cooperativas de transporte.
“Falamos sobre os maiores desafios desse ramo e algumas idéias que podem se transformar em projetos de lei. Aos poucos vamos montar uma agenda para atender às demandas dos cooperativistas de outros ramos. Tenho certeza de que o deputado Davi Zaia pode fazer um grande trabalho na coordenação da Frencoop/SP”, disse Del Grande. O assessor parlamentar Lucio Costa também participou da reunião. O presidente da Ocesp ressaltou que a escolha de Zaia para coordenar a frente parlamentar foi baseada em uma afinidade já existente. “Ele já era membro da Frencoop e tem um perfil que pode nos ajudar muito: conciliador e com bom trânsito com todas as forças e partidos da casa”, salienta Del Grande.
O nome de Davi Zaia também foi aprovado pelo coordenador anterior da Frencoop/SP, Barros Munhoz, que deixou o posto para assumir a presidência da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e do deputado federal paulista Arnaldo Jardim, que também já coordenou a Frencoop/SP.
Fonte: OCB
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| | publicado em 19/6/2009 09:24:24 | | | | |
| Prêmio Cooperativa do ano | | Inscrições até dia 30 de junho.
A edição 2009 do Prêmio Cooperativa do Ano está à espera da sua inscrição!
Ainda há tempo! São 15 dias para garantir a participação da sua cooperativa na vitrine de boas práticas do cooperativismo brasileiro!
Cooperativas dos ramos Agropecuário, Consumo, Crédito, Educacional, Infraestrutura, Saúde, Trabalho e Transporte. Venham mostrar os seus projetos inéditos e bem-sucedidos, independente de vinculação com o Agropecuário.
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| | publicado em 17/6/2009 09:42:32 | | | | |
| Ocesp visita Unicred Central | | Dia 9 de junho, os diretores da Unicred Central São Paulo receberam a visita do Dr. Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo), juntamente com o senhor Aramis Moutinho Junior, superintendente da Ocesp. Durante o encontro, foram abordados diversos temas importantes para o fortalecimento da parceria da organização com o sistema Unicred do Estado de São Paulo.
Na ocasião, o Dr. Del Grande apresentou como desafio a constituição de grupo de trabalho para a divulgação ampla do cooperativismo, com a participação de seus vários ramos. A finalidade é informar a população sobre a importância das atividades desempenhadas pelas cooperativas.
O Dr. Emerson Assis, diretor administrativo da Unicred Central, se manifestou enfaticamente a favor do projeto, além de sugerir outras atividades em conjunto, principalmente de capacitação de colaboradores e dirigentes. O Dr. José Luis Barreto Alves, diretor financeiro da Unicred Central, citou a participação que vem tendo no NAE (Núcleo de Assuntos Estratégicos) da FESP (Federação das Unimeds do Estado de São Paulo), significando uma ação política nos segmentos Unimed e Unicred.
Ao final da reunião, o Dr. Pedro Antunes Negrão, presidente da Unicred Central, agradeceu a visita dos representantes da Ocesp, expressando a satisfação em recebê-los e se comprometendo em envolver o sistema Unicred do Estado de São Paulo cada vez mais com os projetos da Ocesp.”Estamos em busca da intercooperação,”concluiu.
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| | publicado em 17/6/2009 09:41:31 | | | | |
| Pacto das Águas | | Bocaína, cidade paulista, às margens do rio Jacaré Pepira, serviu de palco para um momento histórico em relação ao uso racional e a gestão dos recursos hídricos no País. Lá reunidos, estavam o Governador José Serra, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Xico Graziano, e de Energia e Saneamento, Dilma Pena, juntamente com 195 prefeitos e prefeitas, representantes de ONGs e órgãos de defesa do meio ambiente.
Todos reunidos para prestigiar e participar da adesão paulista ao Pacto das Águas, um esforço global para estabelecer políticas públicas destinadas a assegurar qualidade e a quantidade de água necessária para atender às demandas sociais e econômicas, além de garantir os recursos financeiros necessários para cumprir metas a serem alcançadas até 2012.
Assim, São Paulo é o primeiro Estado da Federação a aderir ao documento Consenso de Istambul sobre Água, um conjunto de diretrizes de políticas públicas de meio ambiente, recursos hídricos e de saneamento, lançado em março deste ano, durante o 5º Fórum Mundial da Água, em Istambul (Turquia).
Particularmente, estou bastante entusiasmado, pois estive representando o Congresso Nacional no Fórum e sei da importância desta medida, no sentido de disseminar boas práticas de gestão e uso racional dos nossos recursos hídricos para os demais Estados e, do ponto de vista internacional, quando observamos que São Paulo é o Estado mais populoso, industrializado e que responde pela maior parcela do PIB nacional (31%).
Trata-se de mais um capítulo do compromisso paulista com a preservação do meio ambiente, Estado que já é reconhecido internacionalmente por implantar ações inovadoras na gestão das águas, como a criação da Política Estadual de Recursos Hídricos, a implantação dos Comitês de Bacias Hidrográficas e o financiamento de 4.400 projetos para recuperação ou conservação das águas.
Para mensurar a necessidade de preservarmos e instituirmos um uso racional dos nossos recursos hídricos, basta lembrarmos que São Paulo tem apenas 1,3% da disponibilidade de água do Brasil, enquanto abriga 21% da população brasileira. Nós temos que economizar, ter água limpa para todos, fazer tratamento de esgoto e tratar dos lixões.
Em suma, o “Pacto das Águas – São Paulo” é um conjunto de ações envolve coleta e tratamento de esgoto, economia de água, preservação de mata ciliar e educação ambiental, que vai ao encontro do já bem sucedido Programa Município Verde, que passará a se chamar Programa Verde e Azul.
Para tanto é fundamental a democratização do processo de tomada de decisões e a descentralização das decisões, envolvendo autoridades locais e regionais, representadas pelos municípios, consórcios de municípios, associações regionais e estadual de municípios, Comitês de Bacias Hidrográficas e o Governo do Estado de São Paulo.
O município que assina o Pacto das Águas se compromete a fazer um diagnóstico dos recursos hídricos de seu entorno e das condições de saneamento, traçar metas e colocar em prática um plano de ação. Todo o trabalho será orientado pelas secretarias estaduais.
Em 2012, na próxima edição do Fórum Mundial das Águas, estes governos levarão os resultados obtidos desde a assinatura do “Pacto de Bocaina”. Para tanto, o Governador Serra já garantiu que serão utilizados recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), de R$ 50 milhões anuais, além dos investimentos previstos pelo Programa Água Limpa (municípios sem a presença da Sabesp) para os municípios.
A realização deste conjunto de acontecimentos evidencia o papel de destaque que o Brasil adquiriu e que pode desempenhar no planeta, de acordo com os compromissos internacionais estabelecidos nas diferentes instâncias internacionais em prol do meio ambiente.
Estou acompanhando cada um deles, recolhendo subsídios, conhecendo experiências internacionais e apresentando as questões legislativas afeitas a consolidação do princípio da sustentabilidade que estão sendo debatidas no Congresso Nacional.
Não resta dúvida que precisamos adequar os atuais padrões de consumo e de produção sob a premissa de que os recursos naturais são escassos e esgotáveis. Pesa sobre os nossos ombros a responsabilidade de estabelecermos um novo padrão de desenvolvimento econômico e social, que esteja cunhado pelas premissas da sustentabilidade que devem nortear o modo de vida das gerações futuras.
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| | publicado em 12/6/2009 11:34:48 | | | | |
| COMUNICADO 18.564 - REDUÇÃO DA TAXA SELIC | | De acordo com o Regulamento anexo à Circular 3.297, de 31 de outubro de 2005, o Comitê de Política Monetária (Copom) definiu que a meta para a Taxa Selic será de 9,25% (nove inteiros e vinte e cinco centésimos por cento) ao ano, a partir de 12 de junho de 2009.
O Copom emitiu a seguinte nota informativa ao público:
"Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 9,25% a.a., sem viés, por seis votos a favor e dois votos pela redução da taxa Selic em 0,75 p.p. Levando em conta que mudanças da taxa básica de juros têm efeitos sobre a atividade econômica e sobre a dinâmica inflacionária que se acumulam ao longo do tempo, o Comitê concorda que qualquer flexibilização monetária adicional deverá ser implementada de maneira mais parcimoniosa. O Copom acompanhará atentamente a evolução do cenário prospectivo para a inflação até a sua próxima reunião, para então definir os próximos passos da
estratégia de política monetária."
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| | publicado em 12/6/2009 11:34:30 | | | | |
| Cooperativa avança no mercado de crédito | | Com fatia pequena, instituições se apoiam em profissionais liberais, e expansão supera o crescimento geral do setor.
Cooperativismo prevê ativos na marca recorde de R$ 50 bilhões neste ano e quase 5 milhões de associados pelo Brasil.
Com a oferta de juros mais baixos como carro-chefe, cooperativas aproveitaram a retração no mercado de crédito no fim do ano passado para abrir espaço. Suas carteiras fecharam 2008 com crescimento de 36%, ante 28,2% de todo o sistema financeiro nacional.
Para este ano, o cooperativismo de crédito espera aumento da carteira 25% acima da expansão geral do mercado. A expectativa é que as quase 1.500 cooperativas alcancem os 4.500 pontos de atendimento em dezembro (eram 4.182 no fim de 2008), com mais 600 mil associados - chegando a 4,8 milhões ao todo- e passem de R$ 50 bilhões em ativos, ante os R$ 44,5 bilhões do ano passado, quando as operações de crédito somaram R$ 21,8 bilhões e os depósitos, R$ 18,9 bilhões. A fatia do cooperativismo no mercado de crédito é minúscula apenas 2% do sistema financeiro nacional. A expectativa é chegar a 10% em cinco anos, lastreado principalmente em comércio e serviços.
A médica Denise Damian, presidente do sistema Unicred que surgiu em 1988 e atualmente conta com 123 cooperativas, afirma que a marca se expande na área da saúde. Não só entre seus colegas médicos, mas também com dentistas, enfermeiros, farmacêuticos e psicólogos. Com carteira total de R$ 2,5 bilhões, a taxa média de empréstimo nas cooperativas é de apenas 2%. A inadimplência é baixa. Gira em torno de 1,49%. Para ela, a sanção presidencial, em abril, da Lei do Cooperativismo de Crédito, vai ajudar a expandir os negócios.
O médico anestesiologista Nazareno de Paula Sampaio, presidente da Unicred Fortaleza, diz que a cooperativa atende na alegria e na tristeza. Ele explica: O cooperado quer publicar um livro, gravar um CD, fazer uma exposição de pintura, nós financiamos e ajudamos no lançamento. A cooperativa também auxilia quando o associado adoece ou num outro tipo de sufoco. As linhas de crédito mais demandadas são financiamento de veículos, reforma e compra de equipamentos de consultório ou clínica, aquisição de imóveis e antecipação de contas a receber.
A Credisutri, por sua vez, abrange profissionais que trabalham nas entidades do Poder Judiciário e do Ministério Público da União. O presidente Miguel Oliveira afirma que a cooperativa tem 25 linhas de crédito. Para o cheque especial, a taxa está na casa de 6% ao mês. Empréstimo pessoal, de 3,5%. Para Oliveira, a falta de conhecimento do cooperativismo por parte da sociedade é uma desvantagem. Mais profissionais, em diversas áreas, poderiam se associar e se beneficiar do crédito mais em conta oferecido pelas instituições, afirma Oliveira.
Segundo Ademiro Vian, assessor sênior da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), como as novas cooperativas de crédito também têm de se submeter às diretrizes do Banco Central, o sistema ganha segurança.
No cooperativismo, o crédito é o ramo que mais avançou em governança e gestão, diz Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras.
Vian, da Febraban, diz que as cooperativas oferecem crédito a juros mais baixos por não arcarem com uma série de custos, como o compulsório nos depósitos à vista e a tributação nas despesas operacionais.
Fonte: Folha de São Paulo
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| | publicado em 9/6/2009 12:46:51 | | | | |
| CÂMBIO: REPETINDO ERROS | | Diz o ditado popular: pior cego é aquele que não quer enxergar. Mesmo correndo o risco de ser taxado de alarmista, acredito que a crise financeira ainda está longe de acabar. Preocupa-me, justamente, a falta de visão de longo prazo da equipe econômica e o monetarismo do Banco Central, sem falar nas bravatas e anedotas do Presidente Lula.
Se no início da crise, o Presidente Lula a classificava como “marola”, agora, o temor é que baixemos a guarda na difícil missão de equacionar a valorização excessiva do real, o excesso de cautela em relação aos juros, com a manutenção do combate a inflação.
Essa preocupação encontra eco na fala de importantes economistas e analistas de mercado, como Luiz Gonzaga Belluzzo, Yoshiaki Nakano, Júlio Sergio Gomes de Almeida, além de repercutir nas colunas de importantes colunistas como Celso Ming e Vinícius Torres Freires. Cada um tem uma abordagem diferente, visões distintas sobre os caminhos a tomar, mas eles estão longe de serem alarmistas.
O que surpreende é a rapidez com que o Governo Federal anuncia que o Brasil vai sair da crise antes de todo o mundo. Afirmar isso, além de um desserviço é coroar a incompetência. Se os efeitos da crise financeira foram menores por aqui do que no resto do mundo, é porque crescemos menos que todos. Enquanto os demais países cresceram a taxas médias de 10% ao ano, aproveitando a bonança do mercado internacional, nos contentamos em estar parelhos ao índice de crescimento do Haiti, um país em guerra que está sendo administrado por uma força militar da ONU (Nações Unidas) coordenada, justamente, pelo Brasil.
Em meio à maior crise dos últimos 50 anos, o fluxo de capitais especulativos está de volta e com muita fome pelo lucro fácil, após um período de retração na fase mais aguda da crise global (durante o segundo semestre de 2008), quando os investidores correram para comprar Títulos do Tesouro dos EUA.
Agora, com a “superabundância” da moeda norte-americana, haja vista a quantidade de dólares injetados na economia pelo FED (Banco Central dos EUA) para socorrer bancos, seguradoras, instituições de crédito mobiliário e montadoras, a taxas de juros próximas do zero, o Brasil se tornou alvo prioritário para aqueles interessados em ganhos de curto prazo.
Diante da recuperação dos preços das commodities e da elevada reserva cambial o risco Brasil diminuiu, ao mesmo tempo, em que o “câmbio flutuante” sofre forte pressão internacional. E a cada ponto percentual de apreciação da moeda nacional se soma ao diferencial da taxa de juros para compor o retorno do especulador. Segundo o economista Yoshiaki Nakano, apenas no mês de maio os especuladores ganharam 10,6%, pois apropriaram 9,7% de variação cambial mais 0,82% proveniente da Selic.
Em meio a esta ciranda financeira, o Banco Central brasileiro tem agido muito lentamente ao sinalizar uma bem vinda redução da taxa Selic, só que num ritmo incompatível com a rapidez que outros mercados reduziram as suas taxas de juros. Com isso, bancos e outras instituições financeiras podem captar no mercado de curto prazo a taxa de juros próxima do zero nos EUA e fazer a festa aqui.
Desta maneira, o real se tornou uma aplicação de altíssimo retorno em tempos de crise. E o círculo vicioso só tende a piorar, pois quanto mais especuladores, mais o real se aprecia e maior é o seu retorno.
Enquanto isso, os investimentos produtivos sofreram uma abrupta queda no último trimestre de 2008 em relação ao trimestre do ano anterior, a uma taxa anualizada de 45%. Assim como, ainda persistem as inseguranças que travam o crédito o quem demonstra que a crise de confiança ainda está longe de ser superada. Com isso, surge outro problema, o Governo Federal assumir sozinho o custo de alavancar os investimentos, deixando de lado todo o esforço para gerar um superávit primário. Reside ai, o perigo da gastança desenfreada.
O economista Belluzzo já defende o retorno da cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre aplicações estrangeiras. Medidas que versam sobre o controle de capitais são sempre polêmicas, mas não deixam de ter um papel importante ao separar o “joio do trigo”, ou seja, separar potenciais investidores dos especuladores comuns.
Neste sentido, é fundamental o Banco Central sinalizar com uma queda mais acelerada da taxa de juros, ajustada ao patamares praticados por outras economias, mesmo que isso implique num aumento pontual da inflação. Se bem que o quer vemos é a capacidade ociosa da indústria nacional aumentada, assim como, as taxas de desemprego. Por outro lado, cabe ao Congresso Nacional proporcionar uma maior segurança aos investidores, por exemplo, com a aprovação da Lei Geral das Agências Reguladoras. Quanto ao Governo Lula, é preciso deixar de lado a visão imediatista-eleitoreira de 2010 e pensar no desenvolvimento econômico no médio e longo prazo.
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| | publicado em 5/6/2009 10:39:28 | | | | |
| Poupança tem mais depósitos do que saques pelo segundo mês no ano | | Os depósitos na caderneta de poupança foram maiores do que as retiradas em R$ 1,880 bilhão em maio, segundo dados divulgados hoje (4) pelo Banco Central.
Essa é a segunda captação líquida positiva registrada no ano e reverte o resultado negativo em dois meses seguidos. Em 2009, houve resultado positivo em fevereiro de R$ 751,395 milhões, e negativo em janeiro (R$ 486,630 milhões), março (R$ 846,803 milhões) e abril (R$ 941,549 milhões).
Em maio deste ano, os depósitos somaram R$ 78,839 bilhões e as retiradas, R$ 76,958 bilhões. No mês passado, o saldo da caderneta de poupança estava em R$ 278,567 bilhões.
A poupança é remunerada pelo Taxa Referencial mais 0,5% ao mês e não há cobrança de taxa de administração. No dia 13 de maio deste ano, o governo anunciou uma medida para evitar a migração de grandes investidores para a caderneta de poupança.
Pela nova regra, que ainda precisa ser enviada pelo governo para análise do Congresso Nacional, será descontado Imposto de Renda do rendimento de poupança que exceder R$ 50 mil. De acordo com o governo, atualmente apenas 1% dos poupadores aplicam mais do que R$ 50 mil na caderneta.
Fonte: Agência Brasil
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| | publicado em 4/6/2009 15:03:35 | | | | |
| A concentração do mercado financeiro | | Segundo a Revista Exame de 19/11/2008, edição 22, nas pág. 22 a 30, o mercado financeiro mundial está cada vez mais concentrado na mão de poucas e grandes instituições financeiras.
br
"Com a aliança, Itaú e Unibanco passam a fazer diferença na terra de gigantes em que se transformou o sistema bancário internacional nos últimos tempos. Em 1998, os 25 maiores bancos do mundo detinham 28% do total de ativos do setor. Dez anos e muitas fusões e aquisições depois, esse índice chegou a 44%." Entre julho e setembro/08 os anúncios de fusões e aquisições entre instituições financeiras totalizaram U$ 174 bilhões.
Segundo dados do BACEN, no Brasil os ativos financeiros estão assim distribuídos:
Itaú Unibanco - com 19% dos ativos;
Banco do Brasil - com 15%
Bradesco - com 12%
Santander Real - com 10,5%
Caixa Econômica Federal - com 9%
BNDES - com 8%
HSBC - com 3,4%
Votorantim - com 2,2%
Safra - com 2%
Cooperativas de Crédito (SICREDI + SICOOB + UNICRED + ANCOSOL + CECRED + ...) - com 1,7% com ativos totais de R$ 56,8 bilhões. |
| | publicado em 4/6/2009 11:43:22 | | | | |
| Negociação do Corban avança | |
A Unicred Central São Paulo deu mais um passo na negociação para implantação do Corban (Correspondente Bancário), conseguindo aumentar o valor do repasse de título liquidado, de R$ 0,39 para R$ 0,49, com possibilidade de revisão na medida que o volume aumentar. A decisão foi acertada em reunião entre o superintendente executivo da Unicred Central São Paulo, Sandro Roque, e a gerente do Unibanco, Alini Loli Abel. Um manual informativo com os dados necessários para a adesão das singulares está sendo preparado e será divulgado após análise do contrato entre as partes, prevista para a próxima semana.
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| | publicado em 29/5/2009 12:46:10 | | | | |
| Área de TI da Central São Paulo supera expectativas das singulares | | Depois que a Unicred Central São Paulo passou a disponibilizar serviços de Tecnologia de Informação para as singulares, através do analista de suporte Murilo Carnelós Pinheiro, as manifestações de satisfação crescem a cada dia:
“Você foi para nós colaboradores da Regional Sul, um exemplo de vida, pois nos mostrou o que realmente é ajudar com carinho, dedicação, compreensão e o principal, sem criticar ou apontar as nossa falhas.” ( Regional Sul)
“Realmente a vinda do Murilo à Central foi para agregarmos valor ao sistema Unicred, pois, não tínhamos este link de comunicação entre nós singulares e alguém que conhecesse as ferramentas e como da melhor forma a utilizarmos.” (Sudeste Paulista)
“Primeiramente quero agradecer a correria pra instalar esse link… você esta sendo importante para nós….” (Vale do Paraíba)
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| | publicado em 29/5/2009 09:57:29 | | | | |
| Inadimplência sobe e é a mais alta desde outubro de 2000 | | A taxa geral de inadimplência das operações dos bancos com pessoas físicas e com empresas avançou de 5% em março para 5,2% em abril deste ano, informou nesta quarta-feira (27) o Banco Central. Segundo a instituição, este é o valor mais alto desde outubro de 2000, quando somou 5,3%.
O aumento da inadimplência em abril deste ano está relacionado com as operações das instituições financeiras com as empresas, que passou de 2,6% para 2,9% no mês passado. É o maior valor desde maio de 2001, quando somou 4,2%.
Nas operações dos bancos com as pessoas físicas, porém, houve redução da taxa de inadimplência em abril, para 8,2%. Em março, estava em 8,4%. Com a queda, retornou ao patamar de janeiro deste ano. Em dezembro do ano passado, estava em 8%.
Fonte: G1
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| | publicado em 28/5/2009 16:41:12 | | | | |
| Economia Verde | | A crise financeira impõe a necessidade de repensarmos o atual modelo econômico impulsionado pela globalização. Se o aquecimento global já nos alertava para o risco da combinação entre lucro fácil e o consumismo exacerbado, a crise econômica determina não apenas a necessidade de mudanças na regulação dos mercados, mas aponta parâmetros de uma nova economia, mais integradora, multipolar, equilibrada e, principalmente, sustentável. Em meio a este debate global, surge uma referência: a “Economia Verde”.
Um modelo de desenvolvimento econômico escorado pela pesquisa e uso em larga escala de fontes renováveis de energia, por políticas de eficiência energética, pela racionalização do uso da água, por compromissos com a responsabilidade sócio-ambiental, pela criação de novos produtos, no reconhecimento dos serviços ambientais e na gestão adequada do lixo.
A certeza de que esta tendência deve sair do papel surge, por exemplo, nos EUA, onde a administração Barack Obama apresentou um plano audacioso orçado em US$ 825 bilhões, como o objetivo é criar 460 mil “empregos verdes”, relacionados à indústria de energia limpa.
A expectativa norte-americana é de que o país dobre a sua capacidade de geração de energia alternativa, dentro dos próximos três anos.
O exemplo norte-americano serve para ilustrar o quão difícil é promover mudanças profundas no modo de vida de um País. Foram necessárias décadas para que os EUA assumissem um papel de liderança na produção de biocombustíveis. Para tanto, a pressão internacional em torno da necessidade de criarmos alternativas aos combustíveis fósseis foi fundamental, assim como, os desdobramentos da crise financeira que atingiram em cheio o “american way” de consumir em demasia. Carros beberrões dão lugar a veículos híbridos, o etanol ganha força, o consumismo começa a arrefecer.
Em meio à seara de temas que envolvem a chamada economia verde, o simples “bom mocismo” ambiental não tem vez. É fundamental que haja um entendimento global em torno do tema, uma coordenação entre países desenvolvidos e emergentes que devem estabelecer seus próprios marcos regulatórios e políticas públicas capazes de respaldar as mudança de comportamento, paradigmas e postura frente ao meio ambiente em que vivemos.
Por isso, destaco a Conferência Internacional ISWA Beacon – International Solid Waste Association, realizada na capital paulista, sob a organização da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Trata-se do mais importante evento internacional na área de resíduos sólidos, onde são apresentadas e discutidas tendências e soluções, em nível mundial, visando fortalecer o intercâmbio entre os principais agentes do setor.
O discurso uníssono dos palestrantes destacou a premente necessidade de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Coordenador do Grupo de Trabalho responsável pela elaboração pela PNRS, pude fazer um breve relato das nossas atividades.
Felizmente, já existem diversos pontos de convergência, como: a definição dos limites de atuação da legislação federal; a criação dos planos microrregionais, em que defendo a inclusão dos planos nacional, estaduais e municipais como instrumentos da PNRS; a explicitação das responsabilidades dos diversos setores (indústria, comércio, saúde, etc.); o vínculo do plano de gerenciamento de resíduos ao licenciamento ambiental; o reconhecimento do papel dos catadores; a definição do papel da União e dos Estados; além da definição das principais ferramentas de políticas públicas a serem adotadas pelo setor.
Todavia, ainda existem pontos críticos a serem contornados para que possamos preencher a lacuna deixada pela falta de uma lei federal. Entre os quais destaco: a necessidade de adoção de incentivos econômicos para a atividade de reciclagem e de aterro sanitário e industrial; a responsabilidade da União no tratamento adequado dos resíduos perigosos; o estabelecimento de acordos setoriais e termos de compromisso para contemplar várias possibilidades de responsabilidade compartilhada; a responsabilidade pelo pós-consumo; e a papel preponderante dos catadores na logística reversa.
Utilizei o exemplo da elaboração da PNRS para demonstrar a dificuldade de elaborarmos uma política pública de tratamento e destinação do lixo, apesar do assunto se apresentar como um grande desafio do Século XXI. São quase duas décadas de impasse que, agora, começam a adquirir contornos de realidade em meio ao consenso de que algo precisa ser feito, por isso, acredito que ainda este ano devemos votar uma proposta de PNRS.
Apostamos certo no etanol e estamos na vanguarda dos biocombustíveis (em junho, sediaremos o grande evento Ethanol Summit). O 1º projeto de crédito de carbono aprovado foi nosso. Os programas de responsabilidade sócio-ambientais se disseminam nas empresas. Estamos no caminho certo, mas é preciso apertar o passo, marcar posição, pois o Brasil poderá ser um país de vanguarda em meio à tendência mundial por uma Economia Verde.
Deputado Arnaldo Jardim – Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Resíduos Sólidos e integrante da Frente Parlamentar Ambientalista.
arnaldojardim@arnaldojardim.com.br
www.arnaldojardim.com.br
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| | publicado em 28/5/2009 14:51:53 | | | | |
| SESCOOP | |
STF julga liminar e conclui pela constitucionalidade do Sescoop
O Supremo Tribunal Federal (STF) terminou de julgar nesta quarta-feira (20/5) o pedido cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) nº 1.924. Esta pleiteia a declaração de inconstitucionalidade da MP 1.715/1998, que cria o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). No início da noite, o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, comemorou o resultado do julgamento, proclamado em seis votos favoráveis ao indeferimento da liminar frente a cinco outros que concluíram pelo deferimento parcial (4) e total (1).
O voto de desempate, que resultou no indeferimento da liminar, foi do ministro Celso de Mello, proferido ontem. Por meio desse voto restou indeferida a medida liminar que culmina com o reconhecimento preliminar da legalidade da MP 1.715, ou seja, do Sescoop. Esse resultado dá mais segurança jurídico-institucional à entidade considerada o braço educacional do Sistema Cooperativista Brasileiro. Agora, o STF vai proceder à análise do mérito da Adin, informou o gerente Jurídico do Sescoop, Paulo Chuery. Foram dez anos desde que a Adin foi impetrada junto ao STF, que terminou o julgamento favorável ao Sescoop, destacou o presidente da instituição, ao enfatizar que este foi um dia histórico para o cooperativismo brasileiro. A Adin do Sescoop começou no dia 2 de dezembro de 1998, mesmo ano de constituição da entidade do Sistema S focada no cooperativismo. Segundo Freitas, a decisão do STF foi um passo importante, uma vez que hoje as cooperativas detêm uma entidade do Sistema S especificamente voltada para atender as cooperativas. "Antes do Sescoop, não havia programas próprios para o setor, que hoje dispõe de capacitação e formação profissional, monitoramento e desenvolvimento das cooperativas e promoção social dos cooperados, familiares e trabalhadores. "
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| | publicado em 28/5/2009 14:51:28 | | | | |
| Cresce transação com cartão de débito | | O ano de 2008 foi marcado pela explosão do uso do cartão de débito e da queda do uso do cheque para os brasileiros. No ano passado, a quantidade de transações com cartões de débito cresceu 27% na comparação com 2007, período em que o número de cheques emitidos caiu 5,2%. Os cartões de crédito também cresceram em 23,5%, fôlego que garantiu a vice-liderança no ranking da expansão dos meios de pagamentos.
Mesmo com maior acesso aos meios eletrônicos, os brasileiros não abrem mão de ter dinheiro vivo na carteira. A média de quantidade de papel-moeda per capita chegou a R$ 408,93 no ano passado, frente R$ 350,84 em 2007. Os dados foram divulgados ontem pelo Banco Central e fazem parte do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil, estudo publicado anualmente desde maio de 2005. A versão divulgada ontem traz os dados referentes a 2008. Para o BC, a consolidação da pesquisa indica que há continuidade do aumento da utilização de papel-moeda e dos instrumentos eletrônicos de pagamento.
Nos últimos quatro anos, o pagamento eletrônico cresceu 17% por ano, enquanto que a quantidade de cheques emitidos caiu 9,3%. Em 2008, houve 1,373 bilhão de cheques que circularam com liquidação interbancária, frente 2,136 bilhões em 2003. Já a quantidade de transações com cartões de débito saltou de 662 milhões, em 2003, para 2,1 bilhões no ano passado.
De acordo com o estudo do BC, a substituição do cheque por meios eletrônicos ocorre nas transações de menor valor. O valor médio dos cheques, no ano passado, chegou a R$ 835,00, contra R$ 716,00 em 2007. No mesmo período, o valor médio por transação com cartão de débito manteve-se em R$ 49,00, enquanto que a operação média com cartão de crédito subiu de R$ 84,00 para R$ 86,00. Ou seja, o cheque mantém-se firme em um nicho específico das transações. Há espaço para criação de facilidades adicionais que possibilitem pagamentos de maior valor comandados eletronicamente a partir de pontos de venda, cita o relatório do Banco Central, referindo-se a operações unitárias de valor menor que R$ 5 mil. Acima desse limite, as operações devem ocorrer por meio de Transferência Eletrônica Disponível (TED), mecanismo lançado em 2002 quando foi criado o novo Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).
O potencial de expansão dos cartões foi comprovado em 2008, quando pela primeira vez os cartões de débito cresceram mais que os de crédito. Em quantidade de cartões no mercado, o crescimento foi de 14% no segmento de débito e de 12% nos cartões de crédito.
O BC prevê aumento da presença dos cartões de débito levando em consideração a baixa frequência de uso do produto: em 2007, cada cartão de débito registrou média de 9,3 transações por ano. Na Suécia, foram mais de 124 usos por ano, chegando a 159 na Finlândia. Já os cartões de crédito registraram, no ano passado, 18,4 transações por unidade, o que se aproxima mais do que ocorre em outros países (15,4 usos por ano, na França, e 14,6 usos, na Itália). As comparações com outros países consideram dados de 2007, devido à defasagem das informações internacionais.
O estudo do Banco Central trata também do perfil do relacionamento entre clientes e instituições financeiras. Nada menos de 32% das transações bancárias realizadas no ano passado foram feitas por meio das redes de autoatendimento (ATMs). Foram realizadas por esse meio 7,921 bilhões de transações no ano passado, frente a 5,672 milhões, em 2003. A internet ficou com o segundo lugar no ranking, responsável por 29% das transações bancárias feitas em 2008. O BC considera que o Brasil tem uma quantidade razoável de ATMs: eram 832 terminais de atendimento para cada grupo de um milhão de habitantes, frente 646 terminais em 2001. O número se equipara ao da Alemanha, onde em 2007 havia 831 terminais para cada milhão de habitantes.
Fonte: Jornal Gazeta Mercantil/ Finanças & Mercados
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| | publicado em 28/5/2009 12:21:35 | | | | |
| Deputado consolida sua atuação na Câmara Federal | | s desdobramentos da crise financeira global começam a atingir a economia brasileira, ceifando empregos, reduzindo a atividade industrial e colocando dúvidas sobre o desempenho do nosso PIB. Na Câmara Federal, foi estabelecida uma Comissão Especial, formada por 17 deputados, que serão responsáveis por examinar, avaliar e propor medidas de combate aos efeitos da crise na economia brasileira. Entre eles, está o deputado Arnaldo Jardim.
Jardim também consolidou o seu trabalho parlamentar na Câmara dos Deputados, ao ser reconduzido ao cargo de 1º vice-líder da bancada do PPS e ter sido indicado para integrar importantes comissões, como: Minas e Energia, Viação e Transportes, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Finanças e Tributação.
Arnaldo Jardim também faz parte do Movimento pela Transparência (MPT), que reúne 26 deputados federais e dois senadores, reunidos em torno da necessidade premente de conferir maior transparência à gestão pública e desencadear uma mudança no jeito de fazer política no Brasil.
Além disso, o deputado ainda coordena o Grupo de Trabalho para elaboração da Política Nacional de Resíduos Sólidos; atua na Consolidação das Leis, onde é responsável pelas áreas de mineração, águas e energia; é diretor do ramo crédito da Frente pelo Cooperativismo (Frencoop); integra a Frente Ambientalista; e ocupa a vice-presidência de Habitação e Desenvolvimento Urbano da Frente Parlamentar de Infraestrutura.
Habitação – O deputado Arnaldo Jardim voltou a defender que o governo adote uma série de medidas para incentivar a construção civil, em especial o setor da habitação popular, como forma de manter o nível de atividade e os empregos neste momento de crise. Engenheiro civil e ex-secretário de Habitação de São Paulo, Jardim cobra do governo a definição das ações. CONFIRA TAMBÉM ARTIGO SOBRE O TEMA
MPT – O Movimento pela Transparência se reuniu com o presidente da Câmara, Michel Temer, e pediu prioridade para a votação da PEC do fim do voto secreto nas deliberações do Congresso Nacional. Lançado na semana passada no apartamento do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP), o MPT defende um conjunto de ações no Legislativo para combater a corrupção no país.+ (Confira também o que saiu na coluna MÍDIA).
Eficiência energética - O deputado apresentou requerimento ao presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara, deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ), para a instalação de um grupo de trabalho para tratar especificamente sobre a questão da eficiência energética. Segundo ele, além de buscar a racionalização do uso da energia, o grupo de trabalho também poderia contribuir para a elaboração da Política Nacional de Eficiência Energética. O pedido de Jardim deve ser votado pelos membros da Comissão de Minas e Energia.+
Telefonia – Integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara Federal, Jardim vai propor a rediscussão do PGO, da Lei da TV à Cabo e de "outras condições" para que o processo de conversão digital esteja a disposição dos brasileiros com qualidade e baixo custo.+
Agências reguladoras – Em discurso da tribuna da Câmara nesta quarta-feira, o vice-líder do PPS na Casa, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), acusou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de partidarizar as agências reguladoras de serviços públicos. Segundo ele, o governo vem usando os cargos de direção para acomodar os aliados políticos. CLIQUE E CONFIRA A ÍNTEGRA DO MATERIAL
Seminário “Ações frente à crise econômica” - Foi o tema do debate com o Prof. Dr. Julio Sergio Gomes de Almeida, realizado no dia 16 de fevereiro, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. O evento, organizado pelo vice-líder do PPS na Câmara Federal, deputado Arnaldo Jardim, em parceria com o deputado estadual Vitor Sapienza, contou com a presença de importantes lideranças do setor empresarial, da construção civil e do PPS municipal. Clique e confira a íntegra da cobertura do evento
Comissão Especial sobre a crise econômica – O PPS pretende combater os efeitos no Brasil da crise financeira por meio do aumento dos investimentos públicos, sobretudo para a construção civil, agricultura e serviços, como o turismo. Além disso, o representante do partido na comissão, deputado Arnaldo Jardim (SP), quer fazer um acompanhamento rigoroso dos resultados das medidas já implementadas contra a crise.+
Fórum Mundial da Águas - O deputado será um dos representantes da Câmara dos Deputados no V Fórum Mundial da Água, organizado pelo Conselho Mundial da Água e pelo Governo da Turquia, que será realizado entre os dias 16 e 22 de março, em Istambul. Realizado a cada três anos, o evento é considerado o mais importante acontecimento internacional a tratar do tema do impacto das mudanças globais, incluindo a variabilidade e mudança climática, além da gestão dos recursos hídricos.+
Consolidação das Leis – O relator do Projeto de Lei 1987/07, que revisa e atualiza a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto Lei 5.452/43), deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), apresentou nesta quarta-feira seu substitutivo e destacou que o texto inclui na lei pontos como o 13º salário e o repouso remunerado aos domingos e feriados.+
Seminário sobre saneamento – A secretaria estadual de Estadual de Energia e Saneamento do Estado de São Paulo, Dilma Pena, apresentou os detalhes da regulamentação da Lei 11.445/2007 que estabelece as diretrizes nacionais sobre saneamento básico no País. O evento foi organizado pelo deputado Arnaldo Jardim, o deputado estadual David Zaia e Virgílio Tiesi, coordenador do grupo de trabalho sobre saneamento do PPS, e contou com a presença de prefeitos, vereadores e lideranças partidárias. Clique e confira a cobertura do evento.
Serra – O deputado federal Arnaldo Jardim destacou da tribuna da Câmara, nesta terça-feira, o pacote anticrise lançado pelo governador de São Paulo, José Serra, na semana passada. Ele disse que diante da "letargia de alguns" para enfrentar a crise mundial e dos esforços do governo Lula, que se mostram inócuos pelo aumento do desemprego e da baixa do ritmo industrial, o governador Serra "saiu a campo" para dar estabilidade a economia paulista, responsável por 40% do PIB (Produto Interno Bruto). Confira a íntegra do pronunciamento.
Etanol – Integrante da Comissão de Minas e Energia, Jardim saudou a decisão do governo federal de liberar R$ 2,5 bilhões para financiar a estocagem de cinco bilhões de litros de etanol na safra 2009/10. “Demorou, mas chegou em boa hora, até porque é uma garantia a mais contra a oscilação dos preços do biocombustível no mercado interno, que tanto tem comprometido a saúde financeira de toda a cadeia produtiva sucroalcooleira”, destaca Jardim. |
| | publicado em 6/4/2009 09:57:17 | | | | |
| Agenda cooperativista | | No próximo dia 11 de março, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) – composta por 201 deputados e 12 senadores –, lançam a Agenda Legislativa 2009. O documento traz 90 propostas que tramitam no Congresso Nacional ou que podem se tornar projetos de lei que versam sobre demandas do setor como um todo, demandas localizadas, mas que tem como premissa regulamentar, fortalecer e disseminar a cultura cooperativista no País.
Esse compromisso com todo o setor cooperativista é fundamental para driblar a escassez de crédito e a desaceleração da demanda deflagrada pela crise financeira global. Apesar de o setor ter fechado 2008 com 7,8 milhões de associados e faturamento de R$ 84,9 bilhões - crescimento de 15% em relação ao ano anterior –, o cooperativismo não está imune á intempéries dos mercados.
Neste momento, o desafio que se apresenta não reside apenas em preservar este resultado formidável. Mais do que isso, precisamos criar as condições necessárias para que o cooperativismo possa crescer em meio a um ambiente adverso. Digo isso, diante da certeza de que o setor, com os seus princípios capazes de aliar de maneira harmoniosa o viés econômico a necessária preocupação social, pode ser um instrumento importante de enfrentamento da crise, principalmente na questão do emprego e do crédito.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) já alertou sobre os impactos no mercado de trabalho em todo o mundo – a quantidade de desempregados no planeta atingirá a cifra de 200 milhões pessoas e o número de indivíduos vivendo abaixo da linha de pobreza deve chegar a 140 milhões em 2009. E foi além, ao afirmar que muitas conquistas sociais alcançadas nos últimos anos poderão se perder, os sindicatos estarão cada vez enfraquecidos, isso sem falar na precarização da qualidade de vida dos milhões de informais que não dispõem de qualquer rede de proteção social.
Faço uso dos dados da OIT para reforçar uma teoria, mesmo que batida, de que as crises abrem oportunidades e o cooperativismo de trabalho pode desempenhar um papel importante de distribuição de renda e de justiça social. Para isso, é fundamental regulamentarmos o cooperativismo de trabalho. Atualmente, o PLC 131/2008 encontra-se no Senado, tramitando na Comissão de Assuntos Sociais.
Hoje, existem 1.746 cooperativas de trabalho espalhadas por todo o País, com 287.241 cooperados, o maior ramo em número de associados entre os 13 que compõem o setor. Proporcionalmente as oportunidades estão às perseguições, principalmente por órgãos públicos que patrocinaram inúmeras forças tarefas para acabar com as falsas cooperativas, mas que a reboque também prejudicam aquelas que cumprem com todos os princípios que regem o verdadeiro cooperativismo.
Outro ramo que mais tem sofrido com o agravamento da crise é o agropecuário, diante da ausência de crédito tanto no fechamento do plantio como na comercialização de produtos. O sistema financeiro disponibilizava 28% do crédito para o setor, o restante, 72%, vinham de trades e outras fontes, que simplesmente evaporaram em meio à turbulência financeira.
Recentemente, o governo anunciou o aumento do valor de recursos destinados ao capital de giro das cooperativas agrícolas, via Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que passou de R$ 700 milhões para R$ 1 bilhão. Além disso, estamos trabalhando para oferecer capital de giro as cooperativas, no valor de R$ 1,3 bilhões, para ajudar na comercialização da safra. É pouco, mas nós, da Frencoop, temos o compromisso de buscar agilizar o processo de liberação destes recursos para não asfixiar o nosso produtor rural.
Outra medida que faz parte da pauta de reivindicação diz respeito compensação tributária para que os créditos acumulados, no total de R$ 4,8 bilhões, possam ser usados como garantia em empréstimos, devolvido em espécie ou compensado para pagamento de outros tributos. Estivemos com autoridades governamentais, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para tratar do assunto.
Também acompanho a proposta que regulamenta o regime de cooperativa de crédito, que está em fase final de tramitação no Senado. Trata-se de uma alternativa real e economicamente viável para fugir do chamado “spread” do sistema bancário tradicional, ao oferecer crédito até 50% mais barato. O próprio Banco Central reiterou a disposição para que o cooperativismo passe de 2% de participação no mercado financeiro, movimentando R$ 1,8 Bi/ano, para no mínimo 10%.
Fazendo uma retrospectiva das principais conquistas do cooperativismo no ano passado, sinto-me orgulhoso de ter tido um papel importante em algumas delas. Este sentimento de dever cumprido serve como mola propulsora para os desafios que ainda estão por vir em 2009. Tenho apenas uma certeza: da capacidade do setor cooperativista de enfrentar os desafios econômicos, urbanos e rurais, com as ferramentas da produtividade, competitividade e responsabilidade social, contribuindo, assim, para um desenvolvimento sustentável do País.
Deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) – diretor da Frencoop Nacional.
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| | publicado em 6/4/2009 09:56:39 | | | | |
| Fórum Mundial da Água | | No próximo dia 22 de março, celebramos o Dia Internacional da Água, mas será que temos o que comemorar? Cerca de um bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à água potável; 2,5 bilhões de pessoas não dispõem de qualquer tipo de serviço de saneamento; cerca de 8 milhões de pessoas morrem por doenças relacionadas à má qualidade da água, 50% delas são crianças. Estes dados alarmantes de um estudo sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos no Mundo, patrocinado pelas Nações Unidas (ONU), revelam a face mais perversa de gestões equivocadas, da falta de recursos para preservação e os efeitos das mudanças climáticas em todo o mundo. Diante deste panorama global de escassez, é fundamental estabelecermos metas globais para o uso mais racional deste recurso natural finito e indispensável para a vida, tratar a água como a nova commodity ambiental.
Este é um dos motivos que me levou a participar, como representante do Congresso Nacional, do V Fórum Mundial da Água, organizado pelo Conselho Mundial da Água e o Governo da Turquia, entre os dias 16 e 22 de março, em Istambul. Realizado a cada três anos, o evento é considerado o mais importante acontecimento internacional para tratar do tema sob o impacto das mudanças globais, da variabilidade e das mudanças climáticas, além da gestão dos recursos hídricos. São esperados cerca de 20 mil participantes, entre profissionais do setor, pesquisadores, parlamentares, representantes governamentais, ONGs de todo o mundo e agências da ONU.
A proposta dos organizadores, a partir da presença de parlamentares de todo o mundo, é estabelecer um compartilhamento político e técnico das diferentes experiências internacionais, no sentido de proporcionar uma abordagem mais profunda e global acerca dos desafios e das ações que precisam ser adotadas em relação à preservação dos recursos hídricos e a garantia do acesso à água potável. Entre os temas que deverão ser debatidos está a necessidade de definir diretrizes para a cooperação transfronteiriça, os direitos ao uso da água e a disseminação da gestão descentralizada dos recursos hídricos.
Sobre este último, tive a oportunidade de ser o relator do anteprojeto que introduziu o conceito de bacias hidrográficas como critério de organização político-territorial, durante a aprovação da Constituição Estadual, em 1989. Hoje, no Estado de São Paulo, dispomos de 21 Comitês de Bacias Hidrográficas formados por um colegiado tripartite, com representantes de prefeituras, órgãos do governo estadual e entidades da sociedade civil organizada. Trata-se de uma iniciativa inovadora de compartilhar responsabilidades e descentralizar as ações em torno da preservação dos nossos recursos hídricos, que está sendo implantada em todo o País, sob a coordenação da ANA (Agência Nacional de Águas). Estes comitês são responsáveis pela elaboração e a implantação de políticas públicas de fiscalização, recuperação, uso racional, educação ambiental e investimentos em saneamento e tratamento de efluentes, aliando o desenvolvimento social e econômico regional com a necessidade latente de preservação.
Ainda sobre este tema, persiste o desafio de avançarmos no quesito saneamento básico. Estima-se que para cada real investido em saneamento, correspondem a quatro reais na área da saúde. Apesar da importância de um adequado sistema de coleta e tratamento de esgotos para a proteção da saúde da população, menos da metade dos brasileiros (47%) dispõe deste tipo de serviço. Jogamos em rios e córregos 80% dos nossos esgotos sem qualquer tipo de tratamento. Por isso, a taxa de mortalidade de crianças (de 1 a 6 anos) que moram em locais sem coleta de esgoto é 32% maior do que entre as que dispõem deste tipo de serviço.
Diante deste cenário, criamos um grupo de trabalho sobre saneamento no PPS estadual que promoveu, recentemente, um seminário com a secretaria estadual de Energia e Saneamento do Estado de São Paulo, Dilma Pena. Na ocasião, foram apresentados os detalhes da regulamentação da Lei 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais sobre saneamento básico no País, para uma platéia composta por prefeitos, vereadores, representantes de ONGs, órgãos públicos de defesa do meio ambiente e lideranças políticas de todo o Estado.
Outro tema de destaque é o impacto das mudanças do clima no mundo. A temperatura do planeta já subiu e vai subir mais, as geleiras se derretem rapidamente, o mar e os rios engrossam e aumentam de nível, mais e mais regiões na Terra são inundadas, há mais furacões e tormentas. Assim como, também há o oposto, ou seja, regiões ficam mais secas, alguns lugares viram desertos. O aquecimento global agrava questões da água em todas as suas variantes. Muitas destas questões podem ainda não ter resposta porque a ciência desenha vários cenários climáticos que dependem de atitudes globais do presente.
O Dia Internacional da Água é o momento propício para uma profunda reflexão sobre a forma que o poder público, setor produtivo e sociedade tratarão neste século a gestão dos recursos hídricos. Embora tenhamos o privilégio de concentrar 11,6% de toda a água potável do planeta, este recurso não é inesgotável, é um bem público, dotado de valor econômico. Consumo humano, geração de energia, agropecuária, produção industrial, todos estes aspectos precisam ser considerados no planejamento e gerenciamento dos nossos recursos hídricos para o futuro das próximas gerações.
Deputado Arnaldo Jardim (PPS/SP) – membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e integrante da Frente Parlamentar Ambientalista.
arnaldojardim@arnaldojardim.com.br
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| | publicado em 6/4/2009 09:55:11 | | | | |
| Projetos socioambientais são temas de diálogos em cooperativas | | O encontro "Cooperativas contribuindo para uma vida melhor" será realizado em quatro cidades paulistas. Em Marília, no dia 21 deste mês; em Piracicaba, no dia 6 de novembro; em São José dos Campos, no dia 19 de novembro; e em São Paulo, no dia 9 de dezembro.
O objetivo de sensibilizar e conscientizar as cooperativas sobre a importância de manter atenção integral à saúde física, mental e social dos cooperados, funcionários e comunidade. Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo (Sescoop/SP), o encontro pretende sensibilizar e conscientizar as cooperativas sobre a importância de manter atenção integral à saúde física, mental e social dos cooperados, funcionários e comunidade, além da preservação do meio ambiente. O último evento foi realizado em setembro na cidade de Ribeirão Preto. Trinta e sete profissionais de 16 cooperativas da regional nordeste trocaram experiências e conheceram um pouco mais a respeito de projetos de responsabilidade socioambiental. Contou com apresentações de cases da Unimed Ribeirão Preto, Coopercitrus/Credicitrus, Coop - Cooperativa de Consumo e Cooppark.
"Foram apresentados bons exemplos de projetos, que trazem soluções para impactos socioambientais provados por diversas atividades econômicas. Os participantes puderam dialogar, tirar dúvidas e aprender um pouco mais sobre o tema", conta Cristiane Claro, do núcleo de saúde e meio ambiente do Sescoop/SP.
Assessoria de Imprensa do Sistema Ocesp/Sescoop-SP Ex-Libris Comunicação Integrada |
| | publicado em 6/4/2009 09:54:26 | | | | |
| Cooperativa é opção de juro baixo | | O cooperativismo de crédito ganhou musculatura, amadurecimento e passou a significar uma alternativa real de dinheiro a juros baixos, sobretudo no segmento de microcrédito urbano. Fortalecidas por normas mais estáveis, aumentos de patrimônio líquido via financiamentos do governo e supervisão ativa do Banco Central, as 1.113 cooperativas de crédito preparam um expansão de 30% das operações e de 18% na carteira de associados em 2009, segundo projeções divulgadas pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
A abertura das cooperativas a novos associados (“livre administração”), a permissão de acesso a recursos baratos da poupança e a isenção de tributos federais levaram essas sociedades a expandir a 42% suas operações de crédito e aumentar em 25% a captação de depósitos totais em 2008. As cooperativas chegaram a R$ 22,6 bilhões em operações de crédito no ano passado – 56% delas com valores inferiores a R$ 3 mil e uma inadimplência de apenas 1,83%. Esse volume equivale, por exemplo, a metade de todos os recursos oferecidos pelo governo para custeio e comercialização de toda a atual safra agropecuária. Em pleno vigor de sua atratividade, as sociedades fecharam o ano com R$ 20,2 bilhões em depósitos totais.
O cooperativismo de crédito tem uma fatia de 2% no sistema financeiro nacional, mas tem planos de chegar a 10% até 2012. “O crédito ainda é uma grande barreira e o cooperativismo é uma boa alternativa”, diz o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. “Há uma forte demanda por capital de giro e microcréditos nas cidades”. Embalada pela tendência, a carteira de associados deve fechar 2009 com 3,8 milhões de cooperados.
Com permissão para operar em regime de “livre admissão” em regiões mais populosas, de até 2 milhões de habitantes, as cooperativas experimentaram um “boom” no atendimento a clientes urbanos. Já são 4,1 mil espalhados por 1,4 mil municípios do país – 60% desses pontos estão na área urbana. Antes identificadas como entidades de forte atuação rural, as cooperativas de crédito começaram a ganhar clientela em grandes cidades. E o principal motivo é o baixo custo do dinheiro oferecido aos associados.
Um estudo comparativo da OCB mostra que o diferencial médio das taxas de juros a 2,61% ao mês em relação aos bancos comerciais tradicionais. Ou seja, as cooperativas “pouparam” R$ 589 milhões mensais de seus clientes em 2008, segundo a estimativa. Um empréstimo pessoal, por exemplo, teve custo médio de 2,27% ao mês no cooperativismo. Em outros bancos, o custo foi 5,6 ao mês, segundo dados da Anefac.
No cartão de crédito, o juro médio mensal cooperativo foi de 6% ante 10,56% em outros bancos. “Isso mostra que o cooperativismo pode ser uma aposta ainda mais forte para o governo para reduzir o custo do dinheiro no Brasil”, afirma o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut.
O segredo do cooperativismo de crédito está no baixo custo de captação dos recursos. Protegidas pelo ato cooperativo, que desonera as operações de pagar PIS-Cofins, IOF, CSLL e IR, as sociedades têm ainda um quadro enxuto, baixos custos administrativos, spreads reduzidos e, sobretudo não têm o lucro como o principal motor. Na doutrina cooperativista, lucros são “sobras”. E são, obrigatoriamente, distribuídas aos associados ou reinvestidas no negócio.
A boa performance das cooperativas deve-se, ainda, a ações de reforço promovidas pelo próprio governo. Em 2007, o governo criou linha de crédito de R$ 300 milhões para financiar a elevação do capital dessas cooperativas. Em 2008, o segmento fechou com R$ 9,2 bilhões de patrimônio líquido, um crescimento de 19,5% na comparação com os R$ 7,7 bilhões de 2007. Outro indicador reforça o bom momento vivido pelo cooperativismo. O ano foi marcado por um recorde R$ 45,5 bilhões em ativos totais nessas sociedades, uma relevante expansão de 19,4%.
Fonte: Valor Econômico |
| | publicado em 6/4/2009 09:53:51 | | |
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